Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Mestre Goltinho); David Benechis (Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) *in memoriam*, Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Luciana Pegorer (PegLu), Mario Vieira (Manim), Luiz Carlos Antunes (Mestre Llulla) *in memoriam*, Ivan Monteiro (I-Vans), Mario Jorge Jacques (Mestre MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels), Pedro Cardoso (o Apóstolo), Carlos Augusto Tibau (Tibau), Flavio Raffaelli (Flavim), Luiz Fernando Senna (Senna) *in memoriam*, Cris Senna (Cris), Jorge Noronha (JN), Sérgio Tavares de Castro (Blue Serge) e Geraldo Guimarães (Gerry).

CRÉDITOS DO PODCAST # 580

24 julho 2021

 

LIDER

EXECUTANTES

TEMAS e AUTORES

GRAVAÇÃO  LOCAL / DATA

ALAN MATHESON

Alan Matheson (flh), Rob McKenzie (tb), Julia Nolan (ssop,sa), David Branter (st, cl), Chris Sigerson  (pi), Russ Botten (bx) e Craig Scott (bat)

ALLEGRO

 (Oscar Hammerstein II / Richard Rodgers)

Vancouver, British Columbia, Canada, 31/maio/1994

THE QUESTION (Alan Matheson) 

BARBARA MORRISON

Barbara Morrison (vcl), Steve Campos (tp), Charles McNeal (st), John R. Burr (keyboards), Danny Caron (gt), Ruth Davies (bx) e John Haynes (bat)

I LOVE BEING HERE WITH YOU

 (Peggy Lee / Bill Schluger)

Live at "9:20 Special", San Francisco, CA, 30/maio/2002

GOING TO CHICAGO

 (Count Basie / Jimmy Rushing)

DAVE MCKENNA

Bob Wilber (sa, ssop), Dave McKenna (pi), Ron Rubin (bx) e Derek Hogg (bat)

JONATHAN'S WAY (Bob Wilber)   

Live at Londres, abril/1978

BLACK AND BLUE

(Harry Brooks / Andy Razaf / Fats Waller)

GEORGE WEIN

George Wein And The Storyville Sextet: Harold "Shorty" Baker (tp), Tyree Glenn (tb), Pee Wee Russell (cl), George Wein (pi), Bill Crow (bx) e Mickey Sheen (bat)

I AIN'T GOT NOBODY

(Roger Graham / Dave Peyton / Spencer Williams)

Live at "Museum of Modern Art", New York, 16/junho/1960

UNDECIDED

 (Sydney Robin / Charlie Shavers)

J.R. MONTEROSE

Ira Sullivan (tp), J.R. Monterose (st), Horace Silver (pi), Wilbur Ware (bx) e Philly Joe Jones (bat)

THE THIRD (Donald Byrd)

Hackensack, N.J., 21/outubro/1956

BEAUTEOUS  (Paul Chambers)

MARTIAL SOLAL

Fats Sadi (vib), Martial Solal (pi), Benoit Quersin (bx) e Christian Garros (bat)

TIME ON MY HANDS

(Harold Adamson / Mack Gordon / Vincent Youmans)

Paris, 1/junho/1956

CROSS YOUR HEART  (Buddy DeSylva / Lewis Gensler)

JOEY ALEXANDER

Joey Alexander (pi), Larry Grenadier (bx) e Ulysses Owens, Jr. (bat)

GIANT STEPS (John Coltrane)

New York, 26/outubro/2014

P O D C A S T # 5 8 0

23 julho 2021

 

ALAN MATHESON 

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MEXENDO NA DISCOTECA.

21 julho 2021

Olá turma.
Na minha mexida desta vez eu selecionei um Lp de um grande saxofonista que sempre me impressionou pela sua “potência” no sopro e grande senso de desenvolvimento nos improvisos. Eu o acompanho desde da época que ele atuava na banda do Woody Herman e depois nos seus trabalhos na West Coast. Um grande ícone do Jazz. BILL PERKINS.
O Lp que eu selecionei leva o título de QUITELY THERE. Aqui ele apresenta seu quinteto e como convidado Victor Feldman..   
Selo: Riverside Records – RS-3052
Gravação: Original Sound Studios, Hollywood; November 23, 28 and 30, 1966
O quinteto:
Bass – Red Mitchell
Drums – Larry Bunker
Electric Guitar, Classical Guitar – John Pisano
Piano, Organ, Vibraphone – Victor Feldman
Tenor Saxophone, Baritone Saxophone – Bill Perkins
O tema que eu selecionei do Lp: Emily
Uma das mais bonitas baladas que já ouvi.
Espero que vocês gostem.
Forte abraço e muita saúde.







