Editores e Colaboradores : Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Goltinho); David Benechis (Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) in memoriam, Luciana Pegorer (PegLu), Luiz Carlos Antunes (Llulla) in memoriam, Ivan Monteiro (I-Vans), Mario Jorge Jacques (MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), , Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels), Pedro Cardoso (o Apóstolo) e Carlos Augusto Tibau (Tibau).

BLOG CRIADO em 10 de maio de 2002

CRÉDITOS DO PODCAST # 311

31 maio 2016




LIDER

EXECUTANTES

TEMAS / AUTORES

GRAVAÇÕES LOCAL e DATA

DUKE JORDAN

Sonny Cohn (tp), Charlie Rouse (st), Duke Jordan (pi), Eddie Khan (bx) e Art Taylor (bat)

JAZZ VENDOR (Duke Jordan)

New York, 12/janeiro/1962

NO PROBLEM #1
  (Duke Jordan)   
Duke Jordan (pi), Wilbur Little (bx) e Roy Haynes (bat

TABLE CHESS (Duke Jordan)

Tokyo, 25/setembro/1976

FORECAST (Duke Jordan)

Duke Jordan (pi), Gene Ramey (bx) e Lee Abrams (bat)

THEY CAN'T TAKE THAT AWAY FROM ME

(George Gershwin / Ira Gershwin) 

New York, 28/janeiro/, 1954

Duke Jordan (pi), Jesper Lundgaard (bx) e Billy Hart (bat)

A FOGGY DAY IN LONDON TOWN, (George Gershwin / Ira Gershwin)     

Copenhagen,  29/julho/1985

Art Farmer (flh), Duke Jordan (pi), David Friesen (bx) e Philly Joe Jones (bat)

MY HEART SKIPS A BEAT

(Buck Owens / David Cole)  

New York, 30/junho/1978

DODGE CITY ROOTS

(Duke Jordan)

Duke Jordan (pi), Mads Vinding (bx) e Ed Thigpen (bat)

LAYOUT BLUES (Duke Jordan)

Copenhagen, 2/março/1975

Duke Jordan (pi) solo

NIGHT TRAIN FROM SNEKKERSTEN
  (Duke Jordan) 

Copenhagen, , 5/abril/1979

Duke Jordan (pi) solo

THREE LITTLE WORDS

(Bert Kalmar / Harry Ruby) 

Copenhagen,  6/outubro/1993

JORDU (Duke Jordan)

Duke Jordan (pi), Major Holley (bx) e Jake Hanna (bat)

ALL THE THINGS YOU ARE

(Jerome Kern / Oscar Hammerstein II) 

Live "3361 Hall", Yamanakako, Japão, 4/abril/1987

PARABÉNS MR. GOODMAN

30 maio 2016

O Rei do swing faria hoje 107 anos. Ele nasceu em 30 de Maio de 1909 em New York. Presto aqui uma singela homenagem ao clarinetista que sempre foi um dos meus ídolos na história do Jazz. Parabéns Benny. Eu tenho certeza que onde você estiver estará suigando.
Forte abraço.


https://www.youtube.com/watch?v=FBBPpGWj5Iw&feature=youtu.be

QUEM TEM MEDO DO JAZZ?

Passo aqui para informar que já coloquei no meu canal do Youtube mais um programa da série "QUEM TEM MEDO DO JAZZ?". Este já é o sexto da série onde me proponho apresentar os ícones da história do Jazz em doses homeopáticas, numa tentativa de mostrar que ninguém precisa ter medo do Jazz e sim ouvi-lo, estuda-lo e pesquisa-lo. 
Forte abraço.

https://www.youtube.com/watch?v=xvp3AgaKyj4




UMA HOMENAGEM

Amigos do CJUB.
Tomo aqui a liberdade para uma homenagem muito pessoal que faço para uma querida amiga. Dona de uma excelente e suingante voz e que, desde a primeira vez que ouvi no Clube de Jazz de Nova Friburgo, fiquei impressionado e espero que vocês também gostem muito. Por questões que não valem aqui serem analisadas, eu considero que ela é mais uma voz injustiçada no cenário da MPB. Será que estou exagerando? Aguardo suas opiniões.
Forte abraço.   




JAZZ NA CASA BRANCA

Quando eu penso que já encontrei tudo na Net sobre os assuntos que me interessam, como no caso o Jazz, e acho mais coisas, eu me assusto e, quando acho coisas preciosa como esta da Sarah Vaughan e Dizzy Gillespie na Casa Branca em 1977, fico muito feliz. O presidente era Jimmy Carter e o mestre de cerimonias foi o Willis Conover. Acho que vale a pena a colocação deste registro aqui e espero que seja tão importante este achado para vocês como foi pra mim. 
Forte abraço.






http://www71.zippyshare.com/v/rtW4BugR/file.html





Coleção de 11 LPs ── 90 anos de MILES DAVIS (*1926 +1991)

29 maio 2016


 

A gravadora Prestige lançou uma caixa de luxo com onze LPs (formato vinil) contendo quase todas as gravações feitas por MILES DAVIS para esse rótulo. Esta versão é para comemorar o 90º aniversário do nascimento do aclamado trompetista.

