Embora haja duas menções à Africa, curiosamente dividida em Africa e África do Sul, talvez porque nesta última se produza, de fato, jazz de excelente nível, à Itália e à Escócia -que eu saiba, produz excelente uísque nacional- não existe nenhuma menção ao Brasil. Ou seja, o que quer que seja que nossos músicos dedicados a esse estilo produzam por aqui, não tem nenhum reconhecimento lá fora. Eu acho que está na hora de iniciarmos uma grande reação a isso, não sei bem como, mas o jazz que se pode produzir por aqui, se bem conduzido, tem perfeitas condições de ser mencionado. Basta que se crie o oba-oba devido. E aí, pessoal?
Aqui você vai encontrar as novidades sobre o panorama nacional e internacional do Jazz e da Bossa Nova, além de recomendações e críticas sobre o que anda acontecendo, escritas por um time de aficionados por esses estilos musicais. E você também ouve um notável programa de música de jazz e blues através dos PODCASTS. Apreciando ou discordando, deixem-nos seus comentários. NOSSO PATRONO: DICK FARNEY (Farnésio Dutra da Silva)
Editores e Colaboradores : Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Goltinho); David Benechis (Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) in memoriam, Luciana Pegorer (PegLu), Mario Vieira (Manim), Luiz Carlos Antunes (Llulla) in memoriam, Ivan Monteiro (I-Vans), Mario Jorge Jacques (MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels), Pedro Cardoso (o Apóstolo) e Carlos Augusto Tibau (Tibau).
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Para a opinião de todos
26 março 2003
Embora haja duas menções à Africa, curiosamente dividida em Africa e África do Sul, talvez porque nesta última se produza, de fato, jazz de excelente nível, à Itália e à Escócia -que eu saiba, produz excelente uísque nacional- não existe nenhuma menção ao Brasil. Ou seja, o que quer que seja que nossos músicos dedicados a esse estilo produzam por aqui, não tem nenhum reconhecimento lá fora. Eu acho que está na hora de iniciarmos uma grande reação a isso, não sei bem como, mas o jazz que se pode produzir por aqui, se bem conduzido, tem perfeitas condições de ser mencionado. Basta que se crie o oba-oba devido. E aí, pessoal?

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