Editores e Colaboradores : Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Goltinho); David Benechis (Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) in memoriam, Luciana Pegorer (PegLu), Luiz Carlos Antunes (Llulla) in memoriam, Ivan Monteiro (I-Vans), Mario Jorge Jacques (MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), , Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels), Pedro Cardoso (o Apóstolo) e Carlos Augusto Tibau (Tibau).

BLOG CRIADO em 10 de maio de 2002

CRÉDITOS PODCAST 143

27 fevereiro 2013


LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
LOCAL / DATA
DEXTER GORDON 
Dexter Gordon (st), Kenny Drew (pi), Niels-Henning Orsted Pedersen (bx) e Alex Riel (bat)
TENOR MADNESS 
(Sonny Rollins)
Jazz Festival, Zurich
23 ago/1975
THE PANTHER
 (Dexter Gordon)
BEN RILEY
Don Sickler (tp,arr), Bruce Williams (sa,ss), Jimmy Greene (st), Jay Brandford (sbar, sbaixo), Freddie Bryant (gt), Peter Washington (bx) e Ben Riley (bat)
GALLOPS GALLOP 
(Thelonious Monk)
Englewood Cliffs, N.J., 7/agosto/2003
SHUFFLE BOIL
(Thelonious Monk)
PAUL HORN
Paul Horn (sa,fl,cl), Emil Richards (vib), Paul Moer (pi), Jimmy Bond (bx) e Billy Higgins (bat)
SOMETHING BLUE
 (Al Byron / Paul Evans )    
Los Angeles, março/1960
HALF AND HALF
  (Richard Wyands)
PETE RUGOLO
Al Porcino, Ollie Mitchell, Buddy Childers, Don Fagerquist (tp), Milt Bernhart, Frank Rosolino, Harry Betts (tb), Ken Shroyer (b-tb),, Red Callender (tu) Harry Klee, Bud Shank (sa,fl), Bob Cooper (st,oboe), Dave Pell (st,cl), Chuck Gentry (sbar,b-cl), Claude Williamson (pi, Howard Roberts (gt), Don Bagley (bx), Shelly Manne (bat) e Pete Rugolo (arranjo e condução)
EAGER BEAVER
(Stan Kenton)
Los Angeles, 25/outubro/1958
SOUTHERN SCANDAL
(Stan Kenton)
THE DUTCH SWING COLLEGE BAND & TEDDY WILSON
Bert de Kort (cnt), Dick Kaart (tb), Peter Schilperoort (sop,st, sbar,cl e lider), Bob Kaper (cl), Teddy Wilson (pi), Arie Ligthart (bj,gt), Henk Bosch van Drakestein (bx) e Huub Janssen (bat)
RIVERBOAT SHUFFLE (Hoagy Carmichael / Irving Mills / Mitchell Parish / Dick Voynow)
Munich, 15/nov/1972
HOW COME YOU DO ME LIKE YOU DO
(Gene Austin / Roy Bergere)
B G
Kenny Clarke/Francy Boland Band: Benny Bailey, Idrees Sulieman, Tony Fisher, Dusko Goykovich (tp), Ake Persson, Nat Peck, Eric van Lier (tb), Derek Humble (sa), Johnny Griffin, Ronnie Scott (st), Tony Coe (fl), Sahib Shihab (sbar), Francy Boland (pi,co-ldr), Jimmy Woode (bx) e Kenny Clarke (bat, co-ldr)
THE WILDMAN
(Francy Boland)
Cologne, Germany, May 27, 1969

