Editores e Colaboradores : Mauro Nahoum (Mau Nah), José Sá Filho (Sazz), Arlindo Coutinho (Goltinho); David Benechis (Bené-X), José Domingos Raffaelli (Mestre Raf) in memoriam, Luciana Pegorer (PegLu), Luiz Carlos Antunes (Llulla) in memoriam, Ivan Monteiro (I-Vans), Mario Jorge Jacques (MaJor), Gustavo Cunha (Guzz), José Flavio Garcia (JoFla), Alberto Kessel (BKessel), , Gilberto Brasil (BraGil), Reinaldo Figueiredo (Raynaldo), Claudia Fialho (LaClaudia), Marcelo Carvalho (Marcelón), Marcelo Siqueira (Marcelink), Pedro Wahmann (PWham), Nelson Reis (Nels), Pedro Cardoso (o Apóstolo) e Carlos Augusto Tibau (Tibau).

BLOG CRIADO em 10 de maio de 2002

28 fevereiro 2009

ENCONTRO ÀS QUINTAS

Modern Sound – Sala Multimídia - às 20h
Rua Barata Ribeiro 502 D Copacabana

PROGRAMAÇÃO DE MARÇO

1 – DIA 5HENRY MANCINI REVISITADO”
expositor : Sergio Batista
- do compositor não creditado dos filmes B da Universal ao grande sucesso de um dos maiores de Hollywood.

2 – DIA 12 “A BROADWAY DOS MILHÕES”
expositor : João Máximo
- os sons e as imagens dos musicais recordistas de permanência nos palcos de New York

3 – DIA 19 “MULHERES NO JAZZ”
expositor : Estevão Hermann
- os grandes conjuntos e as solistas femininas no Jazz do século XX

4 – DIA 26 “A ERA DAS BIG BANDS”
expositor : Mário Jorge Jacques
- a época em que o Jazz invadiu os salões de dança e o Swing passou a fazer parte do cotidiano americano

25 fevereiro 2009

RANDY BRECKER EM HOMENAGEM A KIND OF BLUE

Já falamos aqui sobre a homenagem aos 50 anos do álbum Kind of Blue do Miles onde os grupos liderados por Jimmy Cobb e o trio do pianista Fred Hersch subiram ao palco do Kimmel Center (Philadelphia) e protagonizaram este tributo com muita excelência.

Dando continuidade a série, agora é a vez do trompetista Randy Brecker em apresentação no dia 7 de fevereiro último. Apresentou-se ao lado de sua esposa Ada Rovatti sax tenor e soprano, Jill McCarron piano, Steve Laspina contrabaixo e Steve Johns bateria.

A marca original de Randy Brecker vem dos Brecker Brothers, grupo fusion criado nos 70 ao lado do irmão Michael que teve a participação de outros grandes instrumentistas, entre eles David Sanborn e George Duke. O som dos 70, com ritmo mais funkeado, balançado, uma combinação do pop e dos improvisos do jazz e essa assinatura ele deixa na abertura do tema So What em referência a James Brown.

Neste tributo, Randy Brecker está bem à vontade e mesclou temas do antológico álbum com temas marcados pela assinatura de Miles, como Stella by Starlight, e alguns clássicos do Brecker Brothers. Inclusive a homenagem a Stella foi mais que especial, pois é o nome da sua filha récem nascida.
Este concerto teve a participação do filho do baterista Steve Johns, Darryl Johnson, no baixo elétrico, aos 12 anos de idade e com extrema destreza interpretando All Blues ao lado do grupo.

Deixo 2 temas na radiola - So What e Stella By Starlight

Som na caixa !

24 fevereiro 2009


Foi divulgada pela Casa da Moeda dos Estados Unidos a imagem da nova moeda de US$ 0,25 = é a imagem de Duke Ellington e foi apresentada à imprensa nesta terça-feira.
Ellington é o primeiro afroamericano que aparece em uma moeda; a escolha foi vencedora de uma votação realizada entre os moradores da cidade de Washington, disputando a preferência com o abolicionista Frederick Douglas e o astrônomo Benjamin Banneker.

