Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Mestre Goltinho)*in memoriam*; David Benechis (Mestre Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) *in memoriam*, Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Luciana Pegorer (PegLu), Mario Vieira (Manim), Luiz Carlos Antunes (Mestre Llulla) *in memoriam*, Ivan Monteiro (Mestre I-Vans), Mario Jorge Jacques (Mestre MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels)*in memoriam*,, Pedro Cardoso (o Apóstolo)*in memoriam*, Carlos Augusto Tibau (Tibau), Flavio Raffaelli (Flavim), Luiz Fernando Senna (Senna) *in memoriam*, Cris Senna (Cris), Jorge Noronha (JN), Sérgio Tavares de Castro (Blue Serge), Geraldo Guimarães (Gerry).e Clerio SantAnna

TAPA DE LUVA

25 janeiro 2008


Entrei no estúdio da Rádio Universidade FM (Londrina) para gravar mais uma edição do Londrina Jazz Club. Confesso, muito motivado. A intenção era ratificar o respeito e o reconhecimento que o norte-americano tem pelos seus músicos mais velhos que, por isso, só se aposentam por livre e espontânea vontade. Ao contrário, as gravadoras brasileiras costumam rifar os músicos chamados “velhos” e têm como cúmplice a nossa mídia em geral. Raras as exceções. Isso é coisa de país subdesenvolvido culturalmente. Há um álbum do saudoso Oliver Nelson dedicado ao presidente Kennedy. Nele, Nelson capta partes de dircursos de Kennedy e cria um tema em cima de cada um deles. O próprio presidente é ouvido no início das faixas. Numa delas ele diz: “Eu só acredito no futuro de um país e da nossa civilização a partir do completo reconhecimento do lugar do artista”. O programa apresenta CDs recentíssimos de Mark Murphy (75), Steve Kuhn (69), Nancy Wilson (70) e Phil Woods (76). E foi dedicado ao Lula (o nosso, claro), Sazinho e ao Ricardo Lopes Sampaio , conhecido aí no Rio e outro apaixonado por jazz, que mantém na própria Rádio Universidade FM um ótimo programa chamado “Louco Por Música”. Segue o set-list do programa:

01. Too Late Now (Lane & Lerner) – Mark Murphy
02. Slow Hot Wind (Mancini) – Steve Kuhn Trio
03. Be My Love (Brodzky & Chan) – Nancy Wilson
04. All The Things You Are (Kern) – Phil Woods Quintet
05. My Foolish Heart (Washington & Young) – Mark Murphy
06. Stella By Starlight (Washington & Young) – Steve Kuhn Trio
07. Old Folks (Hill & Robinson) – Nancy Wilson

……………………………………………………………………………………..
No som da caixa, Mark Murphy (Too Late Now), arranjo de Nan Schwartz e participação especial do pianista Frank Chastenier. Qualquer semelhança com Kurt Elling não é mera coincidência.


RG Sexy

Mistura Fina, 24 de Janeiro de 2008.
Roberta Gambarini
Foto: Antônio Menezes

NOVIDADE

24 janeiro 2008

Depois dizem que eu sou implicante. Mas, acabo de ler em "O Globo", na mesma coluna que informou que Charlie Parker tocou no Copacabana Palace, que o cantor Miltinho e o pianista e organista Djalma Ferreira formaram uma dupla intitulada "Milionários do Rítmo", isso nos saudosos anos cinquenta. E nós que pensávamos que "Milionários do Rítmo" era o conjunto que animava as noites da saudosa boite "Drink". Paciência !"

PASSATEMPO

23 janeiro 2008

Mais um passatempo sobre jazz. Como no anterior vou focalizar em composições. Pediria apenas que usassem como únicas referencias as gravações que indicarei a cada pergunta. Usem os seus ouvidos já treinados e calejados por anos de audições jazzísticas. Por favor nada de Google,All Music Guide,Wikipedia e etc. Só ouvidos.

E,não custa lembrar,exercitar o cérebro é garantia de que ele continuara sempre funcionando bem.

Boa sorte.

1)“Stollen Moments” é uma composição de Oliver Nelson. Bonita e muito original tem uma forma de 16 compassos. Na gravação original, do próprio autor (disco “Blues And The Abstrac Truth”) podemos ouvir que os solos são em uma forma diferente do tema. Qual é essa forma?

2) Veja essa lista de composições jazzísticas :

-Unit 7(Sam Jones) - gravação de Wes Montgomery no disco “Smokin’ at The Half Note”

-Locomotion (John Coltrane) – gravação do autor no disco “Blue Train”

- Scotch and Water (Joe Zawinull) - gravação de Cannonball Adderley no disco “Live in New York

O que elas tem em comum em relação a forma ? Não vale dizer somente que são AABA, há uma ocorrência especifica nesses temas.

3) Night in Tunísia (Dizzy Gillespie),Caravan ( Ellington,Tizol ) e Nica’s Dream tem forma AABA(Night in Tunisia tem um C que só aparece no tema e ao final de cada solo) . As três tem uma caracteristica comum alem da forma.Qual é?

Respostas ,por favor, o mais objetivas e simples possíveis.