 








Série: Histórias do Jazz

 

DO OUTRO LADO DO JAZZ # 11                                                                                       

MÚSICA SEM PAUTA                             

Muito se tem falado de músicos extraordinários que nem mesmo sabem ler partituras, talentos natos que só sobrevivem na música popular, notadamente na de Jazz. Em nosso folclore existem contadores de estórias e poetas repentistas que não sabem ler e eles próprios perguntam : ― “e para quê?”

Suas imagens são espontâneas, improvisadas no contexto de suas estruturas. Assim se passa com a música de Jazz oriunda do folclore negro, ainda inculto, mas espontâneo e criativo.

Duvidamos que um Buddy Bolden precisasse ler música, e para quê ?

BUNK JOHNSON, cornetista que integrou a banda de Bolden entre os anos de 1895 e 1899, afirmou em seu depoimento registrado em 1945, para a biblioteca do Congresso Americano dentre outras coisas o seguinte:  ― “Buddy não lia uma só nota, mas tocava realmente muito bem.  Juntos fizemos muitos Blues famosos e antes de Buddy ter enlouquecido e ser internado, nós matamos todas as grandes bandas de Nova Orleans. O que fez com que nossa King Bolden Band fosse a 1ª a tocar Jazz foi o fato de ninguém alí saber ler nenhuma nota de música, criavamos tudo na expontaneidade. Posso garantir a todos que fomos os primeiros a tocar Jazz na cidade ou em qualquer outra parte do mundo”.

Os pioneiros de New Orleans não sabiam ler partituras e esta intelectualização começou a ser difundida com os creoles possuidores de melhores condições sócio-culturais.

Torna-se claro e óbvio que o rendimento técnico da maioria dos músicos que sabe ler partituras é melhor, até porque o Jazz tradicional de improvisação coletiva foi cedendo lugar a conjuntos maiores com “ensembles” (*) arranjadas, chegando até as “big bands” interpretando enorme repertório, inviável se seus músicos não soubessem ler as notações em pauta.

Benny Goodman exigia boa leitura de seus músicos, ensaiava bastante qualquer nova peça,  já Count Basie agia de modo diferente.  Earl Warren saxofonista alto da banda conta que no fim dos anos 30 ainda eram poucos os arranjos inteiramente escritos e a orquestra ensaiava tal qual numa “jam-session” bem descontraída.  Desta forma, combinavam as “ensembles”, os “riffs”, a entrada dos solistas e a quantidade de “choruses” de cada um, tudo sob a supervisão de Basie.

Isto é o que se chamou de  “Head Arrangement” (literalmente  “Arranjo de Cabeça”) e  assim foram gravados alguns dos grandes sucessos da orquestra: - “Jumpim At The Woodside”, “Every Tub”, “Blues In The Dark”, “Doggin’Around”, dentre outros.

Billie Holiday era da maior simplicidade e espontaneidade,  não sabia ler música, mas bastava o pianista passar a melodia e pronto, Billie pegava o tom, o “feeling” da canção.  Assim ocorreu quando da gravação de  “Night and Day” em 1939, canção que jamais tinha ouvido e o pianista Joe Sullivan que a acompanhava dedilhou no estúdio e pouco depois foi gravada essa obra prima.

Outra figura de grande espontaneidade foi Bix Beiderbecke, cornetista branco, dotado de  “feeling” negróide e que também não lia quase nada de música. Tornou-se famosa a estória de que atuando na orquestra sofisticada e "sinfônica" de Paul Whiteman, costumava colocar um jornal na estante fingindo ler uma partitura. Quando dos ensaios enrolava um pouco no início dos “ensembles”, mas depois de 02 ou 03 passagens já tinha tudo de cor. No entanto, na hora de solar levantava-se e então, ficava à vontade. Whiteman sabia de tudo, mas estava mais interessado justamente nas exuberantes passagens que Bix proporcionava.