WAYNE SHORTER: ACROBACIAS MUSICAIS SEM REDE DE PROTEÇÃO

26 fevereiro 2013

Coluna do Luiz Orlando Carneiro 
JB, 23 de fevereiro


Em junho de 2011, o quarteto do magnífico saxofonista-compositor Wayne Shorter eletrizou os jazzófilos que tiveram o privilégio de ouvi-lo no Festival BMW, realizado no eixo São Paulo-Rio. Escrevi então, neste JB, que “no mais requintado e criativo 'jazz combo' dos últimos 10 anos melodia, ritmo e harmonia se entrelaçam em linhas ao mesmo tempo distintas e convergentes, num inusitado processo de sístoles e diástoles”. E que se a voz do líder é preponderante, mestres Danilo Perez (piano), John Patitucci (baixo) e Brian Blade (bateria) são chamados a intervir no processo criativo com bravura, de maneira totalmente franca.
Reescrevo estas observações porque elas me voltam à mente depois de repetidas audições do recém-lançado CD Without a Net (Blue Note), que contém oito faixas gravadas durante aquele mesmo ano, numa tournée europeia, por esse grupo que se nivela, em termos de inventividade e de livre arbítrio, aos quartetos de Ornette Coleman e de John Coltrane do início da década de 1960. A nona faixa do disco, a mais longa, de 23 minutos, é uma peça na linha da Third Stream Music (vide Günther Schuller), com a participação do quinteto de sopros Imani Winds, tipicamente camerístico, nas partes escritas ou arranjadas “de cabeça”. Ou seja, o quarteto vira noneto em quase 2/3 da duração da peça, mas o sound of surprise que caracteriza o bom jazz e, em especial, a música de Shorter, é tão mágico que, a certa altura (7m18), um dos músicos não consegue se conter, e exclama: “Oh my God!”.

O novo álbum do quarteto de Shorter é o quarto, depois de Footprints Live! (2002), Alegria (2003) e Beyond the Sound Barrier (2005), estes três editados pela Verve. E o título Without a Net, ou seja, “sem rede de proteção”, é muito apropriado, pois os quatro jazzmen assumem todos os desafios e riscos inerentes à criação de uma música sem a habitual lógica das chords changes e da divisão de solos ou choruses a partir de um determinado tema, em geral na forma AAB (ponte)A. Aliás, o próprio ícone do jazz, que comemora 80 anos em agosto, disse em recente entrevista: “I'm not a composer, I'm a decomposer”.

Desde a primeira action playing de Without a Net, que é Orbits (4m45), tema escrito para o LP Miles Smiles (1967), daquele célebre quinteto modal de Miles Davis, as “decomposições” do saxofonista (mais no sax soprano do que no sax tenor) vão surgindo de maneira fragmentária. Às vezes, a partir de ostinatos sombrios do piano ou do baixo, em crescendos que chegam a cumes vertiginosos. Starry Night (8m45) abre com o piano de Perez, até os 2m30, insinuando-se então, em murmúrios, o contemplativo sax tenor do líder, que se torna mais e mais incisivo, num clima polirrítmico, até o zênite da faixa (lá pelos 6m), quando a bateria e o sax soprano promovem um exuberante final.

Wayne Shorter escreveu Plaza Real para o álbum Procession (1983), do grupo fusionista Weather Report, de Joe Zawinul. No novo disco, a melodia é inicialmente “decomposta” pelo tandem sax soprano-piano, e o quarteto é lava fervente em constante ebulição. S.S. Golden Mean (5m15) é outro momento fascinante dessa gravação ao vivo, na base do aqui e agora, com citações de Manteca (o tema Latin-bop de Dizzy Gillespie) e evoluções acrobáticas de Shorter no soprano. Myrrh (3m05) é a faixa mais curta do álbum, mas nem por isso menos hipnótica. Flying Down to Rio (12m45), tema de um filme de 1933 (!) da dupla Fred Astaire-Ginger Rogers, começa com um simples assovio de Shorter, mas logo depois o seu sax soprano “voa” por sobre a batucada de Blade e o piano percussivo de Perez.

ONDE COLTRANE MOROU.

25 fevereiro 2013



Aqui, as casas onde viveram personagens históricos são abandonadas e logo viram um cortiço (Machado de Assis). Nos “states”, um “simples” músico de Jazz tem o lugar onde morou preservado e com luxuosa indicação mostrando a localização do imóvel.

TRIBUTO À TURQUIA




A foto acima é da Livraria do Congresso e tem uma história. Vemos da esquerda parta a direita o trombonista  Lawrence Brown, o saxofonista Johnny Hodges  e a harpista Adele Girard tocando na Embaixada da Turquia em Washington, em 1930.Um fato histórico, pois o embaixador turco abriu as portas de sua residência para músicos negros e brancos tocarem juntos , numa época em que a segregação racial na capital americana era muito forte. Agora, vai ser comemorado em  30 de abril , na Turquia, o “ International  Jazz Day” em sua segunda edição. O pianista Herbie Hancock, como embaixador da UNESCO  e  representante do “Thelonious Monk Jazz Institute” está à frente da organização do evento, quando pretende fortalecer ainda mais a ligação da Turquia com o Jazz.

