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17 março 2016

AINDA HÁ ALGUMA LUZ NO RIO - BRAZIL JAZZ FEST


Tendo recebido historicamente os nomes de Free Jazz Festival, Tim Jazz Festival e mais recentemente de BMW Jazz Festival, vai acontecer mais uma edição, a 31a., do hoje Brazil Jazz Fest no final do mês de março em São Paulo (30 de março, com ingressos já esgotados), prosseguindo no Rio de Janeiro, de 1 a 3 de abril no VIVO Rio.

Como principais atrações, Herbie Hancock e Wayne Shorter, já fartamente conhecidos do público, dispensando maiores informações. Além desses dois o Festival vai contar com o baterista Antonio Sanchez acompanhado por seu quarteto instrumental Migration, enriquecido pela cantora Thana Alexa, o alaudista Anouar Brahem e seu trio acompanhante, o bandolinista Hamilton de Holanda em quinteto.

Além disso vai se apresentar alguma coisa, como um grupo, chamado de Kneebody (joelhada no corpo, o que dependendo de onde for pode causar estragos) mais um "produtor" Daedalus, que a princípio prometem fundir jazz ao pós-bop com hip-hop, música eletrônica e indie rock, seja lá o que isso for. Talvez eu prefira a joelhada sem ter de pagar por isso.

Mais informações no site do Festival.






2 comentários:

MARIO JORGE JACQUES disse...

É...desde sua criação este festival mistura "alhos com bugalhos" ALAUDISTA!!!!! Pelo menos Hancock e Wayne salvam o que seria realmente um festival de jazz.
NUNCA......NUNCA... SUBIU AO PALCO UM GRUPO DIXIELAND...mas já ví vioncelo imitar cuíca!!!!! o mais puro jazz!!!!

Anônimo disse...

Puro jazz?

Não acredito estar lendo isso por quem, realmente, se diz ouvinte (e amante) de jazz.

Se tivessem menos preconceito, e mais curiosidade, talvez soubesse que um dos integrantes do Kneeboy é o brilhante saxofonista tenor canadense Ben Wendel, que já foi, inclusive, nominado para um Grammy. Procurem por um trabalho dele, chamado Seasons no you tube. Talvez (talvez) mudem de ideia.

E qual é o problem de um alaudista num festival de jazz? Ou é muito preconceito ou cera no ouvido. Faça-me o favor: libertem-se da amarras do mainstream.

Jazz é exatamente o oposto da atitude conservacionista dos senhores. Charlie Parker sofreu o mesmo preconceito dos senhores. A única diferença é que vocês nasceram depois dele.

Ah... falou reclamarem do Hamilton de Holanda. Um dos maiores compositores e instrumentistas brasileiros vivo.

Saudações de liberdade,

Presidente.