A coleção é chamada de "Miles Davis: The Complete Prestige 10-Inch LP Collection".

Miles Davis foi uma das figuras mais influentes e admiradas ao longo da história do jazz e suas gravações lendárias feitas para o selo Prestige estão entre o mais clássico do gênero, realizadas entre 1951 e 1954.
Incluem músicos como Lee Konitz, Art Blakey, Al Cohn, Kenny Dorham, Dizzy Gillespie, Roy Haynes, Percy Heath, Milt Jackson, Charles Mingus, Thelonious Monk, Max Roach, Sonny Rollins, Horace Silver e Zoot Sims, entre outros.
As gravações da coleção -- foram melhorados tecnicamente -- e acompanhadas por um livreto de 16 páginas com inúmeras fotografias, bem como notas e comentários escritos principalmente pelo autor Ashley Kahn, que ganhou um Grammy por tais notas à época. A coleção contem um total de 46 composições.

Todos os discos vêm com a arte da capa original dos anos 50.
 

(adaptado de Noticias de Jazz)

P O D C A S T # 3 1 1

27 maio 2016

          DUKE JORDAN


PARA BAIXAR O ARQUIVO DE ÁUDIO CLICAR NO LINK ABAIXO:
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Chet Baker – Um nostálgico “westcoaster”

25 maio 2016


Pequena resenha sobre um grande trompetista pesquisa e texto por Nelson Reis

Em atenção à “deixa” do Mestre Mario Jorge Jacques, em seu “pod” de nº 305, nos propusemos a uma simples e despretensiosa resenha sobre aspectos da vida musical agridoce de Chesney Henry “Chet” Baker Jr.

Nascido num sitio rural, em 23 de dezembro de 1929, em Yale, no Oklahoma, ganhou de seu pai um trombone quando tinha 10 anos de idade. Seu pai era um guitarrista e, o incentivou ao estudo de teoria musical, passando a gostar da musica de jazz.  Ao final dos anos 30 vai para Los Angeles, Califórnia, passando a integrar pequenos grupos e tendo a oportunidade de conhecer e trabalhar com Vido Musso e Stan Getz, ambos conhecidos executantes do sax-tenor.

Chet teve uma vida atribulada e, não era muito chegado às restrições da pauta musical (partitura). Red Mitchel, um excelente contrabaixista, costumava aconselha-lo sobre seu aprimoramento, sabedor de algumas dificuldades suas nesse sentido, pois Chet perguntava somente pelo tom da musica, não se detendo demasiado aos arranjos. Nem por isso, deixou de ter gravado e participado de uma “big band” (Pacific Jazz 1229).

Era um músico extremamente criativo, passando a fazer gravações em vocal que eram quase um sussurro. Seu clássico “My Funny Valentine” confirma isso. Quanto à sua interpretação vocal, há controvérsias no sentido de “quem influenciou quem”, quanto à maneira de cantar, comparativamente ao estilo brasileiro da Bossa Nova. Se foram João Gilberto e Carlos Lyra que o influenciaram ou vice-versa. Isto, dado ao fato de que maioria dos “bossanovistas” no Brasil, apreciarem e ouvir o estilo “cool”, do Jazz West Coast, uma vez que ambos movimentos musicais são contemporâneos dos anos 50, do século passado.

As dificuldades de partitura fizeram, ou influenciaram, a Chet a economicidade das notas e, com isso, aproveitar o máximo o “tom nostálgico” nas suas execuções musicais. Ele explorava o tema através do alongamento das notas com um fraseado extremamente melódico. Isso caracteriza o seu estilo “cool” e, que foi sua chancela no movimento “West Coast Jazz”.

O seu “jump” musical dá-se à partir de 1951, quando Parker vai à Califórnia e precisa de um trompetista, visto ter Gillespie se atrasado para o compromisso.

Mais tarde, Gillespie diria em Nova York: - “ Há um rapaz trompetista na Califórnia, que tem um futuro promissor. Atentem para ele.”

