Editores e Colaboradores : Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Goltinho); David Benechis (Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) in memoriam, Luciana Pegorer (PegLu), Luiz Carlos Antunes (Llulla) in memoriam, Ivan Monteiro (I-Vans), Mario Jorge Jacques (MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), , Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels), Pedro Cardoso (o Apóstolo) e Carlos Augusto Tibau (Tibau).

BLOG CRIADO em 10 de maio de 2002

29 fevereiro 2016

3° Festival de Jazz Manouche de Piracicaba (2015) ganha documentário


A terceira e mais recente edição do já importante - Festival de Jazz Manouche de Piracicaba, realizada em outubro de 2015, foi registrada para um documentário. O filme é de Carlos André Donzelli.

O idealizador/organizador do evento, Fernando Seifarth.


Documentário sobre o 3˚ Festival de Jazz Manouche de Piracicaba (São Paulo, Brasil), por Carlos André Donzelli. Com Jazz Cigano Quinteto, Hot Jazz Club, Hot Club de Piracicaba, Bina Coquet, Thadeu Romano, Marcelo Cigano, Paul Mehling (USA, Hot Club San Francisco) e Robin Nolan (Amsterdan), Antonio Trivelin.

Para acessar o documentário clicar no link abaixo:

https://youtu.be/_c8dMitprsM


GYPSY ou MANOUCHE JAZZ  – estilo vinculado ao lendário e magnífico guitarrista e compositor Django Reinhardt (*1910 1953) belga e cigano de nascimento que trabalhou em Paris ao final dos anos 20 e anos 30. Credita-se também uma parcela de continuidade do estilo aos irmãos Boulou Ferre (1951) e Elios Ferre (1956) filhos de um velho acompanhador de Django Pierre "Matelot" (1) Ferre (1918 1989), todos guitarristas. Reinhardt combinou o colorido cromático da tradição musical cigana com o swing e a improvisação melódica ornamentada por arpejos criando um original estilo para a música de Jazz tendo ainda como parceiro o violinista Stéphane Grappelli (*1908 1997) integrando o magnífico grupo Hot Club de France. O GYPSY JAZZ, também conhecido como manouche (2)  jazz ou gypsy swing ainda floresce nos dias de hoje com muitos fãs e praticantes em todo o mundo, sendo mais presente na Europa. A guitarra e o violino são os principais solistas, embora o uso do clarinete e do acordeão seja comum. A guitarra rítmica é empregada de modo percussivo de tal forma que dispensa a bateria. Se bem que várias formações são usadas a mais encontrada é de uma guitarra lead, um violino, duas guitarras ritmo e um contrabaixo. Sobressaem-se no gênero os guitarristas Bireli Lagrene, Angelo Debarre, Al Di Meola e Stochelo Rosenberg e o violinista Florin Niculescu. Recentemente muitos grupos de GYPSY JAZZ têm se utilizado de ritmos tradicionais latinos como o samba, bossa nova, tango e rumba e um dos mais destacados é a banda 8½ Souvenirs. Festivais também são encontrados como o já afamado  Festival Internationale Jazz Manouche Django Reinhardt em Torino, Itália que em 2005 apresentou sua 4ª edição. Uma compilação excelente foi editada em 2007 pela Proper Records da Inglaterra em caixa com 4 CD (Properbox 128) com cerca de 30 diferentes grupos incluindo: Stephane Grappelli Hot Four, Michel Warlop Et Son Orchestre, Svenska Hotkvintetten, Sarane Ferret Et Le Quintette De Paris, Quintette Du Hot Club De Belgique e o Quintette Du Hot Club De France, dentre outros... 
No Brasil o Hot Club de Piracicaba cultua o GIPSY JAZZ. 



[1] - termo usado para o marinheiro aprendiz de 2ª classe da Marinha francesa.
[2] - povo descendente de antigos ciganos nômades que após viajarem pelos séculos XV e XVI fixaram permanência na Europa ocidental com sede na França, Holanda, Alemanha e Bélgica.
 (Texto do GLOSSÁRIO DO JAZZ)

OS PROGRAMAS DE RÁDIO DA AFRS NA 2a. GUERRA MUNDIAL.

