Editores e Colaboradores : Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Mestre Goltinho); David Benechis (Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) in memoriam, Luciana Pegorer (PegLu), Mario Vieira (Manim), Luiz Carlos Antunes (Mestre Llulla) in memoriam, Ivan Monteiro (I-Vans), Mario Jorge Jacques (Mestre MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels), Pedro Cardoso (o Apóstolo) e Carlos Augusto Tibau (Tibau).


BLOG CRIADO em 10 de maio de 2002

CRÉDITOS DO PODCAST # 391

11 dezembro 2017

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÃO  LOCAL / DATA
WESTDEUTSCHE RUNDFUNK (WDR)
BAND
The World of Duke Ellington Vol. 1: Andy Haderer, Rob Bruynen, Klaus Osterloh , Rick KiefeR, John Marshall (tp), Dave Horler, Henning Berg, Bernt Laukamp (tb), Roy Deuvall (b-tb), Heiner Wiberny (sa,cl), Harald Rosenstein (sa), Olivier Peters (st), Rolf Romer (st,cl), Jens Neufang (sbar), Frank Chastenier (pi), Milan Lulic (gt), Jimmy Woode (bx) e Grady Tate (bat) e Jerry van Rooyen (arranjo, condução) e Milt Grayson (vcl)
DON'T GET AROUND MUCH ANYMORE
(Duke Ellington / Bob Russell)
Cologne, Alemanha, 11/maio/1994
JUMP FOR JOY
(Duke Ellington) 
MORGANA KING
Morgana King (vcl)  acc por uma orquestra de estúdio, conduzida por Torrie Zito (condução, arranjo)
ANYTHING GOES
(Cole Porter)
Los Angeles, c. 1971
THE MOMENT OF TRUTH
(Peter Beckett / Bill Conti / Dennis Lambert) 
BUDDY BREGMAN
Conte Candoli, Ray Triscari, Stu Williamson, Al Porcino (tp), Lloyd Ulyate, Joe Howard, Frank Rosolino, George Roberts (tb), Bob Cooper, Bill Holman, Richie Kamuca (st), Russ Freeman (pi), Jim Hall (gt), Monty Budwig (bx), Mel Lewis (bat) e Buddy Bregman (arranjo e condução)
MY HEART STOOD STILL
(Lorenz Hart / Richard Rodgers)
Los Angeles, 22/abril/1959
I LOVE PARIS
(Cole Porter)
HEINZ VON HERMANN
Heinz Von Hermann (flautas tenor e alto) acc por  Erwin Schmidt (pi) e Uli Langthaler (bx)
ERONEL
(Thelonious Monk)
Obing, Austria, 2006
BRAKE'S SAKE
(Thelonious Monk)
ROXY COSS
Jeremy Pelt (tp), Roxy Coss (st, ssop), Chris Pattishall (pi) Alex Wintz (gt), Dezron Douglas (bx) e Willie Jones, III (bat)
PUSH (Roxy Coss)
Brooklyn, NY, 20/novembro/2014
TRICKY (Roxy Coss) 
LOU MCGARITY
Lou Mcgarity (tb), Dick Cary (pi, tp),  George Barnes (gt), Jack Lesberg (bx) e Don Marino (bat)
BY THE BEAUTIFUL SEA
(Harry Carroll)
New York, dezembro/1959
DOWN AMONG THE SHELTERING PALMS
 (James Brockman / Abe Olman)
MICHAEL DEASE & CHRIS MADSEN
Michael Dease/Chris Madsen: Brandon Lee (tp), Michael Dease (tb), Chris Madsen (st), Drew Pierson (pi), Yasushi Nakamura (bx) e Marion Felder (bat)
THE TAKEOVER
(Michael Dease) 
Brooklyn, NY, 30/setembro/2005

10 dezembro 2017

ANIVERSARIANTES  DO  MÊS    -  JAZZ  &  OUTROS (88)
Dezembro 10 a 12
10      Franco Ambrosetti, trumpete, Suissa, 1941
         Bob Cranshaw, contrabaixo, Illinois, 1932
Irving Fazola, clarinet, Louisiana, 1912
Morton Gould, composição, New York, 1913
Dorothy Lamour, atriz / vocal, Louisiana, 1914
Vincent Lopez, piano / líder, 1894
Matty Malneck, composição / líder, 1904
Ray Nance, trumpete, Illinois, 1913
11      Carlos Gardel, canto / composição, França, 1890
Brenda Lee, canto, Georgia, 194 4
Marky Marowitz, trumpete, Washington (DC), 1923
Rita Moreno, atriz / dança / canto, Porto Rico, 1921
Perez Prado, piano / composição / líder, Cuba, 1916
Big Mama Thornton, canto, Alabama , 1926
McCoy Tyner, piano, Pensilvania, 1938
12      Toshiko Akiyoshi, piano / lider, Mandchuria, 1929
Eddie Barefield, clarinete, Indiana, 1909
Fred Elizalde, piano / líder, Filipinas, 1907
Connie Frances, canto, New Jersey, 1938
Dodo Marmarosa, piano / composição, Pensilvania, 1925
Frank Sinatra, canto / ator, New Jersey, 1915
Grover Washington, Jr., saxofone.tenor, New York, 1943
Dionne Warwick, canto, New Jersey, 1940
Joe Williams, canto, Georgia, 1918

