Editores e Colaboradores : Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Goltinho); David Benechis (Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) in memoriam, Luciana Pegorer (PegLu), Luiz Carlos Antunes (Llulla) in memoriam, Ivan Monteiro (I-Vans), Mario Jorge Jacques (MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), , Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels), Pedro Cardoso (o Apóstolo) e Carlos Augusto Tibau (Tibau).

BLOG CRIADO em 10 de maio de 2002

OUTRA COLEÇÃO ORIGINAIS DE JAZZ GIANTS

31 outubro 2017

Lembramos que o rótulo Mosaic Records tem à venda uma coleção histórica de seis DVDs ("Jazz Icons" Series 5 box set) de vários gigantes do jazz gravados na televisão francesa e nunca antes publicados nesta forma.
Os músicos que aparecem nos DVDs são: John Coltrane, Thelonious Monk, Art Blakey, Johnny Griffin, Rahsaan Roland Kirk e Freddie Hubbard com seus respectivos conjuntos (exceto Monk, como será visto abaixo).
O Coltrane foi obtido em 1965, quando este saxofonista estava no auge de sua produção artística, e inclui versões ao vivo da ascensão, do quarteto e “A Love Supreme”, - composição que se tornaria um marco na carreira de Coltrane.
O Thelonious Monk DVD só aparece o pianista em solo, tocando em 1969 em um estúdio de televisão, sem o acompanhamento de outros músicos e sem audiência. O rótulo Mosaic Records diz que é uma "grande jóia" e um documento histórico.
O Art Blakey e seus Jazz Messengers de 1959 destaca alguns dos músicos mais famosos que passaram por seus conjuntos: Lee Morgan, Wayne Shorter e Walter Davis Jr., entre outros. "Swing Volcanic" é o título que lhe dado pelo selo que o publica.
O saxofonista Johnny Griffin foi gravado em 1971 e inclui Dizzy Gillespie como convidado e o baterista Art Taylor.
Rahsaan Roland Kirk foi gravado na televisão francesa ao vivo em 1972 em uma apresentação cheia de energia diante de um público entusiasta.
No mesmo ano, os franceses gravaram uma apresentação do lendário trompetista Freddie Hubbard com seu quinteto que incluiu Junior Cook e George Cables. A coleção de DVD, de acordo com a Mosaic Records, os Jazz Icons DVDs, oferecem a melhor restauração de áudio e vídeo que esses filmes já tiveram..

(traduzido e adaptado do blog Noticias de Jazz)

PHOTOCLUB DO CJUB


ANIVERSARIANTES  DO  MÊS    -  JAZZ  &  OUTROS (75)
Novembro 01 a 03
01     Papa Assunto, trombone, Louisiana, 1905
         Lou Donaldson, saxofone.alto, Carolina do Norte, 1926
         Roger Kellaway, piano, Massachusetts, 1939
         Sam Margolis, saxofone.tenor, Massachusetts, 1923
         Lee Ritenour, guitarra, California, 1953
02           Bunny Berigan, trumpete, Wisconsin, 1908
Herb Geller, saxofone.alto, California, 1928
Johnny Richards, composição / arranjo, New York, 1911
Bill Rubenstein, piano, New York, 1928
Phil Woods, saxofone.alto / composição / lider,  Massachusetts, 1931
03             Frances Faye, canto / atriz, New York, 1912
Andy McGhee, saxofone.tenor, Carolina do Norte, 1927
Billy Mitchell, saxofone.tenor, Missouri, 1926
Joe Turner, vocal / piano, Maryland, 1907

