Editores e Colaboradores : Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Goltinho); David Benechis (Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) in memoriam, Luciana Pegorer (PegLu), Luiz Carlos Antunes (Llulla) in memoriam, Ivan Monteiro (I-Vans), Mario Jorge Jacques (MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), , Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels), Pedro Cardoso (o Apóstolo) e Carlos Augusto Tibau (Tibau).

BLOG CRIADO em 10 de maio de 2002

James Moody Ainda Vive

27 novembro 2010

Atento aos anúncios funebres, soube que o de James Moody está previsto para breve. Fiquem atentos!
Segundo o The San Diego Union Tribune, Moody, que mora em San Diego há 21 anos, informou em fevereiro deste ano, que sofre de câncer no pâncreas, e decidiu não receber tratamento quimioterápico.
Segue um video da WBGO, por ocasião do 83º aniversário de Moody.

 

MIMI PERRIN (1926- + 16-XI-10)


Mimi Perrin, um dos sopranos do famoso grupo vocal “(Les Double Six de Paris”), veio a falecer em 16 de novembro, aos 84 anos de idade. Era a principal solista do grupo, fazendo os improvisos que os músicos de Jazz criaram para as gravações originais. O “Double Six” gravava temas de Jazz vocalizando gravações famosas . O grupo original era formado por Jean Claude Briodin, Edy Louiss, Ward Swingle (que mais tarde criou os “Swingle Singers”), Claude Germain, Mimi Perrin e Claudine Meunier.RIP Maisuma informação de mestre Raffa.

COPAFEST - OU, O RIO REAGE

25 novembro 2010

A falta de tempo ocasionada por compromissos profissionais impediram que eu postasse aqui antes, as informacoes sobre a realizacao, amanha, sexta e sabado, no Golden Room do Copacabana Palace Hotel, na Praia de Copacabana, de mais uma edicao - a terceira - do CopaFest, iniciativa vencedora da incansavel Carolina Rosman, curadora do evento juntamente com Bernardo Vilhena.

Para esta edicao foram programados dois sets para cada dia. A abertura, as 21:00 hrs. de amanha sera pela Banda Mantiqueira, conjunto paulista afiadissimo, comandado por Naylor "Proveta", e que de tao consagrado no panorama instrumental brasileiro, dispensa maiores apresentacoes.

Para o segundo set, as 23:00 hrs., foi escalada uma atracao internacional, o quinteto do bandoneonista argentino Hector del Curto, dono de uma expressiva e elogiada carreira, seja junto a Pablo Ziegler (pianista de Piazolla) ou com Paquito D'Rivera, e que gravou tanto com o consagrado Piazolla como com o pianista Osvaldo Pugliese, estrelas de primeira grandeza do tango, ambos falecidos.


No sabado, quem abre a noite eh o conhecido saxofonista Leo Gandelman, que se apresenta em trio, que segundo a divulgacao promete reeditar o mesmo clima intimista conseguido em suas apresentacoes com casa cheia no Blue Note de Nova Iorque.

E para fechar o Festival em grande estilo, volta ao Brasil o excelente pianista Dom Salvador, brasileiro radicado ha mais de 30 anos em Nova Iorque - grande parte deles passados no mitico River Cafe, no Brooklyn, uma das mais espetaculares vistas noturnas de Manhattan e que conta com um clima sofisticadamente romantico devido, em grande parte, a sua arte. Do grupo inicial formado com Sergio Barrozo e Edison Machado, o Rio 65 Trio, ate hoje, Salvador tocou com Sylvia Telles, Elis Regina e inumeros outros expoentes da musica brasileira. Ele vai subir ao palco do Golden Room liderando um sexteto.

Chave de ouro para o valoroso CopaFest, que procura manter acesa a chama do jazz no Rio de Janeiro e que deve ter lotacao plena, a despeito do momento dificil por que passa a cidade no momento.

No entanto, contra o mal que se apresenta, nada como o bem proporcionado por musica da mais alta qualidade, como a programada para os proximos dois dias.

Datas: 26 e 27 de novembro, às 21h e 23h.
Local: Copacabana Palace Hotel, Av. Atlântica, 1702, Copacabana. Tel: 2548-7070
Precos: os shows custam R$ 80, com meia entrada para quem for elegivel.
Na Compra de Ingressos Para DOIS OU MAIS SHOWS: 15% de desconto. Válido apenas para
as inteiras. Vendas: http://www.ticketronic.com.br ; ou pelo Call center: 3344.5500.

PAUL MOER (1916 - 09/06/10)

23 novembro 2010

Mais uma informação de mestre Raffa que passo adiante. Faleceu em 9 de junho o pianista Paul Moer. Fez algumas gravações com músicos da West Coast (Jack Montrose e Bob Gordon) e liderou um trio com Jimmy Bond(b) e Billy Higgins(dm). Era um excelente pianista que infelizmente não chegou ao estrelato. Faleceu aos 94 anos.
RIP

MARIA SCHNEIDER EM SÃO PAULO

22 novembro 2010


Mais uma vez São Paulo supera o Rio.