VICTOR BIGLIONE NA FRENTE DA TOCA DO VINICIUS

Sei que estou informando meio em cima da hora, mas ainda da tempo de todo mundo passar amanha as 19:00 em frente a Toca do Vinicius (loja/museu/lugar agradabilissimo no coracao de ipanema), onde Victor Biglione, acompanhado por Sergio Barroso ao baixo e Andre Tandeta a bateria, irao tocar e dar uma previa sobe o album "Uma Guitarra no Tom", que ao que parece, saira pela Delira...

Tem toda a cara de CJUB....

Na ocasiao (fim de tarde de quarta feira de cinzas), Victor estara recebendo o titulo de cidadao carioca.

Para os amantes da boa musica, Victor, Barroso e Tandeta sao garantia de musica de qualidade.

Todos por la.

Beto Kessel

MAR AZUL - ALBUM DE LUIZ ALVES

MAR AZUL

Estou de posse de um album que nao sai do CD do carro..Trata-se do album do musico e compositor LUIZ ALVES, baixista que utiliza o arco com total maestria e nos encanta desde os tempos de Som Imaginario (Daquela epoca, nao esqueco nunca o tema Armina - piano limpido e lirico do album matanca do porco).

Aqui temos temas belissimos do proprio Luiz (sendo a faixa titulo do album em parceria com Wagner Tiso) e tambem de Luiz Eca (com quem Luiz e Robertinho Silva participaram do Trio Triangulo), Joao Donato e Kiko Continentino.

Participacoes especialissimas de Wagner Tiso, Chimelli, Kiko Continentino,Joao Donato,bEBETO CASTILHO (sAUDOSO tAMBA tRIO), Idriss Boudrioua, Mauricio Einhorn, Robertinho Silva, Claudio ^Neguinho^Salles, Ricardo Pontes, Ricardo Costa, Jose Arimatea.

Uma homenagem especial do Luz Alves a outor grande baixista que ja nos deixou (Manoel Gusmao), em Bolerito pro Gusmao...

Uma producao primorosa do Joao Samuel, que recentemente nos brindou com Cape Horn (Toninho Horta e Arismar dpo Espirito Santo).

Enfim, um grande album de um grande musico...

Ja separei minhas 5 estrelas para este album...

Abracos,

Beto Kessel

20 fevereiro 2009

MUSEU DE CERA # 54 – AS CANTORAS DE BLUES 2 - CLARA SMITH

Pouco se sabe sobre o início da vida de Clara Smith, mas nasceu em Spartanburg, South Carolina no ano de 1894. Trabalhou desde a infância em espetáculos vaudeville acabando por se tornar uma estrela popular do circuito T.O.B.A (Theatre Owners Booking Association, uma organização tipo sindical de empresários que agenciava atrações para shows com artistas negros incluindo bandas de Jazz e cantoras de Blues).
Em 1923 foi para o Harlem onde atuou em cabarés, teatros e iniciou gravações exclusivas para a Columbia Records acompanhada nada menos que pelos pianistas Fletcher Henderson e James Price Johnson e depois por Louis Armstrong, Coleman Hawkins, Joe Smith e Don Redman. Atuou regularmente no Stroller’s Club em New York durante o final dos anos 1930 e por 6 meses na Orchestra Gardens em Detroit.
Muitos críticos consideram que as gravações ficam apenas atrás das de Bessie Smith (que realmente são fantásticas). As duas cantoras foram amigas íntimas até que certa noite em 1925 Bessie muito alcoolizada surrou Clara.
Interessante que Clara deu a Josephine Baker seu primeiro gostinho do teatro aos 13 anos ao empregá-la em sua companhia musical emprestando-lhe inclusive suas roupas para atuar.
Clara continuou gravando até 1932 e atuando em teatros até sua morte em fevereiro de 1935 em Detroit de ataque cardíaco. Foi cognominada ― Queen of the Moaners (Rainha dos Gemidos) e a canção Awful Moaning Blues ilustra bem seu estilo.
Gravou 3 duetos com a Bessie Smith, coisa rara, cantoras de Blues cantarem juntas e as canções foram: Far Away Blues, I'm Going Back To My Used To Be e My Man Blues das quais escolhemos a primeira.

