Colaboradores : MauNah, Sazz, Bene-X, PegLu, I-Vans, Mario Jorge Jacques, Gustavo Cunha, JoFlavio, Nelson Reis, Beto Kessel, Tenencio, BraGil, Reinaldo, LaClaudia, Marcelon, Marcelo Siqueira, Nelson Reis, Pedro Cardoso o Apóstolo e Carlos Augusto Tibau.

BLOG CRIADO em 10 de maio de 2002

26 julho 2016

CHARLIE HADEN E GONZALO RUBALCABA


O rótulo Impulse / Universal Music Classics tem no mercado um álbum com o falecido baixista Charlie Haden que tocou mais de uma década atrás com Gonzalo Rubalcaba no Japão.
O álbum foi gravado no clube de jazz "Blue Note" Tokyo por quatro noites de shows em 2005. Os críticos observaram que a qualidade artística e técnica é de primeira ordem e o respeito e silêncio do público que foi "registrado" durante as apresentações, exceto em momentos de aplausos. 
Anteriormente, eles haviam gravado juntos The Montreal Tapes (1998),
Nocturne (2001) e Land of the Sun (2004), que ganhou um Grammy.
O álbum é chamado de "Tokyo Adagio" e é o segundo álbum póstumo de Haden publicado. O primeiro foi há dois anos com o guitarrista Jim Hall, gravado em Montreal em 1990 e somente editado em 2015.
Rubalcaba disse em uma entrevista a Ned Sublette, autor de “Cuba and Its Music From the First Drums to the Mambo”, quando adolescente em La Habana em Cuba,  costumava ouvir no rádio a Charlie Haden, especialmente o álbum com Keith Jarrett, Survivor´s Suite.
Mais tarde, aos 23 anos Haden e Rubalcaba se reuniram em Havana e gravaram para a etiqueta cubana EGREM. Pouco tempo depois, eles tocaram e gravaram no festival de Montreux em julho de 1990, juntamente com o baterista Paul Motian em trio, que solidificou a amizade musical. Rubalcaba disse que: ─ " a nossa ligação é o amor pela música, pelas nossas famílias e uns aos outros."
Pouco antes de sua morte, Charlie Haden gravou o álbum "The Last Dance", um dueto com o pianista Keith Jarrett. Charlie Haden morreu em julho de 2014.

(adaptado de Noticias de Jazz)

