Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Mestre Goltinho); David Benechis (Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) *in memoriam*, Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Luciana Pegorer (PegLu), Mario Vieira (Manim), Luiz Carlos Antunes (Mestre Llulla) *in memoriam*, Ivan Monteiro (I-Vans), Mario Jorge Jacques (Mestre MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels), Pedro Cardoso (o Apóstolo), Carlos Augusto Tibau (Tibau), Flavio Raffaelli (Flavim), Luiz Fernando Senna (Senna) *in memoriam*, Cris Senna (Cris), Jorge Noronha (JN), Sérgio Tavares de Castro (Blue Serge) e Geraldo Guimarães (Gerry).

P O D C A S T # 5 1 5

24 abril 2020

BIX BEIDERBECK
MOACYR SANTOS



WAYNE ESCOFFERY 


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DOCUMENTÁRIO SOBRE JOHN COLTRANE

21 abril 2020


Lembramos hoje que o diretor de cinema JOHN SCHEINFELD estreou há algum tempo seu aguardado documentário sobre John Coltrane, intitulado "Chasing Trane", que significaria “Em Busca de Trane". Este documentário está agora disponível em formato DVD.
Embora Scheinfeld tenha entrevistado inúmeros amigos e colegas de Coltrane, seu grande problema era encontrar gravações com a voz do grande saxofonista. Aparentemente, ele deixou muito poucas palavras gravadas porque não gostava de ser entrevistado para rádio ou televisão. O saxofonista Benny Golson diz que: — "Coltrane falou muito pouco, porém falava com eloquência musical quando colocava o saxofone na boca".
O documentário cobre toda a vida de Coltrane, desde seu aprendizado com Dizzy Gillespie, até seu período com Miles Davis, aborda também a tóxico dependência e os momentos altos e baixos em sua vida, sua genialidade e influência, até seus últimos anos de espiritualidade.
Felizmente, o diretor deste documentário tinha à sua disposição horas e horas de gravações e filmes audiovisuais nos quais Coltrane aparece tocando junto com muitos dos "gigantes" de seu tempo. Scheinfeld também entrevistou dezenas de mestres do jazz que conheceram ou tocaram com o saxofonista, incluindo Sonny Rollins, Jimmy Heath, Wynton Marsalis, Wayne Shorter, Carlos Santana, Kamasi Washington, Dr. Cornel West e os escritores Ben Ratliff e Ashley Kahn.
O saxofonista John Coltrane (1926-1967) é uma lenda - um músico cujos solos intensos rejuvenesciam o jazz. Em “Chasing Trane”, várias pessoas - incluindo Sonny Rollins, Bill Clinton e o saxofonista contemporâneo Kamasi Washington - falam sobre o que tornou Coltrane tão especial, tanto como músico quanto como figura humana.
O documentário, com contribuições do biógrafo de Coltrane LEWIS PORTER e o historiador, jornalista e produtor musical ASHLEY KAHN, cobrem os principais aspectos de sua carreira, desde novato na grande banda de Dizzy Gillespie (1949-1951) até suas duas passagens pelo trompetista Miles Davis, incluindo a gravação clássica Kind of Blue de 1959, para depois formar seu próprio quarteto em 1961. Palavras sobre Coltrane são ditas por Denzel Washington ator e produtor norte-americano: — "O maior desenvolvimento de Coltrane como saxofonista começou quando ele deixou as drogas. Sua atuação no sax tenor e soprano tornou-se mais livre e ele descobriu suas qualidades como compositor. Ele se passou cada vez mais para o campo espiritual, dedicando - A Love Supreme de 1965 a DEUS, e seu trabalho subseqüente só cresceu em sua ferocidade e misticismo”
Após uma turnê japonesa em 1966, ele morreu de câncer aos 40 anos.

