Editores e Colaboradores : Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Goltinho); David Benechis (Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) in memoriam, Luciana Pegorer (PegLu), Luiz Carlos Antunes (Llulla) in memoriam, Ivan Monteiro (I-Vans), Mario Jorge Jacques (MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), , Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels), Pedro Cardoso (o Apóstolo) e Carlos Augusto Tibau (Tibau).

BLOG CRIADO em 10 de maio de 2002

26 janeiro 2017

RECORDANDO A PIONEIRA TROMPETISTA





















Recordamos  BILLIE ROGERS, a trompetista que se tornou famosa na Orchestra Woody Herman, com quem atuou por três anos a partir de 1941 e que foi um dos principais solistas. Billie morreu há três anos, aos 96 anos de idade, em 18 janeiro de 2014 .
Billie Rogers depois de Herman formou sua própria Billie Rogers Orchestra. Ela foi a primeira mulher a ter maior importância em uma grande banda de jazz e uma das pioneiras do gênero, juntamente com Valaida Snow. Ambas figuram com destaque no filme documentário " The Girls In The Band " sobre a história difícil das mulheres serem aceitas no jazz.
Depois de dirigir sua banda por um par de anos, quando gravou 2 álbuns, ela entrou para a orquestra Jerry Wald gravando 3 álbuns e 1 álbum com o trombonista Tommy Pederson, depois formou um sexteto muito bem sucedido, porém não houve registros.
O verdadeiro nome desta trompetista, que nasceu em 31 de maio de 1917 em North Plains, Oregon, era Zelda Louise Smith. Ela foi criada em uma família de músicos. Seu pai, William Cody Smith (1885-1970), tocava violino, sax alto e banjo. Sua mãe, Bertha Emde (1892-1976) tocou piano ragtime e acordeão. Seu irmão mais velho, Lester Smith (1913-1936), foi proficiente nos saxes. Seu irmão mais jovem, Kenneth Smith Gaylord (1920-2005), tocava sax-tenor. Billie muito jovem já tocava em conjuntos na cidade de Rainier, Washington, onde seus pais se mudaram de Oregon, quando ela era pequena. Pouco depois estava em turnê com seus próprios grupos, até que Woody Herman a "descobriu" e a contratou num momento em que eles tocavam em Los Angeles e assim gravaram 12 álbuns.
A partir da década de 50 Billie foi dedicada à produção musical e só continuou a tocar de vez em quando, mas deixou uma boa discografia, que começou em 1941 com Woody Herman, que inclui algumas de suas interpretações vocais também.



(traduzido e adaptado do blog Noticias de Jazz de Pablo Aguirre)

2 comentários:

pedrocardoso@grupolet.com disse...

Estimado MáRIO JORGE:

Bela lembrança, tanto de BILLIE quanto do documentário, "top", "The Girls In The Band", que resgata aquelas que integraram a história das "Big Bands".
Classe, MÚSICA, qualidade e história do melhor.

PEDRO CARDOSO

Carlos Tibau disse...

Amigo Mario
Muito legal seu post. Eu nem lembrava mais da Billie.
Forte abraço.