  Retornaremos
Série   “PIANISTAS  DE  JAZZ
Algumas Poucas Linhas Sobre o Piano e os Pianistas
43ª Parte
DICK TWARDZIK                                Bopper, apenas 24 anos de vida
Richard Henryck Twardzk, artisticamente DICK TWARDZIK, pianista e compositor norte-americano, nasceu em 30 de abril de 1931 na cidade de Danvers, estado de Massachusetts (vizinho de New York e cuja capital é Boston), vindo a falecer com apenas 24 anos em Paris, França, em 21 de outubro de 1955 (mesmo ano do falecimento de Charlie Parker)
Com apenas 07 anos iniciou seus estudos de música clássica e de piano, destacando-se entre seus diversos mestres Margaret Chaloff, mãe do saxofonista.barítono Serge Chaloff.
TWARDZIK estudou na “Longy School of Music” de Cambridge, em seu estado natal, assim como no “New England Conservatory of Music” de Boston, capital do estado (tradicional instituição privada fundada em 1867), sendo que alí aprendeu a tocar a harpa.
Aos 14 anos iniciou suas atividades profissionais com Herb Poomeroy, Serge Chaloff e Charlie Mariano.
Tocou com as orquestras de Tommy Reynolds, de Charlie Barnet e realizou temporada nos U.S.A. com a banda de Lionel Hampton.
Infelizmente muito cedo tornou-se dependente de droga.
Com 21 anos e nos dias 11 e 14 de dezembro de 1952, TWARDZIK tocou com Charlie Parker no “Hi-Hat Club” de Boston:
-   no dia 11 o sexteto de Charlie Parker com ele ao saxofone.alto, Joe Gordon no trumpete, Bill Wellington no saxofone.tenor, TWARDZIK no piano, Charles Mingus no contrabaixo e Roy Haynes à bateria, apresentaram-se com transmissão pelo rádio e  tendo sido registrada longa execução do clássico “I Remember April” (10’24”) disponível no volume 11 do estojo “BIRD”;
-   no dia 14 e com o rótulo de “Charlie Parker & All Stars”, tendo como apresentador Symphony Sid, reuniu-se a mesma formação sem o tenor de Wellington, apresentação transmitida pela rádio “WCOP”, ficando registrados os temas “Ornithology” (4’11”),  “Cool Blues” (5’22”), “Groovin’ High” (5’20”), “Don’t Blame Me” (8’51”),   “Scrapple From The Apple” (5’51”), “Cheryl”(5’21”) e “Jumpin’ With Symphony Sid” (2’17”), todos no CD Uptown 27.42.  
Nessa época muitos e muitos músicos de Boston, ademais de Charlie Parker depois de atuar com ele, consideravam TWARDZIK um “gênio”.  
Em 1954 e com produção de seu admirador Russ Freeman, ele gravou o álbum “Richard Twardzik Trio” pelo selo “Pacific Jazz”, aclamado pela crítica e pelos músicos como “obra prima”, sendo que que o pianista e compositor Marc Puricelli declarou que “se ele tivesse sobrevivido, teria provavelmente mudado todo o curso do piano do JAZZ”.    É considerado um precursor de Bill Evans e de Keith Jarrett.
O livro de James Gavin “No Fundo de um Sonho – A Longa Noite de Chet Baker” (Editora Schwarcz Ltda., 2002, 493 páginas, excelente tradução de Roberto Muggiat), é pródigo em citações sobre TWARDZIK, destacando-se o trecho em  que afirma a importância “do aporte do rico conhecimento de harmonia clássica e plenitude orquestral trazidos para o teclado;  TWARDZIK debruçava-se sobre cada frase cruzando referências do blues, do boogie-woogie e as harmonias de vanguarda de Thelonius Monk, com toques de Bach, Brahns e Chopin”.
Em 1955 e por influência de seu baterista Peter Litman, “colega de agulha” de TWARDZIK, Chet Baker contratou o pianista para temporada na Europa que se iniciou em Paris em setembro, devendo após seguir pela Holanda, Inglaterra, Dinamarca, Alemanha, Itália e Islândia.
Na sexta-feira 21 de outubro de 1955, o grupo do trumpetista Chet Baker aguardava TWARDZIK para gravação nos “Pathé Sudios” (rua Magellan, próxima do “Champs-Elysées”), mas ante a demora do pianista em comparecer, um telefonema para o Hotel Madeleine na Rua Saint Benoit levou o gerente deste a encontrar TWARDZIK morto por overdose, sendo que a porta do apartamento onde estava hospedado teve que ser arrombada, já que ele a havia trancado por dentro.
As seguintes gravações nos permitem-nos apreciar a arte de TWARDZIK:
-   “Richard Twardzik em Trio”, 1954, “Pacific Jazz”, depois “Mosaic Records”;
-   “Chet Baker In Europe”, pela “Pacific Jazz”, 1955;
-   “The Last Set”, “Pacific Jazz”, 1962;
-   “1954 Impovisations”, “New Artists”, 1954;
-   “Chet Baker With Dick Twardzik”, “Lone Hill Jazz”, 2004;
-  “Chet Baker Quartet Featuring Dick Twardzik – The Lost Holland Concert – September 18, 1955”, selo “RLR”, 2006. 
Como pianistas favoritos TWARDZIK cultuava Art Tatum, Bud Powell, Walter Gieseking, Claudio Arrau e Vladimir Horowitz;   essa miríade de influências pode ser apreciada nas suas gravações (poucas).
Tratou-se de um pianista super-dotado que atuava e compunha com soluções harmônicas próprias, muito pessoais, singulares na história do JAZZ e que, com certeza e infelizmente pela droga, nos negou toda uma história de beleza e criação.


