Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Mestre Goltinho)*in memoriam*; David Benechis (Mestre Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) *in memoriam*, Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Luciana Pegorer (PegLu), Mario Vieira (Manim), Luiz Carlos Antunes (Mestre Llulla) *in memoriam*, Ivan Monteiro (Mestre I-Vans), Mario Jorge Jacques (Mestre MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels)*in memoriam*,, Pedro Cardoso (o Apóstolo)*in memoriam*, Carlos Augusto Tibau (Tibau), Flavio Raffaelli (Flavim), Luiz Fernando Senna (Senna) *in memoriam*, Cris Senna (Cris), Jorge Noronha (JN), Sérgio Tavares de Castro (Blue Serge), Geraldo Guimarães (Gerry).e Clerio SantAnna

HÁ 50 ANOS – O GLOBO

16 setembro 2011

O Globo publica em 16 de Setembro de 1961:

“O programa da I Semana de Música de Vanguarda, que se inicia, na tarde de hoje, no Teatro Municipal, prosseguirá amanhã à noite com o Concerto de Jazz de Vanguarda produzido e coordenado pelo disc-jockey Estevão Hermann, da Rádio Globo. Esse espetáculo vem despertando enorme interêsse, notadamente porque dêle participarão os mais aclamados conjuntos brasileiros que se estão especialmente na criação da vanguarda. Lá estarão o Trio Luís Eça, o Quarteto de Câmara de K. Ximbinho. Finalizando a apresentação, uma orquestra de trinta figurinhas sob a regência do maestro Cipó executará composições e arranjos de sua autoria e de Marcos Rupe.”

P O D C A S T # 6 8

15 setembro 2011

SFJazz Collective

TURN OUT THE STARS

Bil Evans morreu em 15 de Setembro de 1980. Eis Evans com seu último trio — Marc Johnson, baixo e Joe LaBarbera, bateria, tocando uma música que compôs em memória do seu pai. Oremos!

A MARAVILHA REVELADA PELO "GOOD OLD BENEDETTO"

Made In Europe

14 setembro 2011

Há ainda preconceito quando surge um bom jazzista na Europa. Os mais tradicionalistas, que viveram intensamente o Be-Bop, encabeçam essa corrente de reacionários. Tudo bem que às vezes é uma questão de gosto pessoal. Isso não se discute. Mas o que se percebe é um nítido desprezo por tudo aquilo que possa alterar um conceito pré-estabelecido, supostamente definitivo, que não suporta qualquer tipo de reconstrução, seja rítmica ou harmônica. Os europeus têm hoje feito mais pelo jazz do que os próprios norte-americanos. E esse é o ponto. Se a idéia é manter o jazz como um gênero atuante, crescente e sempre estimulante, o papel do jazz europeu torna-se fundamental. Claro que os americanos são magníficos, até como os pais da matéria. Mas a sobrevivência do jazz passa por um horizonte bem mais aberto e abrangente. Os pianistas europeus, por exemplo, estão em momento exuberante, com um "approach" diferente, inovador. Nota-se o foco em fazer do instrumentista antes de tudo um arranjador. Exibir um tema, como proposto em versões clássicas, já não é suficiente. Pianistas como Stefano Bollani, Stefano Battaglia (Italia), Simon Nabatov (Rússia), Frank Chastenier (Alemanha), Stefan Karlsson ( Suécia) e Christian Jacob (França), só para citar alguns, criam uma linguagem das mais frescas e revigorantes. Essa é a razão de um Bollani sozinho ao piano lotar seus shows pelo mundo, até mesmo no Brasil. Alguma mágica? Não. Apenas a vontade consciente de desafiar ouvidos e mentes preguiçosas, que adoram permanecer numa zona de conforto. É provável que se diga que essa concepção tenha sido já desenvolvida por Herbie Hancock. Sim, uma verdade. Assim como alguns novos pianistas americanos já aderiram também a essa refrescante escola, como John Beasley, destaque absoluto de uma geração pouco ousada. Nosso grande Sá cita Eric Reed, Mehldau, Cyrus e Jarrett como os maiores. São competentes, sem dúvida. Mas caminham pelo perigoso atalho da previsibilidade. Pelo menos para mim, o último CD do Cyrus (Journeys) teve o mesmo efeito de um Lexotan. Ao contrário, "The Christian Jacob Trio Live In Japan" é um primor em originalidade, técnica e bom-gosto. Espero que o assunto provoque algumas análises no blog. E, quem sabe, traga outras avaliações e conceitos. Tomara. Ninguém é dono da verdade, muito menos no jazz.
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PS. Som na caixa: Too Close For Comfort (intencional, rs..) - The Christian Jacob Trio Live In Japan


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GRAHAM COLLIER (1937- 10-09-11)

13 setembro 2011


Graham Collier era um dos mais importantes músicos ingleses, responsável mesmo pela grande divulgação do Jazz na Gran Bretanha . Compositor,arranjador,maestro e contrabaixista, era conhecido como o mais importante compositor de Jazz do Reino Unido.Foi o primeiro músico inglês a ser graduado na famosa “Berklee College of Music” de Boston. Escreveu também sete livros sobre Jazz, além de gravar dezenove álbuns,sendo que o último , intitulado “Hoarded Dreams” acaba de ser lançado nos Estados unidos. Foi também o primeiro músico de Jazz a receber um título honorífico do “Arts Council of England”. Nos anos 80 fundou o curso acadêmico para graduação em Jazz na prestigiosa “London Royal Academy of Music”. Foi também co-fundador do famoso conjunto “Loose Tubes” que com seu sucesso influenciou e fez reviver o Jazz na Inglaterra em meados dos anos 80. Collier faleceu em sua residência na Grécia, vitimado por um acidente cardíaco. Contava 74 anos. (Informações captadas no blog “Noticiero Del Jazz”)

