Aqui você vai encontrar as novidades sobre o panorama nacional e internacional do Jazz e da Bossa Nova, além de recomendações e críticas sobre o que anda acontecendo, escritas por um time de aficionados por esses estilos musicais. E você também ouve um notável programa de música de jazz e blues através dos PODCASTS. Apreciando ou discordando, deixem-nos seus comentários. NOSSO PATRONO: DICK FARNEY (Farnésio Dutra da Silva)
Editores e Colaboradores : Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Mestre Goltinho); David Benechis (Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) in memoriam, Luciana Pegorer (PegLu), Mario Vieira (Manim), Luiz Carlos Antunes (Mestre Llulla) in memoriam, Ivan Monteiro (I-Vans), Mario Jorge Jacques (Mestre MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels), Pedro Cardoso (o Apóstolo) e Carlos Augusto Tibau (Tibau).
BLOG CRIADO em 10 de maio de 2002
17 setembro 2017
PÉS DESCALÇOS
16 setembro 2017
Nesse trabalho de estreia, traz um delicado e um cuidadoso trabalho melódico usando como direção para esse variado leque de ritmos uma formação de quarteto de jazz acompanhado pelo piano de Marco Tommaso, o contrabaixo de Ronaldo Diamante e a bateria de Gabriel Barbosa.
O repertório passeia pelo afoxé, xote, frevo, samba, bossa, salsa, bolero, ijexá e bebop, em arranjos que privilegiam e exploram a força contagiante desses estilos, fazendo da audição do disco uma experiência agradável, renovadora e empolgante da primeira até a última faixa.

"Pés Descalços" foi gravado, mixado e masterizado por Ricardo Calafate, no Estúdio Umuarama, RJ.
Com a palavra, Rogério Guimarães -
O que inspirou o nome do disco?
Dar nome a uma música não é nada fácil pra mim. Às vezes, mais difícil que compor a música. Apesar disso, o nome dessa, que é a primeira faixa do disco, veio naturalmente. Achei que o significado do título, "Pés Descalços", reflete a alma desse trabalho, que é uma ideia de simplicidade, de beleza e alegria, como a prazerosa experiência de caminhar de pés descalços.
Como originou a formação do grupo que o acompanha?
No processo de composição das músicas, por se tratar de temas brasileiros na maior parte, visualizei desde o princípio que o fio condutor dessa variedade de ritmos seria a formação que se repetiria em todas as faixas. Optei por utilizar somente instrumentos acústicos, o que dá um sabor jazzístico ao trabalho. Tive a grande sorte de encontrar músicos muito eficientes, sensíveis ao que eu queria fazer e que acreditaram e me apoiaram nesse trabalho, como o Ronaldo Diamante no baixo acústico, Marco Tommaso no piano e o Gabriel Barbosa na bateria.
É desafiador fazer essa fusão do jazz com ritmos brasileiros?
Não posso dizer que encaro como um desafio, ou mesmo que chamaria de fusão desses estilos. Na verdade, trabalho sempre sob o princípio do prazer e da diversão. Uma das formas de compor que dá muito certo pra mim é gravar uma levada num instrumento de percussão, que pode ser qualquer coisa que esteja à mão, e improvisar melodias que aquela levada inspira até o momento em que está divertido. Quando começa a ficar trabalhoso eu deixo pra lá e volto depois. Como sempre uso ritmos que acho estimulantes e como amo o jazz, talvez por isso, essa "fusão" tenha acontecido naturalmente. Acho muito importante manter esse frescor em todos os aspectos da música. Sei que quando estamos estudando é preciso mais disciplina e insistir no aperfeiçoamento da execução, mas se deixarmos extrapolar o limite do prazer e transformarmos a prática numa luta, certamente essa tensão vai se refletir no som que você faz.

A audição musical sempre é importante. O que gosta de ouvir e que músicos influenciaram na sua formação?