       Prosseguiremos nos próximos  dias com o pianista 
                                                                                    Mel Powell  

CRÉDITOS DO PODCAST # 385

30 outubro 2017

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÃO  LOCAL / DATA
CHUCK MANGIONE
Chuck Mangione (tp), Joe Romano (st), Wynton Kelly (pi), Sam Jones (bx) e Louis Hayes (bat)
BIG FOOT (Charlie Parker) 
New York, 31/julho/ 1962
BLUES FOR SANDAR
 (Chuck Mangione)    
CATHERINE RUSSELL
Catherine Russell (vcl) acc por: Mark Shane (pi), Matt Munisteri (gt), Lee Hudson (bx) e Brian Grice (bat)
AS LONG AS I LIVE
(Harold Arlen / Ted Koehler)
New York, 7/outubro/ 2009
QUIET WHISKEY
 (Henry Glover / Wynonie Harris / Robert Charles Schell / Fred Weismantel)
BENJAMIN SCHAEFER
Benjamin Schaefer (pi), Robert Landfermann (bx) e Marcus Rieck (bat)
THE RED ROOM
(Benjamin Schaefer)
Live at "Loft", Cologne, Alemanha, 7/março/2007
HONOURFIELD PARADE
  (Benjamin Schaefer)   
GERALD WILSON
Jon Faddis, Jimmy Owens, Eddie Henderson, Frank Greene, Sean Jones (tp), Clark Terry (flh), Benny Powell, Luis Bonilla, Dennis Wilson, Douglas Purviance (tb), Jesse Davis, Jerry Dodgion (sa), Jimmy Heath, Frank Wess (st), Jay Brandford (sbar), Kenny Barron (pi), Oscar Castro-Neves (gt), Larry Ridley (bx), Lewis Nash (bat) e Lenny Castro (perc) Gerald Wilson (arranjo e condução)
BLUES FOR THE COUNT
 (Count Basie / Oscar Peterson) 
New York, 26/fevereiro/2003
MILESTONES (Miles Davis) 
RANDY SANDKE
Randy Sandke (tp,arr,dir), Warren Vache (tp), Wycliffe Gordon (tb), Allan Vache (cl), Ken Peplowski (st, cl), Scott Robinson (sa), Joe Temperley (sbar), Mark Shane (pi), Howard Alden (gt), Rodney Whitaker (bx) e Joe Ascione (bat)
42nd STREET
(Al Dubin / Harry Warren) 
Live at "Sylvia & Danny Kaye Playhouse", New York, 16/junho/1999
Medley: ROSE OF WASHINGTON SQUARE
 (James F. Hanley / Ballard MacDonald)         e BROADWAY ROSE
 (Victor Arden / Fried / Spencer)
BUCK CLAYTON
Buck Clayton, Roy Eldridge (tp), Vic Dickenson (tb), Earl Warren (sa), Bud Freeman (st), Sir Charles Thompson (pi), Bill Pemberton (bx) e Oliver Jackson (bat)
INTO THE BLUES BAG
(Buck Clayton)
Paris,  12/março/1967

GANHADORES DE 2017 DA " DownBeat Readers Poll "

29 outubro 2017











A edição de dezembro da famosa revista internacional de jazz ─ DownBeat trará a lista completa de músicos que foram escolhidos como favoritos ou "melhores" avaliados pelos leitores desta publicação, mas oferecemos um adiantamento dessa lista pelo Jazz News.
Esta pesquisa é realizada anualmente já por 82 anos e é a mais prestigiada do mundo do jazz.
Entre os músicos mais destacados que ganharam em mais de uma categoria estão Wynton Marsalis e Maria Schneider.
Nas várias categorias, são os seguintes os vencedores da votação por leitores da DownBeat deste ano:

