Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Mestre Goltinho)*in memoriam*; David Benechis (Mestre Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) *in memoriam*, Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Luciana Pegorer (PegLu), Mario Vieira (Manim), Luiz Carlos Antunes (Mestre Llulla) *in memoriam*, Ivan Monteiro (Mestre I-Vans), Mario Jorge Jacques (Mestre MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels)*in memoriam*,, Pedro Cardoso (o Apóstolo)*in memoriam*, Carlos Augusto Tibau (Tibau), Flavio Raffaelli (Flavim), Luiz Fernando Senna (Senna) *in memoriam*, Cris Senna (Cris), Jorge Noronha (JN), Sérgio Tavares de Castro (Blue Serge), Geraldo Guimarães (Gerry).e Clerio SantAnna

DUO INSTRUMENTAL

09 junho 2018

Formado por Giliade Lima na guitarra e Gilson Oliveira no violão de 7 cordas, o DUO Instrumental apresenta seu CD de estreia - Bons Momentos, com produção e arranjos próprios.
Com forte presença no sul fluminense, o DUO vem ganhando espaço e reconhecimento no eixo Rio-São Paulo, gravaram na série Instrumental Sesc Brasil e tem sempre ao lado convidados muito especiais em uma lista imensa de nomes de grande importância no cenário musical brasileiro que inclui Arismar do Espirito Santo, Wagner Tiso, Leny Andrade, Jacques Morelembaum, Robertinho Silva, Nivaldo Ornelas, Mauro Senise, Carlos Malta, Nelson Faria, Michel Leme, entre tantos outros.


O repertório do disco traz 10 composições, cinco delas autorais e cinco de compositores e amigos que tanto influenciaram a carreira musical do DUO como Toninho Horta em "Beijo Partido", Arismar do Espírito Santo em "Vestido Longo", Nelson Faria em "Saudade do Rio", Michel Leme em "Chá Chá Michel" e Adriano Giffoni em e "Natureza". Gilson Oliveira assina 3 composições - "Pra Dominguinhos", "Sentimento verdadeiro" e "Déia"; Giliade Lima assina "Sara"; e ambos assinam o tema título.

"Bons Momentos" tem a produção de Giliade Lime e Gilson Oliveira e foi gravado em fevereiro de 2017 no estúdio Casa Laranja Produções, em Penedo, sul do RJ, com mixagem e masterização por Gustavo Holanda.
Foto da capa é de Marco Aurélio Olimpio.

Aqui, um papo com o DUO -

Fale sobre a formação do DUO Instrumental.
Esse encontro musical surgiu da necessidade que tínhamos, e ainda temos, de estudar alguns temas. O Gilson integrava um quarteto com foco em música brasileira, o Quarteto Bem Brasil, que se apresentava no circuito musical do sul fluminense; e eu, Giliade, integrava um trio que tinha uma onda mais jazz, o PriimaTrio, interpretando standards. Com o trabalho de produção dos shows aqui pela região, muita gente vinha tocar por aqui e conhecemos bastante gente também; nessas produções o PriimaTrio fazia a abertura. Coincidentemente, o guitarrista Vitor Karyello tocava frequentemente num shopping local e certa vez indicou a mim, Giliade, para fazer a gig, que era uma programação intensa desde às 11 da manhã até o meio da tarde. Foi nessa de tocar em duo começamos a tocar juntos e esse formato durou quase 2 anos. Acabamos frequentando um curso de Harmonia no interior de São Paulo com o professor Luciano Bittencount, íamos juntos e criamos essa relação musical.
O resultado disso tudo criou o DUO Instrumental.

Um encontro de timbres com o violão de 7 cordas e guitarra. 
Como vocês trabalham os arranjos?
Os arranjos acontecem de forma bem natural, um de nós escolhe uma determinada música que iremos inserir no repertório e a partir daí o estudo começa. No inicio apenas a guitarra executava o tema, hoje em dia sentimos necessidade de mesclarmos. Gilson sempre foi "o cara da harmonia", eu, Giliade, carregava desde a minha formação de trio a frente de fazer os temas. Hoje nós dois improvisamos, não seguimos muito uma regra, a musica é livre e tentamos executar da melhor forma possível colocando nossa particularidade.
improviso é uma grande expressão do nosso trabalho e da nossa música.

