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27 abril 2016

A CONTRABAIXISTA MIMI JONES ULTRAPASSA CRISE

Mimi Jones havia tocado com músicos do calibre de Kenny Barron, Liones Hampton e Ravi Coltrane, quando em 2009 fez sua estreia de sucesso com o álbum "A New Day", que lançou sua carreira para a frente com grande interesse do público de críticos de jazz.
Naquele ano, Mary Lou Williams a teve como mentora e no ano seguinte gravou o aclamado álbum "The Mosaic Project" do baterista Terri Lyne Carrington e um grupo só de mulheres. Mimi também integrou o quarteto da saxofonista Tia Fuller.
Até aí tudo corria bem para Mimi, mas em 2012 uma crise financeira e problemas pessoais se juntaram a séria doença inclusive com uma parada cardíaca, o que a deixou muito delicada de saúde.
Há cerca de um ano atrás, relatou que havia começado a sair da crise.
Agora, uma recuperada Mimi Jones voltou com renovado vigor e criatividade com o seu álbum "Balance", que em parte é um reflexo de sua crise existencial anterior e, em parte, um olhar para a diversidade do jazz. No grupo toca a amiga Ingrid Jensen trompetista canadense, a flautista e vocalista Camille Thurman, o pianista Luis Perdomo, os guitarristas Marvin Sewell e Sean Hawkness e o baterista Justin Faulkner, e alguns outros músicos em diversas faixas.
Em seus primeiros anos Mimi Jones estudou com o baixista Ron Carter e vários outros músicos de nota, de modo que desenvolveu um estilo profundamente enraizado na tradição do baixo no jazz. No entanto, Mimi eclética, abrange não só jazz, mas o neo-soul, música afro-cubana, folk, rock e blues, um prisma que permite um amplo horizonte de criatividade.

(adaptado de Noticias de Jazz)

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