Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Mestre Goltinho)*in memoriam*; David Benechis (Mestre Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) *in memoriam*, Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Luciana Pegorer (PegLu), Mario Vieira (Manim), Luiz Carlos Antunes (Mestre Llulla) *in memoriam*, Ivan Monteiro (Mestre I-Vans), Mario Jorge Jacques (Mestre MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels)*in memoriam*,, Pedro Cardoso (o Apóstolo)*in memoriam*, Carlos Augusto Tibau (Tibau), Flavio Raffaelli (Flavim), Luiz Fernando Senna (Senna) *in memoriam*, Cris Senna (Cris), Jorge Noronha (JN), Sérgio Tavares de Castro (Blue Serge), Geraldo Guimarães (Gerry).e Clerio SantAnna

CRÉDITOS DO PODCAST 119

12 setembro 2012



EXECUTANTES
TEMAS
DATA
JAZZ IN CONCERT

DIANNE REEVES
DAVID TORKANOWSKY pianista de Nova Orleans, VICTOR GOINES (st, sop e cl), CHRIS SEVERIN (bx), BILLY KILSON (bat) e MUNYUNGO JACKSON (perc)
AFRO BLUES
THE BLUE MOON NIGHT CLUB DO FAIRMONT HOTEL DE NEW ORLEANS em 30/11/1991
SOFTLY IN THE MORNING SUNRISE
THAT'S ALL
I REMEMBER SKY
LOVE FOR SALE
DO YOU KNOW WHAT IT MEANS TO MISS NEW ORLEANS
SUMMERTIME
COMPANY
KEEP YOUR EYES ON THE PRIZE

