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BLOG CRIADO em 10 de maio de 2002

24 fevereiro 2009


Foi divulgada pela Casa da Moeda dos Estados Unidos a imagem da nova moeda de US$ 0,25 = é a imagem de Duke Ellington e foi apresentada à imprensa nesta terça-feira.
Ellington é o primeiro afroamericano que aparece em uma moeda; a escolha foi vencedora de uma votação realizada entre os moradores da cidade de Washington, disputando a preferência com o abolicionista Frederick Douglas e o astrônomo Benjamin Banneker.

13 comentários:

Beto Kessel disse...

Duke merece.

Ja imaginaram se cunhassem outras com imagens de Charlie Parker e Coltrane..

Iria colecionar moedas...

Beto

edú disse...

Duke Ellington - nascido em Washington - é o primeiro negro aparecer sozinho em uma moeda e o segundo a aparecer em moeda circulante.O primeiro negro em uma moeda circulante foi York, um escravo que apareceu em uma moeda do Missouri ao lado dos exploradores Lewis e Clark.Existe uma variedade de selos postais emitidos pelo correio estadunidense dedicados a personalidades do jazz.

APÓSTOLO disse...

Prezado EDÚ:
Boa lembrança, apesar de que como moeda "nacional" Ellington é realmente o primeiro.
Quanto aos selos temos algumas dezenas que já mereceram homenagem, tanto nos U.S.A. quanto pelo mundo afora.
Eles merecem ! ! !

John Lester disse...

Prezados, todo negro escravo sempre serviu como moeda circulante. Portanto, antes de Ellington, cerca de 20 milhões de negros circularam como moeda pelos EUA.

Esse o ponto.

figbatera disse...

Boa sacada, Lester.

Mª. Antonia disse...

Lester, lembrou bem!!!
Realmente...

Tenencio disse...

Otima lembrança,Mr. Lester.
Mas isso desmerece o fato de Duke Ellington estar numa moeda?
Acho que deve ser visto como uma forma de despertar a curiosidade dos mais jovens e das crianças americanas sobre quem foi ele.

Mau Nah disse...

To the point, Mr. Lester!

E concordo com o Tenencio, que tudo que o jazz mais precisa é de que sejam aumentadas, da maneira que forem, as fileiras de crianças e jovens, (e não importam as suas características "sociais" ou "étnicas") interessadas no jazz. Ou em música clássica (que, depois, vão inevitavelmente brincar no jazz).
É o qsp para que a arte não seja descontinuada, perante a juventude atual, submetida a tanta coisa de péssima qualidade sonora, atrativamente embalada em videoclips de fazer corar à Gretchen.
A efígie do Duke nas moedinhas diárias vai criar essa curiosidade, e quem sabe, um entry-point, o nome ficará gravado e mísera menção a ele antes ou após uma execução de qualquer peça sua levará à imediata e desejada conexão.
No mais, puro merecimento desse papa, que, curiosamente, antecedeu a Armstrong na honraria.
Abs.

Salsa disse...

Tem um Duke aí, tio?

Nelson Reis disse...

Esse "quarter" é só edição comemorativa para numismata, ou vái circular mesmo ?
Se for no 1º caso, o amigo Salsa pode se preparar porque o "tio" terá que ser "da pesada" - como se dizia antigamente - porque não é fácil arranjar isso.

Abçs.
Nelson Reis

APÓSTOLO disse...

Prezado NELSON:
A informação obtida é que será moeda de livre circulação, ao contrário dos negros escravos que sómente circulavam entre "proprietários".

edú disse...

A considerar q o Brasil foi o último país do continente americano a abolir a escravatura

Nelson Reis disse...

Está se falando muito aqui em "escravo" nesse "post" sobre o Ellington. Gostaria de elucidar aos "menos avisados" de que Duke Ellington era um "Homem Livre e de Bons Costumes" como irmão Franco-Maçon. Assim, como também o foi o irmão Count Basie.
Portanto, caberiam muito bem numa efígie de nota de Dollar, como o foram os irmãos Benjamin Franklin e Thomas Jefferson.

Abçs.

Nelson Reis