Colaboradores : MauNah, Sazz, Bene-X, PegLu, I-Vans, Mario Jorge Jacques, Gustavo Cunha, JoFlavio, Nelson Reis, Beto Kessel, Tenencio, BraGil, Reinaldo, LaClaudia, Marcelon, Marcelo Siqueira, Nelson Reis, Pedro Cardoso o Apóstolo.

16 dezembro 2014

CRÉDITOS DO PODCAST # 237

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÕES LOCAL e DATA
MILT JACKSON
John Coltrane (st), Milt Jackson (vib), Hank Jones (pi), Paul Chambers (bx) e Connie Kay (bat)
BAGS & TRANE (Milt Jackson)
New York, 15/janeiro/1959
THREE LITTLE WORDS
(Bert Kalmar / Harry Ruby)
Milt Jackson (vib), Wynton Kelly (pi), Wes Montgomery (gt), Sam Jones (bx) e Philly Joe Jones (bat)
STABLEMATES (Benny Golson) 
New York, 18/ dezembro/1961
SAM SACK (Milt Jackson)
Stanley Turrentine (st), Milt Jackson (vib), Bob James (pi,el-pi), Cornell Dupree  (gt), Ron Carter (bx), Billy Cobham (bat) e Weldon Irvine (arranjo)
SPEEDBALL (Lee Morgan)
New York, 17/maio/1972
THE MORE I SEE YOU
(Harry Warren / Mack Gordon)
Milt Jackson (vib), Cedar Walton (pi), Ray Brown (bx) e Mickey Roker (bat)
MIDNIGHT WALTZ
(Cedar Walton)
New York, 18/julho/1984
USED TO BE JACKSON
(Milt Jackson / Ray Brown)
Milt Jackson Sextet: J.J. Johnson (tb), Milt Jackson (vib), Tom Ranier (pi), John Collins (gt), Ray Brown (bx) e Roy McCurdy (bat)
BAG’S GROOVE (Milt Jackson) 
Hollywood, CA, 26/maio/1983
JUMPIN’ BLUES
(Jay McShann / Charlie Parker)
Milt Jackson (vib), Monty Alexander (pi, Ray Brown (bx) e Mickey Roker (bat)
STRAIGHT NO CHASER (Thelonious Monk)
Live "Ronnie Scott's Club", Londres, 28/abril/1982
IN WALKED BUD
(Thelonious Monk)
Milt Jackson (vib), Gene Harris (pi), Ray Brown (bx) e Mickey Roker (bat)
DEJECTION BLUES (Ray Brown)  
New York, 1/dezembro/1983
SOUL ROUTE (Gene Harris)
B G
MJQ - Milt Jackson (vib), John Lewis (pi), Percy Heath (bx) e Connie Kay (bat)
THREE WINDOWS (John Lewis)
Concert "Gurzenich Concert Hall", Cologne, Alemanha, 6/novembro/ 1957

15 dezembro 2014

COLUNA DO MESTRE LOC NO JB ONLINE

Novos clubes de jazz em Manhattan

por Luiz Orlando Carneiro, em 13/12/14

Os jazzófilos mais idosos familiarizados com os “endereços” mais in de Manhattan lembram-se, saudosos, do Bradley's – aquele pequeno clube na University Place, em Greenwich Village, com 15 mesas e 20 tamboretes no bar, que funcionou de 1969 a 1996. Lá aportavam, principalmente, eminentes pianistas, tocando solo ou em duo, na companhia de não menos ilustres baixistas. Entre os primeiros, eramhabitués do lugar Kenny Barron, Tommy Flanagan, Hank Jones, George Cables, Jimmy Rowles, John Hicks, Roland Hanna e Fred Hersch. Entre os baixistas, recordo-me de Red Mitchell, Cecil McBee, George Mraz e Ray Drummond.