         Retornaremos

P O D C A S T # 3 9 1

08 dezembro 2017

MORGANA KING
ROXY COSS



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06 dezembro 2017

Série   “PIANISTAS  DE  JAZZ
Algumas Poucas Linhas Sobre o Piano e os Pianistas
55ª Parte - I
(47)(a) DUKE  ELLINGTON     Pianista Executante de uma Orquestra

Ainda que os autores, ouvintes, assistentes, críticos e apreciadores da arte de DUKE ELLINGTON concordem que seu instrumento principal foi sua orquestra, foi como pianista que ele iniciou e descortinou sua carreira, sendo certo que seus solos no “instrumento síntese”, o piano, ainda que relativamente poucos, mostram-nos um exímio “patrão das 88 teclas” (habitualmente ELLINGTON tocava o piano como extensão de seu braço regente, teclando o essencial para lembrar as harmonias e as passagens, a partir das quais seus músicos caminhavam).
Importa registrar que a banda paulistana “Traditional Jazz Band Brasil” gravou CD na primavera de 1982 e dentro da série “Vamos Ao Jazz” (que inclui volumes para Louis Armstrong, Blues, Standards, Swing Era, Broadway) dedicado a ELLINGTON com 18 faixas e que está devidamente registrado na “Smithsonian Institution” (notável instituição americana voltada para a educação e a pesquisa, fundada e administrada pelo governo americano, com um complexo de 19 museus, 07 centros de pesquisa, editoras, auditórios e cerca de 150 milhões de itens em sua coleções, sendo os prédios localizados na capital americana). Esse é um marco exclusivo para o, digamos assim, “JAZZ brasileiro”.
DUKE ELLINGTON foi antecessor, contemporâneo e sucedâneo da “Era do Swing”, já que sua obra e suas formações orquestrais ocorreram e atuaram antes dessa denominada “década de ouro” (1935/1945 como muitos creditam, mas na realidade por cerca de 03 décadas), permaneceram notadamente atuantes nessa década e se prolongaram com a vida do maestro até praticamente seu óbito, cerca de 30 anos após. Após a morte de ELLINGTON a banda, já então uma “instituição”, prosseguiu sob a batuta de outros músicos, inclusive de seu filho Mercer Ellington.
Edward Kennedy Ellington, DUKE ELLINGTON, pianista, compositor, arranjador e dirigente de orquestra, nasceu no dia 29 de abril de 1899 em Washington, D.C., capital dos U.S.A. (situada no leste americano a capital foi assim denominada em função do nome do primeiro Presidente dos U.S.A., George Washington, assim como ele foi homenageado dando nome ao estado de Washington no noroeste americano e cuja capital é a cidade de Olympia e, ainda, às 10 cidades com o nome de Washington nos estados de Geórgia, Illinois, Indiana, Iowa, Michigan, Missouri, New Jersey, Carolina do Norte, Ohio e Pensilvania). 
Veio a falecer em New York no dia 24 de maio de 1974 e logo após completar 75 anos;   sofrera um colapso no mês de janeiro em decorrência de tumor pulmonar e permaneceu hospitalizado até o final de março, quando faleceu, sendo seu funeral realizado na Catedral “St. John The Divine”, em New York, com a presença de cerca de 10.000 admiradores;    também em New York e no Bronx seu corpo foi enterrado (“Woodlawn Cemetery”). Em 1997 foi criado e instalado memorial a DUKE ELLINGTON no Central Park (5ª Avenida com a 110th Street, cruzamento que passou a denominar-se “Duke Ellington Circle”). 
Em sua terra natal, Washington D.C., está instalada a “The Duke Ellington School Of The Arts” dedicada ao ensino de estudantes com potencial para as artes.