GALERIA DE FAMOSOS: Wynton Marsalis
JAZZ ARTISTA: Chick Corea
JAZZ GROUP: Snarky Puppy
BIG BAND: Orquestra Maria Schneider
ALBUM DE JAZZ: Diana Krall, “Turn Up The Quiet”
ÁLBUM HISTÓRICO: Trio de Bill Evans, “On A Monday Evening”
TROMPETE: Wynton Marsalis
TROMBONE: Trombone Shorty
SAX SOPRANO: Wayne Shorter
SAX ALTO: Kenny Garrett
SAX TENOR: Chris Potter
SAX BARITONO: James Carter
CLARINETE: Anat Cohen
FLUTE: Hubert Laws
PIANO: Herbie Hancock
TECLADOS: Herbie Hancock
ORGÃO: Joey DeFrancesco
GUITARRA: Pat Metheny
CONTRABAIXO: Christian McBride
BAIXO ELÉTRICO: Stanley Clarke
VIOLINO: Regina Carter
BATERIA: Jack DeJohnette
PERCUSSÃO: Sheila Escovedo
VIBRAFONE: Gary Burton
VOCALISTA MASCULINO: Gregory Porter
VOCALISTA FEMININA: Diana Krall
COMPOSITOR: Maria Schneider
ARRANJADOR: María Schneider
SELO DE GRAVAÇÃO: Blue Note
ARTISTA BLUES: Buddy Guy
ALBUM BLUES: Taj Mahal e Keb Mo, Tajmo


 

(traduzido e adaptado do blog Noticias de Jazz)

ADEMIR JUNIOR LANÇA "SENSAÇÕES", O SEGUNDO VOLUME DA SÉRIE "CAMALEÃO"

28 outubro 2017

“Todos os seres vivos são tocados pelo poder das vibrações musicais. Ela tudo permeia e a todos ela sempre diz algo sem palavras.” É assim que o saxofonista Ademir Junior expressa a singularidade da Música.
Endorser dos saxofones Selmer e das palhetas Vandoren, marcas respeitadas no mundo dos sopros, Ademir faz jus ao reconhecimento pelo seu estilo vibrante, criativo e pela sua total fluência na linguagem do jazz.
Um músico extraordinário.
Em continuidade à série Camaleão, nos apresenta o espetacular disco Sensações, o segundo volume da trilogia. Tocando tenor, clarineta e EWI, Ademir tem ao seu lado nessa sessão Moises Alves no trompete, Marcos Wander no trombone, Alex Carvalho na guitarra, Marcelo Corrêa no piano, Hamilton Pinheiro no baixo elétrico, Guilherme Santana na bateria e Carlos Pial na percussão; e os convidados especiais Mario Morejon El Indio e Sidmar Vieira nos trompetes e Junior Ferreira no acordeão.


Sensações traz um belo encarte baseado na literatura de cordel, representando a cultura nordestina em um livreto que, originalmente, tem a capa feita com xilogravura e textos impressos em tipografias.
Ademir detalha cada tema do disco nas linhas do encarte, e reforça que a influência de ritmos brasileiros nas músicas tinha que estar impregnada também em todo o visual da capa e encarte, que tem o design gráfico de Karina Santiago.

No repertório, uma devoção a John Coltrane em “Nativos”, usando a essência da clássica “A Love Supreme”; traz a essência do blues em um baião cheio de groove em “Mexidão”, e ele misturado com texturas orientais em “Coisas de Lá”; faz a alternância de ritmos em “Andarilho”, inspirada no tema “Knozz-moe-King” de Wynton Marsalis, em que retrata no título a vida daquele de corre, cansa e volta a sua caminhada buscando folego para uma nova aventura. Tem balada em “Madrugada”, um apelo a reflexão às coisas simples da vida, um spiritual em 4 frases, onde as notas abordam o caminho da sinceridade, devoção e paz ao fim de cada dia; como um mantra,  filosofa em “Saudades do futuro”; e resgata um tema guardado há 6 anos, esperando a melodia, “Xote Candango”, inspirado em nossa festas juninas, crianças, fogueira e muita comida.
Mais inspiração em “Fasgroove” em um apanhado de estilos e propostas de grooves, harmonias modais e melodias rápidas, tema inspirado em Gillespie e Miles; e a homenagem a Michael Brecker na balda “Tributo MB”, composta no período dos últimos meses de sua vida como forma de gratidão ao legado e importância desse grande músico em sua trajetória como saxofonista.