CRÉDITOS DO PODCAST # 319

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS e AUTORES
GRAVAÇÕES
LOCAL / DATA
CLIFFORD BROWN
Clifford Brown (tp), Richie Powell (pi), Barry Galbraith (gt), George Morrow (bx), Max Roach (bat) e cordas com Neal Hefti (arranjo,condução)
SMOKE GETS IN YOUR EYES (Jerome Kern / Otto Harbach)
New York, 19/janeiro/1955
HELEN FORREST
Benny Goodman And His Orchestra : Billy Butterfield, Cootie Williams, Chris Griffin (tp), Lou McGarity, Cutty Cutshall (tb), Benny Goodman (cl), Les Robinson, Gene Kinsey (sa), Georgie Auld, Pete Mondello (st), Skippy Martin (sbar), Johnny Guarnieri (pi), Charlie Christian (gt), Walter Yost (bx), J.C. Heard (bat) e  Helen Forrest (vcl) 
New York, 4/junho/1941
DON BYAS
Don Byas (st), Art Simmons (pi), Joe Benjamin (bx) e Bill Clarke (bat)
Paris, 10/abril/1952
EMILE-CLAIRE BARLOW
Kevin Turcotte (flh), Mike Murley, Kelly Jefferson (st), Bill McBirnie (fl), Reg Schwager (gt), Nancy Celeste Walker (pi), Kieran Overs (bx) e Lenny Solomon (bat)            Alan Hetherington (perc) 
ALMOST LIKE BEING IN LOVE
 (Alan Jay Lerner / Frederick Loewe)
Toronto, Canadá, 2007
DE CONVERSA EM CONVERSA
 (Lúcio Alves / Haroldo Barbosa )
RUSS FREEMAN  & BILL PERKINS
Bill Perkins (st), Bud Shank (sa), Russ Freeman (pi), Carson Smith (bx) e Shelly Manne (bat)
BROTHER, CAN YOU SPARE A DIME
(Jay Gorney / Edgar Yipsel "Yip" Harburg)
Music Box Theatre, Los Angeles, 19/fevereiro/1956
HARRY "SWEETS" EDISON
lidera Harry "Sweets" Edison (tp), Ben Webster (st), Jimmy Rowles (pi), Barney Kessel (gt), Joe Mondragon (bx) e Alvin Stoller (bat)
OPUS SEVEN-ELEVEN
 (Harry "Sweets" Edison)
Los Angeles, 4/setembro/1956
JOHNNY SMITH 
Stan Getz (st), Sanford Gold (pi), Johnny Smith (gt), Bob Carter (bx) e Morey Feld (bat)
SOMETIMES I’M HAPPY
(Irving Caesar / Clifford Grey / Vincent Youmans)
New York, 9/novembro/1952
ERROL GARNER
Erroll Garner (pi), Eddie Calhoun (bx) e Denzil Best (bat)
WILL YOU STILL BE MINE
(Tom Adair / Matt Dennis)   
Carmel, CA, 19/setembro/1955
HECTOR BISIGNANI "COSTITA"
Hector Costita (st),Magno D'Alcantara (Maguinho) (tp), Benedito Pereira dos Santos (Ditinho) (tb), Luiz Mello (pi), Sebastião Netto (bx) e Edison Machado (bat)
ELA É CARIOCA
(Antônio Carlos Jobim / Vinícius de Moraes)
Rio de Janeiro, 1964
DIZZY GILLESPIE
Dizzy Gillespie, Jimmy Owens, Dizzy Reece, Victor Paz, Stu Hamer (tp), Curtis Fuller, Tom McIntosh, Ted Kelly (tb), Chris Woods (sa, fl), James Moody, Paul Jeffrey (st), Sahib Shihab, Cecil Payne (sbar), Mike Longo (pi), Paul West (bx), Otis "Candy" Finch (bat) e  Gil Fuller (arr)
THINGS TO COME
(Dizzy Gillespie, Gil Fuller)
Concerto no "Berlin Philharmonic Hall", Berlin, Alemanha, 7/novembro/1968
LUCKY THOMPSON
Fred Gerard, Roger Guerin (tp), Benny Vasseur (tb), Andre "Teddy" Hameline (sa), Jean-Louis Chautemps, Lucky Thompson (st), William Boucaya (sbar), Henri Renaud (pi), Benoit Quersin (bx) e Roger Paraboschi (bat)
SOUSCRIPTION (Henri Renaud)
Paris, 5/março/1956
SID PHILLIPS
Joe McIntyre (tp) Pete Hodge (tb) Sid Phillips (cl) Teddy Warr (sa), Stan Downer (st) Arthur Fall (pi), Jack Fallon (bx) e Dave Rogers (bat)
BLUIN’ THE BLUES
 (Henry W. Ragas)       
Londres, 1970
ERIC REED
Eric Reed (pi), Ron Carter (bx) e Al Foster (bat)
POLKA DOTS AND MOONBEANS (James Van Heusen)
New York, dezembro/2004

A REPÚBLICA PAULISTANA E O JAZZ



Em Sampa neste fim de semana apenas para ver os netos, recebi da minha querida filha o convite para, na manhã de domingo, ir ouvir jazz com eles. Combinação divina, netos e jazz! Sem saber o que exatamente seria, fui informado apenas que deveria dirigir-me ao Museu da Casa Brasileira, na Av. Faria Lima e estar lá às 11 da manhã. Ah, e como estaria de carro, que havia estacionamento.


Macaco velho, cheguei em torno das 10:40 para não haver atropelos. Surpreendi-me logo de cara com a organização descomplicada: serviço de valete para o carro, entrada franca e num pátio nos fundos da bela construção, fileiras de cadeiras sob um toldo amplo e bem alto, o que me pareceu adequado pois permitiria não apenas uma boa ventilação do espaço como certamente ajudaria muito na acústica.


Circulando ali na platéia, Bob Wyatt, famoso baterista radicado na cidade e que eu havia conhecido numa apresentação no Rio, numa das noites de jazz do <b>CJUB</b>, produzida pelo <b>JoFla</b>.