ALGUMAS POUCAS LINHAS SOBRE A

GUITARRA E OS GUITARRISTAS - 23

Oscar Frederic Moore, para o meio musical “OSCAR MOORE”, nasceu em Austin, estado do Texas, no dia 25 de dezembro de 1916, vindo a falecer a ponto de completar 65 anos em Las Vegas, Nevada, no dia 08 de outubro de 1981 de causa natural.
Ainda que seu nome e seu reconhecimento musical tivessem sido atrelados, com justiça diga-se, à participação e longa permanência no famoso trio do grande Nat “King” Cole, MOORE teve brilho próprio e claro prestígio por suas qualidades.
Desde cedo e ouvindo seu irmão Johnny, dedicou-se ao estudo e à prática da guitarra, seu único instrumento e, em 1934 com 18 anos, estreou profissionalmente com o irmão, em trio por eles formado.
Tocou para a trilha sonora de filme da MGM, “Girl Crazy”, em que Mickey Rooney simula tocar guitarra e atua ao lado de Judy Garland (no filme temos a presença de grande banda de Tommy Dorsey).
Apenas 03 anos mais tarde e em 1937 assinou seu primeiro contrato profissional, exatamente para integrar o trio de Nat “King” Cole (completado com o baixista Wesley Prince), então denominado “King Cole And His Swingers” e atuando no “Sewanee Inn”:   estava dada a largada para sua fama nacional e internacional. No trio de Nat “King” Cole OSCAR MOORE permaneceu por cerca de 10 anos (apenas com um breve intervalo em 1944).
A formação desse trio foi uma verdadeira epopéia, que podemos resumir da seguinte maneira:
- o proprietário do “Sewanee Inn”, Bob Lewis”, teve oportunidade de apreciar Nat “King” Cole tocando em piano solo no “Century Club”;
- convidou-o para formar um grupo de tocar por algum tempo no “Sewanee”;
- Nat aceitou e percorreu alguns clubes buscando músicos para a empreitada;
- no clube “Paradise” Nat deparou-se com o fato de que o grande Lionel Hampton estava desfazendo sua orquestra para juntar-se a Benny Goodman (o que veio a geral o formidável quarteto com Goodman / clarinete, Hampton / vibrafone, Teddy Wilson / piano e Gene Krupa / bateria);
- com essa dispersão o baixista de Lionel, Wesley Prince, ficou desempregado, o que possibilitou a Nat contratá-lo (até porque e além de ser bom músico, Wesley tal como Nat também era filho de Pastor);
- Wesley tinha OSCAR MOORE como amigo, já então tocando com muito “avanço” em relação aos guitarristas da época.
Assim o grupo foi formado e a fama e o respeito vieram pelo público e pela crítica. Como aspecto humorístico, dizia-se que o trio não incorporou um baterista em sua formação, devido às pequenas dimensões do “Sewanee Inn”;    com piano, guitarra e baixo no pequeno palco, caso entrasse um baterista pelo menos uma dúzia de Clientes teria que sair do local.
O grupo mudou o nome para “The Original King Cole Trio” e até 1939 atuou em temporadas por todo o U.S.A., sempre nos melhores e mais famosos clubes, teatros e outros locais do país.
Nesse ano de 1939 e para a casa “Davis & Schwegler” o trio gravou seus primeiros temas, todos até hoje clássicos do JAZZ em trio:   “Anesthetic For Lovers”,   “Ta-De-Ah”,   “I Lost Control Of Myself”,   “Let’s Get Happy”,   “Land Of Make-Believe”,   “Riffin’At The Bar-B-Q”   e   “That Please Be Mineable Feeling”.
Essas gravações, com boa vendagem no mercado americano e excelentes críticas, valeram para o trio em 1940 um contrato com a gravadora “DECCA”, onde estrearam com o sucesso mais que célebre do clássico “Sweet Lorraine”.
Quase que imediatamente foram contratados pela gravadora “CAPITOL”, em vínculo que permaneceu até o falecimento prematuro do líder Nat “King” Cole, vitimado por câncer de pulmão resultante de seu pertinaz apego ao fumo.
Durante toda a sua permanência com o trio de Nat “King” Cole, MOORE foi  “o”  guitarrista da formação, sempre com grande fama e apenas e de certa forma menos famoso que a figura do grande Charlie Christian, então figura seminal na guitarra do JAZZ, à época criando verdadeira revolução no instrumento.
O estilo e a técnica de MOORE sempre foram muito “avançados”, tanto por suas linhas de solo sobre melodias, quanto pela construção harmônica que impunha como apoio dos solos e nos acompanhamentos para o trio.
Diferentemente dos guitarristas da época cuja concepção do instrumento era “linear’, OSCAR MOORE tratava a guitarra de forma “orquestral” pela combinação eficaz e sempre tecnicamente perfeita das possibilidades e recursos do instrumento, tanto melódicas quanto harmônicas. Esses estilo e técnica “avançados”, tão modernos para o então, eram imaginativos e coloridos, com sonoridade brilhante, ataque incisivo, freqüente emprego dos glissandos e um portamento, que no contexto do trio, contribuíram de forma decisiva para o êxito do trio do grande Nat “King” Cole.
OSCAR MOORE sempre declarou sua admiração pelo guitarrista Eddie Lang e, claro, pelo genial Django Reinhardt.
Nesse contexto de trio MOORE serviu de modelo para muitos guitarristas posteriores, podendo ser citados grandes nomes como Tiny Grimes (com Art Tatum) e Herb Ellis (com Oscar Peterson).
OSCAR MOORE foi o vencedor como melhor guitarrista nas enquetes das revistas “Down Beat” e “Metronome” nos anos de 1945 até 1948;   ganhou ainda o “Troféu de Prata da revista “Esquire” em 1944 e 1945, assim como o “Troféu de Ouro” dessa publicação nos anos de 1946 e 1947;   ainda mais e com o trio de Nat, abiscoitou os concursos da “Down Beat” de 1944 até 1947, além dos da “Metronome” de 1945 até 1948.   Esses prêmios dão a exata noção de sua importância, em época coalhada de mestres nos instrumento.
Desfeito o trio de “Nat “King” Cole, pelo falecimento deste, MOORE voltou a reunir-se a seu irmão na formação criada por eles e intitulada “The Three Blazers”, baseada em Los Angeles.
Após algum tempo com o irmão MOORE passou a atuar como “free-lance”, com atuações esporádicas e múltiplas gravações na linha do JAZZ e na música “pop”.
MOORE esteve afastado da atividade musical de meados da década de 50 do século passado até 1966, quando retornou gravando um “LP” dedicado a Nat “King” Cole.
OSCAR MOORE é autor de composições de grande beleza, destacando-se  “I’ll Remember You”,  “Afterglow”,  “Old King Cole”,  “Tell Me You’ll Wait For Me”  e  “Beatiful Moons Ago”.
Devem ser citadas como gravações para apreciar a arte e a técnica de OSCAR MOORE, entre outras (em seu nome e para as etiquetas Tampa, Verve e Skylark) as seguintes:
- Nat King Cole Trio (DJM Records);
- Nat King Cole Trio (Music For Pleasure);
- Oscar Moore Trio (Vedette);
- Fabulous Guitar (Parker);
- History Of Jazz (Capitol);
- Just Jazz (Modern);
- Swing Guitars (Norgran);
- Nat King Cole - The Trio Recordings - 04 volumes (Laserlight);
- Nat “King” Cole - Sweet Lorraine (MoviePlay);
- The Nat king Cole Trio - Trio Classics – 02 CD’s (Paraboxx Music);
- Nat King Cole Shows - 02 volumes (On The Air, Portugal).
É importante assinalar as gravações “Body And Soul” (1944) e “Route 66” (1946) de OSCAR MOORE com o “King Cole Trio”.
Com Lionel Hampton, MOORE fez-se presente na gravação de 1940 “Jack The Bellboy”.
São mais que destaques as gravações de MOORE com muitos músicos “top” do JAZZ em diferentes formações, podendo ser citados Art Tatum, Benny Carter, Lionel Hampton, Coleman Hawkins, Bill Coleman e os “Capitol International Jazzmen”.
Em conclusão podemos afirmar que OSCAR MOORE foi um guitarrista que, se inicialmente deveu sua fama e prestígio à participação no trio de Nat “King” Cole, com certeza teve total reconhecimento da crítica e do público por suas qualidades de interpretação e de apuradas técnica e inovação.
Retornaremos à guitarra e aos guitarristas em próximo artigo.