Ademir é objetivo sobre esse novo trabalho, diz ele –
“Sensações são percepções inicias de tudo que ouvimos com os sons musicais, e é por meio delas que apreciamos, nos afastamos, gostamos, refletimos, nos inspiramos e podemos até tomar decisões sobre inúmeros assuntos de vida. A música é a passagem para o mundo perceptivo da mente, virtual, metafísico ou espiritual, como cada um prefere chamar, e é onde os 5 sentidos aguardam ansiosos suas novas Sensações.”


www.ademirjunior.com/

P O D C A S T # 3 8 5

CHUCK MANGIONE 
CATHERINE RUSSELL 


BENJAMIN SCHAEFER 
RANDY SANDKE


]
UMA VEZ QUE O PROVEDOR ZIPPYSHARE CONTINUA COM PROBLEMA E APROVEITANDO A "DICA" DE NOSSO COMPANHEIRO TIBAU ACIMA  UM NOVO STREAM PARA O PROGRAMA. SE QUISER BAIXAR O ARQUIVO DE ÁUDIO DEVE USAR O LINK ABAIXO E FAZER O DOWNLOAD NOW NO SITE DO ZIPPYSHARE.

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ANIVERSARIANTES  DO  MÊS    -  JAZZ  &  OUTROS (74)
Outubro 28 a 31
28       Bill Harris, trombone, Pensilvania, 1916
Dink Johnson, piano / bateria / clarinete, Massachusetts, 1892
         Kent Jordan, flauta, Louisiana, 1958
         Cleo Laine, canto, Inglaterra, 1927
         Chico O’Farrill, trumpete / composição, Cuba, 1921
         Rudy Powell, Sr., clarinete / saxofone.alto, New York, 1907
29       Neal Hefti, trumpete / composição, Nebraska, 1922
Zoot Sims, saxofone.tenor, California, 1925
James Woods, saxofones alto e tenor / flauta / líder, Massachusetts, 1934
30     Clifford Brown, trumpete, Delaware, 1930
Booker Erwin, saxofones, Texas, 1939
Augustin Lara, composição, Mexico, 1897
         Teo Macero, saxofones / composição, New York, 1925
31     Chris Griffin, trumpete, New York, 1915
Illinois Jacquet, saxofone.tenor, Louisina, 1922
Ted Nash, saxofone.tenor / flauta / piccolo, Massachusetts, 1922
Les Tomkins, escrita, Inglaterra, 1930
Ethel Waters, canto, Pensilvania, 1896

