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01 novembro 2014


2º FESTIVAL   DE   JAZZ   MANOUCHE
Piracicaba, 6ª feira, 31 de outubro de 2014
 
Foi espetáculo de puras emoção e técnica, para uma plateia que interagiu a cada tema e em muitos deles em cada solo.
A noite de 31/10/2014 ficará marcada na história do “JAZZ MANOUCHE” e da bela Piracicaba como o sucesso de uma produção musical digna das maiores salas de espetáculo do primeiro mundo.
Realizado no magnífico “Teatro do Engenho” (belo projeto e acústica de primeira) que integra as instalações do “Parque do Engenho Central Piracicaba”, o evento foi iniciado pontualmente, como programado, às 20.00 horas e foi encerrado às 23.40 horas, sob os aplausos entusiasmados de uma plateia participante.
De acordo com a programação tive a honra e o prazer de fazer a apresentação do “2º Festival”, que foi realizado em 04 “sets”, com intervalo de 15 minutos entre os dois primeiros e os dois finais do concerto.
Foram violonistas-solistas Bina Coquet (São  Paulo), Dario Napoli (Itália), Fernando Seifarth (Piracicaba, o idealizador do evento), Flavio Nunes (São Paulo), Mauro Albert (Florianópolis), Richard Smith (inglês radicado em Nashville, USA), Otiniel Aleixo (Piracicaba) e o espetacular Vinicius Araujo (Curitiba).
A banda base foi integrada pelo pessoal do “Hot Jazz Club”, com Ernani Teixeira (um senhor violino e Diretor Musical do festival) e Gilberto de Syilos (contrabaixo).
Foram convidados especiais Felipe Salvego (violão) e os integrantes do “Hot Club de Piracicaba”: o magnífico Eliezer Silva (trumpete), Frank Edson (tuba), Ricardo Diniz (trombone) e Marcos Mônaco (clarinetista e saxofonista da “Traditional Jazz Band”).  
Foram executados 09 temas da autoria de Django Reinhardt, mais 23 temas do populário trazidos para o estilo “manouche” (sendo que 04 deles gravados por Django) e 02 números de improviso pelos músicos internacionais participantes (Dario Napoli e Richard Smith).
O evento idealizado pelo Fernando Seifarth foi produzido por Newman Simões, com a direção musical de Ernani Teixeira e sonorização a cargo de Renato Napty.
Com mais esta noite de gala a metrópole piracicabana vai se firmando como verdadeiro centro de cultura do “Jazz Manouche”, vale dizer, como polo do bom JAZZ e da arte.
 

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