Abraços

História do Jazz n° 54

22 janeiro 2008

Histórias do Jazz – n° 54
UM POUCO DA AND
Como todos já sabem, existe uma confraria que administramos que em 31 de Janeiro completará seu vigésimo aniversário. É a A.N.D. (Audiência Nota Dez), que funciona com reuniões mensais todas as últimas quintas –feiras de cada mês, tendo como séde a Taberna da Glória. Na verdade, sobraram quinze ou dezesseis atletas, embora já tivéssemos muitos mais. Uns saíram porque realmente não gostavam de Jazz. Outros por falta de tempo e outros auto-defenestráveis que sentiam que sua presença não era bem vinda e que realmente incomodavam. Dois vigaristas aplicaram pequenos golpes na base do “dinheiro emprestado” e atingida a meta (não pagar), se escafederam para a alegria de todos. Outro quando tinha as suas crises, “abria a lata de lixo” e ofendia a quem passasse por perto, chegando a ir a vias de fato com um companheiro Isso acontecia após o terceiro chope. Afastou-se três vezes e por sorte não tentou um novo come back.
A A.N.D. é integrada por ex-ouvintes do programa “O Assunto é Jazz” que apresentamos por quase 29 anos na Fluminense FM. De seus oito fundadores, três subiram mais cedo causando um grande desfalque ao nosso time.
Mas, tivemos também figuras pitorescas que não alcançaram o verdadeiro espírito de nossas reuniões, tomando atitudes extremas como se tivessem sido punidos por alguma falta. Vamos falar do saudoso Adauto Aragonez de Farias, guitarrista da velha guarda (Casino da Urca- Boite Drink etc.) que conhecemos através do programa. Em longa carta Aragonez queria que eu criasse um movimento e enviasse correspondência para o planalto, pedindo a proibição do rock. Quando nos encontramos pela primeira vez no Clube de Jazz do Museu do Ingá, reiterou o pedido dizendo que “o rock é o cancer da música”, Chegamos a tocar juntos no aniversário do clube e ele mostrou forte influência de Oscar Moore, do trio de Nat King Cole.
Na A.N.D. começaram os desentendimentos. Começou quando quis corrigir a pronúncia de Maxwell Johnstone que apresentava em meu programa o bloco “O beco das big-bands”. Max pronunciava béco e Aragonez em determinada tarde chegou , sentou-se ao lado do inglês e começou a ladainha : “Max, é beco e não béco como você diz”. Repetiu isso umas dez vezes tirando a paciência do nosso PHd que de repente, dispensou a fleugma britânica e disparou : “Aragonez, vai xxxxx xx xx” .Todos riram mas Mr. Max, dia seguinte ligou para todos os andistas pedindo desculpas por seu desabafo.
A segunda de Aragonez provocou gargalhadas de todos presentes. Falava-se da qualidade das comidas de restaurante e Aragonez informou que quando sua esposa tinha cólicas ele comprava quentinhas na Westfalia da Glória , onde então funcionávamos. De brincadeira perguntei para que as quentinhas e Mário Jorge emendou de primeira : “é pra colocar na barriga
da esposa por causa das cólicas”.
E a última dele foi ainda pior pois determinou a sua saída do nosso grupo .Possuímos um livro de freqüência onde os presentes assinam e posteriormente faço um resumo do que aconteceu na reunião. Aragonez passou a usar um expediente inédito. Chegava “assinava o ponto”, tomava um guaraná e saia dizendo que ia para uma reunião na Maçonaria. Na terceira vez, de brincadeira, informei : “Aragonez, se você fizer isso outra vez vou cortar seu ponto”. Ele fez e eu fingi que cortei sua assinatura no livro. Não apareceu mais e encontrando um companheiro dias depois queixou-se “não volto mais lá, o Lula cortou o meu ponto”.
Dá para entender ?

BODY AND SOUL

Campeonísssima das gravações por músicos de jazz com 1808 registros.

Apesar de uma canção simples na clássica forma AABA de 32 compassos tornou-se um grande clássico do repertório jazzista, principalmente pela progressão de acordes. O autor da melodia foi Johnny Green (1908-1989) compositor do cancioneiro norte-americano, arranjador e maestro, sendo autor de outros sucessos como Out of Nowhere. A letra foi composta por Robert Sour, Edward Heyman e Frank Eyton para a comédia musical Three's a Crowd (1930). O show permaneceu por 272 encenações e a canção sendo interpretada por Libby Holman cantora e atriz do “showbizz” da Broadway. Antes da gravação notável de Coleman Hawkins (Bluebird - B10477 – 11/10/1939 – matriz 042936-1) algumas atuações podem ser destacadas como as de: Paul Whiteman and His Orchestra (1930, Jack Fulton vocal), Annette Hanshaw (1930 - vocal), Louis Armstrong (1932, vocal e originalmente gravada em 1930), Eddie South (1933), Benny Goodman Trio (1935), Henry Allen and His Orchestra (1935, Henry Allen vocal), Art Tatum (1937), Quinteto Hot Club de France (1937), Frank Trumbauer (1937), Bob Zurke (1938), Roy Eldridge (5/8/1939), Teddy Wilson (10/8/1939) e outros. A primeira gravação do tema foi feita pelo pianista Carrol Gibbons em 16/abr/1929 antes mesmo da canção ter sido oficialmente registrada (copyrighted).
Foram gravadas ao todo 40 sessões antes de Hawkins, no entanto, todas foram sublimadas pela antológica interpretação do saxofonista tenor Coleman Hawkins com uma série de choruses improvisados de grande sutileza melódico-harmônica. Como líder Hawkins gravou 19 vezes, como sideman 9 e no Jazz At Philharmonic 4, sendo uma em 1945 – Los Angeles, outras duas no Carnegie Hall em 1947 e 49 e em 1966 no Royal Festival Hall em Londres. Existe a informação de que Hawkins gravou a canção despretensiosamente ao fim de uma sessão no estúdio da RCA Victor e, mais tarde, surpreso com o sucesso obtido declarou: —"não fiz nada além de uma balada e faço isto há anos centenas de vêzes!”
O disco fonográfico exerceu uma espécie de ditadura sobre o mundo do jazz. O sucesso imprevisto que uma gravação podia proporcionar tinha, às vêzes consequências inesperadas para o músico. Uma delas é que teria de repetir aquela execução infindáveis vêzes, dia após dia, show após show, e não podia variar muito, ou mesmo nada, pois o público ali estava esperando para ouvir aquele mesmo solo do disco, ao vivo. Hawkins nos primeiros anos repetia praticamente sua interpretação original nota a nota, mas depois de 20 anos já um tanto liberto executava a balada algo diferente e até mais charmosa.
Em 1958 o crítico e produtor Leonard Feather calculava que Hawkins teria executado pelo menos umas 6.600 vêzes Body and Soul nos 6.800 dias passados desde a data da gravação.

