Editores e Colaboradores : Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Mestre Goltinho); David Benechis (Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) in memoriam, Luciana Pegorer (PegLu), Mario Vieira (Manim), Luiz Carlos Antunes (Mestre Llulla) in memoriam, Ivan Monteiro (I-Vans), Mario Jorge Jacques (Mestre MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels), Pedro Cardoso (o Apóstolo) e Carlos Augusto Tibau (Tibau).


BLOG CRIADO em 10 de maio de 2002

MESTRE MAJOR: PARABÉNS ATRASADOS

24 abril 2008

Só voltando ao escritório (onde reside a agenda de aniversários) hoje, notei que a data-magna desse caro Mestre Cjubiano passou em branco aqui no blog.

Antes tarde do que nunca, mando daqui um forte abraço ao Mario Jorge Jacques - MaJor - pelo acontecimento, que deverá repetir-se por muitos e muitos anos mais, para júbilo daqueles com quem convive e a quem ensina jazz, gentileza e a ter muito bom humor.

PARABÉNS, Mestre e MUITA SAÚDE e PAZ, votos da confraria cjubiana!!!

CONVITE


Nessa sexta,25 de abril estarei tocando com meu trio no Espaço Rio Carioca,Rua das Laranjeiras 307 ,entrada pela Rua Leite Leal ao lado.Começamos as 20 horas e fazemos 2 sets de 1 hora.
O Trio é composto por :
João Rebouças:teclado
Romulo Gomes :contrabaixo
Andre Tandeta :bateria
Tocaremos um repertorio que não inclui nenhuma das musicas mais do que manjadas que ninguem aguenta mais ouvir. Standarts e composições jazzisticas (Charlie Parker, Freddie Hubbard,Miles Davis e outros) .
Sera um prazer tocar para ouvidos tão experientes e atentos.

LEONARDO LENINE DE AQUINO

22 abril 2008

Quem o conheceu e desfrutou de sua amizade,sabe da pessoa formidável que ele foi. Fez parte da “tropa de elite” das Lojas Murray e exerceu importantes atividades no rádio como um dos programadores da Rádio Jornal do Brasil A/M ( dos bons tempos) e como apresentador do programa “No mundo do Jazz” da Rádio Roquette Pinto . Também fez algumas críticas de shows para o JB, das quais me lembro a de Erroll Garner, na qual analisou com precisão e conhecimento o repertório executado. Era Flamengo até que Gerson o “canhotinha de ouro” foi para General Severiano.
Imediatamente trocou de camisa e tornou-se um botafoguense entusiasmado. Nos deixou muito cedo mas, plantou sementes.
Recebemos email de Leonardo Lenine Filho, dizendo ser amante de Jazz , dando prosseguimento de certa forma ao que o pai fez, até porque também é radialista. Eis o teor :
“Olá Lula
Já tive o prazer de visitar o seu site e vi suas fotos. Fiquei muito feliz em saber que meu pai tinha grandes amigos como você. Eu, como meu pai, também sou radialista, mas no momento não estou trabalhando.Estarei sempre pesquisando no site com mais calma para poder deliciar-me com coisas boas !!!
Abraços,
Leonardo Lenine Filho “
O JAZZ É ISSO AÍ !

JOHN PIZARELLI DE VOLTA AO BRASIL


Quem nos informa é o amigo Carlos Tibau. Pizzarelli volta ao Brasil para cumprir o seguinte calendário: 7,8,9 e 10 de maio em São Paulo (possivelmente no Bourbon Street) e 14,15,16,17 e 18 do mesmo mês no Rio de Janeiro. Embora não divulgado, presume-se que o local será o novo Mistura Fina.

MORREU PHIL URSO


Phil Urso, saxofonista que fez parte do quinteto de Chet Baker faleceu em 08 de abril aos 83 anos. Ele foi o autor de "Halema", tema que escreveu homenageando a esposa de Chet.

CESAR CAMARGO MARIANO - UMA BOA RESENHA

19 abril 2008

Marc Myers, jornalista e historiador, tem um respeitado blog de jazz frequentado pelos maiores nomes da crítica e por consagrados músicos.
Leitor assiduo da página, encontrei hoje uma resenha de um concerto recente de Cesar Camargo mariano, o qual gostaria de compartilhar com voces, com a devida licença de Mark Myers:

Cesar Camargo Mariano
Back in 1973, Cesar Camargo Mariano arranged, conducted and played piano on Elis and Tom (Verve), one of the most popular Brazilian albums released in the U.S. since Getz/Gilberto, recorded 10 years earlier. Last night I caught this stunningly brilliant pianist at New York's Birdland (he's there through Saturday, April 19). Mariano's appearance this week in a club setting, produced by Pat Philips and Ettore Stratta, is a big deal, as evidenced by Eumir Deodato and other Brazilian luminaries in the audience last evening.