Pra qualquer pessoa, ouvir música é uma experiência para além dos sentidos. Música não é nada além de ar em movimento e mesmo assim pode transformar tudo. A cultura, as crenças, a maneira de ver o mundo e a vida daquele que ouve. Pra quem trabalha com música, ouvi-la é também sedimentar uma linguagem dentro de si. Não há como ser um verdadeiro sambista se o samba não entrou no seu sangue pelos ouvidos e por todo seu corpo num processo que leva muitos anos. Se você quer dominar um estilo, tem que ouvi-lo por muito, muito tempo.
Eu gosto de ouvir tudo e em todo tipo de música encontro coisas que gosto. E que não gosto também. O desejo de ser músico foi inspirado inicialmente pelo rock. A guitarra sempre teve um encantamento sobre mim, e lembro até hoje da sensação que tive no dia em que vi uma pela primeira vez. Desde então, tudo que tinha guitarra me interessava. Os guitarristas que mais gostava eram Jimmy Page, Jeff Beck e Steve Howe e quando comecei a ouvir jazz os que mais me influenciaram foram o George Benson, Pat Metheny, Ricardo Silveira, Joe Pass, Joe Diorio, Kenny Burrel, e por aí vai.
Que equipamentos usou nessa sessão?
Levei um tempo até achar o som de guitarra que queria na gravação. Acho que foi o que mais deu trabalho em todo o processo... Experimentei várias coisas até chegar num equipamento simples, mas muito funcional. Uso uma guitarra Gibson ES 175 de 1956 ligada num amplificador Fender Deville valvulado, microfonado com um Newmann U89 e um Roland Cube 60 transistorizado, captado por um Newmann U87. Uso um pouco de reverb e delay de um Lexicon MPX1 ligado no looping de efeitos do Fender e o Roland sem nenhum efeito. Gosto de misturar o som de dois amplificadores de características diferentes e realçar as qualidades de cada um, como os graves encorpados do Fender e a definição dos agudos do Roland. Ao vivo, uso o mesmo equipamento, adicionando ocasionalmente um pedal de volume para ter mais controle sobre as dinâmicas.
Como adquirir o disco?
Obrigado Rogério Guimarães, e sucesso.
P O D C A S T # 3 7 9
15 setembro 2017

PARA BAIXAR O ARQUIVO DE ÁUDIO CLICAR NO LINK ABAIXO:
http://www101.zippyshare.com/v/CR7gsm8N/file.html
IN SET COM BRUNO MIGOTTO
13 setembro 2017
Agora ele é o protagonista, e apresenta seu primeiro disco solo intitulado In Set, um registro autoral que contou com a participação de Michel Leme na guitarra, Alex Buck na bateria e os sopros de Daniel D'Alcantara no trompete, Josué dos Santos e Cassio Ferreira nos saxofones e Jorginho Neto no trombone.
O primeiro time da cena instrumental paulistana.
Para Bruno, In Set é o retrato mais fiel da sua realidade e crença na arte, como afirma no belo encarte do disco, com arte gráfica de Luda Lima.

Alternando entre o contrabaixo acústico e elétrico, o repertório se traduz quase como uma biografia -
das mudanças e incertezas em "Do Fim ao Começo"; a mistura de ritmos em "El Samba como me Gusta" e "Caixote de Surpresas"; a crença em "Paz de Cristo"; da ansiedade transformada em Blues em "Quase Roxo"; e dos insights criativos em "Acidental" e "Canto do Abacate".
Títulos cujas histórias são reveladas brevemente por Bruno em linhas impressas na contracapa do disco.
Com a palavra, Bruno Migotto -
In Set é um disco totalmente autoral. Como você trabalha o processo de composição?
O processo de composição nunca é fácil pra mim, normalmente tudo parte de uma ideia e depois vem o desenvolvimento dessa ideia, que é a parte mais dificil e que leva muito mais tempo. As músicas desse disco foram todas compostas entre 2005 e 2007, e depois de escritas comecei a escrever os arranjos para a formação de septeto, a principio somente para estudo, mas depois de tanto trabalho os escrevendo decidi montar essa formação e toca-los. Em 2009 gravei o disco, que conta com 7 desses arranjos e com os músicos Michel Leme, Alex Buck, Daniel D'Alcântara, Cássio Ferreira, Josué dos Santos e Jorginho Neto.