Dezoito anos depois do fim do Bradley's, foram inaugurados em Nova York, nos últimos meses, dois jazz clubs que se propõem a suprir a falta de espaços que abriguem um bom piano de cauda e uma audiência de connoisseurs. São eles o Mezzrow, em Greenwich Village, e o JazzHaus, na Midtown (Rua 56 entre as 7ª e 8ª avenidas).

O Mezzrow – nome em homenagem ao lendário clarinetista Mezz Mezzrow (1899-1972) – é do pianista-empresário Spike Wilner, dono também do já afamado Smalls, que fica do outro lado da mesma Rua 10, perto do Village Vanguard. No site do novo “porão”, com capacidade para menos de 50 pessoas, lê-se que se trata de um “jazz piano room”, que apresenta “no nosso clássico Steinway de 1923 a nata dos melhores pianistas da cidade de Nova York”. E que o clube, basicamente, “a musical environment run by musicians for musicians”.

Em entrevista à Downbeat (edição deste mês), Spike Wilner assim fala do Mezzrow: “Sou pianista e, assim, tenho boas lembranças de lugares em Nova York onde se podia entrar, e ouvir Kenny Barron ou outro grande pianista tocando em duo, num ambiente mais tranquilo, um pouco mais civilizado, um pouco mais adulto”.

E Wilner tem conseguido atingir o seu objetivo, a julgar pelo nível dos pianistas que se exibiram no novo clube nos primeiros 10 dias do corrente mês: Aaron Parks, em duo com o baixista Ben Street; o veterano Don Friedman; Aaron Diehl, ao lado de Ben Williams (baixo). Até o fim do ano, as atrações do Mezzrow serão Johnny O'Neal, Kevin Hays (em duo com o gaitista Gregoire Maret), Sacha Perry e o próprio dono do pedaço, Spike Wilner.

O JazzHaus, por sua vez, é parte da KlavierHaus, no Le Parker Méridien Hotel, pertinho do Carnegie Hall. A KlavierHaus – que representa em Nova York os caríssimos pianos Fazioli, feitos sob encomenda – já promovia recitais pianísticos com foco na música clássica.

Da programação deste mês no novo endereço do jazz piano em Manhattan constam: James Francies, um garoto do Texas de 17 anos, endossado por Taylor Eigsti, que também foi menino-prodígio protegido de Dave Brubeck; Dave Burrell, que se destacou, já na década de 1960, ao lado dos saxofonistas vanguardistas Archie Shepp, David Murray e Pharoah Sanders; os cubanos Elio Vilafranca, Arturo O'Farrill, Manuel Valera e Osmany Paredes, todos radicados em Nova York, e que encerram o ano no Jazzhaus New Year Festival of Cuban Piano (29 a 31/12).

GRAMMY

Saíram os cinco finalistas em cada uma das 82 categorias do 57º Grammy (o “Oscar” da indústria fonográfica). Os vencedores do Grammy 2015 serão anunciados no dia 8 de fevereiro, numa festa a ser realizada no Staples Center, em Los Angeles. Nas categorias referentes ao jazz instrumental, os indicados foram:

1) Melhor álbum de pequeno conjunto:

- Landmarks (Blue Note), Brian Blade & the Fellowship Band – Sexteto liderado pelo baterista Blade, com Melvin Butler (sax tenor) e Myron Walden (sax alto).

- Trilogy (Concord) – CD triplo do trio do pianista Chick Corea, ao vivo em turnê, com Brian Blade e Christian McBride (baixo).

- Floating (Palmetto) – Trio do pianista Fred Hersch (John Hebert, baixo; Eric McPherson, bateria).

- Enjoy the view (Blue Note) – Quarteto formado por Bobby Hutcherson (vibrafone), David Sanborn (saxes alto e soprano), Joey DeFrancesco (órgão) e Billy Hart (bateria).

- All rise: A joyful elegy for Fats Waller (Blue Note) – Conjunto liderado pelo pianista Jason Moran, com vocais.

2) Melhor álbum de orquestra ou large ensemble:

- The L.A. Treasures Project (Capri) – Clayton-Hamilton Jazz Orchestra, liderada pelos irmãos John (baixo) e Jeff Clayton (saxes), mais o baterista Jeff Hamilton.