No palco, uma organização para muita gente e só então fixei a visão nos apoios para pautas e lá vi a palavra <i>SOUNDSCAPE BIG BAND</i> e comecei a me beliscar (e coçar), pela oportunidade de ver uma banda paulistana e sua acuidade. Na realidade, a banda foi fundada por Wyatt e se mantém desde então firme, mesmo tocando às vezes DE GRAÇA, como explicado pela apresentadora, às 11 horas em ponto. Sem patrocínio no momento para os domingos musicais, em seu famoso e tradicional Música no Museu, ela agradeceu à Soundscape por apresentar-se ali graciosamente.


E então, a bela e grata surpresa. Um som jazzístico para americano nenhum botar defeito, músicos de primeira categoria interpretando uma maioria de temas deles próprios, arranjados por eles mesmos e com uma coesão extraordinária. Se fechasse os olhos poderia me sentir em NYC.


Na platéia, uns 30 assentos estavam ocupados por jovens nitidamente trazidos de alguma comunidade carente, que assistiram ao concerto entre interessados e extasiados com a profusão de nuances entre madeiras e metais, graves e agudos, rapidez e lentidão, em suma pela diversidade sonora ali tão bem construída e apresentada.


À direita dos assentos, um parque verde onde ao ar livre, crianças e adultos confraternizavam em toalhas sobre o gramado, gente querendo pegar um pouco de sol e viver um pouco ouvindo música boa. Muito boa.


Depois de um único set, com oito temas - dentre os quais 3 compostos por estrangeiros, a saber, Noogaloo, de Tim Hagans, 81, de Davis/Carter e Marie Antoinette, de Shorter -, uma sensação mista de euforia e de melancolia apossou-se de mim.


A euforia, por saber que nesse país tão próximo de nós chamado São Paulo o jazz resiste e com tanta qualidade, o que leva inclusive a vários músicos a comporem (e arranjarem) temas jazzísticos. A melancolia advém de morar num país contíguo, onde essa arte está - apesar da luta de alguns poucos bravos -, em vias de desaparecer.

Acima, um trecho da composição de Fernando Correia, Pés.

SANTOS JAZZ FESTIVAL HOMENAGEIA TOM JOBIM

divulgação

Tom Jobim é o grande homenageado na quinta edição do Santos Jazz Festival, que vai acontecer entre os dias 28 a 31 de Julho.
Antecipando as comemorações do 90° aniversário do maestro soberano, que se completaria em janeiro de 2017, o festival do litoral paulista antecipa a homenagem.
Uma edição de festival cheia de aniversários - cinco anos de Santos Jazz, 30 anos de Pinacoteca Benedicto Calixto e 70 anos de Sesc.

Em seus cinco anos de vida, o Santos Jazz Festival priorizou o melhor da música brasileira. A prova disso foram as escolhas de seus homenageados com a presença dos mesmos: Hermeto Pascoal em 2012, Egberto Gismonti em 2013, César Camargo Mariano em 2014 e  João Donato em 2015.

Confira a programação -

Quinta, 28 de julho
Abertura no Teatro do Sesc Santos (R$6  R$10  R$20)
Esse ano o festival evoca nosso maestro soberano, Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, e antecipa as comemorações de seus 90 anos com a presença da Nova Banda Tom Jobim, apresentando sua obra máxima, composta por familiares de Tom - Paulo (filho) e Daniel Jobim (neto).

Sexta, 29 de julho
Palco externo da Rua XV, no Centro Histórico de Santos
A diversidade toma conta do festival. A partir das 19 horas a cantora santista Babi Mendes sobe ao palco com um super grupo, o Jazzfônico, mostrando porque é considerada uma revelação no mundo do jazz;
O francês Nicolas Krassik seleciona e transforma temas conhecidos da música brasileira com seu trio que sobe ao palco a partir das 21 horas;
Fechando a noite, a banda de dixieland veterana em festivais, Orleans Street Jazz Band, faz um show meio a meio, na rua e no palco. Interação total com o público.

Sábado, 30 de julho
Praça Mauá
Às 13 horas o guitarrista Mauro Hector se apresenta com seu trio, dentro do projeto da secretaria de turismo, Feira Feijão com Arte que reúne artistas, artesãos e restaurantes do Centro Histórico
Pinacoteca Benedicto Calixto
Filó Machado & Cibele Codonho, às 17h, fazem o show Tom Brasileiro, fruto do CD homônimo;
Às 19h entregam o palco para outra dupla, eMPathia Jazz Duo, junção da  cantora Mafalda Minozzi com o guitarrista Paul Ricci (EUA).