ELLINGTON nasceu no seio de família da pequena burguesia de cor negra da capital, sendo que seu pai, James Edward Ellington, era funcionário público como desenhista na Marinha americana, chegou a ser mordomo na família de médico importante em Washington e mais tarde na Casa Branca e, ainda, complementava seus ganhos trabalhando como chefe dos garçons em restaurante; tocava piano, conhecia muito bem as danças de salão e os vinhos, era figura afável e sempre pronto a quaisquer sacrifícios para o sustento da família.   Daisy Kennedy Ellington, mãe de ELLINGTON, tocava piano, era severa e rigorosa impondo a toda a família um comportamento sóbrio e até “senhorial”, e sempre tratou ELLINGTON como um “ser especial”, o que marcou o filho para o resto da vida tanto no falar quanto no trajar e nos modos refinados, o que em nada o impediu de ser um “mulherengo”. 
ELLINGTON desfrutou de uma infância completamente diferente das de seus irmãos de cor;   estes com suas vidas oprimidas nos “guetos” eram o oposto do que a família de ELLINGTON lhe proporcionou  -  uma educação estruturada e voltada para a cultura, profunda, sensível, ao mesmo tempo que acelerada;    a par desse aspecto é importante salientar que ELLINGTON foi filho único e único filho até os 15 anos (quando nasceu sua irmã), podendo desfrutar dessas atenção e formação exclusivas até quase emancipar-se.   Por sua postura desde jovem recebeu já no seio familiar e entre os amigos o apelido de “Duke” (duque)
Os estudos de piano foram iniciados com um professor (Henry Grant) e uma professora (Klingscale), ao mesmo tempo em que estudava nas melhores escolas da capital americana com dedicação, em particular para o desenho (que jamais abandonou, sendo que muitos de seus esboços, pinturas e gravuras tornaram-se patrimônio privado da comunidade da banda).   Chegou a ser premiado em concurso da “NAACP” (“National Association For The Advancement Of Coloured People”), o que lhe garantiu uma bolsa no “Pratt Institute”. 
Somente mais tarde a música tornou-se significativa para o jovem ELLINGTON, que passou a participar das denominadas “rent-parties” (as festas organizadas pelos negros destinadas a angariar recursos para pagar o aluguel de suas moradias), já que os músicos mais requisitados para estas festas eram os pianistas, os mesmos que se apresentavam nos clubes “True Reformer’s Hall”, “Abbot House”, “Oriental Theatre” e outros.
A música de ELLINGTON transcende a linguagem puramente jazzística e alcança tensões culturais que a tornaram imortal. Com certeza se as formações de “big band” de ELLINGTON não foram as mais puramente “swingantes” de todas as da “era do swing” (aquelas que, como já dito, escreveram uma página magistral para o cenário do JAZZ por cerca de 03 décadas), alinha-se entre as 06 grandes, ao lado de Count Basie, Tommy Dorsey, Benny Goodman, Stan Kenton e Woody Herman, assim como também marcaram presença destacada as de Harry James e outras.
Durante cerca de meio século de atividade musical a obra de ELLINGTON, além das composições clássicas que a identificam, fez desfilar músicos notáveis como integrantes da banda, no contexto do grupo e como solistas, o que por si só já pode ser considerada uma enorme e magnífica contribuição para a história do JAZZ. 
Antes mesmo de historiar ELLINGTON como pianista, líder de bandas, compositor e “construtor de palco” para os solos de seus músicos, transcrevemos a seguir uma cronologia sintética dos marcos de seu trabalho, tomando como base o que escrevemos anteriormente para o jornal “Hoje em Dia” de Belo Horizonte (Caderno de Cultura, página 2, dias 04, 11 e 18 de maio de 1994, coluna “Cantinho do Jazz” que então criamos e assinávamos).