O JAZZ DE PORTUGAL



A cantora portuguesa Maria Mendes lançando agora “On The Road”, o seu primeiro CD. Nos acompanhamentos estão Wim Dijkgraaf (hm), Karel Boablee(p)- Clemens Van Der Feen (b)- Jasper Von Holten (dm). As críticas  que lemos na Internet elogiam o disco. Antes assim.  

BUDDY DE FRANCO CHEGA AOS 90


Lí  no “Noticiero de Jazz” excelente matéria sobre os 90 anos completados pelo clarinetista Buddy de Franco. Talvez seja ele um dos poucos músicos que aproveitaram a longevidade para aprimorar cada vez mais a sua carreira, gravando álbuns importantes e ganhando um alto número de prêmios, das revistas especializadas, “Down Beat “,”Metronome” e  outras e sobretudo das associações culturais. Aí destaca-se o “NEA Jazz Masters”, recebido por De Franco, em companhia de mais sete colegas, com um cheque de US$ 25.000,00 e ainda o convite para participar da “NEA JAZZ MASTER  on tour”.  De Franco foi o seguidor natural de Benny Goodman  na história do clarinete no Jazz. Aliás, sobre ele existe um fato muito interessante ocorrido quando era músico de Tommy Dorsey. O maestro soube que De Franco iria sair da banda por ter poucas oportunidades de solar. No máximo um “chorus” por arranjo.Dorsey , que era rígido com seus músicas reagiu da seguinte maneira: Em apresentação pública da orquestra, ao interpretarem o tema “Opus one” (Sy Oliver) , ao chegar ao final  do solo de Buddy, o maestro levantou o dedo ordenando mais um chorus, e assim agiu sucessivamente  até quase a exaustão do músico. Ao terminar a apresentação Dorsey falou para De Franco : “e agora, está satisfeito ? “ , ao que Buddy  teria respondido : “Não maestro, eu queria mais.

MAIS UM TRIBUTO A CHET BAKER



Navegando pela Internet fomos achar um álbum realmente digno de ser comentado. Trata-se de uma homenagem  do saxofonista  Phil Urso ao seu amigo Chet Baker , de saudosa memória, de quem Urso foi  side-men  em algumas ocasiões. Trata-se de um quinteto que tem como trompetista o excelente Carl  Saunders.   Claro que o repertório  é  baseado no trabalho de Baker e contém  alguns clássicos como “For minors only”, “Halema”, “My funny Valentine” e “Line for Lyons”. Um autêntico cinco estrelas como diria o saudoso mestre e amigo Sylvio Tullio Cardoso.

SAXOFONISTA ANAT COHEN INICIA GRANDE TOURNÉE


Clarinetista , saxofonista e flautista Anat Cohen  anunciando  o início de sua  grande tournée para o mês de março, quando tocará nos seguintes países : Canadá, Holanda, Alemanha, Suissa, França e Inglaterra. Seu quarteto  deverá ser  completado  com o pianista Jason Linder, o baixista Joe Martin e o baterista David Friedman.    

“GENTE HUMILDE” SERÁ LANÇADO NO RIO

21 fevereiro 2013



Finalmente a “Edições SESC SP” estará lançando no Rio,  com noite de autógrafos, o excelente livro de Jorge Mello “Gente Humilde – Vida e Música de Garoto”. O evento ocorrerá no dia 25 de fevereiro à partir das 19 horas na Livraria da Travessa de Ipanema.  Tenho o livro e aconselho aqueles que querem conhecer a obra de um dos maiores músicos da nossa MPB. No livro também são transcritos diversos textos do diário de Garoto (Anibal Augusto Sardinha).