Em 1952, Chet passa a integrar o quarteto de Gerry Mulligan, em substituição a Art Farmer. Após o sucesso que vinha fazendo com o “piano less quartet”, Mulligan e Baker se desentendem. Os registros musicais dos grandes encontros nesse período que antecede à discórdia, podem ser mormente ouvidos nas gravações feitas por Richard (Dick) Bock para a Pacific Jazz, entre agosto de 1952 e dezembro de 1957, The best of the Gerry Mulligan Quartet with Chet Baker (Pacific Jazz – remastered CDP 7 95481 2). Esse desentendimento vai se desfazer somente em 24 de novembro de 1974, no “Concerto do Carnegie Hall de Nova York” (CBS ZGK – 40689) onde se reúnem a Bob James (pi), Ron Carter (bx), John Scoffield (gt), Ed Byrne (tb), Dave Samuels (vib) e Harvey Mason (bat) e rememoram grandes temas de sucesso gravados, anteriormente, na década de 50.

Assim como a grande maioria dos músicos de jazz das décadas de 40, 50 e 60, Chet caiu no mundo das drogas, que acabou – paulatinamente – com sua arte e sua vida. Por não haver pago a traficantes aos quais devia dinheiro pelo uso das drogas, Chet foi espancado e perdeu parte da arcada dentária prejudicando-o, não só fisicamente mas, pela impossibilidade temporária do uso de seu trompete. O uso de entorpecentes em especial a heroína, tiveram tal significado, que sua fisionomia (vide abaixo) veio sofrendo, marcada por severas e frequentes transformações de semblantes.

                                                           


Em 1985, durante a época do “Free Jazz Festival”, no Brasil, Chet apresentou-se ao lado de Sizão Machado (bx), Nicola Stilo (fl); Bob Wyatt (bat) e Rique Pantoja (pi). Pouco antes do show, no então teatro do Hotel Nacional (RJ), Chet foi encontrado vagando, solitário, de sandália de chinelo, na praia de São Conrado (situada nas proximidades) quando foi dali direto para o palco. Em São Paulo, na mesma época segundo se sabe, ele se apoderara da maleta do médico que fora posto à sua disposição para uma emergência, e encheu-se de droga. Em 87 gravaram juntos Rique Pantoja & Chet Baker.

Chet Baker tem uma extensa discografia, que vai de 1953 até 1988, perfazendo cerca de 140 álbuns de gravações. Damos destaque aqui ao concerto na Universidade de Ann Arbor (“Jazz at Ann Arbor”) de 1954. A Apresentação da primeira noite, por impossibilidade de ocorrer no teatro da universidade, deu-se no espaço cedido por uma loja maçônica de Ann Arbor, para realização do concerto. Reparem na introdução do apresentador, quando diz:

- “Boa noite. Benvindos ao Templo do Sol. Por favor, não fumem. Apresentamos o músico do ano, considerado por várias revistas de jazz. - Chet Baker e seu Quarteto”.  


Line for lyons 




Jazz At Ann Arbor : Chet Baker Quartet : Chet Baker (tp], Russ Freeman {pi}, Carson Smith (b) Bob Neel (d)
  Live "Masonic Temple", Ann Arbor, MI, May 9, 1954


Seu estado degradado de saúde pelo uso de drogas, o levou ao falecimento com 58 anos de idade, de forma trágica e estranha, ao se despencar de um andar de hotel em Amsterdan, Holanda, em 13 de maio de 1988. Foi sepultado, em definitivo, na Califórnia.

Sobre essa situação trágica envolvendo a morte de Chet, o escritor Bill Moody produziu um livro, publicado no Brasil em 2002 pela Zahar Editora, com tradução de Roberto Muggiati, intitulado “No Rastro de Chet Baker – Um caso de Evan Horne”. Trata-se de uma obra um tanto ficcional, mas retrata aspectos que podem ter, de certo modo, envolvimento com os fatos ocorridos.