Barney Kessel, Kenny Burrell & Grant Green - Blue Mist

21 janeiro 2008

A rara aparição de Grant Green ficou mais emocionante por que junto a ele mais dois guitarristas, Barney Kessel e Kenny Burrell (garoto), completam um trio de guitarras do jazz sensacional.

Sem mais palavras.

MICHAEL CARNEY NO VELHO ARMAZEM

18 janeiro 2008

Dentro da programação musical à cargo de Márvio Ciribelli, apresentou-se no “Velho Armazém” em Niterói, Michael Carney, especialista no “steel drums” e também vibrafonista. Com ele o próprio Márvio, Alex Rocha ao contrabaixo e Guilherme Gonçalves na bateria. Repertório eminentemente jazzístico indo de “Blue Bossa” a “Cherokee” mostrando um grande entusiasmo dos participantes contagiando a platéia, principalmente os vinte alunos de Carney que vieram da Califórnia. Como sempre fomos homenageados por Márvio, não só anunciando nossa presença como nos dedicando a interpretação de “Cherokee”. Recebemos de presente também um CD da cantora Thais Motta (excelente) produzido por Márvio. Alex Rocha fez quEstão de me conhecer pessoalmente já que confessou ser ex-ouvinte do “O Assunto é Jazz”. Foi uma boa noite.

UM SÁBADO PERFEITO


Foi no dia quatro do corrente que aconteceu a grande aventura. Estevão Herman convidou amigos para que, em sua casa em Petrópolis, comemorassem com ele o seu aniversário. A caravana partiu da Modern Sound em luxuosa van e durante todo o percurso foram exibidos DVDs. O CJUB foi devidamente representado por Mário, Coutinho, Llulla e Sazinho, esse em grande forma, capitaneando o time e dando instruções, usando para tanto os costumeiros substantivos e verbos que Coutinho classifica como “garbage”.
Primeira ordem: “Pit Stop” no Pavelka para abastecimento. Chope, Água Tônica, Mate e Coca Cola foram os líquidos consumidos, enquanto esTe escriba matou uma saudade de trinta anos degustando com sofreguidão o famoso sanduíche de lingüiça.

Chegamos na casa de Estevão que, guardadas as devidas proporções, é uma espécie de Principado, embora ele não pertença a família real. Fomos recebidos com muito carinho por ele e a sua bonita família, e após uma rápida visita a algumas dependências, nos instalamos no bar da piscina. Ali, entre bebidas e canapés, a conversa animada com a participação geral e o humor muito bem representado pelo radialista Luiz de França.

Recordamos com Estevão, Coutinho e Beltrão o tempo das Lojas Murray, seus freqüentadores, casos acontecidos etc. De repente veio a ordem para que todos fossemos examinar a “pièce de resistence” do almoço, um Vermelho já com maioridade com cerca de 15 quilos, que foi imolado em forno de lenha em homenagem aos Deuses do Jazz. Mário analisou a peça e sugeriu que a mesma, como Shadrack, Misak e Abdenago, voltasse para a fornalha, o que foi feito. Voltamos para o bar vendo o Red Label , como um beija-flor, dar voltas olímpicas, molhando os copos de Sazinho, Mário e Coutinho. Toca o sino chamando a galera para o almoço. Chegou o Vermelho devidamente guarnecido, que se submeteu a uma cirurgia executada por um dos filhos de Estevão.

Além do Vermelhão, tivemos lombo de porco, que Coutinho quis promover a javali e deliciosos feijão, arroz e farofa. Isso sem falar na “ouverture” que foi um monumental jogo de saladas.

Voltamos para a sala de música, um primor, devidamente guarnecida com piano de cauda, contrabaixo e uma bateria “Gretsch”, e um turbilhão de peças fonográficas de Lps a DVDs, sem falar em Cds, dos quais Estevão possui mais de trezentos só do trumpetista Chet Baker. Ao lado a sala de cinema, onde pudemos assistir a takes de Shirley Horn, um Piano Workshop, realizado em Berlim em 1965 e ao sensacional ”Spok Frevo”, um primor da cultura musical brasileira alicerçada no Jazz. Ou seja, todos os solistas improvisam com fraseado jazzistico e apresentando um swing contagiante.