(parte do texto  traduzido de Noticias de Jazz e parte com adaptações)

NOTA: você pode assistir o documentário LEGENDADO no endereço: https://filmesserieshd.net/chasing-trane-the-john-coltrane-documentary-legendado/ - clicar em ASSISTIR e depois no servidor NETU





CRÉDITOS DO PODCAST # 514

19 abril 2020

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS  e AUTORES
GRAVAÇÃO LOCAL e DATA
MARIAN McPARTLAND
Marian McPartland (pi), Benny Carter (sa), John Clayton (bx) e Harold Jones (bat)
I'M IN THE MOOD FOR SWING
(Benny Carter / Spencer Williams)
Los Angeles, 23/janeiro/1990
Marian McPartland (pi, el-pi), Ben Tucker (bx), Dave Bailey (bat), Ralph Dorsey (cga) e Robert Crowder (perc)
LOVE FOR SALE (Cole Porter)
New York, 1963
Jimmy McPartland (cnt), Manhattan Red (tb), Dick Cary (sa), Andy Fitzgerald (cl), Marian McPartland (pi), Ben Tucker (bx) e Mousie Alexander (bat)
THANKS FOR DROPPING BY
 (Bob Baldwin) 
New York, 14/setembro/1960
MYSTERY MARCH
(Charles Gounod)
Marian McPartland, Chick Corea (pi)
YESTERDAYS
(Otto Harbach / Jerome Kern) 
PBS Radio Broadcast, "Piano Jazz", New York, 10/dezembro/2001
Marian McPartland, Bill Evans (pi)
IN YOUR OWN SWEET WAY
 (Dave Brubeck)
PBS Radio Broadcast, "Piano Jazz", New York, 6/novembro/1978
Marian McPartland (pi), Sal Sparrazza (flh), Hank Berger (tb), Jack Maheu (cl),  Rusty Gilder (bx) e Mike Bergeron (bat) 
WOLVERINE BLUES
(Jelly Roll Morton / Benjamin Franklin Spikes / John Spikes)
Live at "Montcello Room", Rochester, NY, novembro/1972
Marian McPartland (pi), Bill Crow (bx) e Joe Morello (bat)
A FOGGY DAY
(George Gershwin / Ira Gershwin)
Live at "Hickory House", New York, 8/outubro/1953
Marian McPartland (pi), Max Wayne (bx) e Mel Zelnick (bat)
STRIKE UP THE BAND
(George Gershwin / Ira Gershwin)
New York, 21/abril/1952
Jimmy McPartland (cnt), Vic Dickenson (tb), Buddy Tate (st), Marian McPartland (pi), Rusty Gilder (bx) e Gus Johnson (bat)
SENTIMENTAL JOURNEY
(Les Brown / Bud Green / Ben Homer)
Live at "Royal Box, Americana Hotel", New York, 16/junho/1973
Marian McPartland (pi solo)
SMALL TALK
(Marian McPartland)
Londres, c. 1970
Marian McPartland (pi), Rufus Reid (bx) e Joe Morello (bat)
SCRATCHIN' IN THE GRAVEL
 (Mary Lou Williams) 
Live at "Shanghai Jazz", Madison, N.J., 24/abril/2001

JAZZ STANDARDS POR ALFREDO DIAS GOMES

14 abril 2020

O baterista Alfredo Dias Gomes lança novo disco totalmente dedicado ao jazz. Jazz Standards é o seu décimo segundo trabalho, agora mergulhando fundo em uma paixão antiga sobre conhecidos clássicos de Parker, Hubbard, Miles, Coltrane, Dizzy e Shorter.
Ao seu lado, o primeiro time da nossa música - Jessé Sadoc no trompete; Widor Santiago no sax tenor; Jefferson Lescowich, contrbaixo; e Lulu Martin, piano e teclados;

Alfredo Dias Gomes afirma que o estilo livre e solto de se tocar jazz já era uma característica notória desde o início de sua carreira, trazendo lembranças de suas aulas com o percussionista Don Alias, quando reforçou o conhecimento de que a condução do estilo não era no bumbo e na caixa, e sim no prato e no hi-hat, o bumbo e a caixa tocavam sempre antecipados, sempre criando, sem um padrão definido, completamente livre. Foi justamente essa concepção de tocar livre,“free”, que o ajudou a aplicar a linguagem jazzística com ritmos brasileiros. Reforça ainda que a influência do jazz, especialmente os standards, se deve em muito pela sua participação ao lado do saudoso trompetista Márcio Montarroyos, quando, de fato, os tocou pela primeira vez.

No repertório do disco estão Cherokee, Seven Steps to Heaven, Lazy Bird, Red Clay, Solar, Giant Steps, A Night in Tunisia, Caravan e Footprints.
Jazz Standards foi  gravado em seu próprio estúdio, na Lagoa, RJ, e o disco está disponível em CD físico que você encontra na CD Baby e nas plataformas digitais Spotify, Deezer, Reverbnation, Apple Music e Youtube Music.