Um fato muito interessante ocorrido com Louis Armstrong logo ao entrar para a banda de Fletcher Henderson, (contado por Don Redman) é que Armstrong no primeiro ensaio olhava perplexo para a partitura de trompete que Henderson distribuíra.

A orquestração indicava passagens desde o fortíssimo cuja notação era "ff", indo até o pianíssimo indicado por "pp" e Armstrong, que já não era muito versado em leitura de música, jamais tinha visto aquilo em partituras.  Estava preocupado, mas firme. Por algum motivo, percebeu que os "ff" significariam uma passagem em fortíssimo e se tranquilizou.  A banda começa a tocar e ao surgirem os “efes” vai “subindo” num crescendo e Louis acompanhando firme e quando na notação surge o "pp" a banda vai “caindo” para o pianíssimo e Armstrong continua “subindo”, tocando cada vez mais alto, até que Henderson pára tudo e diz:

― ” Louis, você não está seguindo o arranjo!”.

Louis: ― ”Claro que sim, estou lendo tudo nesta folha”.

Henderson: - “E o que me diz destes "pp" ?

Louis mais que depressa, porém já meio desajeitado ― ”Suponho que seja power-plenty" (força-total) – “Não Louis é pianíssimo!” O pessoal caiu na gargalhada, inclusive Henderson e o próprio Armstrong.

Muitos episódios existem envolvendo músicos sem saber ou com dificuldade em ler partituras. Errol Garner criou um estilo único e genial de tocar piano e é quase certo que se soubesse ler música jamais tivesse ocorrido dessa forma.

 

(*) - Ensemble - diz-se da parte da execução em que todos os instrumentos tocam juntos não especificamente em uníssono, mas ao mesmo tempo.

CRÉDITOS DO PODCAST # 579

17 julho 2021

 

LIDER

EXECUTANTES

TEMAS e AUTORES

GRAVAÇÃO LOCAL e DATA

TAL FARLOW

Claude Williamson (pi), Tal Farlow (gt), Red Mitchell (bx) e Stan Levey (bat)

MANHATTAN

(Lorenz Hart / Richard Rodgers)

Los Angeles, 17/janeiro/1955

HOW DEEP IS THE OCEAN ? (Irving Berlin)

James Williams (pi), Tal Farlow (gt), Gary Mazzaroppi (bx) e Vinnie Johnson (bat)

I'VE GOT THE WORLD ON A STRING

(Harold Arlen / Ted Koehler)

New York, agosto/1982

Frank Wess (st), Dick Hyman (pi), Tal Farlow (gt), Wendell Marshall (bx) e Osie Johnson (bat)

BLUES IN THE NIGHT

(Harold Arlen / Johnny Mercer)

New York, 16/dezembro/1959

Gerry Wiggins (pi), Tal Farlow (gt), Ray Brown (bx) e Chico Hamilton (bat)

TAL’S BLUES (Tal Farlow)

Los Angeles, 16/novembro/1954

AND SHE REMEMBERS ME

(Tal Farlow)

Eddie Costa (pi), Tal Farlow (gt), Vinnie Burke (bx)

LIKE SOMEONE IN LOVE

(Johnny Burke / James Van Heusen)

New York, 31/maio/1956

METEOR (Tal Farlow)

Bob Enevoldsen (v-tb), Bill Perkins (st), Bob Gordon (sbar), Tal Farlow (gt), Monty Budwig (bx) e Larance Marable (bat) 

OUT OF NOWHERE

(Johnny Green / Edward Heyman)

Los Angeles, 3/maio/1955

Hank Jones (pi), Tal Farlow (gt), Oscar Pettiford (cello), Ray Brown (bx) e Henry Bellson (bat)

THE WAY YOU LOOK TONIGHT

(Dorothy Fields / Jerome Kern)

New York, 11/fevereiro/1956

John Scully (pi), Tal Farlow (gt), Jack Six (bx) e Alan Dawson (bat)

STRAIGHT NO CHASER

(Thelonious Monk)

New York, 23/setembro/1969

Tal Farlow, Don Arnone (gt), Clyde Lombardi (bx) e Joe Morello (bat)

ROCK AND RYE

(Jimmy Mundy)

Hackensack, N.J., 11/abril/1954

Eddie Costa (pi), Tal Farlow (gt) e Vinnie Burke (bx)

ISN'T IT ROMANTIC?