- Life in the bubble (Telarc) – Gordon Goodwin's Big Phat Band.

- Quiet pride: The Elizabeth Catlett Project (Motema) – Orquestra reunida e conduzida pelo baixista-compositor Rufus Reid. Dentre os solistas, realce para Ingrid Jensen e Tim Hagans (trompetes), Steve Wilson e Javon Jackson (saxes).

- Live: I hear the sound (ArchieBall) –Attica Blues Orchestra, dirigida pelo saxofonista-compositor Archie Shepp.


- Over Time: Music of Bob Brookmeyer (Planet Arts) – The Vanguard Jazz Orchestra.

12 dezembro 2014

10 dezembro 2014


UMA  OBRA  DE  ARTE
Está disponível nas melhores livrarias o livro  “JAZZ ATRAVÉS DOS TEMPOS” (João Francisco Franco Junqueira, editora Via Impressa, 250 páginas, P&B, 2014), primorosa edição prefaciada pelo músico Tito Martino como “Um Livro Para Ouvir”.
Trata-se de obra de luxo editada em papel de 150 g/m², capa dura, formato 31,5cm x 26,5cm e trazendo 03 CD’s encartados (total de 42 faixas) com toda a paixão do Autor discorrida em texto (inglês e português) preciso e intenso, vivido.  O material fotográfico é de primeiríssima qualidade e, com certeza, é trabalho gráfico sem par no mercado nacional.
A obra contém 05 capítulos:  (1) Os Deuses do Jazz;  (2) CD1 – 1910/1920;  (3) CD2 – 1930/1940;  (4) 1940/2000;  (5) Instrumentos do Jazz.
Cada uma das faixas dos CD’s é indicada com seu tempo de duração, autor, músicos e seus instrumentos.   As faixas foram muito bem garimpadas dentro do universo discográfico do Jazz, sempre sendo possível discordar-se dessa ou daquela preferência, até porque é totalmente impossível abranger a totalidade dos músicos de JAZZ em apenas 250 páginas;  omissões, portanto, são absolutamente lógicas e consequentes de escolhas pessoais;  uma curiosidade é o foco na violinista francesa Florente Fourcade em gravação datada de 2000.
O Autor revela-se francamente “tradicionalista” desde seu primeiro contato com o JAZZ em 1952, tal como o músico Tito Martino que acompanhou o trabalho com indicações essenciais e prefaciou a obra (em 1964 foi um dos criadores da “Traditional Jazz Band”, a banda paulistana que está completando 50 anos de estrada neste 2014, já sem Tito desde a década de 1980). 
A obra é obrigatória em todas as bibliotecas dos amantes do JAZZ, sejam  iniciantes ou cultores ou ainda conhecedores de longas datas.   A ”viagem através dos tempos” de João Francisco é um belo depoimento sobre suas sucessivas descobertas no universo da “Arte Popular Maior”, tal como numa experiência de vida desde os primeiros passos até a plena maturidade.
Ao longo de  sua obra o Autor aponta o grande Johnny Hodges como o maior sax JAZZ de todos os tempos, com certeza uma escolha de excelente bom gosto mas um tanto exagerada se escutarmos alguns contemporâneos do próprio Hodges e percorrermos a trilha de nomes gerados a partir de Charlie Parker.
Aquí vale indicar a ressalva à obra (que com toda  a certeza será eliminada em uma próxima edição), absolutamente omissa em relação a Charlie Parker, o motor da segunda  grande revolução na história do  JAZZ (a primeira, claro, reservada para Louis Armstrong).   Desconsiderar muitos e muitos músicos de JAZZ é até lógico em  uma obra finita em suas menos de 03 centenas de páginas, como já assinalado, mas não há como omitir a figura seminal de Parker em  uma obra que percorre músicos em gravações de 1940 e até o ano de 2000.     
Ao longo do texto o Autor cita outro Autor, clássico na  bibliografia do  JAZZ, Joachim-Ernst Berendt, como uma de suas referências.  É exatamente Berendt que cita em sua  obra que  no fim dos anos de 1970, o novo bebop se tornou uma execução dominante e, no classicismo dos anos de 1980 e de 1990, ele se tornou tão determinante que passou a ser confundido com o jazz em geral.  As composições de Charlie Parker são mais tocadas pelos jovens músicos hoje do que nos anos de 1950.  Desde o fim dos anos de 1980, vem ocorrendo um renascimento do bebop por meio de inúmeros relançamentos.  Por mais que esses jovens músicos se diferenciem em seu fraseado, todos estão de acordo com o que disse Steve Reich sobre Charlie Parker:     é como se perguntassem o que se acha de Johann Sebastian Bach  -  ele é simplesmente o padrão com o qual todos tem de se medir.
O mais importante do livro, além das excelentes qualidades do texto e das gravações desse lançamento ligado ao  JAZZ, é  a capacidade e a coragem do Autor em adentrar o mercado com “uma obra de arte”, tão difícil de levar a bom termo em um mercado coalhado de mesmices.    É conferir ! ! !