Em 1940 o Departamento de Guerra dos Estados Unidos criou o Morale Service Division (MSD) e mais tarde em Julho de 1942 ele foi transformado em Special Service Division (SSD), embrião do Armed Forces Radio Service (AFRS) em Novembro de 1943. A criação destas divisões e serviços tinha como objetivo a transmissão de programas de rádio para os combatentes na linha de frente na Segunda Guerra Mundial com o objetivo de ajudar a levantar o moral da tropa. A grande maioria dos programas eram musicais mas também foram transmitidos programas cômicos, teatro, novelas, notícias, entre outros. Os principais programas eram o Yank Swing Sessions, o G.I. Jive, o Mail Call, o Jubilee, o Jukebox, o Command Performance, o Downbeat e o The Music Hall. Alguns programas eram shows ao vivo como The Music Hall com Bing Crosby, The Bob Hope Show, The Tommy Dorsey Show, The Harry James Show, entre muitos outros. O programa Command Performance foi criado pelo Coronel Kirby após o ataque a Pearl Harbor e o sucesso foi grande pois ele levava ao ar os grandes artistas do musical americano bem como os do cinema em entrevistas e apresentações. Com o sucesso alcançado, a AFRS partiu para a gravação de discos com estes programas e também os V-Discs. Este é um resumo de como foi criado e divulgado através do rádio nos EUA os programas que ficaram famosos e na memória de quem acompanha o musical americano. Graças a internet, que disponibiliza uma grande quantidade estes programas, posso ouvi-los e postar alguns deles. Começo hoje com uma amostra do programa G.I.Jive com as participações de The Dixieland Group, Artie Shaw, Jimmy Dorsey e Charlie Barnet. Espero que vocês gostem. Um abraço.









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26 fevereiro 2016

P O D C A S T # 2 9 8

McLEAN EM SEU ESCRITÓRIO NA
 HARTFORD
 UNIVERSITY CONNECTICUT
M J JACQUES e JACKIE McLEAN
(novembro/1988)



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24 fevereiro 2016

VILLAGE VANGUARD COMEÇOU COM POESIA...



O lendário clube de jazz VILLAGE VANGUARD em New York esta semana acabou de completar 81 anos de existência com celebrações incluindo um grande desfile de músicos de jazz contemporâneos.
O clube, localizado na Sétima Avenida Sul de Nova York, foi fundado em 22 de fevereiro, 1935 por Max Gordon, mas no começo se faziam recitais de poesia e algumas formas de música, especialmente "popular". Era um ponto de encontro e um fórum para artistas, boêmios, intelectuais, poetas e músicos em um período em que ao Gordon foi negada uma licença de cabaré especial. Com o passar do tempo conseguiu superar as dificuldades e começou a apresentar vários tipos de música, incluindo jazz, com artistas como Ben Webster, Sidney Bechet e Mary Lou Williams. Mas só foi em 1957 que Max decidiu transformá-lo em um clube exclusivo de jazz.
Assim, ele começou a contratar músicos como Miles Davis, Thelonious Monk, Horace Silver, Gerry Mulligan, The Modern Jazz Quartet, Anita O'Day, Charlie Mingus, Dexter Gordon, Bill Evans, Stan Getz, Freddie Hubbard, Carmen McRae, etc., tornando-se um dos principais centros de jazz de Nova York e do mundo.
A famosa orquestra de Thad Jones-Mel Lewis, eventualmente se tornou a Vanguard Jazz Orchestra e atuou de 1966 a 1990, todas às segundas-feiras.
O clube continuou regularmente por onde passaram centenas de músicos de jazz famosos, muitos dos quais têm lá gravadas suas performances para transformá-las em álbuns "Live at Village Vanguard". Max Gordon morreu em 1989. No dia seguinte, sua viúva, Lorraine Gordon fechou o clube. Mas um dia depois foi reaberto e o clube está em funcionamento desde então com sessões ininterruptas e inalteradas até hoje. Esse era o desejo de seu marido e de todos os paroquianos jazzistas e jazzófilos. Amém!
(adaptado de Noticias de Jazz de Pablo Aguirre)