Nesta sessão você tem a base em trio com guitarra e bateria e uma seção de sopros. Você já tinha pensado nos arranjos sem piano?
Desde que comecei a escrever os arranjos para essa formação sempre pensei neles com um só instrumento de harmonia, no caso a guitarra; assim o músico fica mais à vontade para harmonizar com o solista e interagir. Mas acima de tudo, minha preocupação foi em pensar nos músicos que eu queria que fizessem parte do som, então não escolhi a guitarra, escolhi o Michel Leme, que tem um som único, assim como todos os outros músicos que fizeram parte do disco. Esse é um dos aspectos que mais gosto desse tipo de música, que permite a criação e a improvisação em tempo real. Cada músico que muda, muda também todo o som do grupo e a maneira como os demais músicos tocam e reagem, isso requer uma sensibilidade e entrega total à Música.
Contrabaixo acústico e elétrico - instrumentos de sonoridade e textura tão particulares. Como você os pensa em sua música?
O que realmente acho mais distinto entre os dois instrumentos é a parte técnica, nesse sentido eles são completamente diferentes, a não ser por terem a mesma afinação. Portanto, não é natural que um baixista elétrico toque acústico nem vice versa, tem que estudar os dois separadamente com suas respectivas técnicas e sonoridades. Porém na hora de tocar, musicalmente falando, penso nos dois muito próximos. Minhas maiores referencias como baixista são baixistas acústicos. Depois que comecei a tocar baixo acústico meu jeito de tocar o elétrico mudou completamente, e meu modo de tocar em grupo mudou bastante, e pra melhor, eu acredito. Essa limitação técnica que o baixo acústico traz no começo, acho isso extremamente musical, faz você ser mais criativo com menos informação e também faz você valorizar o mais simples. Hoje em dia acho que um instrumento acaba ajudando e influenciando o outro. Meus estudos hoje também inclui a bateria, e foi desde que me mudei para São Paulo que pude começar a estudar de verdade esse instrumento, que foi minha primeira paixão na música, um instrumento que sempre me ajudou muito como baixista, e musicalmente; também tenho me dedicado bastante ao piano, que tem me ajuda muito em todos os sentidos. Acho extremamente importante para qualquer instrumentista conhecer um pouco de bateria e piano.

O que o fez descobrir o contrabaixo?
O contrabaixo não foi minha primeira e nem segunda opção. O primeiro instrumento que eu tive foi um teclado, com uns 8 anos de idade mais ou menos, mas não despertou muito meu interesse para estudar na época e logo desencanei; mas foi quando vi uma bateria pela primeira vez na minha frente que meu amor pela música começou de verdade. Eu ficava louco quando via alguém tocando bateria, e queria muito fazer aquilo também (esse amor continua até hoje), porém morava em apartamento e ter uma bateria não era uma opção, a unica coisa que eu sabia era que não queria tocar guitarra, então baseado nas bandas de Rock que eu ouvia na época só me sobrou o baixo.
Aos 11 anos ganhei meu primeiro baixo elétrico, e a partir daí comecei a estudar música cada vez mais, ja sabendo que queria ser músico. Aos 17 fui para São Paulo estudar música e comecei a ouvir cada vez mais Jazz e Música Instrumental, e naturalmente comecei a ter como referencia aquela linguagem e sonoridade do baixo acústico, assim comprei meu primeiro acústico aos 18 anos. Comecei a estudar sozinho mesmo, e logo comecei a trabalhar com o instrumento, e tocar na noite ainda continua sendo minha maior escola, repertórios sempre diferentes e com músicos diferentes.
É muito interessante como as coisas acontecem. Quando comecei a tocar aos 11 anos, nunca imaginei que fosse tocar e carregar um baixo acústico pra lá e pra cá, porém agradeço muito, pois esse instrumento mudou completamente minha maneira de tocar e de ver a música, e também me abriu muitas portas para que eu começasse a tocar Música Instrumental e improvisada com grandes músicos que eram e ainda são minhas referências musicais, e que tenho a honra de ver de perto, aprender e tocar, como os grandes bateristas Bob Wyatt, Edu Ribeiro, Cuca Teixeira, Alex Buck, Nenê, Celso de Almeida, entre tantos outros.