apostolojazz@uol.com.br


BELO ARTIGO DO MESTRE LOC

06 setembro 2012

Vai aqui a transcrição de recente artigo do Mestre LOC na edição on-line do Jornal do Brasil, sobre nosso mais famoso e competente baterista expatriado, e seus incríveis companheiros de boa música interplanetária.

Duduka da Fonseca em novo CD, sempre na batida do ‘samba jazz’
por Luiz Orlando Carneiro

O mestre da bateria Duduka Da Fonseca, carioca radicado em Nova York desde 1975, músico de expressão no mundo do jazz, volta a esta coluna em função de mais um belo CD, como sempre em ótima companhia.
No recém-lançado Samba jazz-Jazz samba (Anzic), ele comanda um quinteto integrado pela cada vez mais aclamada clarinetista-saxofonista Anat Cohen e pelos brasileiros (também nova-iorquinos) Hélio Alves (piano), Guilherme Monteiro (guitarra) e Leonardo Cioglia (baixo).

A associação de Duduka com a israelense (também nova-iorquina) Anat não é nova. São amigos, tocam juntos há muito tempo, e já gravaram com o mesmo time, em 2005, Samba jazz in black and white (Zoho). Uma das donas do selo Anzic, Anat promoveu em estúdio esse reencontro, no qual o líder continuou explorando temas de autoria de músicos brasileiros (em oito das 10 faixas), sem deixar de selecionar duas “gemas” do repertório eminentemente jazzístico — Blues connotation, de Ornette Coleman, e The peacocks, do saudoso pianista Jimmy Rowles (1918-96).

Os demais membros do quinteto já estão, há mais ou menos tempo, na “primeira liga” do jazz nova-iorquino. Principalmente Hélio Alves, cujo último registro, o álbum Música (JLP, 2010) — em trio com Antonio Sanchez (bateria) e Reuben Rogers (baixo) — foi muito elogiado pelos reviewers, incluindo o severo Robert L. Doerschuk (Downbeat), para quem o pianista se distingue por três qualidades básicas: “sutileza, musicalidade e extraordinária facilidade de improvisar”.

Os mesmos predicados devem ser atribuídos ao guitarrista Guilherme Monteiro, 41 anos, dos quais mais de 10 nos Estados Unidos. Destaque, no seu currículo, para o disco Jazz & bossa (Blue Note, 2008), em que atua como sideman do grande baixista Ron Carter, ao lado de Stephen Scott (piano) e Javon Jackson (sax tenor).