Neste último sábado no Auditório Ibirapuera, a EMESP, Escola de Música do Estado de S.Paulo, apresentou a Maestra Maria Schneider dirigindo uma orquestra de músicos brasileiros tocando 8 de suas composições em quase 2 horas de espetáculo.

Um grupo de 20 músicos, em que apenas 3 tocaram em Ouro Preto em 2007, mostrou com sobras a qualidade da música instrumental brasileira. Foram eles :
Trumpetes : Junior Galante, Rubens Antunes, Sidmar Vieira, Daniel Alcantara.
Trombones : Vittor Santos,Paulo Malheiros,Sidnei Burgani, Jaziel Gomes.
Saxes : Eduardo Neves, Vinicius Dorin, Mané Silveira, Josué dos Santos, Cassio Ferreira, Luís Afonso Montanha.
Clarinete : Luca Raele
Guitarra : Marcus Teixeira
Acordeão : Toninho Ferragutti.
Piano : Paulo Braga
Baixo : Alberto Lucas
Bateria : Edu Ribeiro
Percussão : Luiz Guello.

Destaque total para a seção rítmica que adicionou um molho brasileiro nas belíssimas composições de La Schneider.
Destaque também para os solistas Daniel Alcantara, Vittor Santos, Vinicius Dorin e em especial para Luca Raele que liderou a dificil Aires de Lando no clarinete.

Não posso deixar de ressaltar o magnífico Auditorio Ibirapuera, projeto de Oscar Niemeyer, com uma acústica invejável e preço popular ( R$15,00 para estudantes e idosos).

Uma noite memorável para todos !

Bragil

ALAN DAWSON

22 de novembro: DIA DO MUSICO.




COLUNA DO LOC


JB, Caderno B, 21 de novembro

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COLUNA DO LOC

17 novembro 2010

JB, Caderno B, 14 de novembro

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Stan Getz Performs "Woody 'n You"

16 novembro 2010

AHMAD JAMAL NO BRIDGESTONE

Foi disponibilizada no site do Bridgestone Festival a gravação em vídeo da apresentação do grande pianista, que protagonizou memorável noite em maio passado, quando imprimiu indelevelmente na memória dos presentes, e mais ainda na daqueles que nunca o tinham ouvido ao vivo - o meu caso - um som de altíssima qualidade jazzística, que demonstrou que o Jamal não perdeu nada do seu intenso brilho com o passar dos anos.

A "recuperação" ou melhor, o reavivamento dessa uma hora repleta de momentos mágicos foi muito prazerosa, como sabemos que também será para aqueles que não puderam estar lá e agora poderão ver o elegante Jamal conduzindo seu grupo.

É imperdível.

O link é este aqui:

YANKEE JAZZ WEEK 2 E 3

10 novembro 2010

Pulei deliberadamente o dia de ontem e deixei para fazer uma resenha comparativa entre dois bons guitarristas do cenario jazzistico americano, numa tentativa de contrapor o novo ao antigo e dai tirar alguma coisa que pudesse ser relevante. Nao consegui, confesso.

Acabo de chegar do Birdland, um dos templos sagrados do jazz, onde fui assistir a Jim Hall, esse icone inconteste da guitarra jazzistica. E o que tenho a relatar eh desanimador... Hall chegou ao palco apoiado numa bengala, a postura curvada de um anciao, em cena desanimadora para a plateia quase que inteiramente composta por japoneses. E se, particularmente, ja nao gostava muito dele, agora posso informar: Jim Hall esta quase morto e nao sabe.

Mesmo acolitado por jazzistas de qualidade como Greg Osby (as), Steve LaSpina (b) e Joey Barron (dr), o alquebrado Hall nao conseguiu sequer espantar o sono dos presentes. Para uma plateia de amantes, afinal o set das 23:00 nao eh para os fracos, o guitarrista, que nunca foi uma das minhas particulares escolhas, ofereceu aqueles mesmos surrados standards de sempre - Bag's Groove, In a Sentimental Mood, All the Things You Are, etc etc -, de forma muito burocratica. E o pior, numa guitarra cuja sonoridade remetia a um violao Gianinni rachado, a despeito de um pedal de efeitos que acionava com a mao! Nas melhores passagens, as mais "juvenis" de sua performance, nos riffs mais ousados ou em velocidade "alta", ainda continuava a demonstrar o mesmo cansaco que demonstrou ao subir no palco, e nem as intervencoes mais animadas de Barron e Osby, com total liberdade de tempo, conseguiram despertar a plateia, que ja antevia a volta as modorrentas linhas de Hall. Ou seja, uma noite de esquecer, sobre uma - confirmada em pleno - implicancia historica com o estilo de Jim Hall. Eu recomendaria que se deixasse, finalmente, que o velhinho se aposentasse. Cotacao: @