23 fevereiro 2016

CRÉDITOS DO PODCAST # 297

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÃO  LOCAL / DATA
LEWIS NASH
Jeremy Pelt (tp,flh), Jimmy Greene (st) Renee Rosnes (pi), Peter Washington (bx) e o Lewis Nash (bat, ldr)
THE HIGHEST MOUNTAIN
 (Clifford Jordan)
Live "Cory Woods' Cellar Jazz Club", Vancouver, Canada, 18/setembro/ 2011
BLUES CONNOTATION
 (Ornette Coleman)
CORY WEEDS
Cory Weeds (sa), Mike LeDonne (org), Peter Bernstein (gt) e Joe Farnsworth (bat)
MY OLD FLAME
(Arthur Johnston / Sam Coslow)
Paramus, NJ, 12/novembro/2014
BLUES IN A JIFF (Sonny Clark) 
JACKIE CAIN E ROY CRAL
Cornelius Bumpus (st), Bob Franceschini (fl, st), Erik Lawrence (sbar), Gene Bertoncini (gt), Richard DeRosa (bat), Jackie Cain (vcl) e Roy Kral (vcl,pi)
I'M JUST A LUCKY SO AND SO (Duke Ellington / Mack David)
West Orange, N.J., 1995 
I KNOW THAT YOU KNOW
(Anne Caldwell / Vincent Youmans)
MICKEY ROKER
Milt Jackson (vib), Joe Pass (gt), Ray Brown (bx) e  Mickey Roker (bat, ldr)
GROOVEYARD (Carl Perkins) 
Los Angeles, 4/fevereiro/1977
BLUES FOR THE STONE
(Milt Jackson) 
PETE JOLLY
Pete Jolly (pi), Chuck Berghofer (bx) e  Nick Martinis (bat)
LIKE SOMEONE IN LOVE
(James Van Heusen / Jimmy Heusen / Johnny Burke) 
North Hollywood & Hollywood, CA., 1993
OLD FOLKS
(Dedette Lee Hill / Willard Robison)
DAVE PIKE
Dave Pike (vib), Bill Evans (pi), Herbie Lewis (bx) e Walter Perkins (bat)
WILD IS THE WIND
(Dimitri Tiomkin / Ned Washington)
New York, 6/fevereiro/1962

22 fevereiro 2016

DAN MORGENSTERN: LIVING WITH JAZZ



Lembramos que está à venda o livro com as coleções de textos, notas, e opiniões do célebre crítico de Jazz  Dan Morgenstern. O trabalho é intitulado "Living With Jazz: A Reader" e foi publicado por Pantheon Books.
Este escritor e comentarista, ex-editor da revista Down Beat, ganhou oito Grammy para as notas publicadas em álbuns de Jazz e foi uma das figuras jornalísticas mais especializadas no Jazz por cerca de cinco décadas.
A antologia possui 700 páginas incluindo fotos e entrevistas em profundidade feitas ao longo dos anos, com a maioria dos principais músicos da história do Jazz, bem como ensaios, relatórios, comentários de álbuns e concertos celebrados e notas sobre Jazz. É uma grande crônica de pouco mais de meio século do gênero.
Morgenstern mais do que "crítico" no sentido geral, é um amante do Jazz, destacando em toda a sua literatura o positivo e digno de nota da música de Jazz. Ele escolheu ignorar o medíocre e ruim, no entanto, devido a isso, seus poucos comentários negativos foram muito temidos porque não era sua tendência como comentarista.