Você é professor no Conservatório Souza Lima, que tem muito foco no Jazz e na Música Instrumental. Você vê potencial na nova geração de músicos para levar esse legado adiante?
Com certeza. Os tempos mudaram bastante por conta da tecnologia e do fácil acesso a informação, o importante é saber como lidar com isso. O perigo é ficar viciado no acúmulo de informações e não se aprofundar em nada direito. Gosto do antigo método de ter um disco e ouvi-lo até cansar, conhecer o máximo possível aquele disco, cantar os solos, saber o que acontece com os outros instrumentos, ouvir a música como um todo e não focar somente no próprio instrumento. E o que parece ser um método infalível para aprender uma linguagem é conhecer a história, estudar os que vieram antes de você, e os que vieram antes daqueles que você admira. Acredito que esse processo tanto de aprender quanto de ensinar deve ser feito em sua maior parte com Música, com som, e não somente com regras e dogmas, afinal ninguém quer virar músico ou se apaixonar pela Música por causa de regras e teorias.
Obrigado Bruno Migotto, e sucesso.
brunomigotto.com/
Bruno Migotto on Myspace.
JOIA DE BILL EVANS COM JACK DeJOHNETTE
RECORDANDO LEONARD FEATHER
REEDITADOS NOVE LP’s DE MILES DAVIS
12 setembro 2017
CRÉDITOS DO PODCAST # 378
11 setembro 2017
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LIDER
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EXECUTANTES
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TEMAS e AUTORES
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GRAVAÇÕES
LOCAL / DATA
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SONNY ROLLINS
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Sonny Rollins (st), Sonny Clark (pi), Percy
Heath (bx) e Roy Haynes (bat)
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JUST IN TIME
(Jule Styne / Betty Comden / Adolph Green)
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New York, 12/junho/ 1957
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MEL TORME
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The
Marty Paich Dektette: Mel Torme (vcl), Jack Sheldon, Warren Luening
(tp), Dan Barrett (tb), Bob Enevoldsen (v-tb), Jim Self (tu), Gary Foster
(sa), Ken Peplowski (st,cl), Bob Efford (sbar), Allen Farnham (pi), Chuck
Berghofer (bx) John Von Ohlen (bat) e Marty Paich (arranjo, condução)
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Concert at "Kan-i Hoken Hall", Tokyo,
11/dezembro/1988
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JOSHUA REDMAN
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Joshua Redman (st), Peter Martin (pi),
Christopher Thomas (bx) e Brian Blade (bat)
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Live "Village Vanguard", New York,
26/março/1995
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GARY BURTON
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Gary Burton (vib), Chick Corea (pi), Pat
Metheny (gt), Dave Holland (bx) e Roy Haynes (bat)
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ELUCIDATION
(Pat Metheny)
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New York, 17/dezembro/1997
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KENNY BARRON
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Kenny Barron (pi), Kiyoshi Kitagawa (bx) e
Johnathan Blake (bat)
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COOK’S BAY
(Kenny Barron)
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New York, 4/julho/2015
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TAL FARLOW
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Eddie
Costa (pi), Tal Farlow (gt, ldr) e Vinnie Burke (bx)
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I LOVE
YOU
(Cole Porter)
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New
York, 31/maio/1956
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JOHN
FEDCHOCK
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John Fedchock New York Band: Tony Kadleck,
John Bailey (tp), Barry Ries (flh), John Fedchock (tb, arranjo), Keith
O'Quinn, Clark Gayton (tb), George Flynn (b-tb), Rich Perry, Walt Weiskopf
(st), Mark Vinci (sa,fl), Charles Pillow (sa, ssop), Allen Farnham (pi), Dick
Sarpola (bx) e Dave Ratajczak (bat)
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JUST