Awful Moaning Blues (Stanley S. Miller) – Clara Smith vocal e Fletcher Henderson ao piano
Gravação Original – 13/set/1923 – New York – Columbia A4000
Fonte: CD Clara Smith Vol. 1 (1923-1924) – selo Document DOCD5364 – 2002 -UK
Far Away Blues (George Brooks) – Clara Smith e Bessie Smith vocais e Fletcher Henderson ao piano - NOTA - a segunda voz é a de Bessie
Gravação Original – 4/out/1925 – New York – Columbia 13007-D
Fonte: Complete Recordings Vol. 1 CD - Bessie Smith - selo Columbia/Legacy - Forever Gold – 1991 - USA

WAGNER TISO - SAMBA E JAZZ UM SÉCULO DE MÚSICA

O novo disco de Wagner Tiso é uma fusão do erudito, popular e jazz com arranjos muito bem feitos, característica do maestro.

O mix de samba e jazz vem a comemorar o ano de 1917, onde foram gravados o primeiro disco de jazz e o primeiro disco de samba.

De um lado Sinhô, Zé Ketti, Chico, Ary Barrozo, Paulinho da Viola e Nelson Cavaquinho. Do outro Foster/Hendrix, Coltrane, Kern, Harburg/Vernon Duke, Hague/Horwitt e Miles Davis.

Ele não poupou músicos de qualidade para suas gravações, muitos para enumerá-los todos, pois as cordas são usadas em todas as músicas.

A harmonia e leveza consegue unir a melodia do samba e do jazz com os improvisos de Wagner Tiso.

No encarte do CD, Wagner agradece aos Cjubianos Alberto Chimelli, Arlindo Coutinho, José Domingos Raffaelli, Luiz Carlos Antunes e Mario Vieira.

O disco foi lançado pela gravadora de Tiso, Trem Mineiro, e já está a venda.

18 fevereiro 2009

TERENCE BLANCHARD QUINTET: AO VIVO


Hoje, quarta feira, às 23 horas (hora Rio), o quinteto de Terence Blanchard se apresentará no Village Vanguard.
O concerto poderá ser ouvido clicando-se no link abaixo:
http://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=100771911

15 fevereiro 2009

COLUNA DO LOC

JB, Caderno B, 15 de fevereiro
por Luiz Orlando Carneiro

Sons hipnóticos

No festival Tudo é Jazz, de Ouro Preto, em 2005, uma plateia de mais de 500 pessoas - formada por jazzófilos exigentes, neófitos e adeptos do prog rock – vibrou com as hipnóticas invenções musicais (e sônicas), entre o in e o out, do trio Jacob Fred Jazz Odyssey. Na ocasião, o grupo nascido em Tulsa (Oklahoma), em 1994, era uma novidade, e acabara de lançar, pelo selo indie Kufala, o CD Slow breath, silent mind. Reed Mathis (baixo acústico com pedal, capaz de elevar em duas oitavas acima do normal a sonoridade do instrumento), Brian Haas (piano acústico) e Jason Smart (bateria) eram então os integrantes do trio, quase tão hiperativo como o Bad Plus, embora mais "composicional", sobretudo nas recriações de clássicos do jazz moderno, como Fables of Faubus (Charles Mingus), Naima (John Coltrane) e Off minor (Thelonious Monk).

O JFJO virou quarteto, em meados do ano passado, com Josh Raymer no lugar de Smart, Matt Hayes no de Mathis e a adição do guitarrista Chris Combs. Mas, antes disso, em março, gravou em estúdio o álbum virtual Winterwood, que pode ser downloaded, de graça, no site do grupo (www.jfjo.com), que faz questão de manter o nome surrealista de Jacob Fred – apelido inventado por Haas para si próprio quando era adolescente. Trata-se de um presente do pianista-líder, comemorativo dos 15 anos do JFJO. E marca também a despedida do excepcional Reed Mathis, que assina seis das 13 faixas do "disco" e arranja Song of the vipers (Louis Armstrong), além de tocar seus contrabaixos incrementados, banjo e guitarras (inclusive a lap steel, aquela guitarra-tábua havaiana, geralmente de seis cordas).