Assessoria de Imprensa por Cezanne Comunicação Cultura e Arte

CRÉDITOS DO PODCAST # 513

12 abril 2020

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS e/ AUTORES
GRAVAÇÃO LOCAL e DATA
CLIFFORD BROWN
Clifford Brown (tp), Stu Williamson (v-tb), Zoot Sims (st), Bob Gordon (sbar), Russ Freeman (pi), Carson Smith (bx), Shelly Manne (bat) e Jack Montrose (arranjo)
GONE WITH THE WIND

 (Allie Wrubel / Herb Magidson)
Los Angeles, 8/setembro/1954
HELEN WARD
Helen Ward And The New Big Band Of "Peanuts" Hucko : Helen Ward (vcl), Louis Mucci, John Frosk, Billy Butterfield (tp) , Bob Brookmeyer, John Rains, Bob Alexander (tb), Peanuts Hucko (cl, st), Al Cohn, Arthur Rollini (st), George Berg, Romeo Penque (sa), Lou Stein (pi), Al Casamenti (gt), Milt Hinton (bx) e Morey Feld (bat) –
New York, c. 1950
WES MONTGOMERY
Tommy Flanagan (pi), Wes Montgomery (gt), Keter Betts (bx) e Albert "Tootie" Heath (bat)
New York, 26/janeiro/1960
DON REDMAN
Charlie Shavers, Joe Wilder, Al Mattaliano (tp), James Cleveland, Sonny Russo, Bobby Byrne (tb), George Dorsey, Milt Yaner (sa), Coleman Hawkins, Al Cohn, Seldon Powell (st), Danny Bank (sbar), Hank Jones (pi), George Barnes (gt), Al Hall (bx), Osie Johnson (bat) e Don Redman (arranjo e condução)
COFFEE LIGHT
 (Don Redman)
New York, 26/julho/1957
BENNY CARTER
Benny Carter (sa), Art Tatum (pi) e Louie Bellson (bat)
BLUES IN B FLAT
(Ben Webster)
Los Angeles, CA, 25/junho/1954
ANTÔNIO ADOLFO
Antonio Adolfo (pi, arranjo), Jesse Sadoc (flh), Gesiel Nascimento (tp), Aldivas Ayres, Wanderson Cunha (tb), Danilo Sinna (sa), Marcelo Martins (st), Levi Chaves (sbar), Nelson Faria, Claudio Jorge (gt), Jorge Heider (bx), Rafael Barata (bat) e Dada Costa (perc)
AFRICA BAHIA BRASIL
 (Antonio Adolfo)
Rio de Janeiro, 2017
THAD JONES
Thad Jones (tp, ldr), Frank Wess (st), Teddy Charles (vib), Mal Waldron (pi), Doug Watkins (bx) e Elvin Jones (bat)
BLUES WITHOUT WOE
(Teddy Charles)
Hackensack, N.J., 16/fevereiro/1957
RAMSEY LEWIS
Ramsey Lewis (pi), Cleveland Eaton (bx) e Maurice White (bat)
CLOSE YOUR EYES AND REMEMBER
 (Charles Stepney) 
Chicago, 18/novembro
/1969
WOODY HERMAN
Larry Pyatt, Gil Rathel, Walt Blanton, Bill Byrne (tp), Bill Stapleton (flh), Jim Pugh, Geoff Sharp (tb), Harold Garrett (b-tb), Woody Herman (cl), Gregory Herbert, Frank Tiberi, Steve Lederer (st), Harry Kleintank (sbar) ,Andy Laverne (el-pi), Joe Beck (gt), Wayne Darling (el-bx),Ed Soph (bat) e Alan Broadbent (arranjo)
BE-BOP AND ROSES
(Alan Broadbent)
New York, 12/abril/1973
VINCE GUARALDI e BOLA SETE 
Vince Guaraldi (pi), Bola Sete (violão), Monty Budwig (bx) e Nick Martinez (bat)
GINZA (Vince Guaraldi)
San Francisco, CA, 1965
URBIE GREEN
Ruby Braff (tp), Urbie Green (tb), Med Flory (sa), Frank Wess (st), Sir Charles Thompson (pi), Freddie Green (gt), Aaron Bell (bx) e Bobby Donaldson (bat)
OLD TIME MODERN
(Urbie Green)
New York, 17/agosto/1954
PAUL QUINICHETTE
Curtis Fuller (tb), Sonny Red, John Jenkins (sa,) Paul Quinichette (st), Mal Waldron (pi), Doug Watkins (bx) e Ed Thigpen (bat)
CIRCLES (Mal Waldron)
Hackensack, N.J., 10/maio/1957