GRAMMY DE MELHOR CD DE JAZZ VAI PARA PAT METHENY

20 fevereiro 2013


Coluna do Luiz Orlando Carneiro 
JB, 16 de fevereiro


O prodigioso e heterodoxo guitarrista-compositor Pat Metheny, 58 anos, levou mais um Grammy para a sua coleção. Desta vez, na festa-show de domingo último, no Staples Center, Los Angeles, ele foi o vencedor na categoria “melhor álbum de jazz instrumental”, e não nas divisões mais comerciais intituladas “Contemporary Jazz” ou “New Age”, nas quais tem sido distinguido com frequência.

O CD de jazz propriamente dito premiado com o gramofone de ouro da Recording Academy (o 55º, referente ao ano-base setembro de 2011-outubro de 2012) foi Unity Band (Nonesuch), uma seleção de nove composições de Metheny por ele interpretadas em quarteto com os também notáveis Chris Potter (saxes tenor e soprano, clarinete baixo), Antonio Sanchez (bateria) e Ben Williams (baixo).

Os outros quatro discos indicados para esta seção do Grammy eram dois do mestre do piano Chick Corea gravados pela Concord Jazz, Hot house, em duo com o vibrafonista Gary Burton, e Further Explorations, registro ao vivo no clube Blue Note, em trio com Paulo Motian (bateria) e Eddie Gomez (baixo); Blue Moon: The New York Session (Jazz Village), do quarteto do pianista Ahmad Jamal; Seeds from the Underground (Mack Avenue), do sax alto Kenny Garrett no comando de seu trio (Benito Gonzalez, piano; Nat Reeves, baixo).

Em janeiro, na eleição anual dos críticos promovida pela revista Jazz Times dos 40 Top CDs, o da banda de Metheny tinha ficado em 19º lugar, à frente de Hot House (23º), de Blue Moon (33º) e de Seeds from the Underground (35º). Ou seja, Unity Band já fora considerado pelos entendidos um dos melhores registros fonográficos do ano passado, numa lista encabeçada por Accelerando (ACT), de Vijay Iyer; Four MF's Playin' Tunes (Marsalis), de Branford Marsalis; e Spirit Fiction (Blue Note), de Ravi Coltrane.

O mais recente álbum do guitarrista é o primeiro na companhia de um saxofonista, desde o também ganhador do Grammy Tales from the Hudson (Impulse, 1996), no qual o líder era o memorável Michael Brecker. A escolha de Chris Potter para a linha de frente da nova Unity Band é assim explicada e elogiada pelo próprio Metheny: “Como fã, tenho visto como ele se tornou um dos grandes músicos do nosso tempo (…). Sua versatilidade é desconcertante, e ele tira um grande som de todos os instrumentos, em todos os registros. Mas suas ideias, suas execução e fluência como improvisador estão num nível que eu raramente vi. Já comentei, várias vezes, que Gary Burton e Ornette Coleman foram dois caras com os quais toquei que, realmente, se destacam como fontes inesgotáveis de ideias nos seus respectivos caminhos. Para mim, Chris rivaliza com eles. (…) É um dos maiores músicos que já tive por perto”.

Com a contribuição inestimável de Antonio Sanchez e Ben Williams (sempre no baixo acústico), a dupla Metheny-Potter produziu um álbum merecidamente premiado, por ser um show bem jazzístico do guitarrista, usando sua coleção de axes e macetes eletrônicos, e uma prova de fogo definitiva para o saxofonista (também íntimo do clarone) de 42 anos, que passou a brilhar, no fim da década de 90, como sideman de Dave Holland.

O CD Unity Band abre, suavemente, com a “modinha” New Year (7m35) exposta pela guitarra de cordas de nylon do líder, que prepara solos incisivos do sax tenor e do baixo de Williams. O espírito fusionista de Metheny, mago dos sintetizadores, começa a baixar em Roofdogs (5m30), com Potter no sax soprano, enquanto na faixa mais longa do disco,Signals/Orchestrion Sketch (11m25), os saxes procuram achar “saídas” melódicas no terreno minado pela música sônico-robótica e densamente percussiva do compositor.
Mas mesmo os ouvintes que repudiam os rompantes por demais sônicos de Pat Metheny não poderão deixar de apreciar as demais faixas do disco, principalmente Come and See (8m25), com o líder-autor no manejo da guitarra Picasso de 42 cordas, e Potter tocando clarone e tenor; Breakdealer (8m30), com solos ferventes dos dois e de Sanchez; a guitarra acústica (com cordas de aço) e o sax interpretando, em andante cantabile, a balada This Belongs to You (5m20); a também envolvente Then and Now (5m50), com a guitarra do líder só levemente amplificada.