Palco da Rua XV de Novembro/Centro Histórico
A mistura entre o jazz e o samba com Sambália Trio e Rafaella Laranja, a partir das 14 horas;
Às 16 horas, Patricia Nóbrega canta jazz, blues e soul music acompanhada pelo seu quinteto;
BRCombo chega às 18 horas com seu show instrumental e o repertório com Tom Jobim, Hermeto Pascoal, Moacyr Santos, Egberto Gismonti;
Às 20 horas o power trio Dog Joe chama a cantora Xandra Joplin pra uma noite eletrizante, e mostra porque está sendo considerada a revelação da cena blueseira atual;
Fecha noite com Big Chico, evocando o maior bluesman de todos os tempos, B.B. King.

Domingo, 31 de julho
Pinacoteca Benedicto Calixto  (Gratuito)
Às 16, o Quarteto de Cordas Martins Fontes convida a cantora Kika Willcox para a apresentação de Con"S"ertando;
Às 18 horas é a vez do multi instrumentista Alexandre Birkett apresentar toda a sua versatilidade nas cordas;
Encerramento no Teatro do Sesc Santos (Ingressos: R$6, R$10 e R$20) com a espetacular Banda Mantiqueira, como convidada a cantora Mônica Salmaso.

A música se encontra com as artes plásticas e o cinema com a "Exposição Design no Jazz", na Pinacoteca Benedicto Calixto, abre no sábado, dia 30, às 16h; e o "Cine Jazz", entre os dias 29 e 31, no Cine Arte Posto 4 com sessões às 18h30.
As oficinas musicais acontecem na sede do Clube do Choro de Santos -
Sexta, 29 de julho, das 14 às 17 horas : Niclolas Krassik em "O Violino no Jazz e as fusões com a MPB".
Sábado, das 10 às 13 horas, Filó Machado em "Improvisação no Jazz".

Quando estiver no festival curtindo o bom e velho jazz, aproveite também para curtir a paisagem arquitetônica do Centro Histórico de Santos. Algumas das locações ficam em pontos turísticos da cidade, como o palco da Rua XV, coração do comércio cafeeiro brasileiro.
Planeje a sua chegada mais cedo. No entorno desse palco, em bares tradicionais, pode-se beber um café como o santista adora, forte e com pouco açucar.
A Rua XV também fica perto do Museu Pelé e da própria Bolsa do Café, às bordas do Porto de Santos, por onde escoa toda a produção de café do Brasil para o mundo.
A Pinacoteca Benedicto Calixto abriga, além da arquitetura, um acervo do pintor que lhe dá o nome, num lindo casarão branco, em frente a Praia do Boqueirão.

Serviços:
Sesc Santos - Rua Conselheiro Ribas, 136 – Aparecida.
Cine arte Posto 4 - Av. Vicente de Carvalho, s/n (perto do Canal 3).
Pinacoteca Benedicto Calixto Av. Bartolomeu de Gusmão, 15 – Boqueirão.
Clube do Choro de Santos – Rua XV de Novembro, 68 – Centro.

O Santos Jazz Festival é um projeto aprovado pelo Ministério da Cultura via Lei Rouanet.

Patrocínio Master – Porto de Santos
Patrocínio – Caixa, G. Pieroti
Co- patrocínio – Nita Alimentos
Agência oficial – Latam
Hotel oficial – Novotel

Apoio cultural: Sesc, Enfoque, CBN, Associação dos Artistas, TV Tribuna, Clube do Choro de Santos.
Realização: DC Realizações, Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil e Ministério da Cultura.