Eight-time Grammy winner and pianist Mariano and his trio of Sergio Brandao on bass and Jurim Moreira on drums were accompanied on different songs by guitarist Joao Bosco and special guest Harry Allen on tenor saxophone.

Bosco is a prominent exponent of Musica Popular Brasileira (or Brazilian Popular Music), a post-bossa nova urban music genre. Bosco combines a range of World Music idioms, including Middle Eastern, jazz and Brazilian, and his singing style became increasingly popular in Brazil in the late 1990s. He's one exciting package.

The group played 11 bossa nova songs in the first set plus one encore. Each tune topped the next for sheer beauty, largely because Mariano plays with breathtaking sensitivity and strength. On ballads, his notes sound like falling rain. On more robust sambas, his block chords and runs are percussive but never overpowering and they always manage to get inside you. He has a distinct jazz influence but with an incomparable bossa nova touch. I wish I could provide you with a list of the songs but each was announced in Portuguese.

The bass player Brandao was particularly fascinating. Listening to him, you're reminded how different the Brazilian approach and technique is on the bass compared to jazz or Latin players. The Brazilian bass needs to be fluid and overlapping, providing a steady rubbery sound that stirs the drummer and other musicians.

Drummer Moreira was for me the highlight of the evening. In all my years, I have never heard a drummer play so softly and effectively. It takes enormous restraint and soul to play drums this way, and each stroke was like a caress or whisper. On some songs, Moreira kept beat with one stick and one brush—the stick being the heartbeat and the brush the voice. On other tunes, he used sticks that didn't appear to have traditional tips but instead seemed split for added texture and a lighter sound. No matter what Moreira played, his technique sounded like the surf washing up on the beach at night. It was rhythmic, beckoning and powerfully understated.

Allen was featured on several tunes, including She's a Carioca. His tone was as breathy and delicate as Moreira's brushwork, and his phrasing here can only be compared to Stan Getz's during his bossa nova period. Allen's ideas were equally sharp.

I love bossa nova. It's intoxicating, passionate, nostalgic and optimistic. The music has so many different personalities, always reaching for maximum stimulation but finishing with a certain sadness. The addition of Bosco on acoustic guitar and vocals provided an urban, folk grittiness to the set, and his unusual scatty ballad singing style was earthy and pure.

I have no idea what the words Bosco sang meant, but on slower tunes they surely were about some guy recalling seeing the same beautiful girl at a cafe each day, exchanging glances with her but winding up too shy to say hello, and then turning up one day for coffee only to discover that she's gone for good. Or something like that.

If you're in New York this week, get over there. You've heard plenty of bossa nova on albums. You've heard it played by American artists. Now hear what this artform sounds like in the hands of Brazilians who live and breathe the music seven days a week. It's a gig that will linger in your mind for days. It's still echoing in my ears.

THE EURO IN CONCERT (LONDRINA)

18 abril 2008


"Uma noite inesquecível está sendo preparada nos mínimos detalhes para o lançamento oficial do The Euro Royal, o mais sofisticado condomínio do país e que tem a assinatura da Teixeira Holzmann. Além dos dois shows que dispensam comentários, Gal Costa e John Pizzarelli, a produção do evento está preparando várias surpresas que prometem encantar os convidados e remetê-los à Europa, na cenografia, nos detalhes, no clima e também no paladar. No entanto esta noite tão privilegiada vai ser para apenas 800 convidados. O The Euro in Concert acontece no dia 13 de maio no Village. Vai ser um must! "(Coluna da Ana Marta, por acaso minha irmã, Jornal de Londrina, 16 de abril)

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OBS. Renato Mantovani, dono da Degrau, empresa de marketing de Londrina, soube que Pizzarelli viria ao Brasil, Mistura Fina e Bourbon Street no roteiro. E me pediu para tentar uma apresentação em Londrina. Liguei para o Pedro Paulo e consegui uma data. Os dois acabaram se acertando e eu, de quebra, estarei na melhor mesa, gentilmente cedida pelo Renato. Pizzarelli, em quarteto, fará sua apresentação em cima de seu último CD, Dear Mr. Sinatra. E não há ingressos à venda. Apenas convidados.