Voltamos ao bar da piscina onde pudemos observar novos passos do “Johnny Walker” sempre em direção aos mesmos fregueses. Fomos chamados para a sala para o tradicional “parabéns pra você”, repetido algumas vezes para que duas dos onze netos de Estevão pudessem apagar as velinhas. Aí entrou o lado sério da solenidade com a palavra dada a Luiz de França. Seu “speech” foi realmente sensacional e mostrou que o mesmo possui um largo conhecimento do vernáculo. Grande França!

Volta ao bar da piscina onde as conversas continuaram e muitas fotos foram tiradas. Enquanto nossa van já estava no estacionamento aguardando a comitiva, o motorista se mostrou preocupado com o horário, já que tinha outro trabalho a cumprir. Foi difícil reunir o pessoal. Enquanto isso, fiquei recordando algumas passagens do dia. A casa de hóspedes (eu disse casa e não quarto) onde já dormiram Harry James e Dave Brubeck e onde um pequeno e valente cão quase “desarmou” Coutinho. A hospitalidade com que fomos recebidos pela bonita família de Estevão, o canto dos pássaros, a bronca que as araras deram em Mário quando esse foi fotografá-las, a conversa sempre engraçada de Luiz de França e a confraternização entre todos os convidados.

Finalmente partimos de volta ao Rio e Sázinho, ainda em grande forma, premiou a todos com seus conhecidos termos eclesiásticos. Foi um sábado feliz!


O CJUB agradece a Antonio a cessão das fotos.



PASSATEMPO

Sem pretensões maiores que a pura e simples diversão aqui vão algumas perguntas sobre jazz.
Resultados serão publicados em breve.
Puxem pela cabeça, é a melhor ginástica para o cérebro.
Boa sorte!

1) Qual dessas musicas NÃO É um blues:
a) Au Privave
b) Tenor Madness
c) Doodlin'
d) Minority
e) Bag's Groove

2) Qual dessas composições abaixo é de Horace Silver:
a) Dexterity
b) Ceora
c) Cookin' At The Continental
d) Half Nelson
e) Unit 7

3) Quem é o compositor de “Four”:

a) Sonny Rollins; b) Red Garland; c) Nat Adderlley; d) Miles Davis; e) Oliver Nelson

4) Quem é o compositor de “ Groovin’ High”?

a) Charlie Parker; b) Duke Jordan; c) Dizzy Gillespie; d) Lee Morgan; e) Winton Kelly

5 ) Qual dessas musicas é de Charlie Parker:

a) Well You Needn’t; b) Barbados; c) Walkin’; d) Tip Toe; e) Speedball


As perguntas são relativamente fáceis, são só um “aquecimento”. No próximo, prometo pegar um pouco mais pesado.

Abraços a todos

GAMBARINI E HARGROVE NO MISTURA

17 janeiro 2008

Eles estão retornando ao Mistura Fina nos dias 24, 25 e 26, como ja informou o cejubiano Bragil.

Dessa vez vamos barrar o intruso, deixar sua foto com os seguranças da casa. Ele não entra!

Assim podemos ter a continuação do memorável concerto passado.
Pra quem não esteve lá, um filmete com a retrospectiva. Não sei o nome dos músicos, quem souber, por favor, pode listar.

MÚSICA NA CIDADE

16 janeiro 2008

Aproveitando a dica do André Tandeta sobre o nôvo local onde se ouve boa música em Laranjeiras (Espaço Rio Carioca), segue a programação desta sexta feira - 18.01.2008, às 20:00

KIKO CONTINENTINO TRIO, com Kiko Continentino ao piano elétrico, Alberto Continentino ao Baixo e Cláuton (Neguinho) Salles na bateria e trumpete

O endereço é Rua das Laranjeiras 307 - Anexo (a referência [é a Rua leite Leal - casas Casadas) e o couvert é de R$ 10,00 e 2225 73 32.

E aproveitando o ensejo, lembro para quem já ouviu o DUO do Kiko Continentino (Piano Acústico) e Paulo Russo (Baixo Acústico), que eles estarão tocando na Sala Baden Powel na próxima terça feira 22.01.2008 às 19:00...

Beto Kessel

15 janeiro 2008

RETRATOS
08.
DEXTER GORDON (D)
DISCOGRAFIA RESUMIDA - SEQÜÊNCIA

GRANDES ACOMPANHANTES: PEPPER ADAMS, HERBIE HANCOCK, BUD POWELL

PONY POINDEXTER NONET
Phil Woods, Pony Poindexter (também no soprano) e Gene Quill (saxes.alto), Dexter Gordon e Billy Mitchell (sax.tenor), Pepper Adams (sax.barítono), Gildo Mahones (piano), Bill Yancey (baixo), Charlie Persip (bateria)
New York, 10/05/1962
1. Cattin' Latin
2. Pony's Express
3. Artistry In Rhythm
4. Salt Peanuts
5. Struttin' With Some Barbecue
6. Rudolph The Red-Nosed Reindeer
Album da Columbia: Various Artists - Jingle Bell Jazz. Album da Epic: Pony Poindexter - Pony's Express.