www.santosjazzfestival.com.br

24 julho 2016

SAN SEBASTIAN COMEMORA 51 FESTIVAIS DE JAZZ


Está sendo realizado o 510 Festival Internacional de Jazz de San Sebastian, Donostia, Espanha, recentemente chamado de Heineken Jazz Festival, que ocorrerá até ao dia 25 deste mês.
Este é um dos eventos mais importantes e maiores de seu tipo na Europa e este ano, como sempre, participarão, em vários cenários,  centenas de músicos, entre os quais podemos citar: Diana Krall, Gaynor, John Scofield, Brad Mehldau, Marc Giuliana, Ellis Marsalis, Branford Marsalis, Kurt Elling, Cachorrinho Snarky, DeJohnette / Coltrane / Garrison, Steve Coleman, Dave Douglas, Christian Scott e centenas de outros.
Este é também um dos principais festivais de jazz em Espanha, onde apenas em julho são realizadas 27 eventos deste tipo, de  tamanhos e importâncias diferentes, entre os quais também são comemorados o Palau de la Música, San Javier, Canarias, Vitoria-Gasteiz, Jazz Jamboree e outros.
No ano passado, quando o festival comemou meio século, foram preponderantes em San Sebastian: Benny Golson Quarteto, Jamie Cullum, The Bad Plus, Joshua Redman, Dee Dee Bridgewater, Dave Lombardo, Melody Gardot, Donald Harrison, Cecil McBee, Billy Hart, Gregory Porter, Earth Wind and Fire, Eddie Henderson, Charles McPherson, Ray Gelato, etc.

Entre as muitas atividades adicionais do festival, incluindo palestras, workshops, exposições, etc., situa-se a exibição de um documentário que conta a história deste festival.
(adaptado do blog Noticias de Jazz)

22 julho 2016

P O D C A S T # 3 1 9

EMILE-CLAIRE BARLOW 
ERROL GARDNER


LUCKY THOMPSON
JOHNNY SMITH  






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19 julho 2016

CRÉDITOS DO PODCAST # 318

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÃO  LOCAL / DATA
KENNY WERNER
Kenny Werner (pi), Dave Holland (bx) e Jack DeJohnette (bat)
IVORONICS
(Kenny Werner) 
New York, 17/junho/1997
WORK SONG
(Nat Adderley / Oscar Brown, Jr.)
JAMES MOODY
Dave Burns (tp), William Shepherd (tb), James Moody (sa), Pee Wee Moore (sbar), Jimmy Boyd (pi), John Latham (bx) e Clarence Johnston (bat)
A SINNER KISSED AN ANGEL
(Larry Shayne / Mack David / Ray Joseph)
Hackensack, N.J., 12/dezembro/ 1955
THE GOLDEN TOUCH
(Quincy Jones)
JACK SHELDON
Jack Sheldon, Chet Baker (tp), Stu Williamson (v-tb), Herb Geller, Art Pepper (sa), Harold Land (st), Paul Moer (pi,arr), Buddy Clark (bx) e Mel Lewis (bat)
ANYHOW (Paul Moer)
Los Angeles, 6/março/1959
J.S. (Paul Moer)
JOE ALBANY
Joe Albany (pi), Hugo Rasmussen (bx) e Hans Nymand (bat)
SWEET AND LOVELY
(Gus Arnheim / Jules LeMare / Harry Tobias) 
Live "Jazzhus Montmartre", Copenhagen, Dinamarca, 30/abril/1973
BIRDTOWN BIRDS
 (Joe Albany) 
LOU MCGARITY
Lou McGarity (tb), Dick Cary (pi), George Barnes (gt), Jack Lesberg (bx) e Don Marino (bat)
DOWN AMONG THE SHELTERING PALMS 
(Abe Olman / James Brockman)
New York, dezembro/1959
SOME LIKE IT HOT
(Matty Malneck)
DOUG RANEY
Bernt Rosengren (st) sueco, Tomas Franck (sop), Doug Raney (gt), americanos, Jesper Lundgaard (bx) dinamarquês e  Jukkis Uotila iúkis (bat)  *atua Ben Besiakov (pi)
GOOD MORNING
(Bernt Rosengren) 
Copenhagen, Dinamarca, 9/setembro/1988
SOLAR (Miles Davis)  *
BUSTER WILLIAMS
Stefon Harris (vib), Patrice Rushen (pi), Buster Williams (bx, ldr) e Lenny White (bat)
THE WIND OF AN IMMORTAL SOUL
(Buster Williams)   
New York, 2008

18 julho 2016

FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE NICE CANCELADO - LUTO E SEGURANÇA


Devido ao terrível episódio diabólico e covarde contra uma multidão comemorando o Dia da Bastilha em Nice, as autoridades francesas e os organizadores do aclamado Festival Internacional de Jazz concordaram em suspender.
Este festival, que começou na forma de uma versão muito humilde em 1948, vinha desempenhando de forma constante a cada ano e ao longo das últimas quatro décadas, tornando-se um dos mais importantes da Europa. Certamente não será realizado novamente até o verão europeu do próximo ano.
Entre as estrelas que estariam a participar este ano o Trio Scofield-Mehldau-Giuliana, Abdullah Ibrahim, Brigitte, Massive Attack, Robert Plant, Geraldine Laurent, Snarky Puppy, George Clinton, Avishai Cohen, Melody Gardot, James Hunter, Daniel Freedman  e dezenas de outros.