PRO TANDETA

16 abril 2008


Nesse próximo domingo (20) o Londrina Jazz Club (Radio Universidade FM, Londrina, 107.9) vai focalizar alguns bateristas que marcaram a história do jazz. Por falta de espaço (tempo), não foi possível incluir todos, claro. Estarão em ação Grady Tate, Elvin Jones, Tony Williams, Albert Tootie Heath, Harvey Mason, Jimmy Cobb, Connie Kay e Vinnie Colaiuta (foto). O programa será dedicado ao nosso Tenencio (André Tandeta). Para cumprir o formato do programa, que se divide entre cantores e instrumentistas, algumas concessões foram feitas, sem qualquer prejuízo - na minha avaliação.

01. Grady Tate – What’s Goin’ On (Quincy Jones)
02. Elvin Jones – My favorite Things (John McLaughlin)
03. Jimmy Cobb – Nothing Like You (Miles Davis & Bob Dorough)
04. Albert Tootie Heath – Firewater (Herbie Hancock)
05. Harvey Mason – This Masquerade (George Benson)
06. Tony Williams – Pee Wee (Miles Davis)
07. Connie Kay – Little David’s Fugue (Modern Jazz Quartet & Swingle Singers)
08. Vinnie Colaiuta – The Jetsons (Randy Waldman)
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OBS. O programa irá ao ar às 17 horas, com reprise no dia 25, às 21 horas. Espero que até lá o site da rádio (www.uel.br/radio ) esteja normalizado para que os interessados possam acompanhar ao vivo. Hoje, inclusive, está transmitindo sem problemas.
OBS II. Som na caixa: Vinnie Colaiuta – The Jetsons (Hanna & Barbera) – do álbum UnReel, assinado pelo pianista e arranjador Randy Waldman.


boomp3.com

ATENÇÃO A ESTE CONVITE DO GRANDE PRODUTOR TOY LIMA

15 abril 2008

Recebemos nesta tarde a mensagem abaixo do Mestre Raf (ou Raffa, dá no mesmo), como enviada por seu intermédio para os membros e colaboradores deste blog:


"Aos amigos do CJUB:

Enviei através do Mestre Raffa um convite a todos os membros do CJUB para assistirem às atrações jazzísticas de meu novo evento, o *Bridgestone Music Festival*, que acontecerá em SP em junho deste ano e em 2009 no Rio de Janeiro e outras capitais da América Latina.

Não é um festival de Jazz mainstream e sim do que se chama hoje "World-Jazz". Reunirá músicos do Jazz e da World Music, mas todos com trabalhos "diferenciados" em seus segmentos.

Entre as atrações o duplamente premiado Jazz Composer* & Jazz Artist of the Year Vijay Iyer, que me foi apresentado pelo saudoso Andrew Hill há alguns anos. Ele vêm com seu time completo e estará se apresentando dia 21 de Junho no novo festival. Hoje o Vijay é o nome mais importante na composição do jazz segundo o All About Jazz, DB e outras publicações. Vale a pena conferi-lo pela originalidade de seu trabalho e sua técnica.

Muito bom o comentário do Gilberto Brasil sobre o M. Portal, claronista único no cenário europeu e a quem tive a honra de trazer ao Brasil pela primeira vez em 1989, com [Richard] Galliano, Aldo Romano. Este era um evento chamado Primtemps Français e depois disso acho que ele nunca mais retornou ao Brasil.

Hoje seu som é bastante diferente e seu melhor trabalho nos últimos anos é em duo com Richard Galliano. Assim como Vijay, Portal usa a forma jazzística para trabalhar temas da música erudita e até mesmo músicas de Hermeto Pascoal. Portanto quem quiser vir a SP ouvir nossas atrações é só se apresentar ao Mestre Raffa e certamente serão recebidos com o maior prazer.

O site oficial do festival irá ao ar dia 20 de abril,entretanto alguma coisa pode já ser ouvida em nossa web radio : www.bridgestonemusic.com.br <http://www.bridgestonemusic.com.br>.

Uma procura no Google por "Bridgestone Music Festival" já disponibiliza algumas matérias sobre o conceito do evento."