O DUO sempre traz convidados especiais para dividir o palco, o que promove uma grande diversidade no repertório. Conta um pouco sobre esse projeto.
Tem sido um enorme prazer receber todos os músicos que aceitaram nosso convite e é um aprendizado incrível pela tamanha generosidade de cada convidado. O repertório é selecionado através de músicas que conhecemos em comum, em sua maioria música brasileira. Amamos nossa musica, que, sem dúvida, é a melhor do mundo.   
Essa história começou com um projeto que fizemos em 2012 no SESC Teresópolis e tivemos como convidado o Robertinho Silva para uma série de shows em homenagem Clube da Esquina, um projeto que se entendeu para várias unidades do SESC São Paulo que, inclusive, gravamos um programa.
Em 2014 iniciou o Projeto Instrumental Convida e o primeiro convidado foi o Arismar do Espírito Santo, daí surgiu esse movimento de trazer outros músicos e temos um orgulho imenso de compartilhar o palco com todos eles. O mais legal é que é sempre na base do improviso, fazemos a música na hora, o que torna tudo muito autentico.

Giliade Lima e Gilson Oliveira
Como deu-se o processo de gravação do disco?
A gravação acorreu em três dias, no estúdio da Casa Laranja Produções, em Penedo, do nosso grande amigo Gustavo Holanda. Gravamos tudo ao vivo dividindo a mesma sala, tentando reproduzir o mesmo clima de um show ao vivo. É claro que em uma gravação, pelo menos no nosso caso, é normal ficarmos um pouco tenso, afinal é o primeiro trabalho, tem essas coisas, mas com o passar das horas automaticamente fomos ficando mais tranquilos e a música fluiu da melhor forma possível.
É claro que, como músicos e críticos que somos, sempre esperamos algo mais de nós mesmos. O Gustavo Holanda foi super profissional, fez a mixagem, a master e até a arte da capa que, por sinal, ficou linda.

É desafiador fazer música instrumental?
O maior desafio é o próprio músico acreditar que é possível, que é capaz, sempre vai existir musica boa e musica ruim, instrumental ou não. O que devemos é acreditar no fazemos e expressarmos nossa verdade na nossa música. Nós buscamos meios que fomentar a boa música e encaramos isso de uma forma muito particular, nós vamos que bater na porta e pedir pra tocar e assim temos encontrado bastante espaço, não só instrumental mas de musica brasileira também, e isso nos dá a oportunidade de estar ao lado de cantoras maravilhosas como a Sanny Alves, pouco divulgada na mídia tradicional, mas de um talento gigante.

Obrigado DUO Instrumental, e sucesso.

Você pode ouvir o disco "Bons Momentos" na plataforma digital Spotify; e adquirir o CD pelo site www.duoinstrumental.com.br e pelo email contato@duoinstrumental.com.br

P O D C A S T # 4 1 7

08 junho 2018

JOHN STUBBLEFIELD 
RAY CRAWFORD 
YANK LAWSON 
MARTIN SPEAKE 



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CRÉDITOS DO PODCAST # 416

04 junho 2018

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÃO
LOCAL /DATA
GENE HARRIS
Novo prefixo
Tribute To Count Basie: Gene Harris All Star Big Band : Gene Harris (pi), Snooky Young, Conte Candoli, Frank Szabo, Bobby Bryant (tp), Thurman Green, Charley Loper, Garnett Brown (tb), Bill Reichenbach, Jr. (b-tb), Jackie Kelso, Marshal Royal (sa), Bob Cooper, Plas Johnson (st), Jack Nimitz (sbar), Herb Ellis (gt), James Leary (bx) e Jeff Hamilton (bat)
SWINGIN' THE BLUES
(Count Basie / Eddie Durham) 
Burbank, CA, junho/1987
Ray Brown Trio & Friends
Ray Brown (bx, ldr), Larry Fuller (pi), Nicholas Payton (tp), Regina Carter (violino), Holly Hofmann (fl), George Fludas (bat) e Kevin Mahogany (vocal)
ALL BLUES (Miles Davis)
BURGHAUSEN INTERNATIONALE JAZZWOCHE março/2001, Alemanha
MY ROMANCE
(Richard Rodgers / Lorenz Hart)
SOFTLY, AS IN A MORNING SUNRISE
 (Oscar Hammerstein II, Sigmund Romberg)
HELLO GIRLS (Ray Brown)
IN A SENTIMENTAL MOOD
(Duke Ellington / Manny Kurtz)
UP THERE (Phineas Newborn)
IT MIGHT AS WELL BE SPRING
(Oscar Hammerstein II / Richard Rodgers)
STERIE (Ray Brown)
OLD GREEN DOLPHIN STREET
 (Bronislaw Kaper / Ned Washington)
DUKE ELLINGTON MEDLEY
CARAVAN (Juan Tizol / Duke Ellington)