Dan Michael Morgenstern nascido na Alemanha a 24/out/1929 emigrou para os EUA em 1947 onde estudou história na Brandeis University. Interessado na música de Jazz pesquisou e estudou tendo se tornado historiador, escritor, editor e arquivista no campo do Jazz desde 1958 quando passou a correspondente do Jazz Journal de New York até 1961, depois como editor do Metronome e editor chefe da Down Beat de 1964 a 73. Diretor do Institute of Jazz Studies na Rutgers University desde 1976. Morgenstern é co-editor do Annual Review of Jazz Studies e da série de monografias Studies In Jazz, publicada pelo IJS e pela Scarecrow Press. Autor do livro Jazz People (DaCapo Press) com o qual recebeu o ASCAP Deems Taylor Award pelo excelente trabalho. Como crítico tem participações no New York Post, Chicago Sun Times, Jazz Journal inglês e do Japan's Swing Journal. Suas contribuições se estendem também ao The New Grove Dictionary Of Jazz, Dictionary Of American Music, The African-American Almanac, The Encyclopaedia Britannica Book Of The Year e algumas antologias como: Reading Jazz, Setting The Tempo, The Louis Armstrong Companion, The Duke Ellington Reader, The Miles Davis Companion e The Lester Young Reader.
Atuou como produtor de concertos destacando-se: Jazz In The Garden uma celebrada série no New York's Museum of Modern Art, 1961-66, Jazz On Broadway uma mini-série no Little Theater em 1963 na qual resgatou o pianista Earl Hines afastado das apresentações ao vivo, e ainda numerosos eventos para a George Wein's Festival Productions; co-produtor da série para TV Just Jazz,  apresentador do The Scope Of Jazz, Pacifica Network, 1962-67 e também co-produtor e apresentador do Jazz From The Archives na WBGO-FM desde 1979. Como produtor de gravações criou a 100-LP series da The Greatest Jazz Recordings Of All Time para a Franklin Mint Record Society do Institute of Jazz Studies. Morgenstern serve como consultor para a National Endowment for the Arts' Jazz Program, do New York Jazz Museum e da American Jazz Orchestra sendo vice presidente da Recording Academy (NARAS), co-fundador do Jazz Institute of Chicago e diretor da Louis Armstrong Educational Foundation e da Mary Lou Williams Foundation. Traduziu para o inglês e editou o magnífico trabalho de seu compatriota Joachim Ernst Berendt — Das neue Jazzbuch von Rag bis Rock (1962) publicado no Brasil como  ̶  O Jazz do Rag ao Rock (1987).  Em 2007 ele recebeu o Jazz Masters Awards, um dos maiores prêmios de prestígio da América.

(Adaptado de Noticias de Jazz e do Glossário do Jazz)

19 fevereiro 2016

P O D C A S T # 2 9 7

LEWIS NASH
CORE WEEDS


JACKIE CAIN E ROY KRAL 




DAVE PIKE 
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17 fevereiro 2016

UM OUTRO TRIBUTO A LEE MORGAN

44 anos após a trágica morte de Lee Morgan, a 19 deste mês vai marcar novamente a data em que a vida e obra do influente trompetista foi interrompida.

A galeria − Harlem´s Shrine of Masters Jazz  -  volta a organizar (como todos os anos) um dia de honra ao  famoso músico morto por sua namorada durante o intervalo de uma apresentação, quando Morgan tinha apenas 33 anos de idade.
Naqueles dias, Lee Morgan tinha se tornado um dos grandes nomes do jazz. Ele tinha sido aluno e protegido de Clifford Brown (outro trompetista virtuoso que morreu em tenra idade em um acidente de carro), depois que tocou com grandes nomes do jazz como Dizzy Gillespie, Art Blakey, John Coltrane, Wayne Shorter, Hank Mobley, Freddie Hubbard, Joe Henderson, McCoy Tyner, etc, para citar apenas alguns. Ele gravou 60 sessões como líder de seus próprios conjuntos e composições "The Sidewinder" (1963) alcançou as paradas de sucesso.
Hoje Morgan é considerado um dos mais importantes e influentes trompetistas do jazz moderno.


A diretora do centro Harlem´s Shrine mencionado acima, Lena Sherrod (foto) indicou que o lugar tem uma das maiores coleções de gravações e peças de museu relacionadas com a vida do trompetista. Dia 19 terá música ao vivo, palestras e apresentações audiovisuais.