(Lorenz Hart / Richard Rodgers)

New York, 5/junho/1956

P O D C A S T # 5 7 9

16 julho 2021

MÚSICO EM FOCO - TAL FARLAW


 

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14 julho 2021

 

Série: Histórias do Jazz

 DO OUTRO LADO DO JAZZ # 10

O  JAZZ  NO  CINEMA

A gravação de imagens em movimento foi outra grande conquista tecnológica, "pari passu" com a gravação de áudio e o inevitável casamento entre elas adveio no filme intitulado ― “The Jazz Singer” (Warner Bros, direção de Alan Crosland) e estrelado pelo cantor Al Jolson.  Este foi o primeiro filme em que a voz era sincronizada com as cenas e não um filme apenas com músicas e sons reproduzidos em background, já existente.

O processo foi desenvolvido pela Vitaphone Corp, mas mesmo assim ― “O Cantor de Jazz” não possuí diálogos sonoros os quais foram escritos tal qual nos filmes inteiramente mudos.

A première histórica do filme aconteceu em uma quinta-feira, 06 de outubro de 1927 e lá estava em letras garrafais a palavra Jazz. Entretanto, no conteúdo do filme nada tinha de música de Jazz.

Al Jolson era um cantor popular que atuava na Broadway sem maiores vínculos com o Jazz seu estilo estava mais para o vaudeville. No filme representa um jovem judeu ― Jackie Rabinovitz ― cujo pai, um rabino extremamente conservador, não admitia a carreira de cantor profano do filho.

A parte musical fica por conta da canção de forma apenas suingante  Too,Too,Ttsie”  de Gus Kahn, de um trecho ao piano de  “Blue Skies”  de Irving Berlin que Jackie canta para a mãe, e da interpretação de “My Mammy” (Walter Donaldson / Joe Young & Sam Lewis) com o rosto pintado de preto representando um negro-menestrel.

Jolson ganhou cerca de um milhão de dólares e Jelly Roll Morton nunca se conformou, dizendo amargamente ― “Um filme de 8 bobinas! e que não comporta uma só nota de Jazz!”. O oportunismo era flagrante, em plena “Era do Jazz”, era um bom argumento publicitário a palavra Jazz no título do filme  (o que se estende até hoje, nomear algo de Jazz para ganhar “status”).

Aliás, até os dias atuais são raros os bons e autênticos momentos de Jazz no cinema.   Pouco depois de “O Cantor de Jazz”, outra bomba de efeito comercial surgia em 1930 ― “The King of Jazz” de John Murray, mas que Jazz ? O “Rei do Jazz” para início de conversa era nada menos que Paul Whiteman, que dera este título a sí próprio com seu nada representativo “jazz sinfônico”, ainda que e em todo caso valorizasse Ed Lang (guitarra), Bix Beiderbecke (cnt) e Joe Venuti (violino) como ótimos jazzístas da época.

Poucos filmes conseguiram captar com real intensidade o mundo que rodeia o Jazz e seus músicos,  contudo quando conseguiram um resultado esplêndido, tal como em  “Round Midnight” de Bertrand Tavernier,  “Bird”  de Clint Eastwood,  “Ascensor para o Cadafalso” de Louis Malle de 1957 (uma incursão pela atmosfera "noir" parisiense, com trilha composta por Miles Davis e interpretação de Jeanne Moreau),  “Anatomía de um Assassinato” de Otto Preminger de 1959 com música de Duke Ellington e “New Orleans” de 1947, onde Billie Holliday participa interpretando uma empregada doméstica que ensina a  patroa branca  a tocar blues ao piano  e a leva escondida da família a um Clube de Jazz onde se apresentam vários músicos, inclusive Louis Armstrong e Woody Herman, são alguns dos melhores exemplos.