UMA LINDA SURPRESA QUE EU MEREÇO

02 junho 2018


Eu gosto muito quando nesta vida me surge por vez alguma surpresa e é claro que falo das boas e emocionantes surpresas que surgem não sei de onde, mas que nos fazem muito bem. Numa destas noites meio murrinhas e com a internet vazia das minhas pesquisas e já prestes de encerrar as atividades me deparo, com susto, de um post de um cd chamado A Canção Brasileira com Arthur Balu Duarte & Cristovão Bastos. Gente, vocês não imaginam a bomba que explodiu no meu coração. Simplesmente o Balu foi meu colega e amigo nos bancos escolares do Liceu Nilo Peçanha em Niterói. Fizemos o ginásio juntos e já naquela época ele já tocava flauta com muita finura e com um som muito envolvente. Um dia eu estava na casa do Tião Neto e o Balu aparece pedindo para fazer um duo baixo-flauta numas composições suas. Foi inesquecível. Virou uma tarde sofisticada cheia de sons maravilhosos. Acho que não o vejo faz uns bons 40 anos, mas ouvindo este cd trago meu querido amigo de volta em ótimas lembranças. Trago até vocês uma faixa e, para aqueles que nunca o ouviram, curtam comigo.  
Forte abraço amigo Balu.
Forte abraço turma.







01 junho 2018


NETFLIX  -  Documentários de qualidade

Sugestões para quem aprecia documentários de qualidade:
01.     CHASING TRANE, 01 hora 34 minutos
02.     SINATRA – ALL OR NOTHING AT ALL, 02 partes, 01 hora 58 minutos e 02 horas 06 minutos

Produções de excelente qualidade para os amantes da boa música e suas histórias.

P O D C A S T # 4 1 6 - ANIVERSÁRIO DE 8 ANOS

RAY BROWN
HOLLY HOFFMAN




REGINA CARTER
NICOLAS PAYTON

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UM ANO SEM MICKEY ROKER

29 maio 2018



O famoso baterista de jazz MICKEY ROKER um dos grandes do bebop nos deixou em 22 de maio do ano passado, aos 84 anos, após uma longa, frutífera e influente carreira que o levou a tocar com grandes nomes do jazz como "free-lance" e músico de sessões de gravação, principalmente.

Ele é mais conhecido por sua longa associação com Dizzy Gillespie onde começou no início dos anos 70, mas também desempenhou, junto a muitas outras estrelas como Herbie Hancock, Sonny Rollins, Art Farmer, Ella Fitzgerald, Oscar Peterson, Hank Jones, Bobby Hutcherson e Stanley Turrentine, por meio século.

Como criança, a família de Roker na Flórida era muito pobre e a morte de sua mãe, muito jovem, então sua avó o assumiu e mudou-se para Filadélfia, onde eles se tornaram interessados em jazz graças à influência de um tio, que comprava os discos, e a primeira bateria introduzindo Roker na cena de jazz daquela cidade. Seu primeiro herói foi o notável baterista Philly Joe Jones.

Ele passou um período no exército, que terminou em 1955, e sua carreira como baterista começou a decolar em 1957, quando sua amizade com o baixista Bob Cranshaw os levou a fazer parte de seções rítmicas de Milt Jackson, Junior Mance, Joe Williams, Horace Silver , Kenny Barron, Lee Morgan, McCoy Tyner e outros, além de tocar em muitas sessões de gravação do selo Blue Note nos anos 60 e 70.