O festival iria começar na noite passada e teria se estendido até 20 de julho.

15 julho 2016

P O D C A S T # 3 1 8

JOE ALBANY 
KENNY WERNER 

LOU MCGARITY 

JACK SHELDON





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14 julho 2016

RECENTE BIOGRAFIA DE CHARLIE PARKER "CORRIGE" ALGUNS MITOS

Uma recente e nova biografia de Charlie Parker, escrita pelo arquivista e historiador do jazz Chuck Haddix, intitulada ─ "Bird, The Life and Music of Charlie Parker" foi recebida com aclamação pela crítica e comentários como - "uma verdadeira imagem do músico de jazz complicado e grande."
Uma pesquisa feita por Haddix foi meticulosa. Além de todos os tipos de documentos, declarações que inclui histórias pessoais de amigos, jornalistas, familiares e músicos que conheciam intimamente "Bird".
De acordo com os críticos da Ejazznews este livro centra-se sobre a vida pessoal de Parker, e "corrige" um monte de desinformação e mitos criados ao longo dos anos sobre um dos músicos mais influentes do século XX.
Explora suas dores e seus triunfos, suas dificuldades em Kansas City, no início, sua associação com Dizzy Gillespie e a criação de Be-bop, sua detenção em um hospital psiquiátrico na Califórnia, seu retorno bem sucedido para a fama mundial, o seu relacionamento conturbado com Chan sua quarta esposa, a morte de sua filha Pree, e sua morte prematura devido a excessos em sua vida.
Chuck Haddix é o diretor de arquivos de som Marr das bibliotecas da Universidade de Missouri-Kansas. Ele também é co-autor de "Kansas City Jazz: De Ragtime To Be-bop". Ele ensina História do Jazz no Kansas City Art Institute. Ele também tem um programa de rádio que inclui jazz, blues e rhythm and blues.
Parker levou uma vida realmente atribulada pela droga, álcool e fama, consagrado como gênio, naturalmente muitas histórias foram criadas ou mal contadas e incluídas em outras biografias.

(adaptado de Noticias de Jazz)

12 julho 2016

CRÉDITOS DO PODCAST # 317

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÕES LOCAL e DATA
CHARLIE SHAVERS 
Charlie Shavers (tp), Al Watson (pi), Joe Schmalz  (bx) e Ed Knil (bat)
UNDECIDED
 (Charlie Shavers)
Columbus, Ohio, 1960
WILLIE JONES, II
Roy Hargrove (tp), Steve Davis (tb), Greg Tardy (st), Eric Reed (pi), Gerald Cannon (bx) e Willie Jones, III (bat, ldr)
JAMES TUNE
 (James Mahone)
New York, agosto/2001
COMPANHIA ESTADUAL DE JAZZ
Sergio Fayne ao piano, Fernando Clark na guitarra, Chico Pessanha na bateria e Reinaldo Batista Figueiredo no contrabaixo
MESTRE BIMBA
 (Bebeto / Hélcio Milito / Luíz Eça)
Rio de Janeiro, 2000
ANDY KIRK
Andy Kirk And His Twelve Clouds Of Joy: Harry Lawson, Paul King, Earl Thompson (tp), Ted Donnelly, Henry Wells (tb), John Harrington (sbar), John Williams (sa), Dick Wilson (st), Mary Lou Williams (pi,arr), Ted Robinson (gt), Booker Collins (bx), Ben Thigpen (bat), Pha Terrell (vcl) e Andy Kirk (direção)
ALL THE JIVE IS GONE