(adaptado do blog Noticias de Jazz)

16 fevereiro 2016

ELIANE ELIAS VENCEDORA DO GRAMMY


Em cerimônia de gala na noite passada foi divulgada a lista de vencedores dos prêmios Grammy no campo do jazz, assim como os de outros gêneros musicais foram também anunciados.
O seguinte é a lista de vencedores:

MELHOR ÁLBUM DE JAZZ LATINO
Made In Brasil
Eliane Elias

MELHOR DO JAZZ IMPROVISADO DE SOLO:
Cherokee
Christian McBride,  solo
Álbum: Live At The Village Vanguard (Christian McBride Trio)

MELHOR ÁLBUM VOCAL JAZZ
For One To Love
Cécile McLorin Salvant

MELHOR ÁLBUM INSTRUMENTAL DE JAZZ
Past Present 
John Scofield

MELHOR JAZZ BIG GROUP
A Thompson Campos Maria Schneider Orchestra

MELHOR ÁLBUM INSTRUMENTAL CONTEMPORÂNEO
Sylva Snarky Puppy & Metropole Orkest 

MELHOR COMPOSIÇÃO INSTRUMENTAL
A Suite Jazz Afro Latin
Arturo O'Farrill, compositor (Arturo O'Farrill & The Jazz Orquestra Afro Latin Com Rudresh Mahanthappa) 
Cuba: The Conversation Continues

MELHOR ARRANJO VOCAL E INSTRUMENTAL
Sue (Or In A Season Of Crime)
Maria Schneider, arranjador (David Bowie) - Nothing Has Changed

MELHOR MÚSICA PARA MEIOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL
Birdman Antonio Sanchez, compositor

MELHOR ÁLBUM VOCAL DE TRADIÇÃO
The Silver Lining: as canções de Jerome Kern

Tony Bennett & Bill Charlap

CRÈDITOS DO PODCAST # 296

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÕES LOCAL e DATA
JOHNNY COLES
Johnny Coles (tp), Leo Wright (sa), Joe Henderson (st), Duke Pearson (pi), Bob Cranshaw (bx) e Pete La Roca (bat)
HEAVY LEGS (Duke Pearson)
Englewood Cliffs, N.J., 9/agosto/196
CHRISTIAN JACOB 
Steve Swallow (bx), Adam Nussbaum (bat) e Christian Jacob (pi)
GUESS AGAIN (Christian Jacob)
Santa Barbara, CA, 17/junho/1998
MICK MULLIGAN
Mick Mulligan (tp), Frank Parr (tb), Ian Christie (cl), Ronnie Duff (pi), Bill Bramwell (gt), Alan Duddington (bx) e Pete Appleby (bat)
BUTTON UP YOUR OVERCOAT (Buddy DeSylva / Lew Brown / Ray Henderson)
Live at BBC Jazz Club broadcast, Londres/ agosto/1958
ALEX HILL
Bob Shoffner (tp), John Thomas (tb), Darnell Howard (cl,sa), George James (sa), Cecil Irwin (cl,st), Alex Hill (pi), Ikey Robinson (bj), Buddy Gross (tu) e Wallace Bishop (bat)
TOUGALOO SHOUT (Alex Hill)
Chicago, 20/dezembro/ 1929
DAVID "FATHEAD" NEWMAN
Marcus Belgrave (tp), David "Fathead" Newman (sa), Bennie Crawford (sbar,arranjo), Ray Charles (pi), Edgar Willis (bx) e Milt Turner (bat)
MEAN TO ME
(Fred Emil Ahlert / Roy Turk) 
New York, 5/novembro/1958
CAROL WELSMAN
Carol Welsman (vcl,pi), Guido Basso (flh,hca), Phil Dwyer (sa), Paul Novotny (bx) e Mark Kelso (bat)
THINGS AIN'T WHAT THEY USED TO BE
(Mercer Ellington / Ted Persons)
Toronto, 13/dezembro/1994
BYTHER SMITH
Byther Smith (el-gt, vcl), Mike Baietto (gt), Bruce Felgen (b-gt) e Joe Pusateri (bat),
TELL ME HOW YOU LIKE IT (Byther Smith)
Chicago, 1983
LESTER YOUNG & COLEMAN HAWKINS
Charlie Shavers (tp), J.C. Higginbotham (tb), Coleman Hawkins e Lester Young (st), Pee Wee Russell (cl) Harry Sheppard (vib), Willie "The Lion" Smith (pi), Dickie Thompson (gt), Vinnie Burke bx) e Sonny Greer (bat)
JUMPIN 'WITH SYMPHONY SID (Lester Young)
“Live” at Newark, N.J., 1958
FRANCK AVITABILE
Franck Avitabile (pi), Riccardo Del Fra (bx) e Luigi Bonafede (bat)
GETTIN THERE (Franck Avitabile)
Paris, 21/janeiro/1998
FREDDIE HUBBARD
Freddie Hubbard (tp), Hubert Laws (fl), George Benson (gt), Ron Carter (bx) e Jack DeJohnette (bat) Al Brown, Paul Gershman, Harold Kohon, Emanuel "Manny" Green, Joe Malin, Charles McCracken, David Nadien, Matthew Raimondi, George Ricci, Tosha Samaroff, Irving Spice, Manny Vardi (strings)  arranjo da peça é de Don Sebesky (arr)
Polar AC (Chris Kenner)
New York, 1974
CLAUDE BOLLING
Maurice Thomas, Fred Gerard, Roger Guerin, Fernand Verstraete, Henri Van Haeke (tp) Andre Paquinet, Benny Vasseur, Gaby Vilain (tb) Gerard Badini (cl) Jo Hrasko, Rene "Micky" Nicholas (as) Pierre Gossez, Marcel Hrasko (ts) Armand Migiani (bar) Claude Bolling (p) Pierre Michelot (bx) Arthur Motta (bat)
ROCKY (Claude Bolling)
Paris, November, 1957