Como baterista, ele era muito popular entre os cantores e sua associação com Nancy Wilson foi prodigiosa, também atuava com as grandes orquestras tais como Count Basie, Duke Ellington e Woody Herman,

Após o seu longo período com Dizzy Gillespie, substituiu Connie Kay no célebre conjunto Modern Jazz Quartet, tocando no último álbum MJQ & Friends: A 40th Anniversary Celebration.
Nos últimos anos de sua carreira, ele permaneceu ativo em sua cidade, Filadélfia, tocando em night clubs, gravando e acompanhando músicos como Randy Brecker, Johnathan Blake e Orrin Evans.

(traduzido e adaptado do blog Noticias de Jazz) 


Abaixo uma notável apresentação de Mickey Roker com Joe Pass, Dizzy Gillespie e Ray Brown 
BEBOP (Dizzy Gillespie) Los Angeles, 19/setembro/, 1974


ANIVERSÁRIO DE CLAUDIO RODITI - 28 de maio de 1946 – Rio de Janeiro

28 maio 2018

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Entre os trompetistas latino-americanos que se estabeleceram nos EUA, o vencedor do prêmio Grammy e brasileiro, CLAUDIO RODITI, é para músicos, críticos e platéias de jazz, o mais importante trompetista de jazz daquela região. Com uma clara influência de Clifford Brown e Lee Morgan, ele foi músico da Orquestra das Nações Unidas de Dizzy Gillespie, tocou e gravou com McCoy Tyner, Herbie Mann, Paquito D'Rivera e Horace Silver, entre um grande número de gigantes do jazz. Ele tem 25 álbuns a seu crédito, dos quais 16 foram gravados em seu nome. 
Na homenagem abaixo podemos apreciar sua técnica, inventividade e elegância ao improvisar. O solo de piano aqui é de Helio Alves também merece ser ouvido atentamente. O baixista é Leonardo Cioglia e o baterista Duduka Da Fonseca e o tema é Gemini Man (Antônio Carlos Jobim / Claudio Roditi) do Álbum Brazilliance X4 – Gravação 25/março/ 2007 at the Rising Jazz Stars studio in Beverly Hills, California.

CRÉDITOS DO PODCAST # 415

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÕES LOCAL e DATA
DONALD BYRD
Donald Byrd (tp), Pepper Adams (sbar), Duke Pearson (pi), Laymon Jackson (bx) e Lex Humphries (bat)
CHANT (Duke Pearson)  
Live at "The Half Note", New York, 11/novembro/1960
Donald Byrd (tp), Pepper Adams (sbar), Tommy Flanagan (pi), Kenny Burrell (gt), Paul Chambers (bx), Louis Hayes (bat)
PHILSON (Pepper Adams)
New York, 1960
Donald Byrd (tp), John Coltrane (st), Walter Bishop, Jr. (pi), Wendell Marshall (bx) e Art Blakey (bat)
PRISTINE (John Coltrane) 
New York, dezembro/1957
Donald Byrd (tp), Hank Jones (pi), Eddie Jones (bx) e Kenny Clarke (bat)
AND THEN SOME
 (Oscar Cadena)
New York, 1/novembro/1955
Donald Byrd (tp), Charlie Rouse (st), Pepper Adams (sbar), Walter Davis, Jr. (pi), Sam Jones (bx) e Art Taylor (bat)
WITCHCRAFT
(Cy Coleman / Carolyn Leigh)
Hackensack, N.J., 31/maio/1959
Donald Byrd (pocket-tp), Jackie McLean (sa), Duke Pearson (pi), Doug Watkins (bx) e Lex Humphries (bat)
LOW LIFE (Johnny Mandel)
Englewood Cliffs, N.J., 4/outubro/1959
Donald Byrd (cnt), Michael Daugherty (syntetizador), Kenny Garrett (sa), Mulgrew Miller (pi), Rufus Reid (bx) e Marvin "Smitty" Smith (bat)
FLY, LITTLE BIRD, FLY
 (Donald Byrd)
New York, 22/setembro/1982
Donald Byrd (tp), Bernard McKinney (euphonium), Yusef Lateef (st), Barry Harris (pi), Alvin Jackson (bx) e Frank Gant (bat)
DANCING IN THE DARK
(Howard Dietz / Arthur Schwartz)
Detroit, MI, 23/agosto/1955
Donald Byrd (tp), Hank Mobley (st), Jerome Richardson (st,fl) Mal Waldron (pi), Kenny Burrell (gt), Doug Watkins (bx) e Art Taylor (bat)
ALL NIGHT LONG (Shelton
 Brooks / Kenny Burrell)
Hackensack, N.J., 28/dezembro/1956

ONDE ANDAM E O QUE FAZEM?