Ja o jovem fenomeno da guitarra, que surgiu no show-biz aos 13 anos, depois de uma associacao em tudo positiva com o tambem excelente pianista Taylor Eigsti - pudemos assisti-los ainda do Mistura Fina - embora pareca ter derivado, e Deus queira que apenas momentaneamente, para longe do jazz, serviu aos presentes ao Jazz Standard um set diamentralmente oposto ao de Jim Hall, fazendo com o seu quinteto uma apresentacao vibrante do primeiro ao ultimo acorde. Com a sua banda Sounding Point, composta do saxophonista alto Ben Roseth, do cellista Aristides Rivas, do baixista Jorge Roeder e do baterista/percussionista Tupac Mantilla, Julian Lage foi energia criativa escancarada por todos os locais do braco de sua tambem surrada guitarra mas com todas as sonoridades desejadas de forma cristalina, ao contrario das trasteadas cansadas de Hall.

Voltado para uma sonoridade menos americana em suas composicoes, que abrem espaco para a execucao livre e sem amarras sem no entanto transitar pela via do jazz tradicional e sim por sendas de acento mais internacional, Lage ofereceu um belo espetaculo de tecnica e inventividade, secundado pelos demais jovens do grupo. Especialmente quando fez um duo com o baixista, quando puderam acompanhar-se em filigranas superpostas com timing preciso de velhos parceiros, divergindo em variacoes para reencontrarem-se adiante, em belo tema de lage cujo nome nao pude registrar, mas que consta do ultimo registro do bom time de musicos, com destaque para o bom sax de Roseth e ainda a energia de Mantilla na percussao nao barulhenta do cajon e de timbales de pequeno tamanho.

Nao foi todo aquele jazz que esperava de Lage como o havia conhecido mas foi musica instrumental de primeira grandeza, garra e arte misturadas num resultado final muito recompensador. Cotacao: @@@


STANECK NO VELHO ARMAZEM

09 novembro 2010

JACKI BROKENSHA

Mais uma informação de Mestre Raffa.

Jack Brokensha foi um dos integrantes do “Australian Jazz Quintet” que alcançou algum sucesso nos anos 50. Tocava vibrafone, bateria e instrumentos de percussão. Quando foi para os Estados Unidos, radicou-se em Detroit , onde, segundo as notas de imprensa, foi um dos principais músicos de Jazz da cidade.

Brokensha nasceu em Adelaide (Austrália), em 5/01/1926 e faleceu em 29 de outubro, vitimado por ataque cardíaco.

(editado por MauNah)

BUDDY MORROW


Mestre Raffa é quem informa e eu posto no CJUB.Só agora saiu na Internet notícia sobre o falecimento de Buddy Morrow, ocorrida em 27 de setembro. Morrow foi quem assumiu a direção da “Tommy Dorsey Orchestra” após a morte do maestro. Lembramos que esteve com a banda aqui no Rio, dando um show no “Velho Galeão”, o qual não chegamos a assistir. Buddy Morrow faleceu aos 91 anos de idade.

HOMENAGEM A DAVE BRUBECK



The Dave Brubeck Quartet, fundado em 1951 por Dave Brubeck e originalmente com Paul Desmond no saxofone e Brubeck no piano. Iniciaram no clube noturno de São Francisco The Blackhawk depois ganhando grande popularidade a turnê pelos campus universitários. A primeira gravação de Dave Brubeck de que se tem notícia está no álbum Jazz At The College Of The Pacific, Vol. 2 com um piano-solo em I've found a new baby (OJC CD-1076-2) gravado na California em 1942.
Em 1958, depois de várias trocas de bateristas e baixistas, o "Quarteto Clássico" - assim chamado porque permaneceu praticamente constante, como tal, até que o grupo se dissolveu, consistia de Brubeck, Desmond, Joe Morello na bateria, e Eugene Wright no baixo. Em 1959, o Dave Brubeck Quartet lançou Time Out, um álbum em que a gravadora estava hesitando em editar. O álbum composto por músicas originais, e a novidade é que quase nenhuma delas usavam as métricas originais. No entanto, com a força desses compassos incomuns (do álbum incluía "Take Five", "Blue Rondo à la Turk", e "Pick Up Sticks"), rapidamente ganhou o disco de platina.
O quarteto seguiu o seu sucesso com vários álbuns e na mesma linha, Time Further Out (1961), Countdown: Time in Outer Space, Time Changes, e Time In. Estes álbuns foram também conhecidos por usar pintura contemporânea como arte da capa, caracterizando o trabalho de S. Neil Fujita em Time Out, Joan Miró em Time Further Out, Franz Kline no Time in Outer Space, e Sam Francis sobre Time Changes.
O "clássico" - Dave Brubeck Quartet se separou em 1967, com exceção de uma reunião do 25 º aniversário em 1976. Brubeck formou um novo quarteto em 1968.
Atualmente Brubeck faz 90 anos em 6 de dezembro próximo e o baixista Wright está com 87 anos.
Abaixo um link da apresentação no Kennedy Center Honors de 2009 com a presença do presidente Obama e sua esposa - atua o quinteto formado por seus filhos. A homenagem se estende ao cantor Bruce Springsteen, Robert De Niro, Mel Brooks e a cantora de ópera Grace Bumbry.