Nelson Reis

CRÉDITOS DO PODCAST # 310

24 maio 2016


LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÕES LOCAL e DATA
MALACHI THOMPSON
Lester Bowie, Malachi Thompson, Kenny Anderson, David Spencer (tp),  Steve Berry, Bill McFarland, Ray Ripperton, Edwin Williams (tb), Harrison Bankhead (bx), Darryl Ervin (bat), Richard Lawrence e Dr. José E. Cruz (perc)
Buddy Bolden’s Rag
(Malachi Thompson)
New York, 1995
MANNY ALBAM
Joe Newman, Nick Travis (tp), Bob Brookmeyer, Billy Byers (tb), Al Cohn (st), Sol Schlinger (bar), Milt Hinton (bx), Osie Johnson (bat) e Manny Albam (arr,cond)
FERRIS WHEEL URBANITY  (Manny Albam)
New York, 24/dezembro/1955
ROSEANNA VITRO
Roseanna Vitro (vcl) acc by Kenny Werner (pi), Dean Johnson (bx) e Tim Horner (bat)
PLEASE DO SOMETHING
(Betty Carter)
Live "Kennedy Center", Washington, DC, 17/setembro/2005
VIC DICKENSON
Doc Cheatham (tp), Vic Dickenson (tb), Buddy Tate (st), Johnny Guarnieri (pi), Bill Pemberton (bx) e  Oliver Jackson (bat)
NICE AND EASY BLUES
(Vic Dickenson)
Antibes, França, 25/julho/1975
TAMPA RED
Tampa Red And The Chicago Five : Tampa Red (vcl,gt), acc desconhecidos tp, st, bx, bat e Blind John Davis (pi)
I'M GONNA GET HIGH (Hudson Whittaker)
Live Leland Hotel, Aurora, Illinois, 11/outubro/1937
COLEMAN HAWKINS
Bernie Glow, Charlie Shavers, Lou Oles, Ernie Royal, Nick Travis (tp), Chauncey Welsch, Fred Ohms, Jack Satterfield, Urbie Green (tb), Sam Marowitz, Hal McKusick (sa), Coleman Hawkins, Al Cohn, Zoot Sims (st), Sol Schlinger (sbar), Marty Wilson (vib), Hank Jones (pi) Barry Galbraith (gt), Milt Hinton (bx), Osie Johnson (bat) Billy Byers (cond,arr)
BEAN AND THE BOYS
(Coleman Hawkins)
Live at Webster Hall, New York, 18/janeiro/1956
TRADITIONAL JAZZ BAND
Edo Calia (pi, arranjo), Eduardo Bugni (bj), Austin Roberts (tp), Alexandre Arruda (tb), Marcos Mônaco (st), Carlos Chaim (bx) e Cidão Lima (bat)
THEN THERE EYES
(Doris Tauber / Maceo Pinkard / William Tracey)
Teatro de Cultura Artística de São Paulo, 29/setembro/1994
GEORGE SHEARING
George Shearing (pi), Ray Brown (bx) e Marvin "Smitty" Smith (bat)
BREAK OUT THE BLUES (George Shearing)
New York, maio/1987
BIG BILL BROONZY
Big Bill Broonzy em solo ao violão e vocal
BIG BILL BLUES
(Big Bill Broonzy)
Gennett Records, Richmond, Indiana, 1931
JOE LOVANO
Tim Hagans (tp), Conrad Herwig (tb), Steve Slagle (sa), Joe Lovano (st, arranjo), Ralph Lalama (st), Gary Smulyan (sbar), John Hicks (pi), Dennis Irwin (bx) e Lewis Nash (bat)
TADD’S DELIGHT
(Tadd Dameron) 
New York, 3/novembro/1999
ROY HARGROVE
Roy Hargrove (tp). Frank Greene, Greg Gisbert, Darren Barrett, Ambrose Akinmusire (tp), Jason Jackson, Vincent Chandler, Saunders Sermons (tb), Max Seigel (b-tb), Bruce Williams, Justin Robinson (sa), Norbert Stachel, Keith Loftis (st), Jason Marshall (sbar), Gerald Clayton (pi), Saul Rubin (gt), Danton Boller (bx), Montez Coleman (bat) e Roland Guerrero (perc)
SEPTEMBER IN THE RAIN
(Al Dubin / Harry Warren)
Hollywood, CA, 16/junho/2008
ROY ELDRIDGE, DIZZY GILLESPIE
Roy Eldridge, Dizzy Gillespie (tp), Oscar Peterson (pi), Herb Ellis (gt), Bill Harris (tb), Flip Phillips (st), Ray Brown (bx), Louie Bellson (bat)
JAM SESSION
(blues, criação coletiva do grupo)
Live in Sport Palace Berlin, Alemanha, 10/fevereiro/1955

COLEÇÕES: Thelonious Monk, Miles Davis, Clifford Brown, John Coltrane

23 maio 2016




Algum tempo atrás surgiu a informação de que o famoso selo de jazz "Blue Note", anunciava o lançamento de coleções em caixas de luxo, com a música de Miles Davis, Clifford Brown, John Coltrane e Thelonious Monk, acompanhadas de ilustrações dos álbuns originais, folhetos com fotografias e notas, bem como novos ensaios sobre músicos.
A coleção já está no mercado. São elas:
1. Miles Davis’ Take Off: The Complete Blue Note  Albums; 
2. Clifford Brown, Brownie Speaks: The Complete Blue Note Recordings Sideman;
3. Trane’s Blue Note Sessions, de John Coltrane &    Thelonious Monk  ’Round Midnight: The Complete Blue Note Recordings. 

As três coleções trazem gravações originalmente publicadas pela "Blue Note", além de serem tecnicamente melhoradas incluem faixas alternadas inéditas. A maioria das gravações publicadas (pertencentes à "juventude musical" desses quatro músicos) não tinham sido reeditadas em CD ou em qualquer formato digital, o que acrescenta imenso valor para as coleções.

[adaptado de Noticias de Jazz]