  Retornaremos

26 outubro 2017

Série   “PIANISTAS  DE  JAZZ
Algumas Poucas Linhas Sobre o Piano e os Pianistas
42ª Parte
HERMAN  CHITTISON        Ancorado em ART TATUM
O pianista norte-americano HERMAN CHITTISON nasceu no dia 15 de outubro de 1908 na cidade de Flemingsburg, no Kentucky, estado do meio-leste americano que conta com 97 importantes cidades (por exemplos Albany, Madisonville, Elizabethtown, Columbia, Independence, Middlesboro, Jackson, para citar algumas)  e cuja capital é Frankfort.   Faleceu vitima de câncer nos pulmões com 59 anos em 08 de março de 1967 na cidade de Cleveland, estado de Ohio.
CHITTISON aprendeu a tocar piano com 08 anos de idade, passou a estudar com grande dedicação mas em 1927, com 19 anos, assistiu ao vivo a orquestra de Fletcher Henderson:   a impressão foi imediata e profunda, o que o levou a abandonar os estudos e passou a tocar com o grupo “Kentucky Derbies”, com ele permanecendo até 1928.
Passou a tocar de 1928 até 1931 com os “Chocolate Beau Brummels” do banjoísta Zack Whyte, cuja formação incluía:  Sy Oliver, Henry Savage e Bubber Whyte (irmão de Zack) nos trompetes, Floyd Brady no trombone, Clarence Paige, Ben Richardson e Earl Tribble nos saxofones.alto, Al Sears nos saxofones.tenor e barítono, Montgomery Morrison na tuba, CHITTISON no piano, o líder Zack no banjo e William Benton à bateria.
Paralelamente CHITTISON acompanhava as apresentações do cômico Stepin Fletchir estrela maior de um grupo de variedades (“vaudeville”), sendo que em 1930 gravou os 02 lados de um 78rpm com Clarence Williams
Já desligado do grupo de Zack White e chegando em 1932 a New York trabalhou com as grandes Ethel Waters e Adelaide Hall.
No ano seguinte, 1933, CHITTISON gravou mais 02 faixas em 78rpm, fazendo duo BB
Seguiram-se mais 06 faixas com a orquestra de Clarence Williams, ocasião em que Willie “The Lion” Smith foi o segundo pianista.
De 1934 até 1938 CHITTISON estabeleceu-se no Velho Continente, quase sempre na banda de Willie Lewis (vide “Observação” ao final), mas também apresentou-se e gravou com Louis Armstrong.
Retornando aos U.S.A., mais precisamente a New York, a partir de 1940 apresentou-se em piano.solo e em trio sob sua tutela, até atuar no período de 07 anos no programa radiofônico “Casey, Crime Photographer” (431 episódios com cerca de ½ hora cada, iniciados em 07/julho/1943 e no ar até 22/abril/1955, o primeiro sob o título de “The Case Of The Switched Plates”, a maior  parte dos episód nos ios com CHITTISON ao piano e órgão).
Durante a década de 60 apresentou-se seguidamente em Boston e em New York, gravando como titular em 1962 e 1964.
Até seu falecimento CHITTISON tocou e residiu em Cleveland, onde veio a falecer, conforme início desta resenha.
Seguidor fiel de “Fats” Waller com brilho e torrentes de notas que alcançam, em alguns momentos, o melhor, o esplêndido, até surpreendente, CHITTISON todavia careceu tão somente de mais “silêncios” nos “up.tempos”,    No inicio dos anos 30 do século passado ao aportar em New York, foi um dos poucos pianistas capazes de “seguir” Art Tatum (que havia chegado em 1932 à “maçã”), cujas técnica e estilo foram, segundo Charles Delaunay, verdadeira obssessão para CHITTISON.
Ademais da gravação de "Doin' The New Lowdown" de 1937 com o líder Willie Lewis,  CHITTISON pode ser ouvido em:
-   Stormy Weather, 1934
-   My Melancholy Baby, 1938

Observação
William T. Lewis, norte-americano, foi clarinetista, saxofonista, cantor e líder de orquestra nascido a 10/junho1905 em Cleburne/Texas e falecido em 13/janeiro/1971 em New York.  Estudou clarinete na escola dos 12 aos 13 anos, trabalhou em cinemas de Dallas, estudou no “New England Conservatory” de Boston até 1921, trabalhou com Marion Cook e Sam Wooding de 1922 até e1925 e com Sam apresentou-se em diversos países europeus, inclusive na então U.R.S.S.   Idas e vindas entre Europa e U.S.A. no período 1931/1934 até instalar-se em Paris como base, mas com apresentações na Bélgica, na Holanda, no Egito e refugio na Suiça em 1940, depois em Portugal em 1941, de onde retornou aos U.S.A. com algumas poucas apresentações em   clubes nova-iorquinos.  

  Retornaremos nos próximos dias com o pianista Dick Twardzik

Meninos, eu ouvi. (2)

25 outubro 2017

Certamente vocês devem ser iguais a mim, ou seja, uma vez só que ouve um tema de jazz, pronto, é amor à primeira vista, ou melhor, amor à primeira audição. Volta e meia eu vou lá e procuro aquele tema para ouvir de novo, e de novo, e de novo. Um desses temas é o Mulligantawny composto por Nat Pierce em homenagem a Gerry Mulligan e executado pela primeira vez, e acho que única, com a banda do Woody Herman.
Sem mais delongas eu vou ouvir de novo e espero que vocês também.
Forte abraço.

Ficha técnica:
Woody Herman and his Orchestra :
Dick Collins,John Howell,Al Porcino,Reuben McFall,Bill Castagnino (tp) Cy Touff (b-tp) Dick Kenney, Keith Moon (tb)
Woody Herman (cl,as) Jerry Coker,Dick Hafer,Bill Perkins,Sam Taylor(ts) Jack Nimitz (bs) Mickey Baker (g) Nat Pierce (p,arr) Lloyd Trotman (b) Panama Francis (d)
Bill Holman (arr)
New York, May 21, 1954


Mulligantawny (bh arr)