A faixa inicial, Dove’s army of love (6m15), de Mathis, indica o clima predominante da sessão, com o tema mantido em ostinato pelo piano acústico de Haas, enquanto o baixista-guitarrista e o baterista-percussionista elevam, aos poucos, a temperatura rítmico-sônica do ambiente, aqui e ali amenizada por interlúdios do pianista. É difícil precisar, exatamente, onde e quando a improvisação prevalece sobre as partes arranjadas.

Song of vipers (5m40) é um dos mais atraentes momentos do álbum, sobretudo pelo contraste entre o ritmo second line das brass bands de Nova Orleans e o backbeat insolente (com brilhantes exclamações dos pratos e címbalos) criado por Josh Raymer. Ele e Haas são também os destaques na metamorfose da peça de Ellington (6m40), na qual parece haver partes em overdub. Old love, new love (5m58) e A bird (6m13), ambas do pianista-compositor-arranjador, são melodicamente insinuantes, com variações bachianas delicadas de Haas nesta última, desenvolvendo-se em meio a pontuações eletrônicas discretas e intervenções da guitarra de Mathis. Este, por sua vez, é a estrela de The slip (7m15), também de sua lavra. Crazy fingers (4m48), de Jerry Garcia, recebe do JFJO um belo tratamento, bem bluesy, e traz um longo e delicado solo de Haas no piano acústico.

O JFJO produz um tipo de jazz acústico-eletrônico ao mesmo tempo emocional e intelectual, às vezes até camerístico, sem rejeitar as raízes da mainstream, principalmente as mais populares, como se pode ouvir em Earl Hines (4m15), de Mathis. O grupo não se propõe a competir com o hiperenergético trio The Bad Plus (Ethan Iverson, piano; David King, bateria; Reid Anderson, baixo). Transformado em quarteto, o JFJO partiu em longa turnê (sold out) pelos Estados Unidos, deixando na internet, à disposição de seus fãs, o registro derradeiro da feliz associação Haas-Mathis.

GULDA

Ainda me lembro do Gulda, um boa praça, que alguns membros do CJUB e jazzistas do Brasil conheceram bem. Não pude deixar de compartilhar essa balada, sua composição romantica.
Notar que Barbara Dennerlein está presente no palco.
Bom domingo!

14 fevereiro 2009

NORDESTE EM CLIMA DE BOA MÚSICA NO CARNAVAL






Na onda fora dos circuitos de samba e blocos, o Nordeste nos oferece a música como destaque no meio da folia de carnaval em mais uma edição dos festivais Jazz & Blues de Guaramiranga, Ceará, pelo décimo ano seguido; e do festival de Garanhuns, Recife.

Sem dúvida, a fórmula dá certo !

O Jazz&Blues acontece de 21 a 24 de fevereiro na cidade de Guaramiranga e de 26 a 28 de fevereiro em Fortaleza. São oficinas, workshops e muita música!

A programação em Guaramiranga:

no Teatro Raquel de Queiroz
21 de fevereiro, sábado
- 14h30, Ensaio Aberto - Dominguinhos
- 20h - Luciano Franco (CE); Trio + 1 (SP) - Benjamin Taubkim, Zeca Assumpção, Sérgio Reze e Joatan Nascimento
- 22h30, Dominguinhos (PE)
22 de fevereiro, domingo

- 14h30, Ensaio Aberto - César Camargo Mariano 20h - Nélio Costa (CE); Lanny Gordin (SP) 22h30 - César Camargo Mariano (SP)
23 de fevereiro, segunda-feira
- 14h30, Ensaio Aberto - Na Ozzetti 20h - Ricardo Bezerra (CE) ; Arthur Maia (RJ) - 22h30, Na Ozzettti (SP)
24 de fevereiro, terça-feira
- 14h30, Ensaio Aberto - Toots Thielemans
- 20h, Lúcio Ricardo (CE); Paulo Meyer (SP)
- 22h30, Toots Thielemans (Bélgica)

na Quadra Municipal
21 de fevereiro, sábado
- 17h, Pablo Fagundes (DF)
22 de fevereiro, domingo
- 17h, Projeto Casa do Blues - Artur Menezes (CE)
23 de fevereiro, segunda-feira
- 17h, Projeto Timbral (CE)
24 de fevereiro, terça-feira
- 17h, Dixie Square Jazz Band (SP); Projeto Casa do Blues - Blues Label (CE)