Centenas de filmes apenas contêm inserções de músicos ou grupos de Jazz sem maiores pretensões ou do tipo biográfico como Música e Lágrimas sobre Glenn Miller. Alguns filmes onde a música de Jazz foi parte importante ou do enredo ou da trilha sonora: Pennies From Heaven de McLeod, 1936 com Louis Armstrong; Artists And Models, de Raoul Walsh, 1937, também com Armstrong; Hollywood Hotel de 1937 com Benny Goodman; Sun Valley Serenade de 1941 com Glenn Miller Orchestra; Birth Of The Blues de 1941 com Bing Crosby e Jack Teagarden's Orchestra; Cabin In The Sky de 1942, com Duke Ellington e Louis Armstrong; Stormy Weather de 1943 com Fats, Waller, Cab Calloway e o sapateador Bill Robinson; Pete Kelly Blues de 1955 com Ella Fitzgerald; The Wild One de 1952 com trilha de Shorty Rogers; Série Noir de 1955 com trilha de Sidney Bechet; Les Liaisons Dangereuses de 1959 com trilha de Thelonious Monk e Duke Jordan e o excelente trompete de Lee Morgan, I Want To Live de 1958 com Gerry Mulligan; The Connection de 1960, com Jackie McLean; Paris Blues de 1961 contando com Duke Ellington e Louis Armstrong, dentre muitos...

Ótimos arranjadores e compositores trabalharam em trilhas sonoras dando alguma contribuição jazzística tais como: Quincy Jones, Lalo Schifrin, Johnny Mandel, Billy May, Neal Hefti, Michel Legrand, Marty Paich, Gil Evans, Lennie Niehaus, Ralph Burns, Leith Steves e outros... Alguns filmes biográficos podem ser destacados em ficção ou semi-ficção como: Young Man With A Horn de Michael Curtiz, 1949, baseado no trompetista Bix Beiderbecke; The Fabulous Dorseys de Alfred E. Green, 1947, sobre os irmãos Tommy e Jimmy Dorsey; The Glenn Miller Story de Anthonny Mann, 1953; The Benny Goodman Story de Valentine Davies, 1955; St. Louis blues, 1958 sobre W.C. Handy com Nat King Cole; The Five Pennies de Melville Shavelson, 1959 sobre Red Nichols; The Gene Krupa Story de Don Weis, 1959; Lady Sings The Blues de Sideny Furie, 1972, supostamente sobre a vida de Billie Holiday (⁕1915 1959) interpretado pela cantora Diane Ross, contudo apenas focalizou de maneira mais degradante possível o problema da cantora com as drogas, existente é sabido, porém Billie merecia muito mais destaque sobre sua vida magnífica de conquistas e encantamento de seu público, em se tratando inegavelmente da maior cantora que o Jazz conheceu, o filme se tornou um desserviço à história da música e da cantora, até porque a música é cantada por Ross uma pálida lembrança de Billie Holiday.

Alta Sociedade (High Society) é um filme estadunidense de 1956 estrelado por Grace Kelly em seu último papel no cinema. Conta com canções de Cole Porter. Alta Sociedade marcou a primeira vez que dois dos mais populares cantores dos Estados Unidos, Bing Crosby e Frank Sinatra, apareceram juntos em um filme, e também os All Stars de Louis Armstrong.

O outro documentário é a extraordinária série JAZZ de Ken Burns em 10 DVD’s com cerca de 19 horas no total, que em capítulos conta a história do Jazz desde os primórdios, no início do século XX até o fim dos anos 90. Além do esplêndido documentário uma coleção de 12 CDs foi lançada pela Columbia, cada disco liderado por um grande músico.

CRÉDITOS DO PODCAST # 578

10 julho 2021

 

LIDER

EXECUTANTES

TEMAS e AUTORES

GRAVAÇÃO

 LOCAL e DATA

TOMMY DORSEY

Tommy Dorsey (tb,ldr), Sonny Berman, Pete Candoli, Vito "Mickey" Mangano, Sal La Perche (tp), Walter Benson, Tommy Pederson, Tex Satterwaite (tb), Heinie Beau (cl,sa), Sid Cooper (sa), Gale Curtis, Al Klink (st), Ernie Caceres (sbar), Milt Raskin (pi), Dennis Sandole (gt), Phil Stephens (bx) Maurice Purtill (bat), strings, Sy Oliver (arranjo)

OPUS ONE

(Sid Garris / Sy Oliver)