1914 
 Aos 15 anos ELLINGTON escreveu sua primeira composição (“Soda Fountain Rag”)
1915 a 1918 
Com músicos de Washington (entre os quais Henry Grant, Klingscale e Oliver “Doc” Cherry) ELLINGTON aprimorou sua formação musical prática
1918 
Casou-se com 19 anos a 02 de julho com Edna Thompson;    tocou em bandas e locais da capital (os já indicados “True Reformer’s Hall”, “Abbot House e “Oriental Theatre” entre outros)
1919 
Nasceu seu filho Mercer Ellington em 11 de março;   foi convidado para integrar as formações de Louis Thomas, de Daniel Doyle, de Doc Perry, de Elmer Snowden (banjoista) e de Russel Wooding, mas dedicou-se à formação do núcleo da sua primeira banda, “The Duke Serenaders”, com seu vizinho Otto Hardwick (saxofonista) e Sonny Greer (baterista que permaneceu com ELLINGTON de 1919 até 1950) 
1922 
Já em New York estudou informalmente com os pianistas James P. Johnson e Willie “The Lion” Smith;   reuniu-se com Sonny Greer, Otto Hardwick e Wilbur Sweatman (saxofonista);    retornou brevemente a Washington mas foi persuadido por Thomas “Fats” Waller (o genial pianista e compositor de “Honeysukle Rose” e “Ain’t Misbehavin’”) a regressar para New York 
1923 a 1924 
O primeiro trabalho em New York foi no clube “Barron’s” no Harlem, com Otto Hardwick / saxofone, Sonny Greer / bateria, Elmer Snowden / banjo e guitarra, e Arthur Whetsol / trumpetista compondo o quinteto capitaneado por ELLINGTON, passando depois para o “Kentucky Club” (então “Hollywood Club”) na Broadway, já com o “The Duke Serenaders” intitulando-se “The Washingtonians”.    Nesse ano de 1924 ELLINGTON inicia suas composições para o mercado da “Tin Pan Alley” (região no sul de Manhattan ao lado da “Union Square”, onde se concentravam as editoras de músicas e onde tocavam suas composições os futuramente consagrados George Gershwin, Irving Berlin, Richard Rodgers, Cole Porter, Jerome Kern e outros desse calibre;      lembramos que à época essas editoras musicais vendiam partituras para aqueles que possuíam piano em casa;   esses consumidores de bom padrão escolhiam as partituras de acordo com o que lhes era demonstrado pelos pianistas de plantão). Também nesse ano de 1924 ELLINGTON compõe canções para o letrista Jo Trent e destinadas ao musical “Chocolate Kiddies”
1925 
Durante curto período o grande Sidney Bechet incorporou-se ao grupo de ELLINGTON. Juntou-se ao grupo o trumpetista James “Bubber” Miley
1926 
Welman Braud (contrabaixista) e Joe “Tricky Sam” Nanton (trombonista) passaram a integrar a banda.   ELLINGTON conheceu Irving Mills que tornou-se seu empresário (e “assinou” dai por diante várias composições como parceiro de ELLINGTON até 1939, quando se desentenderam e Billy Strayhorn passou a integrar a banda). A banda adota como prefixo a composição de “Bubber” Miley “East St. Louis Toodle-Oo”
1927 
Surgiu a grande oportunidade para ELLINGTON: a “banda residente” do Cotton Club era a de Joe "King" Oliver que exigiu mais dinheiro para permanecer no clube, sendo então o posto oferecido pelo proprietário, o “gangster” inglês Owney Madden, a ELLINGTON que alí passou a atuar a partir do dia 04 de dezembro com o título de “Duke Ellington And His Jungle Band” e já contando no grupo com Harry Carney (sax.barítono) e Barney Bigard (clarinete). Foi importante o fato de que os espetáculos do Cotton Club eram regularmente transmitidos pelo rádio “coast-to-coast”, o que tornou a banda conhecida a nivel nacional.   Nesse ano as composições mais importantes de ELLINGTON (em parceria com “Bubber” Miley) foram “Black And Tan Fantasy” e “Creole Love Call”, esta gravada com a cantora Adelaide Hall (falecida em Londres em 07 de novembro de 1993 aos 93 anos)
1928 
O grande saxofonista.alto Johnny Hodges (“The Rabbit”) entrou para a banda e o destaque do ano foram as composições “The Mooche” e “Black And Beauty”
1929 