JAM todos os dias de 0h às 3h com Beale Street (RJ)

A programação em Fortaleza :

no Teatro Jose de Alencar
26 de fevereiro, quinta-feira
- 21h, Toots Thielemans
27 de fevereiro, sexta-feira
- 21h, César Camargo Mariano

no Iate Clube, dia 28 de fevereiro, sábado às 21h festa com Dixie Square Jazz Band

Mais sobre o festival, acesse www.jazzeblues.com.br


O Festival de Garanhuns tem sua segunda edição e acontece entre 21 e 23 de fevereiro. A proposta é repetir o sucesso do ano passado quando a cidade recebeu público doido por boa música e gente vindo de Recife, João Pessoa, Natal, Aracajú, Maceió e interior, o que mostra a força do festival e o interesse pela música de qualidade. E os shows são gratuitos.
Realmente uma grande conquista !

A programação de Garanhuns :

no Parque Ruber Van Der Linden (Pau Pombo) dia 21/02, sabado
- 15h, Nosso Jazz (PE)
- 16h, Choro, Baião e Jazz (PE)
dia 22/02, domingo
- 15h, Orlito (PE)
- 16h, Kleber Blues Band (PE)
dia 23/02, segunda-feira
- 15h Banda local

na Praça Guadalajara (Palco Ronildo Maia Leite)

dia 21/02, sabado
- 20h, Carlos Malta (RJ) & Pifano Folclore Verde (Garanhuns - PE)
- 21h, Kate Bentley & Clay Ross Band (USA)
- 22:30h, Nuno Mindelis (Angola / SP)
dia 22/02, domingo
- 20h, Nuages Jazz (Equador)
- 21h, Igor Prado Band (SP)
- 22h, Lancaster (SP) & The Bluz
- 23h, James Wheeler (EUA)
dia 23/02, segunda-feira
- 20h, Marcelo Martins (RJ) & Street Band (PE)
- 21h, Robson Fernandes (SP) & Uptown Band (PE)
- 22h, Blue Jeans (SP)
- 23h, Izzy Gordon (SP)

A Dixie Square Jazz Band (SP) faz apresentações durante o dia nas ruas da cidade e de noite na Praça Guadalarrara durante os intervalos dos shows.

Mais sobre o festival, acesse www.garanhunsjazz.com.br

RANKING DE EXECUÇÕES E VENDAS EM DESTAQUE

A despeito do link para este ranking semanal habitar nossa coluna fixa da esquerda como "Ranking CMJ Jazz", volta e meia me dou ao trabalho de publicá-lo aqui com um pouco mais de destaque.
Considero-o útil apenas para que tenhamos alguma idéia sobre a que/quem se está dando atenção nos EUA e assim, eventualmente, possamos descubrir algum nome novo no panorama.
Não é, em absoluto, endosso ou recomendação de coisa alguma, apenas uma visão do que rola nas rádios universitárias, comerciais e lojas que se dedicam, prioritariamente, ao jazz. Abraços.

11 fevereiro 2009

TOOTS THIELEMANS DE VOLTA AO BRASIL

Em 2009, de 21 a 24 de fevereiro em Guaramiranga e de 26 a 28 em Fortaleza, o Festival Jazz & Blues chega à décima edição,e a boa noticia para os cearenses e a apresentacao do gaitista Toots Thielemans, que esteve no Brasil em 2007.

Esperamos que antes de voltar para a Belgica, Toots de uma passadinha no Rio de Janeiro, e quem sabe, nos brinde com alguma apresentacao por aqui.