P O D C A S T # 5 1 3

10 abril 2020

RAMSEY LEWIS 
ANTÔNIO ADOLFO
DJALMA DE ANDRADE (BOLA SETE) 

DON REDMAN





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GRANDE COLEÇÃO DE BILLIE HOLIDAY

08 abril 2020



O selo LEGACY RECORDINGS lançou uma compilação de 20 músicas clássicas gravadas pela cantora BILLIE HOLIDAY no melhor período de sua carreira, com "gigantes" do jazz como solistas.
O álbum se chama Billie Holiday: The Centennial Collection e é uma antologia musical cuidadosamente selecionada, produzida em comemoração à célebre cantora.
Nos primeiros anos, Billie Holiday gravou com alguns dos melhores músicos da história do jazz, como Ben Webster, Benny Goodman, Roy Eldridge, Johnny Hodges ou Jonah Jones, entre outros. Teddy Wilson estava encarregado de reunir esses músicos e formar pequenos e selecionados grupos instrumentais. Nesse breve período, If You Were Mine (1935) These Foolish Things y I Cried for You (1936), se destacam, no formato usual para gravações de alta qualidade da época, em vinil a 78 rpm.
Foi nessa época que ela teve seus primeiros sucessos como cantora. Em 23 de novembro de 1934, cantou no Teatro Apollo, recebendo boas críticas. Sua atuação com o pianista Bobby Henderson fez muito para consolidar seu prestígio como cantora de jazz e blues. Pouco tempo depois, Holiday começou a se apresentar regularmente em vários clubes da 52nd Street e em Manhattan.
De 1937 a 1940, alternou entre as gravadoras Brunswick e Vocalion, gravando padrões importantes como: - My Last Affair (This Is) (1937), I Can't Get Started (1938) e Night and Day (1940); Além disso, estrearia sucessos futuros de sua carreira como Strange Fruit (1939), e até suas próprias composições como - Fine and Mellow e outras menos conhecidas como Everything Happens for the Best (1939). Algumas de suas gravações seriam estréia e seriam gravadas mais tarde com mais sucesso, como He's Funny That Way (1937), My Man (1937) e You Go To My Head (1938).
Novas adições às bandas de Holiday são as do saxofonista Lester Young, em 1937, e do trompetista Charlie Shavers, no início de 1939; Billie começaria a cantar na boate de Nova York Café Society com o pianista Sonny White no final de 1938, estreando obras menores e padrões menos conhecidos, além de arranjos instrumentais atípicos: Brunswick 8259 e Vocalion 4783.
Holiday tinha um alcance musical limitado, apenas uma oitava. Ela compensou essa dificuldade com sentido rítmico implacável, expressão sutil e imediatismo emocional. Mais tarde, trabalhou com estrelas como Lester Young, Count Basie e Artie Shaw, tornando-se uma das mais conceituadas cantoras negras de jazz. No entanto, era proibida de usar a entrada principal em alguns locais em que iria atuar tendo que esperar em uma sala escura longe do público antes de aparecer em cena.
Holiday explicou o sentido do efeito dramático que apresentou em suas músicas dizendo: ─"Eu vivia as músicas assim". Nos seus últimos anos, cantou com muitos de outros grandes solistas de jazz da época.
A coleção inclui temas musicais de 1935 a 1945.
(traduzido e adaptado de Noticias de Jazz - blog de Pablo Aguirre)