O baixista Leonardo Cioglia, por sua vez, formou-se no renomado Berklee College of Music de Boston, e apresentou suas credenciais no CD Contos (Quizamba, 2009), no qual assina uma série de 10 peças, interpretadas com o concurso de músicos emergentes do nível do saxofonista John Ellis, do guitarrista Mike Moreno e do baterista Antonio Sanchez.

No novo álbum "Samba jazz-Jazz samba" — na verdade, mais jazz com molho de samba do que o inverso — o quinteto de Duduka da Fonseca improvisa a partir dos seguintes temas de autores brasileiros: Depois da chuva (5m15), envolvente melodia de Dom Salvador, tratada em tempo médio; Sabor carioca (4m15), do saxofonista Raul Mascarenhas, com introdução-solo de 40 segundos da bateria do líder; Rancho das nuvens (4m35), joia raramente lembrada de Tom Jobim; Dona Olímpia (5m40), de Toninho Horta; O guaraná (7m30), Melancia (8m20) e Obstinado (6m40), dos pianistas Alfredo Cardim, Rique Pantoja e Haroldo Mauro, respectivamente; Flying over Rio (5m25), original de Duduka.

Na última eleição anual dos críticos de jazz promovida pela revista Downbeat (edição de agosto), Anat Cohen foi eleita a clarinetista nº 1, derrotando os barbados Don Byron, Paquito D’Rivera e Ken Peplovski, e venceu também o páreo dos rising stars na categoria dos saxofonistas tenores.

Em Samba jazz-Jazz samba ela toca clarinete — que sempre foi o seu primeiro instrumento — nas langorosas Rancho das nuvens e Dona Olímpia. Nas demais, ela brilha no sax tenor, sobretudo em Blues connotation (4m20), numa irresistível versão sambada da peça de Ornette Coleman.

CRÉDITOS DO PODCAST 118

05 setembro 2012



EXECUTANTES
TEMAS
DATA
CHARLES MINGUS
John LaPorta (cl) Teo Macero (st) George Barrow (sbar) Mal Waldron (pi) Rudy Nichols (bat) e Mingus ao cbaixo
TEA FOR TWO
Hackensack, N.J., 31/out/1954
Duke Ellington And His Orchestra
Clark Terry, Ray Nance, Willie Cook, Cat Anderson (tp), Quentin Jackson, Britt Woodman, John Sanders (tb), Jimmy Hamilton (cl,st) Paul Gonsalves (st), Johnny Hodges e Russell Procope (sa), Harry Carney  (sbar),Al Lucas (bx), Sam Woodyard (bat) e Billy Strayhorn (pi)
Jazz Festival, Newport, 7/julho 1956
ELLA FITZGERALD
Count Basie
Don Rader, Joe Newman, Sonny Cohn, Al Aarons, Fortunatus "Fip" Ricard (tp), Henry Coker, Benny Powell, Grover Mitchell, Urbie Green (tb) Marshal Royal (sa,cl), Frank Wess, Eric Dixon e Frank Foster (st), Charlie Fowlkes (sbar) Count Basie (pi), Freddie Green (gt), Buddy Catlett (bx), Sonny Payne (bat) e Ella Fitzgerald (vcl)
Chicago, julho/ 1963
JIMMY GIUFFRE
JIMMY GIUFFRE (cl), Jim Hall (gt) e Wilfred Middlebrooks bx)
MACK THE KNIFE
Live, "Olympia", Paris, 23/fev/ 1960
JOÃO DONATO
JOÃO DONATO (pi), Tião Neto no baixo, Milton Banana na bateria e Amaury Rodriquez no bongô e pandeiro
SAMBOU SAMBOU
1956
TIM DOM DOM / SÓ SE FOR AGORA
EARL HINES (pi) e JIMMY RUSHING (vcl) - Budd Johnson (st) Bill Pemberton (bx) Oliver Jackson (bat)
ST. LOUIS BLUES
New York, julho / 1967
Randy Brecker (tp) Frank "Ku-umba" Lacy (tb) Vincent Herring (sa)  Don Braden (st) Hamiet Bluiett (sbar) Darrell Grant (pi) Dwayne Burno (bx) e Cecil Brooks (bat)
WINELIGHT
Brooklyn, NY, março de 1997
SHARKEY BONANO (tp,vcl) Santo Pecora (tb) Irving Fazola (cl) Clyde Hart (pi) Frank Frederico (gt) Thurman Teague (bx) Ben Pollack (bat)
HIGH SOCIETY
New York, 7/out/ 1936
Patrick Artero (flhr) Gilles Berthenet (tp) Thierry Lhiver (tb) Philippe Chagne (sbar) Dominique Vernhes (st,cl) Oriol Bordas (vib) Philippe Duchemin (pi) Ramon Fossati (gt) Jean-Pierre Rebillard (bx) Stephane Roger (bat) e Frank Wess (st)
CLOSE YOUR EYES
Paris, 20 maio de  1992
JOHN COLTRANE (st) e KENNY BURRELL (gt) acc por Tommy Flanagan (pi) Paul Chambers (bx) e Jimmy Cobb (bat)
I NEVER KNEW
Hackensack, N.J., abril 1957
GEORGE BRAITH (st) Grant Green (gt) Billy Gardner (org) e Hugh Walker (bat)
OUTSIDE AROUND THE CORNER
New York, 16/dez/ 1963
BG
Herbie Mann (fl) Bill Evans (pi) Chuck Israels (bx) e Paul Motian (bat)
I LOVE YOU
New York, dez / 1961 