25 maio 2018

Em torno de 2008/9, em almoços entre nosso grupo, discutíamos o surgimento, no panorama musical, de alguns jovens jazzistas que estavam sendo considerados pequenos gênios na execução de seus instrumentos. Lembro-me bem do nosso encantamento com o  então imberbe pianista russo Eldar Djangirov, com o saxofonista italiano Francesco Cafiso, com a jovem cantora canadense Renée Olstead, com a igualmente jovem saxofonista "japonesa" Grace Kelly, com o cantor inglês Jamie Cullum e com a contrabaixista americana Esperanza Spalding.

Estes dois últimos, por transitarem com alguma freqüência pela música mais popular,  apoiados claro, em seu talento mas sem pudor de atuarem nas vertentes mais comerciais (não se ativeram, como os demais, exclusivamente ao jazz embora neste mantivessem suas fundações), despontaram para o sucesso, poder-se-ia dizer, emplacando um ou mais discos por ano.

Os demais, todos com alguns discos no mercado foram, no entanto, perdendo importância relativa mesmo entre nós, sendo cada vez menos citados ao longo desse tempo, e este é o motivo deste post: saberiam nossos Mestres e demais jazzófilos, como andam suas carreiras, o que andam fazendo (de bom, claro), os seus paradeiros?

Para "gênios", como eram considerados então, estranha-se bastante a pouca repercussão - se alguma -, de suas obras ou atuações no panorama atual.

Abraços!





ANIVERSARIANTES  DO  MÊS    -  JAZZ  &  OUTROS (43)
Maio 25 a 31
25      Milt Bernhart, trombone, Indiana, 1926
          Miles Davis, trumpete / composição, Illinois, 1926
          Gary Foster, saxofone.alto, Kansas, 1936
          Jimmy Hamilton, clarinete, Carolina do Sul, 1917
          Buddy Petit, trumpete, Louisiana, 1897
          Bill “Bojangles” Robinson, dança, Virgínia, 1878
          Walace Roney, trumpete, Pensilvania, 1960
          Ginny Simms, canto, Texas, 1916
          Lloyd Trotman, contrabaixo, Massachusetts, 1923
26      Vernon Alley, contrabaixo, Nevada, 1915
          Shorty Baker, trumpete, Missouri, 1914
          Gene DiNovi, piano, New York, 1928
          Lew Tabackin, saxofone.tenor, Pensilvania, 1940
          John Wayne, ator, Iowa, 1907           
          Ziggy Elman, trumpete, Pensilvania, 1914
          Calvin Jackson, piano, Pensilvania, 1919
          Peggy Lee, canto / atriz, Dakota do Norte, 1920
          Mamie  Smith, canto, Ohio, 1883
27      Dee Dee Bridgewater, canto, Tennessee, 1950
          Rufus Jones, bateria, Carolina do Sul, 1936
          Ramsey Lewis, piano, Illinois, 1935
          Albert Nicholas, clarinete, Louisiana, 1900
          Niels-Henning Ørsted-Pedersen, contrabaixo, 1946
          Gonzalo Rubalcada, piano, Cuba, 1963
          Bud Shank, saxofone.alto / flauta. Ohio, 1926
28      Dave Barbour, guitarra / composição / arranjo, New York, 1912
          “Papa” John Creach, canto / violino, Pensilvania, 1917
          Russ Freeman, piano / composição, Illinois, 1926
          Al Jolson, canto / ator, California, 1886
          Andy Kirk, saxofones / lider, Kentucky, 1898
          Tommy Ladnier, trumpete, Loouisiana, 1944
          Claudio Roditi, trumpete, Brasil, 1946
          T-Bone Walker, canto / guitarra, Texas, 1910
29      Bob Hope, ator, Inglaterra, 1903
          Freddie Redd, piano, New York, 1927
          Hilton Ruiz, piano, New York, 1952
          Dick Sabile, saxofone.alto, New Jersey, 1909
          Kenny Washington, bateria, New York, 1958
          Eugene “Gene” Wright, contrabaixo, Illinois, 1923
30      Sidney DeParis, trumpete, Indiana, 1905
          Pee Wee Erwin, trumpete, Nebraska, 1913
          Benny Goodman, clarinete / líder, Illinois, 1909
          Dave McKenna, piano, Rhode Island, 1930
          Armando Peraza, percussão, Cuba, 1924
          Frankie Trumbauer, c-melody.sax, Illinois, 1901
31      Albert Heath, bateria, Pensilvania, 1935
          Paulinho Da Costa, percussão, Brasil, 1948
          Otto Hardwick, saxofone.alto, Washington (DC), 1904
          Louis Hayes, bateria, Michigan, 1937
          Red Holloway, saxofone.alto, Arizona, 1927
                              ENCERRADO COM 2.134 DATAS DE ANIVERSÁRIOS