600 LIBRAS POR UM CD?

13 abril 2008


Difícil acreditar que um CD normal, até recente, possa valer quase 2 mil reais. Pois bem. Esse foi o preço pago no EBAY pelo álbum Heard It All Before (1999), do pianista e cantor inglês Jamie Cullum (29). A razão do preço é simples. Foi o primeiro disco de Cullum, na época sem gravadora, e que teve apenas 500 cópias. Não houve ainda a reedição e quem quiser comprá-lo vai ter que desembolsar 600 libras ou mais. Será que vale a pena?
Cullum se interessou por música desde pequeno. Ouvia de tudo um pouco, entre Miles Davis, Herbie Hancock e Thelonious Monk, maiores influências pelo jazz, e Steely Dan, do lado pop rock. Sua concepção musical, portanto, foi recheada de gêneros e estilos, o que acabou se refletindo na maneira de tocar piano e cantar – ele também se aventura como guitarrista e baterista. Rotulado, enfim, como jazzista, Cullum se transformou rapidamente em fenômeno comercial, até mesmo no Brasil, onde fez curta e prestigiada temporada – seu DVD ao vivo está entre os mais vendidos na categoria jazz. Heard It All Before, no entanto, foi feito sem a mínima pretensão comercial, apesar do repertório incluir apenas grandes standards da música norte-americana, como Old Devil Moon, Night & Day, Caravan e Speak Low, entre outros. Cullum convidou dois amigos, também ingleses, para uma formação tradicional de trio – Ralph Mizraki (baixo) e Julian Jackson (bateria).
Heard It All Before mostra um pianista de técnica questionável, típica de um autodidata. Os tais amigos ingleses são quase amadores, apesar de bem intencionados. O segredo de Cullum está na ousadia e criatividade, até mesmo como vocalista. O CD não tem acabamento de gravação e mixagem, como era de se esperar. Mas, do início ao fim, revela pelo menos uma concepção honesta de se fazer boa música que, por acaso, é jazz. Quanto ao seu custo-benefício, essa avaliação fica prejudicada pela possibilidade agora de se baixar o CD inteiro via internet – isso vai depender da disposição e paciência dos interessados.

01. Old Devil Moon
02. They Can’t Take That Away From me
03. Night & Day
04. My One & Only Love
05. Caravan
06. I’ve Got You Under My Skin
07. Speak Low
08. God Bless The Child
09. Love For Sale
10. Sweet Lorraine

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Independente (1999)
Jamie Cullum – piano, vocals, arranger
Ralph Mzraki – bass
Julian Jackson – drums



OBS. No som na caixa, Night & Day (Porter)


boomp3.com

NOSSOS MÚSICOS NO DIZZY'S CLUB COCA COLA

10 abril 2008

Sucesso nos concertos internacionais do CJUB, mais sucesso ainda num dos melhores clubes de jazz de hoje, na atual capital do jazz, Nova York.

De 29 de Abril a 4 de Maio apresenta-se "Samba Jazz and The Music of Jobim", com Helio Alves (p), Duduka da Fonseca (d), Claudio Roditi (tp), Eddie Gomes (b), Maucha Adnet (vc) e Chico Pinheiro (g, vc)

Compre rapidamente seu ingresso, pois a noite de 1º de maio já está SOLD OUT. Aliás, o único evento programado com o sold out estampado nos meses de abril/maio.

Recentemente pudemos assistir a dois desses expoentes no Mistura Fina, no Rio de Janeiro.

