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AMOR SEM BARREIRAS COM O JAZZ

19 outubro 2016

West Side Story comemora 55 anos do filme, que foi lançado em 18 de outubro de 1961. O seu sucesso global foi imediato e logo ganhou um recorde de dez prêmios Oscar para um filme musical.
West Side Story (que primeiro aconteceu nos palcos da Broadway) é uma adaptação da peça de William Shakespeare, Romeu e Julieta, mudando-se para o século vinte, em Nova York, onde as famílias de Shakespeare são substituídas por grupos rivais de meninos de origem europeia e oriundos da América Latina vivendo no setor ocidental da cidade.
A música, com elementos profundos de jazz, foi composta por Leonard Bernstein e os músicos de jazz, sempre encontram  inspiração nas músicas da Broadway, e começaram a gravar suas próprias versões, com arranjos e improvisações de jazz.
Alguns dos mais famosos registros foram feitos pelo trio de Oscar Peterson,  Stan Kenton Orchestra, Andre Previn / Red Mitchell / Shelly Manne, Cal Tjader, Dave Brubeck, Buddy Rich e Maynard Ferguson, Sarah Vaughan, Bill Charlap, Marian McPartland, Bill Barron, Dave Grusin, New Century Saxophone Quartet, Dave Liebman & Gil Goldstein, entre outros.

Com a exceção de PORGY & BESS de George Gershwin, a música de West Side Story, tem sido a mais re-interpretada pelo mundo do jazz, no que se refere às músicas originadas na Broadway.












(traduzido e adaptado de Noticias de Jazz)

3 comentários:

pedrocardoso@grupolet.com disse...

Estimado MÁRIO JORGE:

Interessante o comentário incluido no texto de Dom Cerulli na contra-capa da gravação do trio de Peterson (ele ao piano mais Ray brown no baixo e Ed Thigpen à bateria) - "algum dia as mãos de Peterson irão voar.........."
Claro que referindo-se ao solo do canadense em "I Feel Pretty", um primor de criação.

PEDRO CARDOSO

MARIO JORGE JACQUES disse...

Com certeza Pedro o disco todo é muito bom mas I Fell Pretty é algo sensacional e as mãos de OP voavam mesmo.

Carlos Tibau disse...

Amigo Mário
Este filme e todas as versões gravadas, incluindo jazz e outras todas, inclusive a da Kiri Te Kanawa, sempre me fascinaram. Tenho muitas versões em cd e em Lp. O filme em dvd e o make-off com o Bernstein também me emocionam. Um filme insquecível que você aqui homenageia com grande propriedade. Parabéns e obrigado pelo post.
Forte abraço.