ELLINGTON trouxe toda a família para New York.   A banda participou da revista musical “Show Girl” de Ziegfeld e do curta-metragem “Black And Tan Fantasy”, filmado no Cotton Club.   Otto Hardwick e “Bubber” Miley (que viria a falecer em 1932) deixaram a banda, enquanto Juan Tizol (Juan Vicente Martinez Tizol nascido em San Juan / Porto Rico, trombonista, arranjador e compositor) e Cootie Williams (trumpetista) passaram a integrar o elenco de ELLINGTON
1930 
Uma breve interrupção das apresentações no Cotton Club, permitiu a ELLINGTON figurar na filmagem em Hollywood do longa metragem “Check And Double Check”. Como composições destacadas do ano situaram-se “Mood Índigo”, “Wall Street Wail”, “Rockin’in Rhythm”, “Ring Dem Bells” e “Old Man Blues”. A banda apresentou-se nos clubes “Palace”, “Paramount” e “Fulton”, neste em concerto com o grande Maurice Chevalier
1931 
Em fevereiro ELLINGTON desligou-se temporariamente do Cotton Club.     É o ano da primeira longa composição de ELLINGTON: “Creole Rhapsody”
1932 
Esse ano marcou 02 composições imortais de ELLINGTON: “Sophisticated Lady” e “It Don’t Mean A Thing (If It Ain’t Got That Swing)”. A banda realizou concerto na “Columbia University” (que anos mais tarde outorgou-lhe o título de “Doutor Honoris Causa”), já com Lawrence Brown incorporado ao naipe de trombones.   Retornou à banda o saxofonista Otto “Toby” Hardwick
1933 
ELLINGTON compõe “Reminiscing In Tempo”, nostálgica homenagem à sua mãe falecida nesse ano. O clássico do ano é a composição “In A Sentimental Mood”. O contrabaixista Billy Taylor entrou para a banda substituindo Wellman Braud. Também entrou para a banda o tumpetista Rex Stewart. A banda realizou temporadas por todo o território americano, assim como sua primeira viagem ao “Velho Continente” (ritual que se repetiu vezes sem conta no futuro, assim como para outros continentes, inclusive visitando o Brasil em 02 ocasiões, 1968 e 1971) 
1936 
Destaque para a composição de ELLINGTON e Juan Tizol “Caravan”, seguida de “Echoes Of Harlem” e “Clarinet Lament”
1937 
Mais clássicos: “Azure” e “Diminuendo And Crescendo Blues”, sendo esta composição a que se tornou lendária a partir do “Newport Jazz Festival” de 1956, em função do extraordinário solo do sax.tenorista Paul Gonsalves (14’20” de solo com 27 choruses, indicado na “Discografia”). Faleceu o pai de ELLINGTON. Temporadas na “Apollo Theatre” (Harlem) e no novo “Cotton Club” (Broadway). Após 19 anos com ELLINGTON deixou a banda o trumpetista Arthur Whetsol (Arthur Parker Whetsol), que viria a falecer em 1940 com apenas 34 anos
1938 
“Prelude To A Kiss” é a composição em destaque no ano.   Juntou-se à banda o trumpetista “Shorty” Baker que logo depois desligou-se, reincorporando-se em 1943 a permanecendo até 1951
1939 
Segunda excursão à Europa e primeira composição de Billy Strayhorn – William “Swee’Pea” Strayhorn (“Something To Live For”), que incorporou-se à banda com os notáveis Jimmy Blanton (contrabaixo) e Ben Webster (sax.tenor).    Billy Strayhorn então com apenas 24 anos passou a ser o grande arranjador, homem de confiança e alter-ego de ELLINGTON  -   na edição de 24 de novembro de 1996 do jornal “O Estado de São Paulo”, Caderno 2 / Especial Domingo, trouxe em sua página 01 o artigo “Despindo Ellington Para Vestir Strayhorn” do escritor Ruy Castro, pontuando aspectos interessantes da relação e diferenças entre os dois;    mais adiante retornaremos ao assunto
1940 
O trumpetista Ray Nance substituiu Cootie Williams. Composições desse ano: “Bojangles” (homenagem ao grande Bill “Bojangles” Robinson, que atuava no Cotton Club ao tempo em que a banda de ELLINGTON ali se apresentava), “In A Mellotone”, “Cottontail”, “Day Dream” (parceria com Billy Strayhorn) e “Never No Lament” (que todos passaríamos a conhecer após rebatizada como “Don’ Get Around Much Anymore”)
1941 
Billy Strayhorn compõe a imortal “Take The ‘A’ Train”, mais tarde prefixo da banda