SAYIN'
(John
Fedchock)
|
New
York, 2/junho/2014
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STAN
GETZ / OSCAR PETERSON
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Stan Getz (st), Oscar Peterson (pi), Herb
Ellis (gt) e Ray Brown (bx)
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I WANT TO BE HAPPY
(Irving
Caesar / Vincent Youmans)
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Los Angeles, CA, 10/outubro/1957
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SHELLY MANNE
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Bob
Enevoldsen (v-tb), Art Pepper (sa), Bob Cooper (st), Jimmy Giuffre (sbar),
Marty Paich (pi), Curtis Counce (bx), Shelly Manne (bat, ldr) e Shorty Rogers
(arranjo)
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GAZELLE (Bill Russo)
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Hollywood, CA, 6/abril/1953
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JOE CLARK
|
Brent
Turney, Chuck Parrish, Victor Garcia, B.J. Cord (tp,flh). Joe Clark
(tp,flh,arranjo, ldr), Andy Baker, Tom Garling, Bryant Scott (tb), Tom Matta
(b-tb), Corbin Andrick, Dan Nicholson
(sa), Chris Madson, Anthony Bruno (st), Mark Hiebert (sbar) Ryan Cohan (pi),
Mike Pinto (gt), Joe Policastro (bx) e Jeff Hamilton (bat)
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FREE-WHEELING
(Joe Clark)
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Chicago,
IL, 21/março/2012
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LEWIS NASH
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Jeremy Pelt (tp,flh), Jimmy Greene (st), Renee
Rosnes (pi), Peter Washington (bx) e Lewis Nash (bat)
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BLUES CONNOTATION
(Ornette Coleman)
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Live
at "Cory Woods' Cellar Jazz Club", Vancouver, Canada,
18/setembro/2011
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RECORDANDO GERALD WILSON
10 setembro 2017
P O D C A S T # 3 7 8
08 setembro 2017
![]() |
| MEL TORMÉ |
![]() |
| JOHN FEDCHOCK |
![]() |
| JOSHUA REDMAN |
![]() |
| LEWIS NASH |
PARA BAIXAR O ARQUIVO DE ÁUDIO USAR O LINK ABAIXO:
http://www5.zippyshare.com/v/LV631FRD/file.html
FILME DOCUMENTAL SOBRE JOHN COLTRANE
06 setembro 2017
DOCUMENTÁRIO SOBRE CLARK TERRY e sua amizade com um jovem pianista
05 setembro 2017
CRÉDITOS DO PODCAST # 377
04 setembro 2017
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LIDER
|
EXECUTANTES
|
TEMAS / AUTORES
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GRAVAÇÃO
LOCAL /DATA
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MARCUS
ROBERTS
&
WYNTON
MARSALIS
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Marcus Roberts (pi), Wynton
Marsalis (tp), Roland Guerin (bx) e Jason Marsalis (bat)
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BLUES
SKIES (Irving Berlin)
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Ruby Diamond Auditorium, Florida State
University (Tallahassee, FL), 8/outubro/2013
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GIANT
STEPS (John Coltrane)
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EMBRACEABLE YOU (George
Gershwin)
|
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|
NEW
ORLEANS BLUES (Jelly Roll Morton)
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EAST
OF THE SUN WEST OF THE MOON
(Brooks
Bowman)
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BLACK AND TAN FANTASY
(Duke Ellington / Bubber Miley)
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When the
Saints Go Marching In
(Tradicional)
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FESTIVAL DE JAZZ DE DETROIT
03 setembro 2017
Sexta, dia 1/setembro, o 35º FESTIVAL DE JAZZ DE DETROIT decolou, com a participação de centenas de músicos que atuam em diferentes partes do centro da cidade, somando até 100 espectáculos em quatro dias.
O festival também oferece
palestras, jam sessions, atividades educacionais para adultos, crianças e
jovens, exposições, workshops, etc.P O D C A S T # 3 7 7
01 setembro 2017
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| MARCUS ROBERTS |
![]() |
| WYNTON MARSALIS |
PARA BAIXAR O ARQUIVO DE ÁUDIO USAR O LINK ABAIXO:
http://www37.zippyshare.com/v/UgVBrA30/file.html

