P O D C A S T # 4 1 5



















MÚSICO EM FOCO - DONALD BYRD




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CONCURSO INTERNATIONAL VOCALISTA DE JAZZ

23 maio 2018




 A sétima competição internacional "SARAH VAUGHAN", que busca descobrir novos talentos neste gênero, já abriu inscrições para este ano. Nos primeiros anos, o concurso foi apenas para cantoras do sexo feminino, mas desde o ano passado também tem sido aberto para vocalistas masculinos e competidores de diferentes partes do mundo competiram. Os candidatos devem ter mais de 16 anos de idade e atualmente não devem ter contratos com gravadoras. Os organizadores incentivam cantores de jazz de todo o mundo a participar. Aqueles que desejam participar devem enviar três gravações de sua performance vocal no jazz e pelo menos uma delas deve ser de uma música originalmente interpretada por Sara Vaughan. As inscrições devem ser enviadas antes de 5 de setembro e, em 12 de outubro, os finalistas serão anunciados. Eles terão que cantar na frente de um grupo de juízes em novembro (todos eles conhecidos personalidades do mundo do jazz). O vencedor receberá o prêmio SASSY: US $ 5.000,00 mais um contrato para gravar com o selo Concord Music Group. Entre os vencedores dos anos anteriores estão os famosos Cyrille Aimée e Jazzmeia Horn, hoje duas das grandes estrelas do jazz.
(traduzido e adaptado do blog Noticias de Jazz)
Abaixo uma das vencedoras passada JAZZMEIA HORN  (nascida em 16 de abril de 1991) vocalista de jazz e compositora de ascendência africana, interpretando I REMEMBER YOU (Johnny Mercer / Victor Schertzinger)


 


21 maio 2018


ANIVERSARIANTES  DO  MÊS    -  JAZZ  &  OUTROS (42)
Maio 22 a 24
22      Charles Aznavour, canto, França, 1924
          Nat Adderley,Jr, piano / guitarra, Florida, 1955
          Kenny Ball, trumpete, Inglaterra, 1930
          Jackie Cain, canto, Wisconsin, 1928
          Eddie Edwards, trumpete, Louisiana, 1891
          Peter Nero, piano, New York, 1934
          Sun Ra, piano / lider, Alabama, 1914
23      Rosemary Clooney, canto / atriz, Kentucky, 1928
          John Harrington, clarinet, Colorado, 1910
          Fred Guy, banjo, Georgia, 1897
          Edgar Hayes, piano / lider, Kentucky, 1904
          Humphrey Lyttelton, trumpete, Inglaterra, 1921
          Bob Mitchell, trumpete, Alabama, 1935
          Helen O’Connell, canto, Ohio, 1920
          Ken Peplowsky, clarinete / saxofone.tenor, Ohio, 1959
          Artie Shaw, clarinet / lider, New York, 1910
          Les Spann, guitarra / flauta, Arkansas, 1932
24      Gianni Bassi, clarinete, Italia, 1931
          Max Bennett, baixo, Iowa, 1928
          Archie Shepp, saxofone.tenor, Florida, 1937
          Frank Signorelli, piano / composição, New York, 1901
          Francesco Cafiso, saxofone.alto, Sicília, 1989
                      Retornaremos para a relação final (25 a31/maio)