Prosseguiremos com ELLINGTON
ANIVERSARIANTES  DO  MÊS    -  JAZZ  &  OUTROS (87)
Dezembro 07 a 09
07            Teddy Hill, saxofone.tenor / líder, Alabama, 1909
Louis Prima, trumpete / canto / líder, Louisiana, 1911
08      Sammy Davis, Jr., canto / dança / ator, New York,, 1925
         Jimmy Smith, órgão, Pensilvania, 1925
         Sol Yaged, clarinete, New York, 1922
09     Donald Byrd, trumpete, Michigan, 1932
         Freddie Martin, saxofone.tenor / lider, Ohio, 1906
         Gil Rodin, saxofone.tenor, Rússia, 1906
         Elsie Smith, saxofone.tenor / clarinete, Los Angeles, 1932
         Retornaremos


RECORDANDO DAVE BRUBECK












Nesta data, há cinco anos, acontecia a morte do lendário pianista e compositor DAVE BRUBECK, um dia antes de seu aniversário de 92 anos, depois de ter sofrido uma insuficiência cardíaca no caminho para uma consulta com seu cardiologista, acompanhado por seu filho Darius.  
Seus filhos, agrupados no conjunto - "The Brubeck Brothers", publicaram pouco antes o álbum "Lifetimes, A Celebration Of Dave Brubeck", que chegou ao topo das paradas de jazz.
A carreira musical do pianista aclamado começou no final dos anos 40. Em 1951, ele formou seu famoso Quarteto Dave Brubeck, que deixaria um selo indelével na história do jazz. Três anos depois, Brubeck foi o primeiro músico de jazz moderno cujo retrato apareceu na capa da revista Time.
Seu famoso álbum Time Out, lançado com seu quarteto em 1959, foi o primeiro álbum "LP" de jazz que vendeu mais de um milhão de cópias. Nesse álbum Brubeck experimenta com diferentes métricas com as quais o jazz, até aquele momento, não era totalmente familiar, como 5/4, 9/8 e 7/4.
Até então Dave Brubeck já havia gravado 29 LPs em um período de 10 anos. Ao longo de sua carreira, gravou um total de 118 álbuns e recebeu 21 prêmios acadêmicos de instituições universitárias, artísticas e culturais e governamentais.
No entanto, ele será lembrado principalmente por seu famoso quarteto composto por ele ao piano, Paul Desmond ao saxofone alto, Eugene Wright ao contrabaixo e Joe Morello à bateria, com quem gravou profusamente e com quem fez passeios internacionais bem sucedidos por muitos anos.
Brubeck começou seus estudos de piano com sua mãe e, no início, ele não conseguiu ler música devido a uma visão fraca, no entanto, ele conseguiu  superar essa dificuldade. Não era sua intenção prosseguir uma carreira musical, mas queria trabalhar no rancho do pai na Califórnia. No entanto, seus professores pediram que ele se juntasse ao conservatório local, onde depois de algum tempo surgiu um escândalo quando descobriram que ele tinha dificuldade em ler música. Mas, graças à sua impressionante técnica e qualidade interpretativa ao piano, ele foi autorizado a se formar com a condição de ele nunca ensinar música.
Após quase 4 anos no exército, Brubeck retornou à universidade para estudar com Darius Milhaud, que o encorajou a estudar fuga e orquestração, mas que não se fixa-se no piano clássico. Naquela época, Brubeck já conhecia o saxofonista Paul Desmond e começou a tocar com outros músicos de jazz, incluindo Cal Tjader. Logo organizou seu quarteto, depois de um acidente de natação que o deixou incapaz de tocar durante vários meses.
Esse quarteto seria o trampolim de uma carreira musical como pianista e compositor que duraria mais de seis décadas. 
Brubeck se tornaria assim um dos "gigantes" mais destacados do jazz cuja fama transbordou as fronteiras do gênero.

(traduzido e adaptado do blog Noticias de Jazz)

COLEÇÃO ELLA FITZGERALD - 220 músicas em 10 CDs

05 dezembro 2017

Com a aproximação do Natal, lembramos da informação de que a Verve Records / Universal Music Enterprise possui no mercado uma caixa de luxo com uma coleção de 10 CDs que cobrem cerca de 220 músicas clássicas gravadas por Ella Fitzgerald. Esta é a maior e mais completa coleção publicada até agora e será chamada "Ella Fitzgerald: The Voice Of Jazz".
Todas as gravações - originalmente produzidas pelo lendário promotor de jazz e criador das etiquetas de Verve e Pablo, Norman Granz - foram rematrizadas para melhorar a qualidade técnica e incluem algumas que nunca foram publicadas anteriormente.
A caixa é elegantemente apresentada e inclui uma grande quantidade de informações escritas e fotográficas, muitas das quais vinham em cada um dos 10 CDs individuais, mas também traz um livro de 96 páginas com um pouco da história musical de Ella, bem como notas críticas e dados de discografia.
A coleção varia das primeiras músicas gravadas por Ella Fitzgerald com a orquestra Chick Webb às suas últimas gravações feitas para o rótulo "Pablo", que foi em grande parte criado por Norman Granz para gravar a lendária cantora de jazz, passando por seus períodos com a DECCA e Verve.
Em sua longa e frutífera carreira, percorreu todos os cantos do mundo oferecendo shows e participando de festivais, e foi aclamada por públicos além das fronteiras do jazz. Ela cantou com orquestras famosas e com a maioria dos músicos de jazz - estrelas de uma era que durou mais de seis décadas.
Para muitos, Ella Fitzgerald continua a ser o vocalista mais importante da história do jazz, mesmo 20 anos após sua morte e tendo em conta que existem muitas outras cantoras lendários, como Billie Holiday, Sarah Vaughan, Carmen McRae, Dinah Washington, Betty Carter e um grande número de excelentes cantores contemporâneos. No passado, ela era conhecida como "a primeira dama do jazz" e "a rainha do jazz". Esta nova coleção já a apelidou de "a voz do jazz".

(traduzido e adaptado do blog Noticias de Jazz)

NAS ONDAS DO JAZZ (2)

04 dezembro 2017

Continuando na deliciosa nostalgia dos programas de Jazz no rádio, encontrei um do legendário Willis Conover, o The Jazz Hour, dedicado ao também legendário maestro, pianista e compositor, Duke Ellington, gravado em 9 de Janeiro de 1957. A série de programas The Jazz Hour fazia parte de uma outra série chamada Music USA.