09 dezembro 2014

CRÉDITOS DO PODCAST # 236

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÃO
LOCAL /DATA
THE CLAYTON HAMILTON JAZZ ORCHESTRA
John Clayton (condutor, bx), Jeff Hamilton (bat), John Pizzarelli (gt, vcl), Keith Fiddmont (cl,sa), Jeff Clayton (sa), Charles Owens (cl, st), Rickey Woodard (st), Ira Nepus, Andre Hayward, Ryan Porter, Maurice Spears (tb),  Bijon Watson, James Ford, Sal Cracchiolo, Gilbert Castellanos, Clay Jenkins (tp), Christoph Luty (bx), Lee Callet (sbar, b-cl), Tamir Hendelman (pi) e Graham Dechter (gt)
MAX (Jeff Hamilton)
420 Internationale Jazzwoche Burghausen, Alemanha, 2011
BACK HOME AGAIN IN INDIANA (Ballard MacDonald / James F. Hanley)
ETERNAL TRIANGLE (Sonny Stitt)
I LOVE BEING HERE WITH YOU
(Bill Schluger / Peggy Lee)
EMILY
(Johnny Mandel / Johnny Mercer)
SQUATTY ROO (Johnny Hodges)
NICE ‘N EASY (Alan Bergman / Michael Keith / Lew Spence)
HOW ABOUT YOU
(Burton Lane, Ralph Freed),
I'VE GOT YOU UNDER MY SKIN
(Cole Porter)
THE WAY YOU LOOK TOONIGHT (Jerome Kern /Dorothy Fields)
HOW ABOUT YOU
(Burton Lane, Ralph Freed)
RING A DING DING!
(James Van Heusen / Sammy Cahn)
IN A MELLOW TONE
(Duke Ellington / Milt Gabler)
DONT GET AROUND MUCH ANYMORE (Bob Russell / Duke Ellington) e
EAST SAINT LOUIS TOODLE-Oo (Bubber Miley / Duke Ellington)
SATIN DOLL
(Billy Strayhorn / Duke Ellington / Johnny Mercer)
C JAM BLUES
(Barney Bigard / Duke Ellington)
YES SIR, THAT’S MY BABY
(Gus Kahn / Walter Donaldson)
CAPTAIN BILL
(Herb Ellis / Monty Alexander / Ray Brown)

08 dezembro 2014

Grammy Awards nomeações para o JAZZ

Já anunciados os nomeados para os Grammy Awards deste ano no jazz. Os vencedores serão homenageados na premiação no dia 08 de fevereiro de 2015.
Abaixo a lista de nomeações em diversas categorias do Jazz (Times Jazz):

Best Improvised Jazz Solo
“The Eye Of The Hurricane” -- Kenny Barron, soloist
“Fingerprints”  -- Chick Corea, soloist
“You & The Night & The Music”   -- Fred Hersch, soloist
“Recorda Me”  -- Joe Lovano, soloist 
“Sleeping Giant”  -- Brad Mehldau, soloist 