Os seus admiradores, entre os quais me incluo (assisti Toots no finado Jazzmania nos anos 80 e no canecao em 2007), iriam adorar.

Beto Kessel

10 fevereiro 2009

PARTIU BLOSSOM DEARIE

A cantora Blossom Dearie, aquela que apesar da idade cantava com voz de adolescente, veio a falecer em sete de fevereiro aos 83 anos, enquanto dormia.

Segundo as notícias, o óbito foi por causas naturais.

R.I.P., Blossom

08 fevereiro 2009

LA CLAUDIA: CJUBIANA ILUSTRE TAMBÉM COMEMORA

Nossa caríssima Claudia Fialho, cjubiana "de raiz", é outra que está comemorando aniversário hoje (desculpe, mas pela hora avançada do post, já foi ontem). LaClaudia encontra-se, assim como o Marcelink, diante de novos desafios, de novas empreitadas. Que consegue equacionar tout-doucement, com toda aquela competência e o savoir-faire de sempre.

Na inexistência de eventos "corporativo-jazzísticos-cjubianos" para que possa nos brindar com sua presença sempre serena, o contato pessoal tem sido bem menor do que deveria, mas volta e meia encontramos algum comentário dela aqui nos posts, o que nos dá a tranquilidade de saber que está por perto.

Então, querida amiga, ouça aí um Happy-Birthday em levada jazzística, cantado em surdina pelos seus amigos do CJUB!

E UM GRANDE ABRAÇO NOSSO PELA DATA E VOTOS DE SAÚDE E MUITAS FELICIDADES!!!

07 fevereiro 2009

MUSEU DE CERA # 53 – AS CANTORAS DE BLUES - IDA COX

A RADIOLA DO MUSEU JÁ ESTÁ FUNCIONANDO
Ida Cox nascida a 25/fevereiro/1896 no Tennessse, mas seu nome de batismo era Ida Prather mudado após o casamento com o menestrel Alder Cox. Desde menina cantava no African Methodist Choir de sua igreja na Georgia. Em 1910 passou a integrar shows de menestréis e os itinerantes em tendas atuando como comediante e cantora. Logo passou a estrela principal dos espetáculos e em suas viagens pelos EUA muitas vezes atuava junto a músicos de jazz como Jelly Roll Morton, Freddy Kepard e King Oliver.
Em 1923 iniciou as gravações no selo Paramount que a titulou de - Uncrowned Queen of the Blues (Rainha não coroada do Blues). Ida gravou extensamente na década de 20 e muitas vezes usando pseudônimos como: Kate Lewis, Velma Bradley, Julia Powers e Jane Smith.
Ida escreveu muitas de suas canções. Casou novamente com um pianista de blues Jesse Crump tento feito inúmeros registros juntos. Em 1934 Ida e Bessie Smith atuaram juntas em uma revista musical - Fan Waves no Apollo Theatre. Após muitas excursões pelo país em 1939 fixou-se no Cafe Society um night club em New York.
Atuou no espetáculo de John Hammond - Spirituals to Swing realizado no Carnegie Hall em 1939, revitalizando sua carreira de gravações.
Após um acidente vascular retirou-se da vida artística indo viver em sua cidade natal Knoxville, Tennessee. Ao final da década de 50 atuou esporadicamente e em 1961 fez sua última gravação no selo Riverside com o álbum - Blues for Rampart Street acompanhada pelo quinteto de Coleman Hawkins. Em 11/outubro/1967 veio a falecer.
Ida foi uma das grandes intérpretes do Blues Clássico ao lado de Bessie Smith e Ma Rainey, apesar de dotada de menos potência de voz seu cantar era mais sentimental, mais suave.
Escolhemos duas excelentes interpretações de Ida uma com a pianista Lovie Austin com quem gravou de 1923 a 26 não só com acompanhamento mas com pequenos grupos. A outra sobressaindo-se o lendário trombonista de New Orleans Roy Palmer com o qual só fez 2 registros.