O programa que eu trago é composto da seguinte pauta:
1. 1. Conover states program number and date
2. 2. Theme ("Take the 'A' Train") and introduction
3. 3. "Black and Tan Fantasy"
4. 4. "Caravan"
5. 5. "In a Mellow Tone"
6. 6. "Creole Love Call"
7. 7. "I Let a Song Go Out of My Heart"
8. 8. "It Don't Mean a Thing"
9. 9. "Passion Flower"
10. 10. "Ko Ko"
11. 11. Mid-program identification, radio meter band announcements
12. 12. Festival Suite: II. "Blues to Be There," Newport Jazz Festival,1956
13. 13. "Diminuendo and Crescendo in Blue" at Newport, 1956
14. 14. "Moon Mist"
15. 15. Closing theme ("Take the 'A' Train") and announcements


Divirtam-se e forte abraço.




CRÉDITOS DO PODCAST # 390

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÃO
LOCAL /DATA
COLEMAN HAWKINS
Coleman Hawkins (st), Tommy Flanagan (pi), Major Holley (bx) e Eddie Locke (bat)  -
ALL THE THINGS YOU ARE
(Oscar Hammerstein II / Jerome Kern)
Live at Village Gate, New York, 13 e 15/agosto/1962

JOSHUA FIT THE BATTLE OF JERICHO
(Traditional Spiritual)
IT'S THE TALK OF THE TOWN
(Jerry Livingston / Al J. Neiburg / Marty Symes)
MACK THE KNIFE
(Marc Blitzstein / Bertolt Brecht / Kurt Weill)
BEAN AND THE BOYS
(Coleman Hawkins)
SATIN DOLL
(Duke Ellington / Johnny Mercer / Billy Strayhorn)
THE RABBIT IN JAZZ
(Coleman Hawkins / Johnny Hodges)
PERDIDO (Juan Tizol)

03 dezembro 2017

ANIVERSARIANTES  DO  MÊS    -  JAZZ  &  OUTROS (86)
Dezembro 04 a 06
04     Herman Autrey, trumpete / canto, Alabama, 1904
         Deanna Durbin, canto / atriz, Canadá, 1921
         Jim Hall, guitarra, New York, 1930
         Eddie Heywood, piano / composição, Georgia, 1915
         Frank Tiberi, saxofone.tenor, New Jersey, 1928
05     Gene Allen, saxofone.barítono, Indiana, 1928
         Luis Arcaraz, canto / líder, México, 1910
         Kansas Field, bateria, Kansas, 1915
         Egberto Gismonti, guitarra, Brasil, 1947
         Marshall Royal, saxofone.alto / clarinete, Oklahoma, 1912
         Sonny Boy Williamson, canto / guitarra, 1899
06     Dave Brubeck, piano / composição, California, 1920
         Bob Cooper, saxofone.tenor, Pensilvania, 1925
         Frankie Dunlop, bateria, New York, 1928
         Ira Gershwin, composição, New York, 1896