CRÉDITOS PARA O PODCAST # 512

05 abril 2020

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS e AUTORES
GRAVAÇÃO
LOCAL e DATA
GIANTS OF JAZZ
Dizzy Gillespie (tp), Kai Winding (tb), Sonny Stitt (sa,st), Thelonious Monk (pi), Al McKibbon (bx) e Art Blakey (bat)
TOUR DE FORCE (Dizzy Gillespie)
Live at, Jardins Tivoli em Copenhague,
9 de novembro de 1971
A NIGHT IN TUNISIA (Dizzy Gillespie)
STARDUST
(Hoagy Carmichael / Mitchell Parish)
BLUE'N BOOGIE
(Dizzy Gillespie / Frank Paparelli)
ROUND ABOUT MIDNIGHT
(Thelonious Monk / Cootie Williams)
I MEAN YOU (Thelonious Monk)
LOVER MAN
(Jimmy Davis, Roger Ramirez e James Sherman) 

P O D C A S T # 5 1 2

03 abril 2020





     JAZZ IN
CONCERT 

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O CORONAVIRUS LEVA ELLIS MARSALIS E BUCKY PIZZARELLI.

02 abril 2020


A pandemia global atual já tirou a vida de proeminentes músicos de jazz, WALLACE RONEY e agora o pianista e educador ELLIS MARSALIS (pai de 4 estrelas do gênero) e o guitarrista BUCKY PIZZARELLI.
Ellis Marsalis, o "patriarca", foi um dos músicos mais respeitados de Nova Orleans, tanto como professor quanto como pianista no jazz "moderno". Ele era um grande admirador de Wynton Kelly, razão pela qual nomeou seu segundo filho, o famoso Wynton Marsalis.
Seus outros filhos também são famosos: o saxofonista Branford (o mais velho de seus filhos), o vibrafonista e baterista Jason Marsalis e o trombonista Delfeayo Marsalis.
Ellis teve uma brilhante carreira como educador e pianista de jazz, conquistando admiração no mundo musical além das fronteiras de Nova Orleans. Ele tinha 85 anos.
Bucky Pizzarelli era um guitarrista de estilo swing, pai de dois grandes nomes do jazz moderno, John Pizzarelli, guitarrista e o baixista Martin Pizzarelli. Outra família de proeminentes músicos de jazz.
Bucky morreu aos 94 anos e em sua longa carreira colaborou com Benny Goodman, Antonio Carlos Jobim, Stephane Grappelli, Les Paul e trabalhou como músico em programas de televisão ao vivo.
(traduzido e adaptado do blog Noticias de Jazz)

MORRE WALLACE RONEY VITIMADO PELO CORONAVIRUS

01 abril 2020



O trompetista Wallace Roney faleceu em 31 de março de 2020 aos 59 anos de idade por causa do coronavírus.
Ele nasceu na Filadélfia em 25 de maio de 1960 e estudou música e trompete na Settlement School of Music da Filadélfia, fazendo sua estréia nas gravações quando tinha apenas 15 anos e tocando no Cedar Walton Quartet no ano seguinte.
Roney gravou em 1978 com Rodney Jones, frequentou a Howard University e Berklee, freelancer em Nova York, fez álbuns com Art Blakey, Chico Freeman e Ricky Ford.
Roney se tornou um dos "Young Lions" que revigorava o jazz, tocando hard bop modernizado nos anos 80.
Em 1986, ele sucedeu Terence Blanchard como membro do Jazz Messengers de Art Blakey e também se tornou membro de longa data do Quinteto Tony Williams.
Em 1987, o trompetista estreou como líder, gravando regularmente para os selos Muse e High Note (além da Warner Bros. e Concord), aparecendo em mais de 250 gravações.
Roney apareceu com Miles Davis no Montreux Jazz Festival de 1991 (realizando arranjos de Gil Evans) e foi frequentemente chamado para interpretar o papel de Davis, incluindo o re-nascimento da banda Cool de Gerry Mulligan e o álbum A Tribute To Miles, onde ele tocou com Wayne Shorter, Herbie Hancock, Ron Carter e Tony Williams.
Wallace Roney, que liderou sua própria banda nos últimos 20 anos, também se apresentou com sua esposa, pianista Geri Allen, e seu irmão mais novo, Antoine Roney; ele estava ativo até o momento em que foi atingido pelo coronavirus.

(Traduzido e adaptado do artigo de Scott Yanow)


Do album Munchin': Wallace Roney (tp), Ravi Coltrane (st), Geri Allen (pi), Christian McBride (bx) e Kenny Washington (bat)

 LOVE FOR SALE ( Cole Porter)  -  Englewood Cliffs, N.J., 6/junho/1993