WARDELL QUEZERGUE JR. (1930-06-09-114)

12 setembro 2011


Dele nós nunca tínhamos ouvido falar. Em New Orleans era conhecido como o “Bethoven Negro”, em razão de suas composições e arranjos. Nos parece que estava mais ligado ao lado pop da música do que propriamente do Jazz. Trabalhou com músicos famosos como Stevie Wonder, Paul Simon, B.B.King e Willie Nelson entre outros. Tragicamente muitas de suas composições e arranjos se perderam quando o furacão Katrina arrasou New Orleans. Mas, felizmente muitas dessas músicas ficaram guardadas através da grande variedade de músicos que as gravaram. Wardell Quezergue Jr. Tinha 81 anos.

MORREU O BATERISTA EDDIE MARSHALL


Vitimado por um ataque cardíaco, faleceu em 7 de setembro aos 73 anos de idade o baterista Eddie Marshall. Nascido em Springfield, Massachussets, El e em 1956 fo para New York desenvolver sua carreira, adotando o estilo dos bateristas Max Roach e Art Blakey. Durante dois anos tocou com o quarteto Charlie Mariano & Toshiko Akiyoshi . Depois de dois anos servindo as forças armadas, voltou a tocar outra vez com Akiyoshi em 1965. Trabalhou em seguida com o pianista Mike Nock, atuando por um ano na “house band” do nightclub Dom em New York. Trabalhou também com Stan Getz e foi o baterista de Dionne Warwick em suas tournées.
Em 1967 ele foi membto Fo “The Fourth Way”, um grupo de fusão que incluia Mike Noch, Michael White e Ron McClure. Com esse grupo excursionou pela San Francisco Bay Area até princípios e 1970, após o que atuou com John Hendricks e The Pointer Sisters. Foi também integrante do grupo Almanac com Bennie Maupin (fl-st), Cecil McBee(b) e Mike Nock(p), gravando um álbum em 1977.
Nos anos 80 trabalhou no projeto “Bebop & Beyond” que gravou albuns em tributo a Dizzzy Gillespie e Thelonious Monk.
Marshall sofreu uma cirurgia no coração em 1984, quando interrompeu sua carreira. Também fez parte da “San Francisco School of the Arts” e lançou seu segundo álbum como líder em 1999. Nos anos 2000 ele trabalhou na “San Francisco Arts Comission”.
RIP

BRANDFORD MARSALIS NO RIO EM 07.09.2011

07 setembro 2011

Nesta quarta feira a noite no Teatro Casagrande (Leblon), estara se apresentando o saxofonista Brandford Marsalis, filho de Ellis Marsalis (pianista) e irmao de Wynton (trompetista), Delfeayo (trombonista) e Jason (baterista).

Pelo que li e irei conferir amanha, Brandford estara acompanhado por Joey Calderazzo ao piano, Eric Revis no baixo e Justin Faulkner na bateria.

Que tenhamos la os ares descontraidos de New Orleans.

Beto

MILES DAVIS - PALESTRA EM 28.09 AS 18:30

04 setembro 2011

Tomo a liberdade de transcrever, ou melhor copiar aqui no Blog, uma das atividades relacionadas a Mostra "Queremos Miles" que esta em cartaz no CCBB aqui no Rio de Janeiro.

Eu estive la na ultima terca feira e gostei da exposicao. Recomendo a todos !!!

Visitando a pagina do CCBB na internet, encontrei mencao a palestra que ocorrera em 28.09.2011.

Seguem abaixo os dados:

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Palestra “Queremos Miles”
28 Set a 28 Set
Local: Teatro II | Rua Primeiro de Março, 66 - Centro
Horário: Quarta, às 18h30


Para marcar o fim da exposição Queremos Miles no CCBB do Rio, em 28 de setembro, dia no qual são completados 20 anos da morte de Miles Davis, esta palestra vai reunir três brasileiros apaixonados e especialistas no trompetista: o pesquisador e crítico José Domingos Raffaelli, o trombonista, arranjador e compositor Vittor Santos e o jornalista Antônio Carlos Miguel.

Duração: 90 minutos

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Beto

A RECUPERAÇÃO DE LEE KONITZ

01 setembro 2011


São boas as notícias sobre a saúde de Lee Konitz, vitimado em junho por um AVC que o obrigou a interromper suas atividades. Ao que tudo indica está totalmente recuperado e anuncia a sua volta para o dia 21 de setembro quando participará de um evento acadêmico na Universidade de Columbia, constando de uma série de seminários e conferências. Também estará tocando por uma semana no famoso “Birdland” de New York, à partir de 31 de setembro. Estará com o Tomasz Stanko Quartet, Louis Armstrong Centenial Band e a Birdland Big Band.

HOT HOUSE JAZZ – SETEMBRO 2011