         Retornaremos
Série   “PIANISTAS  DE  JAZZ
Algumas Poucas Linhas Sobre o Piano e os Pianistas
46ª Parte
(46)   PETE JOHNSON                           A Era do Boogie Woogie
Kermit H. Johnson, artisticamente PETE JOHNSON, pianista norte-americano, nasceu no dia 25 de março de 1904 em Kansas City, estado do Missouri, vindo a falecer em vias de completar 63 anos no dia 23 de março de 1967, no “Meyer Hospital” de Buffalo, estado de New York.
O pai abandonou a família deixando a mãe sozinha com PETE e face às dificuldades financeiras o menino foi criado até os 03 anos em orfanatos, retornou ao lar e aos orfanatos, até que com 12 anos passou a trabalhar em diferentes atividades tornando-se suporte material do lar:  engraxate, auxiliar em gráfica, servente em uma fábrica e, ainda assim, conseguiu estudar até a 5ª série do ensino básico.
Aprendeu a tocar bateria, atuou em diversas orquestras a partir dos 18 anos em sua cidade natal, simultaneamente com o aprendizado de piano na companhia de seu tio Charles Smash Johnson, sempre praticando em igrejas.
Como pianista PETE iniciou sua carreira profissional na banda de Clarence Love, atuando em seguida em diversos clubes da cidade no período de 1926 até 1938, chegando a tocar com Big Joe Turner.
Um feliz encontro em 1936 com o produtor John Hammond proporcionou a PETE sua primeira incursão em New York, no importante “Famous Door”.
Em 1938 e ao lado de Big Joe Turner PETE participou no Carnegie Hall do concerto “From Spiritual To Swing”, espetáculo que gerou enorme popularidade para o estilo “boogie-woogie”, uma das “coqueluches” dos anos 1930.   
Seguiram-se atuações, temporadas e gravações com Big Joe Turner, Mead Lux Lewis e Albert Ammons, sendo que em 1941 PETE, Lewis e Ammons atuaram no “curta” “Boogie-Woogie Dream”.
É importante assinalar que esses 03 pianistas, PETE JOHNSON, Mead Lux Lewis e Albert Ammons, são considerados os melhores do gênero (“boogie-woogie”).  PETE dizia que o “boogie” era um “blues em fuga”  -  primeiro a mão direita, depois a esquerda, em seguida as duas mãos em contra.pontos”.
Em sessões de janeiro de 1946 PETE gravou em piano.solo o início do álbum “House Rent Party”, seu “album.conceito”, que é seguido por faixas em “jam session” com J.C.Heard, J.C. Higginbotham e outros músicos de Kansas City, sua cidade natal.
A composição de PETE e Big Joe Turner “Roll ‘Em Pete”, gravada com Big Joe no vocal e PETE ao piano, é considerada a primeira gravação do “rock and roll”.
Os dois ainda gravaram “Johnson And Turner Blues” e, em 1949, compuzeram e gravaram “Rocket 88 Boogie”.
Em 1950 PETE retornou a Buffalo, com problemas financeiros e de saúde, inclusive tendo sofrido perda parcial de um dedo em acidente.
Do início até outubro de 1953 PETE trabalhou como lavador de “trucks” em empresa de sorvetes (por favor, dispensem o comentário de que ele havia “entrado em uma fria”), ao mesmo tempo em que complementava sua renda no “Bamboo Room”, clube de Bufalo, tocando em trio.
Em 1954 ele lavava carros em uma funerária, ganhando US$ 25.00 semanais, até que em meados desse ano conseguiu temporada de 06 meses como pianista fixo no “Circus Snack Bar” do “St. Louis Forest Hotel”, com transmissão radiofônica nas tardes de sábado dentro do programa “Saturday At The Chase”.
PETE realizou gravação privada (na verdade “house.parties”) nesse ano, em 20 de julho e 01 de agosto, na residência de seu grande amigo Bill Atkinson.
Em 1955 ele atuou em Lenox / Massachusetts no “Berkshire Music Barn”, realizou algumas gravações e, em 1958 e integrando o “J.A.T.P.” de Norman Granz, participou de temporada na Europa, ocasião em que foi convidado para atuar no “Newport Jazz Festival”, o que fez retornando aos U.S.A. para apresentar-se ao lado de Big Joe Turner, Big Maybelle e Chuck Berry.
Em agosto desse ano de 1958 exames clínicos revelaram o estado crítico de PETE, com o coração em estado precário e diabetes.   A essa altura ele havia perdido a mobilidade em ambas as mãos.
Após 04 anos a revista “Jazz Report” promoveu uma campanha constante de audições de discos de PETE para angariar-lhe fundos.
Após mais 02 anos, em 1964, Hans Maurer publicou “The Pete Johnson Story”, com toda a receita de venda destinada a PETE.
Nesse ano de 1964 foi publicado artigo na revista “Blues Unlimited” mostrando as dificuldades de PETE para receber os royalties da “Blue Note” e da “Victor”.
Em junho ele tornou-se membro da “ASCAP”, passando a receber seus direitos de forma clara e constante.
Sua última aparição ocorreu em janeiro de 1967 no espetáculo “Spiritual To Swing” no “Carnegie Hall”, amparado pelas mãos do Mestre de Cerimônias Lieberson e de  Big Joe Turner,  que lhe dedicou o número “’Roll ‘Em Pete”.
Dois meses após PETE faleceu.
A audição da arte de PETE no piano pode ser desfrutada com o estojo “The History Piano Jazz” (Alemanha, “Le Chant du Monde”, 2003, 10 CD’s), nos seguintes números:
-   Lone Star Blues, 16/abril/1939 em piano.solo
-  Death Ray Boogie, 08/maio/1941, com Al Hall/contrabaixo e A.C.Goodley/bateria
-   Basement Boogie, também 08/maio/1941, mesmo  trio anterior.
As composições de PETE, só ou em parceria, reúnem peças que se tornaram clássicos do “boogie woogie” e do populário: "1280 Stomp", "627 Stomp", "Basement Boogie",  "Boogie Woogie Prayer",  "Buss Robinson Blues",  "Cherry Red",  "Goin' Away Blues",  "Holler Stomp", "Just for You",  "Pete's Blues",  "Pete's Lonsome Blues"  e  "Rebecca" são exemplos de criaçoes de PETE.  
PETE ainda está presente em diversos álbuns como titular ou em coletâneas, mas os exemplos anteriores nos mostram um mestre das “88”, em seu gênero e além.

                                                Retornaremos nos próximos dias                                                   com o grande Duke Ellington                                           


P O D C A S T # 3 9 0

01 dezembro 2017


JAZZ IN CONCERT  COM COLEMAN HAWKINS


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