HERBIE HANCOCK QUINTET
Freddie Hubbard (trumpete e flugelhorn), Dexter Gordon (sax.tenor), Herbie Hancock (piano), Butch Warren (baixo), Billy Higgins (bateria)
Rudy Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, New Jersey, 28/05/1962
1. Empty Pockets
2. Empty Pockets (alternate take)
3. Three Bags Full
4. Three Bags Full (alternate take)
5. Watermelon Man
6. Watermelon Man (alternate take)
7. The Maze
8. Driftin'
9. Alone And I
Faixas encontradas em diversos albuns da Blue Note: Herbie Hancock - Takin' Off, Herbie Hancock Best Album, The Best Of Herbie Hancock, Various Artists - The Best Of Blue Note-Volume 2, Herbie Hancock - Watermelon Man with Three Bags Full e Herbie Hancock - Driftin' with Alone And I.

DEXTER GORDON QUARTET
Dexter Gordon (sax.tenor), Sonny Clark (piano), Butch Warren (baixo), Billy Higgins (bateria)
Rudy Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, New Jersey, 27/08/1962
1. Three O'Clock In The Morning
2. Second Balcony Jump
3. Where Are You?
4. Cheese Cake
5. I Guess I'll Hang My Tears Out To Dry
6. Love For Sale
Album da Blue Note: Dexter Gordon - Go!
Esta gravação e a próxima são indispensáveis em qualquer discoteca /cdteca de Dexter Gordon: concepções melódicas, humor, toda uma musicalidade que nos revela um tenorista absolutamente lógico em seus solos.

DEXTER GORDON QUARTET
Mesma formação e local anteriores, 29/08/1962
1. McSplivens
2. The Back Bone
3. Soy Califa
4. You Stepped Out Of A Dream
5. Until The Real Thing Comes Along
6. Don't Explain
Albuns da Blue Note: Dexter Gordon - A Swingin' Affair e Dexter Gordon Best Album.

DEXTER GORDON WITH THE THREE BOSSES
Dexter Gordon (sax.tenor), Bud Powell (piano), Pierre Michelot (baixo), Kenny Clarke (bateria)
Estúdios da CBS em Paris, 23/05/1963
1. Our Love Is Here To Stay
2. Broadway
3. Stairway To The Stars
4. A Night In Tunisia
5. Willow Weep For Me
6. Scrapple From The Apple
Albuns da Blue Note: Bud Powell - Alternate Takes e Dexter Gordon - Our Man In Paris.

AINDA NA EUROPA: COM DONALD BYRD E TETE MONTOLIU

DEXTER GORDON QUINTET
Donald Byrd (trumpete nas faixas 1 e 2), Dexter Gordon (sax.tenor), Kenny Drew (piano), Niels-Henning Orsted Pedersen (baixo), Art Taylor (bateria)
Barclay Studios, Paris, 02/06/1964
1. Coppin' The Haven
2. Tanya
3. Kong Neptune = King Neptune
4. Darn That Dream
Albuns da Blue Note: Dexter Gordon - One Flight Up e Dexter Gordon Best Album.

DEXTER GORDON QUARTET (como curiosidades nesta gravação e nas 03 seguintes, todas tomadas ao vivo no reduto dinamarquês de Dexter, temos seu vocal e o pianista Tete Montoliu)
Dexter Gordon (sax.tenor), Tete Montoliu (piano), Niels-Henning Orsted Pedersen (baixo), Alex Riel (bateria)
"Cafe Mountmartre", Jazzhus, Copenhague, 11/06/1964
1. Cheese Cake
2. Manha De Carnaval
3. Second Balcony Jump
Album da SteepleChase: Dexter Gordon - Cheese Cake: Dexter In Radioland, Volume 2.
As gravações dessa época com o catalão Tete Montoliu são todas e sem exceção absolutamente irretocáveis. A obra de Tete Montoliu é de uma qualidade superior.

DEXTER GORDON QUARTET
Mesma formação e local anteriores, 23/07/1964
1. Love For Sale
2. I Guess I'll Hang My Tears Out To Dry
3. Big Fat Butterfly
4. Soul Sister
5. Cherokee
Album da SteepleChase: Dexter Gordon - Love For Sale: Dexter In Radioland, Volume 5.

DEXTER GORDON QUARTET
Mesma formação e local anteriores, 06/08/1964
1. Just Friends
2. Three O'Clock In The Morning
3. Where Are You?
4. It's You Or No One
Album da SteepleChase: Dexter Gordon - It's You Or No One: Dexter In Radioland, Volume 6.

DEXTER GORDON QUARTET
Mesma formação e local anteriores, 20/08/1964
1. Billie's Bounce
2. Satin Doll
3. Soul Sister
4. A Night In Tunisia
Album da SteepleChase: Dexter Gordon - Billie's Bounce: Dexter In Radioland, Volume 7.

COM PIANISTAS “GIGANTES”: BARRY HARRIS, JAKI BYARD, KENNY DREW

DEXTER GORDON QUINTET
Freddie Hubbard (trumpete exceto na faixa 4) Dexter Gordon (sax.tenor), Barry Harris (piano), Bob Cranshaw (baixo exceto na faixa 2, substituido por Ben Tucker), Billy Higgins (bateria)
Rudy Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, New Jersey, 27/05/1965
1. Hanky Panky
2. Devilette
3. Clubhouse
4. Jodi
5. I'm A Fool To Want You
6. Lady Iris B
Album da Blue Note: Dexter Gordon – Clubhouse.
Mesmo sendo Dexter o titular da gravação, temos aquí o “professor e pianista” Barry Harris em estado de graça: um mestre maior do teclado.