24 outubro 2017

ANIVERSARIANTES  DO  MÊS    -  JAZZ  &  OUTROS (73)
Outubro 25 a 27
25      Robin Eubanks, trombone, Pensilvania, 1955
Jimmy Heath, saxofone.tenor, Pensilvania, 1926
Eddie Lang, guitarra, Pensilvania, 1902
Chubby Jackson, contrabaixo, New York, 1918
Kas Malone, contrabaixo, Kentucky, 1909
Earl Palmer, bateria, Louisiana, 1924
Marilyn Middleton Pollock, canto, Illinois, 1947
26       Charlie Barnet, saxofone.tenor / líder, New York, 1913
Hank Duncan, piano, Kentucky, 1894
Eddie Henderson, trumpete, New York, 1940
Mahalia Jackson, canto, Louisiana, 1911
Jacques Loussier, piano, França, 1934
Warne Marsh, saxofone.tenor, California, 1927
Kenny O’Brien, contrabaixo, New York, 1928
Tony Pastor, saxofone.tenor / canto / lider, Connecticut, 1907
27       Philip Catherine, guitarra, Inglaterra, 1942
Floyd Cramer, piano, Los Angeles, 1933
Babs Gonzales, canto, New Jersey, 1919
Boyd Raeburn, saxofone.tenor / lider, Dakota do Sul, 19143
         George Wallington, piano, Itália, 1924
         Carl Warwick, trumpete, Alabama, 1917
         Elmon Wright, trumpete, Missouri, 1929

  Retornaremos

CRÉDITOS DO PODCAST # 384

23 outubro 2017

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÕES LOCAL e DATA
JIMMY HEATH
Nat Adderley (cnt), Clark Terry (tp), Tom McIntosh (tb), Dick Berg (fhr), Cannonball Adderley (sa), Jimmy Heath (st), Pat Patrick (sbar), Tommy Flanagan (pi), Percy Heath (bx) e Albert "Tootie" Heath (bat)
BIG P (Jimmy Heath)
New York, 24/junho/1960
Jimmy Heath All Stars: Freddie Hubbard (tp), Julius Watkins (fhr) com direito a solo, Jimmy Heath (st), Cedar Walton (pi), Percy Heath (bx) e Albert "Tootie" Heath (bat)
THE QUOTA (Jimmy Heath)
New York, 20/abril/1961
Jimmy Heath (st), Barry Harris (pi), Sam Jones (bx) e Billy Higgins (bat)
BRUH' SLIM (Jimmy Heath)
New York, 22/setembro/1975
Jimmy Heath (st), Wynton Kelly (pi), Paul Chambers (bx) e Albert "Tootie" Heath (bat)
DON'T YOU KNOW I CARE ?
(Mack David / Duke Ellington)                
New York, 7/dezembro/1959
Jon Faddis (tp), Slide Hampton (tb), Jimmy Heath (st), Sir Roland Hanna (pi) Stanley Cowell (pi), Mark Elf (gt), Percy Heath (bx) e Albert "Tootie" Heath (bat) e James Mtume (perc)
THE NEWEST ONE
(Jimmy Heath)
New York, 24/fevereiro/1997
Nat Adderley (cnt), Curtis Fuller (tb), Jimmy Heath (st), Wynton Kelly (pi), Paul Chambers (bx) e Albert "Tootie" Heath (bat)
THE THUMPER (Jimmy Heath)
New York, 27/novembro/1959
FOR MINORS ONLY
(Jimmy Heath)
Jimmy Heath (st), Wynton Kelly (pi), Kenny Burrell (gt), Paul Chambers (bx) e Albert "Tootie" Heath (bat)
I SHOULD CARE
(Sammy Cahn / Axel Stordahl / Paul Weston)
New York, spring 1964
Donald Byrd (tp), Julius Watkins, Jimmy Buffington (fhr), Jimmy Heath (st), Don Butterfield (tu), Herbie Hancock (pi), Percy Heath (bx) e Connie Kay (bat)
SIX STEPS (Jimmy Heath)
New York, 11/março/1963
Curtis Fuller (tb), Jimmy Heath (st), Stanley Cowell (el-pi), Bernard Fennell (cello), Bob Cranshaw (b-gt) e Billy Higgins (bat)
FAR AWAY LANDS
 (Jimmy Heath)
New York, 11/junho/1973
Curtis Fuller (tb), Jimmy Heath (sa), Stanley Cowell (pi), Pat Martino (gt), Sam Jones (bx), Billy Higgins (bat) e James Mtume (perc)
THE TIME AND THE PLACE
(Jimmy Heath)
New York, 24/junho/1974