BLUE MONDAY BLUES (DeSylva / Gershwin / Goetz) - Ida Cox (vo) acompanhada pela pianista Lovie Austin
Gravação original: Chicago, julho/1923 – Paramount 12053 – (mx 1486)
Fonte: CD Ida Cox Vol. 1 1923 – Documents Records DOCD-5322 – UK - 2005

I'M SO GLAD (Skip James) - Ida Cox (vo) – Roy Palmer (tb), possivelmente Tiny Parham (pi) e clarinetista desconhecido.
Gravação original: Chicago, outubro/1929 – Paramount 12965 - (mx) 21416-2
Fonte: LP The Great Blues Singers (Riverside RLP 1032)




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06 fevereiro 2009

MARCA REDONDA DO MARCELINK

Nosso Marcelink, cjubiano das primeiras horas e emérito cinegrafista-amador-do-jazz, responsável pelas melhores tomadas nas vídeo-produções desta armada, além de risonha personalidade, arredonda o placar nos "quarentinha" hoje.

Ausente da parede eletrônica por motivos profissionais e pessoais que absorveram sua atenção de modo imperativo, brindou-nos esta semana com longa mensagem na qual reviu com serenidade o período de prova pelo qual passou, admitindo isso, inclusive, como um fator para seu melhor estado como pessoa hoje. Modéstia total dele, que já era um grande chapa. Mas se ele assim se sente, tanto melhor.

Feito o amplo retrospecto, que finaliza demonstrando grande vontade de recuperar, junto aos confrades, parte do tempo em que esteve afastado, convidou a galera para ir comemorar com ele a data especial, num templo de .....(errou quem chutou jazz) de gafieira, mas ao menos foi a Elite!

Sendo ele o cara que é, tá valendo! Resta-nos parabenizá-lo por tudo isso e pelo aniversário, afinal os 40 são, acho, um marco importante na vida de todos nós.

Grande abraço ao renovado parceiro, com votos de Felicidades e Saúde! Parabéns pra você (e pra Suzana também).

NOVO SITIO

Já está no ar o novo site da Radio UEL FM de Londrina, que pertence à universidade local. Bem mais informativo, o site trás o conteúdo dos programas com antecipação. Captura de som ao vivo mais fácil, assim como a qualidade. O Londrina Jazz Club de hoje, por exemplo, vai fazer uma releitura jazzística dos temas consagrados por Frank Sinatra, com vários convidados. O programa vai ao ar às 22 horas, com reprise domingo às 17. Portanto, peço aos editores do CJUB que troquem o link ao lado para www.uelfm.uel.br/.
...........................................................................................
PS. Quem quiser ouvir o programa posteriormente, basta abrir a programação de sexta e Londrina Jazz Club, mais detalhes. Haverá um arquivo à direita (sexta). Estará lá em duas partes, com as informações, por 1 mês, ou seja, 4 edições ao final.

03 fevereiro 2009

A A.N.D. FEZ VINTE E UM ANOS

A A.N.D. é uma confraria que reúne alguns amigos e ex-ouvintes do programa "O Assunto é Jazz”. A sigla significa “audiência nota dez”, expressão usada pelo produtor ao agradecer esclarecimentos prestados pelo então “ouvinte” Maxwell Johnstone. Após os programas , era costume dos presentes ir a uma pizzaria onde continuavam as conversas de bastidores desenvolvidas na audição.
Foi em 29 de Janeiro , na nossa duo centésima nona reunião, que completamos 21 anos de existência. O tradicional encontro realizado na Taberna da Glória embora assinalasse algumas ausências importantes,contou com a surpresa de visitantes ilustres, ex-andistas, que se afastaram em função de seus trabalhos. Foram eles o professor Eduardo Tróia, Renato Pereira e Walte "Blue Singer”. Entre os assuntos gerais, foram lembradoscom carinho os amigos que já partiram : Maxwell Johnstone, José Maria Pacheco e Gedir Pimentel. De resto, o Jazz sempre presente nas conversas e nos vídeos, levados peloRenato, que a direção das Taberna nos permite assistir. Farta troca de material fonográfico e de informações assinalaram ese festivo encontro.


Simbolo adotado nas camisas comemorativas do nosso vigésimo primeiro aniversário.