BOOKER ERVIN - DEXTER GORDON QUINTET
Dexter Gordon e Booker Ervin (saxes.tenor), Jaki Byard (piano), Reggie Workman (baixo), Alan Dawson (bateria)
Munique, 27/10/1965
1. Settin' The Space
2. Dexter's Deck
Album da Prestige: Booker Ervin / Dexter Gordon - Setting The Space.

DEXTER GORDON QUARTET
Dexter Gordon (sax.tenor), Kenny Drew (piano), Niels-Henning Orsted Pedersen (baixo), Albert Heath (bateria)
"Cafe Mountmartre", Jazzhus, Copenhague, 20/07/1967
1. Sonnymoon For Two
2. For All We Know
3. Devilette
4. Doxy
5. Like Someone In Love
6. Body And Soul
7. There Will Never Be Another You
8. Blues Walk
9. Come Rain Or Come Shine
10. Misty
02 albuns da Black Lion: Dexter Gordon - The Montmartre Collection, Volumes 1 e 2.

NA EUROPA COM O “LITTLE GIANT” E BEN WEBSTER

JOHNNY GRIFFIN - DEXTER GORDON QUINTET
Dexter Gordon e Johnny Griffin (saxes.tenor), Hampton Hawes (piano), Jimmy Woode (baixo), Kenny Clarke (bateria)
Alemanha, 25/01/1968
1. Blues Up And Down
Album da Joker e da Lotus: Johnny Griffin / Dexter Gordon - Jazz Undulation.

BEN WEBSTER AND HIS ORCHESTRA
Allan Botschinsky, Palle Bolvig, Perry Knudsen e Palle Mikkelborg (trumpetes), Per Espersen, Ole Kurt Jensen, Torolf Molgaard e Axel Windfeld (trombones), Dexter Gordon, Bem Webster, Uffe Karskov, Bent Nielsen, Sahib Shihab e Jesper Thilo (saxes), Kenny Drew (piano), Niels-Henning Orsted Pedersen (baixo), Albert Heath (bateria), mais naipe de cordas nas faixas 3 e 4
Copenhague, 06/1968
1. Stompy Jones
2. Cottontail
3. I’m Going Home
4. Come Sunday
Album da Storyville: Ben Webster - Master Of Jazz, Volume 5.

DEXTER GORDON - SLIDE HAMPTON SEXTET
Dizzy Reece (trumpete exceto na faixa 5) Slide Hampton (trombone execeto na faixa 5), Dexter Gordon (sax.tenor), Kenny Drew (piano), Niels-Henning Orsted Pedersen (baixo), Art Taylor (bateria)
Copenhague, 10/03/1969
1. My Blues
2. You Don't Know What Love Is
3. A New Thing
4. What's New?
5. The Shadow Of Your Smile
6. A Day In Vienna
Album da MPS/BASF: Dexter Gordon - A Day In Copenhagen.

DEXTER GORDON QUARTET
Dexter Gordon (sax.tenor), Barry Harris (piano), Buster Williams (baixo), Albert Heath (bateria)
New York, 04/04/1969
1. The Rainbow People
2. Stanley The Steamer
3. Those Were The Days
4. Meditation
5. Fried Bananas
6. Boston Bernie
7. Dinner For One Please James
Albuns da Prestige e Fantasy: Dexter Gordon - The Tower Of Power!, Dexter Gordon - Power! e Dexter Gordon - More Power!.

BOAS COMPANHIAS: ALBUNS ESSENCIAIS !

DEXTER GORDON QUARTET
Dexter Gordon (sax.tenor), Bobby Timmons (piano), Victor Gaskin (baixo), Percy Brice (bateria)
'The Left Bank Jazz Society', "The Famous Ballroom", Baltimore, 04/05/1969
1. Broadway
2. Boston Bernie
3. In A Sentimental Mood
4. Blues Up And Down
5. Rhythm-A-Ning
6. Misty
7. Love For Sale
Albuns da Prestige: Dexter Gordon - L.T.D. e Dexter Gordon – XXL.

DEXTER GORDON QUARTET
Dexter Gordon (sax.tenor), Tommy Flanagan (piano), Larry Ridley (baixo), Alan Dawson (bateria)
New York, 07/07/1970
1. The Panther!
2. Body And Soul
3. Valse Robin
4. Mrs. Miniver
5. The Christmas Song
6. The Blues Walk
Albuns da Prestige: Dexter Gordon - The Panther! e Dexter Gordon Plays The Blues - Blue Dex.

THE CHARLIE PARKER MEMORIAL CONCERT
Red Rodney (trumpete), Dexter Gordon e Von Freeman (saxes.tenor), Jodie Christian (piano), Rufus Reid (baixo), Roy Haynes (bateria)
'The Charlie Parker Memorial Concert', Roosevelt College, Chicago, 02/08/1970
1. Groovin' High
2. Billie's Bounce
Albuns da Cadet e da Chess: Various Artists - The Charlie Parker Memorial Concert.

DEXTER GORDON QUARTET
Dexter Gordon (sax.tenor), George Cables (piano), Rufus Reed (baixo), Eddie Gladden (bateria)
San Diego, Califórnia, 17/10/1971
1. Secret Love
2. Tannya
3. Body And Soul
Album do selo Arco: Dexter Gordon - Body And Soul.