NOTÍCIAS DO MESTRE LLULLA

03 setembro 2012

Como já se notou Lula está afastado do blog, primeiro porque foi novamente submetido a uma cirurgia programada e tudo correu bem, já estando em casa. Quer dizer, não exatamente em casa, porque seu edifíco em Niterói, foi interditado há um mês pela Defesa Civil por problemas nos pilares e Lula se mudou temporariamente para um hotel. As obras no prédio devem ficar prontas em 2 mêses. Lula então está sem computador e pediu para comunicar aos companheiros que em breve estará de volta, com certeza. Manda abraços a todos.

Duke Ellington - The Big Bandfeeling

02 setembro 2012





SENSACIONAL !!!

BRAZILIAN TRIO " CONSTELAÇÃO "

Um super trio e um ótimo CD, sim recém lançado nos EUA o novo trabalho do nosso melhor trio instrumental, sem contar o Trio da Paz para evitar polemica com alguns, o que importa é que Helio Alves, Nilson Matta e Duduka da Fonseca que formam o Brazilian Trio radicados em New York, acabam de lançar pela Motema o cd " Constelação ".
São 10 faixas em alto nível, começando pela faixa título de Alfredo Cardim, seguindo "Bebe" de Helio Alves, "Embalo" (Tenório Jr.), "O Cantador" (Dori Caymmi), "Quebra Pedra" (Tom Jobim), "Direto ao Assunto" (Nilson Matta), "Luiza" (Tom Jobim), "O Bôto" (Tom Jobim), "Isabella" (Duduka da Fonseca) e finalmente "Bolivia" (Cedar Walton).
Sinceramente "difícil" dizer qual a melhor faixa, mas vou revelar que a versão de Luiza é a minha favorita, e acho que é trabalho para "Grammy" tão almejado e para mexer com a crítica especializada,  só espero que seja lançado por aqui.
Vale lembrar que o próprio Duduka lançou também o cd "Samba Jazz, Jazz Samba" pela Anzic, que espero comentar brevemente (ainda não ouvi).
Outras boas indicações "The Cyrus Chestnut Quartet" (1º cd de quarteto do Cyrus), Enrico Pieranunzi "Permutation", Eric Reed "The Daddest Monk" e o novo e inusitado "Rava On The Floor" do Enrico Rava Band tocando Michael Jackson.

É isso.



NEW YORK CITY JAZZ RECORD - EDIçAO DE SETEMBRO -2012

01 setembro 2012

Ja esta na rede a edicao de setembro da publicaçao The New York Jazz Record, que traz nas paginas 16 e 18 materias sobre musicos brasileiros, com destaque para membros do Brazilian Jazz Trio, Helio Alves (piano), Nilson Matta (baixo) e Duduka da Fonscea (bateria), que participou de dois concertos do CJUB, os quais com certeza deixaram saudades.