12 fevereiro 2016

P O D C A S T # 2 9 6

CAROL WELSMAN
DAVID "FATHEAD" NEWMAN 


JOHNNY COLES 
BYTHER SMITH 



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10 fevereiro 2016

RON CARTER OBTEM O RECORD DE SER O CONTRABAXISTA QUE MAIS GRAVOU NA HISTÓRIA DO JAZZ

Sabíamos todos que a discografia do famoso Ron Carter é imensa, mas o famoso "Guinness World Records" anunciou oficialmente que, desde novembro do ano passado, este contrabaixista tornou-se o expoente do instrumento em gravações.
Ron Carter - que está atualmente com 78 anos e continua a ser tão ativo como sempre completou 2.221 gravações creditadas em 15 de setembro de 2015 e seu nome agora vai para o "Guinness Book of Records".
O baixista, que começou a tocar no início dos anos 60, tem sido há décadas um dos "gigantes" do jazz, tendo atuado com músicos como Miles Davis (em um de seu quinteto mais lendário), George Benson, Chick Corea, Horace Silver, Chet Baker, Paul Desmond, Wes Montgomery, Herbie Hancock e muitos outros, além de ter conduzido os seus próprios grupos.

(adaptado de Noticias de Jazz)



09 fevereiro 2016

CRÉDITOS DO PODCAST # 295

LIDER
EXECUTANTES
TEMAS / AUTORES
GRAVAÇÃO/ LOCAL /DATA
LOUIS ARMSTRONG
Louis Armstrong (tp, vcl), Peanuts Hucko (cl), Billy Kyle (pi), Trummy Young (tb, vcl), Mort Herbert (bx), Danny Barcelona (bat) e Velma Midleton (vcl)
WHEN IT'S SLEEPY TIME DOWN SOUTH (Clarence Muse / Otis Rene / Leon René)
Live at the Monterey Jazz Festival 1958
BACK HOME AGAIN IN INDIANA
(James F. Hanley / Ballard MacDonald)
BLUEBERRY HILL
(Vincent Rose / Larry Stock)
TIGER RAG
(Eddie Edwards / Harry Da Costa / Henry W. Ragas / Larry Shields / Nick LaRocca / Tony Sbarbaro)
BUCKET'S GOT A HOLE IN IT
(Clarence Williams).
HIGH SOCIETY CALYPSO (Cole Porter)
NOW YOU HAS JAZZ (Cole Porter)
AUTUMN LEAVES
(Joseph Kosma / Johnny Mercer / Jacques Prévert)
AFTER YOU'VE GONE
(Henry Creamer / Turner Layton)
MACK THE KNIFE
(Bertolt Brecht / Kurt Weill)
STOMPIN' AT THE SAVOY
(Benny Goodman / Edgar Sampson / Chick Webb)
UNDECIDED (Sydney Robin)
ST. LOUIS BLUES (W. C. Handy)
THAT'S MY DESIRE
(Helmy Kresa / Carroll Loveday).
WHEN THE SAINTS GO MARCHING IN (Traditional)