CRÉDITOS DO PODCAST # 414

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS e AUTORES
GRAVAÇÕES
LOCAL / DATA
BUD POWELL
Bud Powell (pi), George Duvivier (bx) e Art Taylor (bat)
I COVER THE WATERFRONT
 (Johnny Green / Edward Heyman)
New York, 5/outubro/1956
ROSEMARY CLOONEY
Rosemary Clooney (vcl), Warren Vache (cnt), Scott Hamilton (st), Nat Pierce (pi), Cal Collins (gt), Monty Budwig (bx) e Jake Hanna (bat)
San Francisco, CA, setembro/1978
VIC DICKENSON
Ruby Braff (tp), Vic Dickenson (tb, ldr), Edmond Hall (cl), Sir Charles Thompson (pi), Steve Jordan (gt), Walter Page (bx) e Les Erskine (bat)
New York, 29/dezembro/1953
BBC BIG BAND
Nigel Carter, Brian Rankine, Mark White, Paul Eshelby (tp), Gordon Campbell, Russell Howarth, Eddie Lorkin, Kenny Hamilton (tb), Barry Robinson, Clive Hitchcock, Vic Ash, Iain Dixon, Dennis Walton  (saxes, cl), Andy Vinter (keyboards), Graham Atha, Len Walker (gT), Roy Babbington (bx), Mike Smith (bat), Jim Lawless (perc) e Barry Forgie (direção)
LEAVE US LEAP
(Edwin Fischer) 
 Live at International Buda Stage, Budapest, outono/1997
MICHAEL DEASE
Roy Hargrove (tp), Claudio Roditi (flh), Michael Dease (tb), Sharel Cassity (sa), Eric Alexander (st), Cyrus Chestnut (pi), Mark Whitfield (gt), Yotam Silberstein (gt), Rufus Reid (bx), Gene Jackson (bat) e Roger Squitero (perc)
DISCUSSÃO
 (Antônio Carlos Jobim / Newton Mendonça)
South Orange, N.J., 11/dezembro/2009
CHICK COREA
Chick Corea (pi), Stanley Clarke (bx), Bill Connors (gt) e Lenny White (bat)
ON GREEN DOLPHIN STREET
 (Bronislaw Kaper / Ned Washington)
Blue Note do Japão no Monterey Jazz Festival, Monterey, CA em 1/setembro/2009
DON STIERNBERG
Don Stiernberg (bandolim), Jeff Jenkins (gt) e Rusty Holloway (bx)
ALL OF ME
(Gerald Marks / Seymour Simons) 
New York, 2010
IDRISS BOUDRIOUA
Kenny Barron & The Brazilian Knights - Idriss Boudrioua (sa), Kenny Barron (pi), Lula Galvao (gt), Sergio Barrozo (bx) e Rafael Barata (bat)
RAPAZ DE BEM
(Johnny Alf)
Rio de Janeiro, 11/junho/2012
LEE MORGAN
Lee Morgan (tp), Julian Priester (tb), George Coleman (st), Harold Mabern (pi), Walter Booker (bx) e Mickey Roker (bat)
FREE FLOW
(George Coleman)
Englewood Cliffs, N.J., 10/outubro/1969
ROY HARGROVE
Roy Hargrove (tp, vcl) Frank Greene, Greg Gisbert, Darren Barrett, Ambrose Akinmusire (tp), Jason Jackson, Vincent Chandler, Saunders Sermons (tb), Max Seigel (b-tb), Bruce Williams, Justin Robinson (sa), Norbert Stachel, Keith Loftis (st), Jason Marshall (sbar), Gerald Clayton (pi), Saul Rubin (gt), Danton Boller (bx), Montez Coleman (bat) e Roland Guerrero (perc)
SEPTEMBER IN THE RAIN
(Al Dubin / Harry Warren)           
Hollywood, CA, 17/junho/2008
MILT JACKSON
Milt Jackson (vib, ldr), Clark Terry (tp,flh), Eddie "Lockjaw" Davis (st), Monty Alexander (pi), Ray Brown (bx) e Jimmie Smith (bat)
SLIPPERY
(Ray Brown) 
Jazz Festival, Montreux, Suiça, 13/julho/1977