 (Will Tompson)
New York, 2/março/1936
BILLY TAYLOR
Billy Taylor (pi), Charles Mingus (bx) e Marquis Foster (bat)
WHAT IS THIS THING CALLED LOVE
(Cole Porter)
Live at Broadcast "Storyville Club", Boston, outono /1952
VON FREEMAN 
Von Freeman (st), Richard Wyands (pi), John Webber (bx) e Jimmy Cobb (bat)
HARD HITTIN'
 (Mack Gordon)
New York, maio/2003
LOWELL FULSON
Eddie Chamblee, John Johnson, Choker Campbell (st), Earl Brown (sa), Leroy Cooper (sbar), Phillip Gibeaux (tp), Fats Morris (tb), Paul Drake (pi), Lowell Fulson (gt, ldr), Willie Dixon (bx) e Robert Sims (bat)
ROLLING BLUES
 (Bo Carter)  
Los Angeles, 27/setembro/1954
CAROLL VANWELDEN
Caroll Vanwelden (vcl), Dirk Van der Linden  (gt), Janos Bruneel (bx) e Stijn Wauters (pi)
CHEEK TO CHEEK
(Irving Berlin)
Berlin, 01/dezembro/2010
GERALD WILSON
The Gerald Wilson Orchestra : Snooky Young, Bob Clark, Frank Szabo, George Graham, Tony Lujan, Bobby Shew (tp), Charlie Loper, Ira Nepus, Thurman Green, Alex Iles (tb), Maurice Spears (b-tb), John Stephens, Randall Willis (sa), Carl Randall, Louis Taylor (st), Jack Nimitz (sbar), Brian O'Rourke (pi), Anthony Wilson (gt), Trey Henry (bx), Mel Lee (bat) e Gerald Wilson (cond,arr)
THE FEATHER
(Gerald Wilson)
Los Angeles, CA, 1995
JOSHUA BREAKSTONE
Joshua Breakstone (gt), Lisle Atkinson (bx) e Eliot Zigmund (bat)
NO ONE NEW
(Joshua Breakstone)
Paramus, N.J., 8/ janeiro/2009
THAD JONES & MEL LEWIS BAND
Thad Jones (cnt), Snooky Young, Bill Berry, Jimmy Nottingham, Richard Williams, Marvin Stamm (tp), Bob Brookmeyer (v-tb), Tom McIntosh, Garnett Brown (tb), Cliff Heather (b-tb), Jerome Richardson, Jerry Dodgion (sa), Joe Farrell, Eddie Daniels (st), Pepper Adams (sbar). Sir Roland Hanna (pi) Sam Herman (gt), Richard Davis (bx) e Mel Lewis (bat)
THE SECOND RACE
(Thad Jones)  
Live "The Village Vanguard", New York, 28/abril/1967

11 julho 2016

RETORNO DE DIANA KRALL


Depois de se recuperar plenamente de uma pneumonia que a manteve longe dos estúdios de gravação e dos palcos, há dois anos atrás, Diana Krall começa esta semana uma turnê pela Europa para promover seu álbum "Wallflower".

Como já anunciou a Verve, irá lançar os 8 principais álbuns anteriores no formato LP (vinil).
Os álbuns são cronologicamente: ALL FOR YOU (tributo a Nat King Cole), LOVE SCENES, WHEN I LOOK IN YOUR EYES, THE LOOK OF LOVE, LIVE IN PARIS, THE GIRL IN THE OTHER ROOM, FROM THIS MOMENT ON e QUIET NIGHTS. Os quais possuem grandes músicos de jazz que acompanharam Diana Krall, dentre eles: Russell Malone, Paul Keller, Christian McBride, Jeff Hamilton, John Clayton, Paulinho Da Costa, Anthony Wilson, John Pisani, Romero Lubambo, e outros. Eles estarão disponíveis para venda em 15 de julho.
A promoção de Wallflower começou no início do ano passado, mas agora retornaram significativamente suas performances ao vivo, especialmente em cidades dos EUA e Canadá.
A partir de amanhã, a digressão europeia inclui datas em Nápoles e Bollate, Itália; Linz, Áustria; Zurique e St Moritz, Suíça; Lisboa e Porto, Portugal; Sete, Juan-Les-Pins, Marciac e Narbonne, França; e San Sebastian, Madrid e Peralda, Espanha.
Os 8 LPs que irão ser lançados pelo selo Verve fazem parte das comemorações do 60º aniversário deste selo de jazz famoso, fundado pelo lendário promotor Norman Granz. 
Parece o grande retorno à ERA VINIL !!!!

(adaptado de Noticias de Jazz de Pablo Aguirre)