O site e http://www.nycjazzrecord.com/

Boa leitura a todos e otimas audiçoes

Beto Kessel

ROOTS MUSIC REPORT - JAZZ CHART

31 agosto 2012


Todos sabem que eu gosto de, de vez em quando, dar uma olhada nos charts de jazz, rankings de vendas/execuções ocorridas na matriz. Não pude encontrar disponível os preparados pela CMJ, que publiquei anteriormente e então localizei este
Roots Music Report, sobre quem não tive tempo de me deter e entender a origem, a base de apuração, etc.

De todo modo, dá uma noção da atualidade nos EUA.

Serve como referencia ou na pior das hipóteses, como passatempo. Cliquem na imagem para expandí-la.

Abraços.


P O D C A S T # 1 1 8






PARA BAIXAR: http://www.divshare.com/download/19452636-7d3

CRÉDITOS DO PODCAST 117

29 agosto 2012



EXECUTANTES
TEMAS
DATA
LENNIE TRISTANO
LENNIE TRISTANO (pi) Lee Konitz (sa) Sonny Dallas (bx) Nick Stabulas (bat)
BACKGROUND MUSIC
Live "Half Note", New York, 6 / junho / 1964
BUDDY RICH ENSEMBLE 
Thad Jones, Joe Newman (tp) Ben Webster, Frank Wess (st) Oscar Peterson (pi) Freddie Green (gt) Ray Brown (bx) e BUDDY RICH (bat)
SUNDAY
New York, 16 / maio / 1955
GENE KRUPA
Dizzy Gillespie, Roy Eldridge (tp) Flip Phillips, Illinois Jacquet (st) Oscar Peterson (pi) Herb Ellis (gt) Ray Brown (bx) e GENE KRUPA (bat)
GENE'S BLUES
Los Angeles, novembro / 1955
GUITAR SLIM
GUITAR SLIM (gt, vcl) Huey Smith (pi) Lloyd Lambert (bx) e Oscar Moore (bat)
BAD LUCK IS ON ME
1953
THE THINGS THAT I USED TO DO
ARTIE SHAW
Don Fagerquist, Don Paladino, Dale Pierce, Victor Ford (tp) Ange Callea, Porky Cohen, Sonny Russo, Fred Zito (tb) ARTIE SHAW (lider e cl) Herbie Steward, Frank Socolow (sa) Al Cohn e Zoot Sims (st) Danny Bank (sbar) Gil Barrios (pi) Jimmy Raney (gt) Dick Nivison (bx) Irv Kluger (bat) e Eddie Sauter (arrj)
TEA FOR TWO
New York, dezembro / 1949
BLUE MITCHELL
BLUE MITCHELL (tp) Junior Cook (st) Chick Corea (pi) Gene Taylor (bx) Aloysius Foster (bat)
STEP LIGHTLY
Englewood Cliffs, N.J., julho / 1964
ART TATUM
PIANO SOLO
TIGER RAG
New York, agosto / 1932
JIMMY HEATH
Nat Adderley (cnt) Clark Terry (flhrn) Tom McIntosh (tb) Dick Berg (fhr) Cannonball Adderley (sa) JIMMY HEATH (st), Pat Patrick (sbar) Cedar Walton (pi) e os irmãos de Jimmy, Percy Heath (bx) e Albert "Tootie" Heath (bat)
THE PICTURE OF HEATH
New York, 28 / junho / 1960
MODERN JAZZ QUARTET
John Lewis piano, Milt Jackson vib, Percy Heath bx e Connie Kay bat
KO-KO
New York, fevereiro / 1988
DAVE GRUSIN & THE GRP ALL STARS
Tom Browne, Kunitoshi Shinohara, Kenji Nakazawa (tp), Tadataka Nakazawa, Yoshio Oikawa (tb) Sadao Watanabe (sa), Shigeo Fuchino, Yasumasa Kikuchi, Masao Suzuki (saxes), Dave Valentin (fl), DAVE GRUSIN, Don Grusin (keyboards), Bobby Broom (el-g), Marcus Miller (gt-bx), Buddy Williams (bat) e Roger Squitero (perc,cga)
Uh, Oh
"Osaka Festival Hall", 16/março/ 1980