CRÉDITOS DO PODCAST 142



LIDER
EXECUTANTES
TEMAS e AUTORES
LOCAL e DATA
CLIFFORD BROWN
Clifford Brown (tp), Jimmy Cleveland (tb), Gigi Gryce (sa), Clifford Solomon (st,) William Boucaya (sbar), Jimmy Gourley (gt) ,Henri Renaud (pi), Marcel Dutrieux (bx), Jean Louis Viale (bat) e Clifford Brown (tp)
VENEZ DONC CHEZ MOI
(Jean Féline / Paul Misraki)
Paris, 9/out/1953
Clifford Brown (tp), Henri Renaud (pi), Pierre Michelot (bx) e Benny Bennett (bat)
BLUE AND BROWN
(Jeremy Stover / Jimmy Wayne)
Paris, 15/out/1953
IT MIGHT AS WLL BE SPRING
(Oscar Hammerstein II / Richard Rodgers)
Clifford Brown (tp), Sonny Rollins (st), Richie Powell (pi,arr), George Morrow (bx) e Max Roach (bat)
GERTRUDE'S BOUNCE    (Richie Powell )
New York, 16/fev/1956
WHAT IS THIS THING CALLED LOVE (Cole Porter)
Clifford Brown (tp), Richie Powell (pi), George Morrow ((bx) e Max Roach (bat)
YOU GO TO MY HEAD
 (Haven Gillespie / Fred Coots)
junho / 1956
Clifford Brown (tp), Harold Land (st), Richie Powell (pi), George Morrow ((bx) e Max Roach (bat)
CHEROKEE ( Ray Noble)
25/fev/1955
Fred Hersch (pi), Drew Gress (bx), Nasheet Waits (bat)
MARSHALL'S PLAN
(Fred Hersch)
Buck's County, PA, 22/set/2003
LENNIE TRISTANO
Lennie Tristano (pi), Billy Bauer (gt) e Clyde Lombardi (bx)
INTERLUDE (Tristano)
New York, 8/out/1946
CANDIDO CAMERO
Al Cohn (st), Dick Katz (pi), Joe Puma (gt), Whitey Mitchell (bx), Ted Sommer (bat) e Candido Camero (bongô)
I'LL BE BACK FOR MORE (Candido / Edgar Sampson)
New York, 9/abril/1956
SIDNEY BECHET
 and His New Orleans Feetwarmers
Rex Stewart (cnt), Sidney Bechet (cl, ss), Earl Hines (pi), John Lindsay (bx) e Baby Dodds (bat) Herb Jeffries (vcl)
BLUES FOR YOU, JOHNNY (Bechet e George Barnes)
Chicago, 6/set/1940
SCOTT HAMILTON
Scott Hamilton (st), John nBunch (pi), Phil Flaningan (bx), Chris Flory (gt), e Chuck Riggs (bat)
TIME AFT ER TIME
 (Sammy Cahn / Jules Stye)
Yamaha Hall de Tokio em junho/1983
B G
piano solo de MARCUS ROBERTS
EMBRACEABLE YOU (George Gershwin)
GO TELL IT ON THE MOUNTAIN
(Christmas Traditional)
1992 / 1991

MORREU DONALD BYRD

14 fevereiro 2013




Foi em 4 de fevereiro que Donald Byrd, um dos melhores trompetistas do “hard bop” veio a falecer aos 80 anos de idade. Com uma carreira prolífica em gravações e concertos, Byrd foi um dos principais artistas da  Blue Note, onde fez a maioria de seus discos. Substituiu Clifford Brown nos “Jazz Messengers” do baterista Art Blakey e tocou com grandes nomes do Jazz, como John Coltrane, Thelonious Monk, Sonny Rollins e Herbie Hancock. Em seguida fez seu quinteto que tinha como parceiro o saxofonista barítono Pepper Adams, com quem gravou uma preciosidade chamada “At the Half Note”. Foi homenageado com títulos em muitas universidades como  a “Manhattan School of Music, além do gráu de  doutorado da “Columbia University Teachers College em 1982. Junto com Clifford Brown e Lee Morgan formou a trindade perfeita do trompete no chamado Jazz moderno.