MUSEU DE CERA # 39 - JIMMIE NOONE


Jimmie Noone é considerado um dos melhores clarinetistas dos anos 1920. Seu estilo difere de dois outros grandes instrumentistas de New Orleans — Johnny Dodds e Sidney Bechet devido a ser mais suave e com tonalidade mais romântica. Assim veio a se tornar a maior influência para os clarinetistas dos anos do swing como Benny Goodman, Artie Shaw e Irving Fazola.
Noone nasceu a 23 de abril de 1895 em Cut-Off uma cidade da Louisiana, porém cresceu em New Orleans primeiro se dedicando à guitarra, mas ainda muito jovem passou para o clarinete tomando lições com Lorenzo Tio Jr. e Sidney Bechet estando este com apenas 13 anos e Noone com 15. Iniciou carreira com Freddie Keppard na Olympia Band. Seguindo para Chicago atuou com a King Oliver's Band. Em 1920 tocou na Doc Cook's Dreamland Orchestra ali permanecendo por 6 anos.
Sua grande oportunidade se deu em 1927 quando passou a liderar a banda residente no Apex Club de Chicago. Em 1928 uma graça divina, o magnífico pianista Earl Hines recém chegado a Chicago procurou Noone que imediatamente o contratou e gravações extraordinárias foram feitas para a Vocalion. Noone trabalhou no Apex até fins de 1930 quando o estabelecimento foi fechado pelos agentes federais por insistir em vender bebida alcoólica em plena Proibição.
Em 1935 foi para New York tocando um mês no Savoy, porém retorna logo a Chicago atuando em vários clubes até 1943 quando segue para Los Angeles ingressando na Kid Ory's Band e no programa de rádio liderado por Orson Welles, quando então falece repentinamente de um ataque cardíaco a 19 de abril de 1944.
Sem dúvida foi o líder da escola Creole de clarinetistas dotado de grande pureza na sonoridade, um vibrato leve e o crítico Hugues Panassié dizia que Noone fazia cantar seu clarinete. Podemos então ouví-lo em duas de suas melhores interpretações junto ao excelente grupo que liderava no Apex Club com especial destaque para Earl Hines.
APEX BLUES (Jimmie Noone) - Jimmie Noone's Apex Club Orchestra – Jimmie Noone (cl, lider), Earl Hines (pi), Joe Poston (sa), Bud Scott (gt), Johnny Wells (bat), Lawson Bufford (tuba) – selo Vocalion 2779 (mx C 3849A) – 11/julho/1929 - Chicago
I KNOW THAT YOU KNOW (Vincent Youmans, Anne Caldwell) – mesmo pessoal sem Lawson- selo Vocalion 1184 (mx – C 1937C) – 16/maio/1928 – Chicago
Fonte: CD Jimmie Noone 1928-1929 – selo Classics 611-1992 - England


VICTOR BIGLIONE NO INSTRUMENTAL SESC BRASIL

09 abril 2008








Nexta sexta, 11/04 às 23hs, quem participa do programa Instrumental Sesc Brasil pela canal SescTV é o guitarrista Victor Biglione acompanhado pelo contrabaixista Bruno Migotto e o baterista Bob Wyatt.

No repertório, uma homenagem a Tom Jobim -
Só Danço Samba; Look to the Sky; Fotografia; Mojave; Vivo Sonhando; Tema de Gabriela; Solo Victor Biglione; Variações sobre Quebra Pedra; Lígia; Água de Beber; Samba de uma nota Só; Garota de Ipanema.


O programa será reprisado no sábado às 16:30 e domingo às 23hs.


Para quem não tem TV a cabo, a Rede SescTV pega no UHF pelo canal 32.
TV a cabo na Sky canal 3, Net Digital canal 92 e Directv canal 211.
Localize o sinal em sua cidade aqui : http://www.sesctv.com.br/comosintonizar.cfm


Lembrando que todos os dias tem programação de show na série Instrumental Sesc Brasil, às 23hs, fique ligado - http://www.sesctv.com.br/

ALMOÇO NESTA SEXTA FEIRA

02 abril 2008

Para a habitual (e sempre tumultuada) troca de idéias entre seus confrades, haverá almoço nesta sexta-feira, dia 4, às 13 horas, no local de sempre, aquela sala exclusiva do CJUB com vista para a Baía da Guanabara do Clube do Empresário, à Rua da Candelária, 9 - 13o. andar.

Repito o endereço apenas para facilitar o acesso dos novos membros ou dos que foram poucas vezes ao tumultuado repasto. Seria muito bom poder reencontrar todos e assim, fazer um brinde ao Mestre Llulla (o dez dedos) pela ocasião de seu aniversário de amanhã.

Todos lá!!!

[na foto, o almoço de recepção ao Mestre MaJor]

CURSO DE JAZZ PELO "LLULLA"

01 abril 2008

Local = UniLaSalle, Niterói
Reservas pelo telefone 0800-7093773 (inscrições confirmadas por ocasião do pagamento = R$ 60,00)
Aulas por LUIZ CARLOS ANTUNES = LLULLA
Início = 08/abril, 15 às 16.30 horas

Aos do Rio de Janeiro, eis a oportunidade de apreciar a história com música, DVD etc

Apresentação do curso muito bem montada, com todos os "ícones" da Arte Popular Maior.

É conferir.