Radio Program "Raleigh-Kool Show", Hollywood, CA, 18/agosto/1943

THE MILLS BROTHERS

Donald (tenor principal), Herbert (tenor),  Harry (barítono) e John Jr. (contrabaixo, voz barítono)

New York, 1955

GENE KRUPA

Roy Eldridge (tp,vcl) Joe Ferrante, Bernie Glow, Ernie Royal, Nick Travis (tp), J.J. Johnson, Kai Winding, Jimmy Cleveland, Fred Ohms (tb), Aaron Sachs (cl,st), Hal McKusick, Sam Marowitz (sa), Eddie Shu (st), Danny Bank (sbar), Dave McKenna (pi), Barry Galbraith (gt), John Drew (bx), Gene Krupa (bat), Anita O'Day (vcl) e Billy Byers (arranjo)

New York, 12/fevereiro/1956

BILL EVANS

Freddie Hubbard (tp), Bill Evans (pi), Jim Hall (gt), Percy Heath (bx) e Philly Joe Jones (bat)

YOU GO TO MY HEAD

(J. Fred Coots / Haven Gillespie)

New York, 16/julho/1962

ERIC ALEXANDER

Jim Rotondi (tp), Eric Alexander (st), John Hicks (pi), George Mraz (bx) e  Idris Muhammad (bat)

STRAIGHT STREET

(John Coltrane)

New York, 1/maio/1998

BENNY CARTER

Al Porcino, Stu Williamson, Ray Triscari, Joe Gordon (tp), Frank Rosolino, Tommy Pederson, Russell Brown (tb), Benny Carter (sa), Buddy Collette, Bill Green, Jewell Grant (st), Plas Johnson (sbar), Gerry Wiggins (pi), Barney Kessel (gt), Joe Comfort (bx) e Shelly Manne (bat)

SWINGIN' IN NOVEMBER

(John Klenner / Sam M. Lewis)

Los Angeles, setembro/1958

JESSE VAN RULLER

Jesse van Ruller (gt), Frans van der Hoeven (bx) e Martijn Vink (bat)

THE END OF A LOVE AFFAIR

(Edward Redding)

Live at "Murphy's Law", The Hague, Holanda, 8/julho/2004

PAUL NEDZELA

Paul Nedzela (sbar), Dan Nimmer (pi), David Wong (bx) e Aaron Kimmel (bat)

LISA (Paul Nedzela) 

New York, 2009

GREGORY PORTER 

Gregory Porter (vcl), Yosuke Sato (sa), Chip Crawford (pi), Aaron James (bx) e Emanuel Harrold (bat)

PUTTIN' ON THE RITZ

(Irving Berlin)

New York, 21/julho/2014

JOAN STILES 

Warren Vache (tp), Jerry Dodgion (sa), Frank Wess (st), Joe Temperley (sbar), Joan Stiles (pi,arranjo), John Webber (bx) e Gregory Hutchinson (bat)

ALMOST LIKE BEING IN LOVE

 (Alan Jay Lerner / Frederick Loewe)

New York, 18/janeiro/1998

DONALD BYRD

Donald Byrd (tp), Phil Woods (sa), Al Haig (pi), Teddy Kotick (bx) e Charlie Persip (bat)

HOUSE OF CHAN

 (Phil Woods)

New York, 2/novembro/1956

RANDY SANDKE

Randy Sandke (tp), Dan Barrett (tb), Ken Peplowski (cl), Scott Robinson (b-sax), Mark Shane (pi), Marty Grosz (gt), Linc Milliman (tu) e Dave Ratajczak (bat)

SORRY

 (Raymond Klages / Howdy Quicksell) 

New York, 13março/2007

WALLACE RONEY

Wallace Roney (tp), Antoine Roney (st), Geri Allen (pi), Rahsaan Carter (bx) e Eric Allen (bat)

UN POCO LOCO

(Bud Powell)  

New York, 13/março/2007

JOHNNY GRIFFIN

Lee Morgan (tp), Johnny Griffin, John Coltrane, Hank Mobley( st), Wynton Kelly (pi), Paul Chambers (bx) e Art Blakey (bat)

SMOKE STACK

(Johnny Griffin)  

Hackensack, N.J., 6/abril/1957