DEXTER GORDON QUINTET
Thad Jones (trumpete e flugelhorn), Dexter Gordon (sax.tenor), Hank Jones (piano), Stanley Clarke (baixo), Louis Hayes (bateria)
Rudy Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, New Jersey, 22/06/1972
1. Ca'Purange
2. The First Time Ever I Saw Your Face
3. Oh! Karen O
4. Airegin
5. Airegin (alt. take)
6. Tangerine
7. August Blues
8. What It Was
Albuns da Prestige: Dexter Gordon - Ca'Purange, Dexter Gordon – Tangerine e Dexter Gordon Plays The Blues - Blue Dex.

DEXTER GORDON QUARTET
Dexter Gordon (sax.tenor), Cedar Walton (piano), Buster Williams (baixo), Billy Higgins (bateria)
Rudy Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, New Jersey, 28/06/1972
1. The Days Of Wine And Roses
Albuns da Prestige e da Fantasy: Dexter Gordon – Tangerine.

FESTIVAL - COM MINGUS

NEWPORT IN NEW YORK '72
Howard McGhee e Clark Terry (trumpete), Dexter Gordon e Sonny Stitt (saxes.tenor), Gary Burton (vibrafone), George Duke (piano), Jimmy Smith (órgão), Al McKibbon (baixo), Art Blakey (bateria)
Radio City Music Hall (lembrar que Vincent Minelli, diretor cinematográfico, marido de Judy Garland e pai da Lisa Minelli, foi o diretor musical do “Radio City” durante anos), New York, 06/07/1972
1. Blue 'N' Boogie
Album da Atlantic: Various Artists - Newport In New York '72: The Jam Sessions, Volume 4. Albuns da Cobblestone: Various Artists - Newport In New York '72: The Jam Sessions, Volumes 3 e 4 e Various Artists - Newport In New York '72.

CHARLES MINGUS QUINTET FEATURING DEXTER GORDON
Charles McPherson (sax.alto), Dexter Gordon (sax.tenor), John Foster (piano), Charles Mingus (baixo), Roy Brooks (bateria)
Copenhague, 28/08/1972
1. Jelly Roll Muddy Blues
Album da White Label: Charles Mingus Quintet Featuring Dexter Gordon.

DEXTER GORDON QUARTET
Dexter Gordon (sax.tenor e vocal), Rob Agerbeek (piano), Henk Haverhoek (baixo), Eric Ineke (bateria)
The Hague, Holanda, 02/11/1972
1. Some Other Blues
2. Stablemates
3. The Shadow Of Your Smile
4. Jelly Jelly
5. You Stepped Out Of A Dream
Album da Dexterity: All Souls' Dexter Gordon.

BEN WEBSTER - DEXTER GORDON QUINTET
Dexter Gordon e Ben Webster (saxes.tenor, sendo que Ben apenas nas faixas 2 e 4), Kenny Drew (piano), Bo Stief (baixo), Ed Thigpen (bateria)
Suiça, 11/11/1972
1. Some Other Blues
2. In A Mellotone
3. Didn't We
4. Perdido
Album da TCB suissa: Ben Webster / Dexter Gordon - Baden 1972: Swiss Radio Days Jazz Series, Volume 10.

Segue em (E) - DISCOGRAFIA RESUMIDA - TÉRMINO

CURIOSIDADE - TEMAS MAIS GRAVADOS

14 janeiro 2008



O grande tema vencedor é BODY AND SOUL com 1808 sessões de gravação.
A fonte de pesquisa é THE JAZZ DISCOGRAPHY – TOM LORD –Versão 8.0 (2007) na qual são listados 1.054.372 títulos de temas gravados por músicos de jazz de todas as escolas como Bandas pré-jazz, Tradicional, Swing, Bop, Free, Avant Garde, Fusion, Third Stream, Smooth, etc. cobrindo o período de 1896 até 2007 a nível mundial. As canções com mais de 500 gravações:


1 BODY AND SOUL 1808
2 ST LOUIS BLUES 1681
3 SUMMERTIME 1429
4 SWEET GEORGIA BROWN 1347
5 TAKE THE A TRAIN 1278
6 CARAVAN 1270
7 ROUND MIDNIGHT 1251
8 STARDUST 1186
9 ALL THE THINGS YOU ARE 1172
10 MU FUNNY VALENTINE 1109
11 AUTUMN LEAVES 1092
12 YESTERDAYS 974
13 STELLA BY STARLIGHT 966
14 BASIN STREET BLUES 966
15 WHEN THE SAINTS GO MARCHING IN 946
16 SOPHISTICATED LADY 937
17 LOVER MAN 919
18 IN A SENTIMENTAL MOOD 909
19 SATIN DOLL 882
20 I CAN’T GET STARTED 878
21 TIGER RAG 870
22 THE MAN I LOVE 842
23 INDIANA 838
24 LOVE FOR SALE 817
25 ROYAL GARDEN BLUES 805
26 ON THE SUNNY SIDE OF THE STREET 802
27 WILLOW WEEP FOR ME 798
28 WHAT IS THE THING CALLED LOVE 783
29 GEORGIA ON MY MIND 774
30 ALL OF ME 771
31 PERDIDO 759
32 YOU DON’T KNOW WHAT LOVE IS 749
33 HOW HIGHT THE MOON 748
34 MUSKRAT RAMBLE 734
35 JUST A CLOSE WALK WITH THEE 728
36 CHEROKEE 716
37 TEA FOR TWO 707
38 ON GREEN DOLPHIN STREET 704
39 A NIGHT IN TUNISIA 691
40 IT DON’T MEAN A THING IF IT ….. 690
41 I CAN’T GIVE YOU ANYTHING BUT LOVE 689
42 NIGHT AND DAY 678
43 I’LL REMEMBER APRIL 665
44 I GOT RHYTHM 661
45 WHAT’S NEW 657
46 TENDERLY 650
47 I GOT IT BAD 649
48 TIM ROOF BLUES 640
49 THESE FOOLISH THINGS 639
50 HIGHT SOCIETY 634
51 BUT NOT FOR ME 624
52 MISTY 623
53 LAURA 623
54 SOLITUDE 618
55 PRELUDE TO A KISS 614
56 SWEET LORRAINE 613
57 OVER THE TAINBOW 610
58 THAT’S A PLENTY 609
59 LIMEHOUSE BLUES 604
60 THERE WILL NEVER BE ANOTHER YOU 600
61 ALONE TOGHETER 599
62 OUT OF NOWHERE 596
63 BLUES ou THE BLUES 591
64 LUSH LIFE 590
65 BYE, BYE, BLACKBIRD 590
66 HERE’S THAT RAINNY DAY 584
67 THINGS AIN’T WHAT THEY USE TO BE 579
68 MY ROMANCE 568
69 STRUTTIN’ WITH SOME BARBACUE 565
70 MY FOOLISH HEART 565
71 THE NEARNESS OF YOU 556
72 SKYLARK 553
73 SOMEONE TO WATCH OVER ME 552
74 YOU GO TO MY HEAD 551
75 LOVE IS HERE TO STAY 547
76 JUST FRIENDS 545
77 SOFTLY AS IN A MORNING SUNRISE 543
78 THE SHEIK OF ARABY 540
79 I LOVE YOU 539
80 MEMORIES OF YOU 538
81 HOW DEEP IS THE OCEAN 536
82 DINAH 536
83 S’ WONDERFUL 535
84 C JAM BLUES 527
85 BLUE SKIES 525
86 MY ONE AND ONLY LOVE 521
87 I’M GETTING SENTIMENTAL OVER YOU 520
88 ST JAMES INFIRMARY 518
89 IN A MELLOW TONE 517
90 SOME OF THESE DAYS 516
91 LIKE SOMEONE IN LOVE 514
92 IT COULD HAPPEN TO YOU 513
93 JUST ONE OF THOSE THINGS 509
94 WOLVERINE BLUES 504
95 LOVER COME BACK TO ME 503

Se alguém se interessar por algum tema em particular é só solicitar no comentário.

OS MELHORES CDS DE 2007

13 janeiro 2008

A revista JazzTimes publicou os 50 melhores cds do ano, tirados das listas de 10 melhores de seus críticos ( 36 votaram).

1º - Pilgrimage - Michael Brecker
2º - Sky Blue - Maria Schneider
3º - A Tale of God's Will - Terence Blanchard
4º - River:The Joni Letters - Herbie Hancock
5º - Back East - Joshua Redman
6º - My Foolish Heart - Keith Jarrett
7º - Red Earth - Dee Dee Bridgewater
8º - Time and Time Again - Paul Motian + Bill Frisell + Joe Lovano
9º - Kids - Joe Lovano & Hank Jones
10º- Quartet - McCoy Tyner
11º- Brown Street - Joe Zawinul & WDR Big Band
12º- With Love - Charles Tolliver Big Band
13º- The Third Quartet - John Abercrombie

Também a JJA - Jazz Journalists Association, publicou as listas dos 10 melhores cds de seus associados (35 votaram), sem colocação definida. Como informação adicional, os mais votados foram os seguintes :

1º - Sky Blue - Maria Schneider
2º - Kids - Joe Lovano & Hank Jones
3º - Pilgrimage - Michael Brecker
4º - Quartet - McCoy Tyner
5º - The Lost Chords Find Paolo Fresu - Carla Bley
6º - Back East - Joshua Redman
7º - A Tale of God's Will - Terence Blanchard
7º - River:The Joni Letters - Herbie Hancock
7º - The Third Quartet - John Abercrombie
10º- My Foolish Heart - Keith Jarrett
10º- Red Earth - Dee Dee Bridgewater
10º- Time and Time Again - Paul Motian + Bill Frisell + Joe Lovano
13º- Nightmoves - Kurt Elling

Downbeat, listou os melhores cds do ano, baseada nas notas atribuídas pelos seus críticos ao longo de 2007. Vou listar apenas os 5 e 4,5 estrelas ( Jazz )

5 Estrelas

Sky Blue - Maria Schneider
Ojos Negros - Dino Saluzzi & Anja Lechner

4,5 estrelas

kids - Joe Lovano & Hank Jones
Nightmoves - Kurt Elling
Hommage - Bill Holman Big Band
In Pursuit - Donny McCaslin
Disorder at the Border:The Music of Coleman Hawkins - Bennie Wallace
No One Else But Kenny - Kenny Davern
Turnstile - Harry Allen & Randy Sandke
Basically Baker - Buselli & Wallarab Jazz Orchestra
Frontier Traffic - Charlie Mariano
One More : The Summary-Music of Thad Jones Vol. 2 - Vários Artistas

Finalmente, o cd histórico ou reedição mais votado em todas nas listas foi o seguinte : Cornell 1964 - Charles Mingus Sextet com Eric Dolphy.

Bragil