YANKEE JAZZ WEEK - NOVEMBRO EM NEW YORK

08 novembro 2010

Nova Iorque estava em festa, ontem, por conta da realizacao de mais uma edicao da sua afamada Maratona, misto de grandioso evento esportivo e genial jogada de marketing turistico. Mas, mais em festa ainda ficou minha alma em nada esportiva, que foi revigorada e muito bem massageada pela energia musical de dois eventos a que pude assistir.

O primeiro foi ida a um templo religioso, para ouvir o ja "Grammynado" Brooklyn Tabernacle Choir. E ser totalmente envolvido pela bela festa promovida pelos fervorosos fieis daquela congregacao. Quando dei por mim, estava entoando os canticos junto da enorme e vibrante plateia, com gente de todas as origens, em coro com o Coro, poderoso instrumento de cerca de 280 componentes e a fonte maior de atracao para aquela igreja da Smith Street, 17. Embora nao seja religioso, aquela corrente do bem, composta de avos, filhos e netos, comoveu-nos muito, a Silvia e a mim, e em minutos estavamos cantando e batendo palmas, como se la fossemos toda semana. E ao mesmo tempo, vimo-nos vertendo lagrimas pela emocao e a alegria de estar fazendo, mesmo que transitoriamente, parte daquela confraria que ali louvava ao Senhor. Uma recomendacao: se estiverem num domingo em NYC, a ida ao Brooklyn para o servico das 12 horas e ouvir ao BTC eh algo obrigatorio, sairao todos mais leves e felizes.

Do Choir matinal para o Jazz Standard: neste primeiro dia, tive a sorte de tambem assistir ao fenomenal baixista Christian McBride em quinteto, fechando sua temporada iniciada na terca anterior - as segundas-feiras da casa estao reservadas para as chamadas Mingus Mondays, quando se alternam as Mingus Big Band, a Orchestra e a Dinasty.

Como eu antevia, um McBride arrasador apresentou-se com o Inside Straight, seu combo composto pelo jovem e maravilhoso pianista Christian Sands [anotem este nome, o moleque eh genial], pelo sax-alto de Steve Wilson (muito correto porem sem gerar maior empolgacao na plateia), Warren Wolf no vibrafone, da boa escola do outro Steve - o Nelson, e um vigoroso e criativo solista, que nao deu vida mansa aos mallets; e ainda, o velho e bom amigo de McBride, o olimpico Carl Allen, na bateria.

Depois de tocar uma antologica versao, solada inteiramente no contrabaixo e com a participacao em pianissimo do trio, da bela East of the Sun, West of the Moon, Christian soltou os cachorros para que todos pudessem ser estrelas em seu proprio universo. Tocou temas de seu ultimo CD, King of Brown, como as suas Brother Mister e Stick and Move, e o Theme for Kareem, de Freddie Hubbard em homenagem a Kareem Abdul Jabaar. Alias, "stick and move" e' uma expressao usada no basquete, aparentemente uma das preferencias de McBride.

E depois de judiar intensa e diabolicamente de Allen, criando linhas absurdamente intrincadas para que este em seguida as vertesse para a lingua bateristica, sempre com um sorriso no rosto, divertindo-se bastante todo o tempo, serviu aos presentes um vigoroso espetaculo de swing. no limite permitido pelas autoridades locais. Destaque absoluto para o jovem pianista (o mais aplaudido no set, depois do lider) que "arrebentou" misturando andamentos, tecnicas e estilos variados, resultando numa linguagem muito inspirada porem de caracteristica unica, de encher os olhos, os ouvidos e definitivamente, a alma.

Um dia para ficar, para sempre, na minha historia.

P.S.: fotos, gravacoes ou filmagens impedidas (e patrulhadas) resultaram em 0 ilustracoes neste post, sorry!

Em tempo, aqui no YouTube ha uma curiosa "colaboracao" colegial de C. Sands com ninguem menos do que Oscar Peterson. E agora vi que o rapaz tem seu site com algumas interpretacoes em video. Em NY me falta tempo para explorar como gostaria. Abs.