THELONIOUS MONK É NOME DE RUA




Lendo a gazeta da MOSAIC, descobrimos que Thelonious Monk agora é nome de rua. Parte da West 63rd st., onde viveu  o pianista, leva agora o seu nome. Entretanto houve confusão, pois  na placa não estava o nome correto de Monk . Alertadas por um artigo de jornal sobre o assunto, as  autoridades municipais  imediatamente trocaram a placa, corrigindo o erro anterior. E então ficamos sabendo que o nome correto do pianista era Thelonious Sphere Monk Circle. 

PATRICIA BARBER ESTRÉIA NA CONCORD




A pianista e cantora de Chicago, Patrícia Barber, gravou em 22 de janeiro o álbum “Smash”, contendo doze faixas e marcando a sua estréia na gravadora Concord.

DIANNE REEVES NO CARNEGIE HALL

13 fevereiro 2013



Dando prosseguimento à sua temporada de 2013, a cantora Dianne Reeves se apresentou no “Carnegie  Hall’s  Stern  Auditorium” em 16 de fevereiro. Seus acompanhantes foram Peter Martin(tec.)- Romero Lubambo(g)- Reginald Veal (b) e Terreon Gully (dm).

CRÉDITOS DO PODCAST 141



EXECUTANTES
TEMAS
LOCAL / DATA
ALAN BROADBENT
Alan Broadbent (pi), Putter Smith (bx) e Frank Gibson, Jr. (bat)
THIS ONE’S FOR BUD
Los Angeles, January 23 / 1995
Alan Broadbent (pi), Gary Foster (sa)
317 EAST 32nd STREET
Live "Maybeck Recital Hall", Berkeley, CA, March 14, 1993
SHIRLEY HORN
Shirley Horn (pi,vcl) Charles Abble (bx) e Steve Williams (bat) + seção de cordas arranjada por Johnny Mandel
WHERE DO YOU STAR
1992
Shirley Horn (pi,vcl) Russell Malone (gt) Dori Caymmi (violão), Brian Bromberg (bx) e Steve Williams (bat)
THE RULES OF THE ROAD
New York, June 12-15, 2000
SCOTT HAMILTON
Scott Hamilton (st) Alan Broadbent (pi,arr), Bob Maize (bx) Roy McCurdy (bat) com 20 músicos da orquestra de cordas
THE LOOK OF LOVE
Hollywood, CA, October 5 & 6, 1992
Scott Hamilton (st), John Bunch (pi), Chris Flory (gt), Phil Flanigan (bx) e Chuck Riggs (bat)
JUMPIN’ THE BLUES
Live "Yamaha Hall", Tokyo, Japan, June, 1983
GENE HARRIS
Gene Harris (pi), Ron Eschete (gt), Luther Hughes (bx) e Paul Humphrey (bat)
LADY BE GOOD
Live Manchester Craftsmen's Guild, Pittsburgh, PA, March 10 & 11, 1995
WES MONTGOMERY
Harold Mabern (pi), Wes Montgomery (gt) Arthur Harper (bx) e Jimmy Lovelace (bat)
HERE’S THAT RAINY DAY
Concert, "Theatre des Champs-Elysees", Paris,  March 27, 1965
AGA ZARYAN
Aga Zaryan (vcl), Larry Koonse (gt), Darek "Oles" Oleszkiewicz (bx)
THE MAN I LOVE
Los Angeles, March, 2006
SIMONE KOPMAJER
Simone Kopmajer (vcl), Dick Oatts (sop,sa,fl), Houston Person (st), John DiMartino (pi), George Mraz (bx) e Tim Horner (bat)
LITTLE BOY
New York, November 23 & 24, 2006
B G
Ruby Braff (cnt), Scott Hamilton (st), John Bunch (pi), Phil Flanigan (bx), Chris Flory (gt) e Chuck Riggs (bat)
ROCKIN’ CHAIR
New York, fevereiro/ 1985