06 fevereiro 2016

GI JIVE e GI JILL (Concluindo)

Como um blogueiro amador, tentei diversas vezes colocar o audio para exemplo do programa mas não consegui. Recorri ao professor Major que, numa paciência de monge budista, me orientou. Segue então o audio do GI JIVE graças a importante ajuda do amigo Major. Valeu amigo.

05 fevereiro 2016

P O D C A S T # 2 9 5







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04 fevereiro 2016

GI JIVE e GI JILL


Eu sempre fui um assíduo ouvinte de rádio, fanático mesmo. Aprendi com meu querido pai e meu querido avô. Com eles eu ouvia programas musicais, novelas, seriados, crônicas, futebol, programas cômicos e outros. Com meu pai ouvia Pelas Esquinas da Broadway com o disc-jockey Waldir Finoti, onde ele tocava musica popular americana e jazz. Ouvíamos também o Voice Of America Jazz Hour com o Willis Conover.  Muitos anos atrás, na internet, descobri uma série de programas colocados para uso público pela AFRS (Air Force Radio Service) e que eram distribuídos para os soldados americanos na frente de batalha na Segunda Guerra Mundial. Um deles me agradou muito e consegui baixa-los e arquiva-los. Chamado de GI JIVE.
GI JIVE era um programa de rádio de mais ou menos 15 minutos. Sua frequência inicial era de cinco dias por semana e mais tarde aumentou para seis dias por semana. GI JIVE era diferente dos programas da AFRS como Command Performance e Mail Call, onde ele é utilizado num formato de disc-jockey, com alguém tocando gravações populares. Em contraste, Command Performance and Mail Call transmitia performances ao vivo de artistas populares. GI JIVE inicialmente contava com um DJ convidado para cada transmissão  e alguns eram celebridades civis, enquanto nos eram militares. Em Maio de 1943, no entanto, o formato foi modificado para ter um apresentador normal, Martha Wilkerson, que ficou conhecida no ar como "GI Jill".
Patrick Worley, em This Is the American Forces Network declara que "Martha Wilkerson foi provavelmente a artista mais popular na AFRS e, certamente, a única que fez o maior impacto sobre o moral das tropas." "Era uma fórmula simples - uma coleção de pedidos dos ouvintes, algumas brincadeiras alegres de GI Jill, e entrevistas ocasionais com celebridades como Bing Crosby, Frank Sinatra e Dinah Shore. Foi a personalidade de Jill que criou o programa. Ela tinha uma voz inconfundível, encantadoramente esganiçada, e ela era, para citar um ouvinte, "quente, carinhosa e íntimo. Perfeito para recrutas com saudades e longe de casa." "O efeito que ela tinha sobre seus ouvintes se resume numa carta de um sargento do Pacífico:
"Sua voz alegre faz maravilhas para a nossa moral. Tokyo Rose também está no ar. É como se duas mulheres de países inimigos estavam lutando para agradar os soldados. Estou feliz que você está ganhando Jill."
Ela foi por vezes citada como a resposta da América a Tokyo Rose e Axis Sally, mas ao contrário dessas duas senhoras nunca houve qualquer indício de propaganda em qualquer um dos seus programas.
O número total de programas do GI JIVE transmitido parece estar indisponível, mas um livro faz referência numa lista: "Prog. 2322". Parte destes dados foram por mim coletados na internet.
Coloco aqui um dos programas do GI JIVE com a GI JILL e espero que vocês também gostem.