Best Jazz Vocal Album
Map to the Treasure: Reimagining Laura Nyro 
(Billy Childs &) Various Artists
I Wanna Be Evil 
René Marie
Live in NYC 
Gretchen Parlato
Beautiful Life 
Dianne Reeves
Paris Sessions 
Tierney Sutton

Best Jazz Instrumental Album
Landmarks 
Brian Blade & the Fellowship Band
Trilogy 
Chick Corea Trio
Floating 
Fred Hersch Trio
Enjoy The View 
Bobby Hutcherson, David Sanborn, Joey DeFrancesco Featuring Billy Hart
All Rise: A Joyful Elegy for Fats Waller 
Jason Moran

Best Large Jazz Ensemble Album
The L.A. Treasures Project -- The Clayton-Hamilton Jazz Orchestra
Life In The Bubble   -- Gordon Goodwin's Big Phat Band
Quiet Pride: The Elizabeth Catlett Project   -- Rufus Reid
Live: I Hear The Sound  -- Archie Shepp Attica Blues Orchestra
OverTime: Music of Bob Brookmeyer  -- The Vanguard Jazz Orchestra

Best Latin Jazz Album
The Latin Side Of Joe Henderson  -- Conrad Herwig Featuring Joe Lovano
The Pedrito Martinez Group  -- The Pedrito Martinez Group
The Offense of the Drum  -- Arturo O'Farrill & the Afro Latin Jazz Orchestra
Second Half  -- Emilio Solla Y La Inestable De Brooklyn
New Throned King  -- Yosvany Terry

Other Jazz-Related Nominations

Best Traditional Pop Vocal Album
Cheek to Cheek  -- Tony Bennett and Lady Gaga
Nostalgia  -- Annie Lennox

Best Contemporary Instrumental Album
Wild Heart  -- Mindi Abair
Slam Dunk  --  Gerald Albright
Nathan East  -- Nathan East
Jazz Funk Soul  -- Jeff Lorber, Chuck Loeb, Everette Harp
Bass & Mandolin  -- Chris Thile & Edgar Meyer

Best Traditional R&B Performance
“Jesus Children”  -- Robert Glasper Experiment Featuring Lalah Hathaway & Malcolm Jamal Warner 

Best R&B Album
Black Radio 2  -- Robert Glasper Experiment

Best Latin Pop Album
Tangos  -- Rubén Blades\

Best World Music Album
Eve  -- Angelique Kidjo
Magic  -  Sergio Mendes

Best Instrumental Composition
“Last Train To Sanity” 
Stanley Clarke, composer (The Stanley Clarke Band) 
“Life In The Bubble” 
Gordon Goodwin, composer (Gordon Goodwin's Big Phat Band) 
“Recognition” 
Rufus Reid, composer (Rufus Reid) 
“Tarnation” 
Edgar Meyer & Chris Thile, composers (Chris Thile & Edgar Meyer) 


Best Arrangement, Instrumental or A Cappella
“Beautiful Dreamer” 
Pete McGuinness, arranger (The Pete McGuinness Jazz Orchestra) 
“Get Smart” 
Gordon Goodwin, arranger (Gordon Goodwin's Big Phat Band) 
“Guantanamera” 
Alfredo Rodríguez, arranger (Alfredo Rodríguez) 


Best Arrangement, Instruments and Vocals
“All My Tomorrows” 
Jeremy Fox, arranger (Jeremy Fox Featuring Kate McGarry) 
“New York Tendaberry” 
Billy Childs, arranger (Billy Childs Featuring Renée Fleming & Yo-Yo Ma) 
“Party Rockers” 
Gordon Goodwin, arranger (Gordon Goodwin's Big Phat Band) 
“What Are You Doing The Rest Of Your Life?” 
Pete McGuinness, arranger (The Pete McGuinness Jazz Orchestra) 


Best Album Notes
Offering: Live At Temple University 

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